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sexta-feira, 1 de março de 2013

Big Pharma (1ª parte) CV

Mais uma golpada no mundo das vacinas, depois de vos ter apresentado em primeira mão, este PDF, que é algo mais do que apenas sugestivo, temos agora dois virologistas da gigante farmacêutica Merck que resolveram chegar-se à frente pondo uma queixa contra a companhia farmacêutica para a qual trabalhavam por falsificação dos resultados da vacina contra a papeira (mumps), usando diversos métodos laboratoriais para esse efeito. Um caso perfeito de embuste cientifico.  

http://www.courthousenews.com/2012/06/27/47851.htm

Merck has known for a decade that its mumps vaccine is "far less effective" than it tells the government, and it falsified test results and sold millions of doses of "questionable efficacy," flooding and monopolizing the market, a primary caregiver claims in a federal antitrust class action.

Alabama-based Chatom Primary Care sued Merck on Monday, the week after the unsealing of a False Claims Act complaint two relators filed in 2010.
Those relators, Stephen Krahling and Joan Wlochowski, were Merck virologists who claim in their unsealed complaint that they "witnessed firsthand the improper testing and data falsification in which Merck engaged to artificially inflate the vaccine's efficacy findings."


Se esta escumalha falsifica resultados, imaginem o que não escondem sobre os efeitos secundários. Pertencem a uma liga de crime organizado, legalmente aceite e incentivado por quem é financiado pelos gangues, não é só a Merck.

Krahling and Wlochowski claimed Merck's scheme caused the United States to pay "hundreds of millions of dollars for a vaccine that does not provide adequate immunization."

E será que não fazem isto com todas? Ou será que nas outras são idóneas, responsáveis e apresentam os resultados reais?

"As the largest single purchaser of childhood vaccines (accounting for more than 50 percent of all vaccine purchases), the United States is by far the largest financial victim of Merck's fraud," according to the 2010 False Claims Act complaint.

"But the ultimate victims here are the millions of children who every year are being injected with a mumps vaccine that is not providing them with an adequate level of protection. And while this is a disease that, according to the Centers for Disease Control ('CDC'), was supposed to be eradicated by now, the failure in Merck's vaccine has allowed this disease to linger, with significant outbreaks continuing to occur."

Estas crianças que estão vacinadas quando apanham o vírus natural a resposta do seu sistema imunológico será igual à de um miúdo que não esteja vacinado.

Cada vez que existe uma epidemia seja com sarampo, papeira, ou um outro vírus "de infância", o que se detecta é que mais de 60% dos miúdos infectados estão com as vacinas em dia. É claro que estas várias despistagens às doenças não é aplicável em Portugal, confia-se sempre no boletim de vacinas.

Starting in the late 1990s, Merck set out on its sham testing program with the objective of "report[ing] efficacy of 95 percent or higher regardless of the vaccine's true efficacy," the complaint states.
Chatom says Merck initially called its testing program Protocol 007.
Under Protocol 007, Merck did not test the vaccine's ability to protect children against a "wild-type" mumps virus, which is "the type of real-life virus against which vaccines are generally tested," the complaint states.
Instead, Chatom says, Merck tested children's blood using its own attenuated strain of the virus.


Uma coisa é inserir nas crianças o vírus atenuado contido nas vacinas e obter os anticorpos necessários, outra coisa é esses anticorpos actuarem numa resposta imunológica à variante natural desse vírus, o que raramente acontece, tal como é dito em cima e se demonstra aqui.

"This was the same mumps strain with which the children were vaccinated," the complaint states.
That "subverted" the purpose of the testing regime, "which was to measure the vaccine's ability to provide protection against a disease-causing mumps virus that a child would actually face in real life. The end result of this deviation ... was that Merck's test overstated the vaccine's effectiveness," Chatom claims.


Merck also added animal antibodies to blood samples to achieve more favorable test results, though it knew that the human immune system would never produce such antibodies, and that the antibodies created a laboratory testing scenario that "did not in any way correspond to, correlate with, or represent real life ... virus neutralization in vaccinated people," according to the complaint.

Isto é demais, para mostrarem que a vacina era pujante adicionavam anticorpos de animais às amostras de sangue, sabendo eles na perfeição que nós (humanos) nunca conseguiríamos produzir esses mesmos anticorpos. E há quem chame a isto de ciência.

Chatom claims that the falsification of test results occurred "with the knowledge, authority and approval of Merck's senior management."
And as Merck's vaccine is the only game in town, the vaccine's "significantly degraded" quality means "there has remained a significant risk of a resurgence of mumps outbreaks," Chatom says in its complaint.
It claims that the degraded quality of the Merck vaccine played a role in a 2006 mumps outbreak in the Midwest, and in another outbreak in 2009
.

São estas as companhias farmacêuticas que sentam-se na mesa da OMS? Onde todos se mostram preocupados com a nossa saúde? Dá mesmo para confiar os nossos filhos a esta malta?

http://www.examiner.com/article/u-s-mumps-outbreak-after-two-vaccine-doses-89-still-contracted-disease

An outbreak of mumps in the United States between 2009 and 2010 occurred mostly in children who had been vaccinated, according to a study published today in the New England Journal of Medicine (NEJM). During the outbreak, 3,502 cases were reported over a one-year period.

Researchers from the involved state health departments and the Centers for Disease Control and Prevention studied 1,648 of those cases. The researchers found that 89 percent had received the recommended two doses of mumps vaccine. The outbreak was traced to one of the camp partcipants, an 11-year-old boy who also received two doses of the mumps vaccine.

Isto é uma paródia das grandes, mas é óbvio que eles sabem que as vacinas estão contaminadas por falta de eficácia, sabem também que têm de administrar dezenas "delas" de modo a gerar mais dinheiro com mais pandemias, é a pura ganância à custa das crianças sob o designio de ciência.

terça-feira, 5 de junho de 2012

A filantropia e o suicídio oriental (parte2) LXXXIII

                                                                      O soft Power em acção

Ora bem, como vimos atrás a promoção da polio oral está em marcha, o senhor Bill quer erradicar a doença de uma vez por todas na Índia, o que é ridículo dado ser impossível. O frenesim com a Polio é uma invenção do homem, pois mais de 90% das pessoas que adquire a poliomielite só sabe que a têm quando se dá a paralisia de um dos membros, correspondendo esta fase a uma % diminuta nos casos registados. O problema é que todos os outros casos de polio que não chegam a desenvolver paralisia não são registados porque não se fazem testes para esse efeito.


Mas mesmo assim, nos países ocidentais estávamos a ter casos de polio em populações vacinadas, então a OMS o que é que se lembra de fazer? Modificaram a definição de polio, aumentaram os dias em que se podia confirmar que era polio. Esta redefinição deu muito jeito no Ocidente, que assim viu os números baixarem drasticamente, sendo a heroína a vacina contra a polio, o que é falso, pois o mais comum é contrair-se polio sem se ter paralisia e até mesmo os sintomas ao inicio da doença são idênticos a tantas outras doenças infantis.

Neste caso indiano, o assunto muda de figura. Assim, temos dois médicos que se chegaram à frente para dizer o que se passa com esta charada...aqui têm.

In 2011 there were an extra 47500 new cases of NPAFP [non-polio acute flaccid paralysis]. Clinically indistinguishable from polio paralysis but twice as deadly, the incidence of NPAFP was directly proportional to doses of oral polio received. Through this data was collected within the polio surveillance system, it was not investigated.

“The charade about polio eradication and the great savings it will bring has persisted to date. It is a paradox that while the director general of WHO, Margret Chan, and Bill Gates are trying to muster support for polio eradication (22) it has been known to the scientific community, for over 10 years, that eradication of polio is impossible..."

“Data from India on polio control over 10 years, available from the National Polio Surveillance Project, has now been compiled and made available online for it to be scrutinised by epidemiologists and statisticians (29). This shows that the non-polio AFP rate increases in proportion to the number of polio vaccines doses received in each area."

In 2011, an additional 47,500 children were newly paralysed in the year, over and above the standard 2/100,000 non-polio AFP that is generally accepted as the norm. (32-33). [Emphasis added.]
“It is sad that, even after meticulous surveillance, this large excess in the incidence of paralysis was not investigated as a possible signal, nor was any effort made to try and study the mechanism for this spurt in non-polio AFP. [Emphasis added.]

These findings point to the need for a critical appraisal to find the factors contributing to the increase in non-polio AFP with increase in OPV doses – perhaps looking at the influence of strain shifts of entero-pathogens induced by the vaccine given practically once every month.

“From India’s perspective the exercise has been extremely costly both in terms of human suffering and in monetary terms. It is tempting to speculate what could have been achieved if the $2.5 billion spent on attempting to eradicate polio were spent on water and sanitation and routine immunization.

Ora aí está uma coisa que o filantropo do Bill não se lembra, de fornecer água em boas condições e saneamento, coisas essenciais para a não proliferação daquilo que ele quer erradicar.

Caso não tenham reparado a vacina criou 47mil novos casos de polio com paralisia, mas será que é sempre impressão minha ou estes números são outra vez assombrosos? Com os cumprimentos do Tio Bill que anda a distribuir vacinas que são mais mortíferas do que a própria doença.

E já agora a definição que a organização mundial da saúde arranjou para esta aberração é de (non-polio acute flaccid paralysis), uma termo orwelliano para se diferenciar da polio natural porque ambas podem criar paralisia, a diferença consiste no próprio vírus, pois o vírus que está contido nas vacinas é sintético, o que traz muito mais complicações duplicando inclusive a taxa de mortalidade.

Será que o Bill parou para pensar nestes números? Não, o tipo quer dar isto a todas as crianças pobres com menos de 5 anos, ou seja, quer substituir a estirpe natural pela sintética visto esta ser muito mais eficaz, se é que me faço entender.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/04/special-virus-cancer-program-2-xxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/04/special-virus-cancer-program-2-xxiii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/05/filantropia-e-o-suicidio-oriental-1.html

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O vírus e a cura LXXIV


Preparem-se que ela vêm aí, desta vez é que é mesmo a sério. Parece que já ouço as noticias a alertar para mais uma pandemia gripal, é como um padrão linear e previsível, não só porque cada pandemia traz muito dinheiro aos bolsos das farmacêuticas, como a propaganda torna-se mais eficaz para quem a promove. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura, como sempre ouvi dizer.

As pessoas estão cansadas de medos, é o medo do aquecimento global, (sobre o qual tenho uma história factual de bradar aos céus), é o medo do país falir, é o medo dos assaltos, é todo um conjunto de emoções que mais cedo ou mais tarde quebram psiquicamente a resistência humana. Se a isto adicionarmos mais uma pandemia gripal creio que o mundo explode de tanto stress induzido.

A noticia é-nos dada pela BBC 4 radio, onde diz e passo a citar,

"Dutch and American scientists have succeeded in mutating a deadly bird-flu virus to make it easily transmissible to humans. If it got out, it could start a fatal epidemic"

- Quando cientistas criam monstros virais como este, o objectivo passa quase sempre por lucrar com esta descoberta, não os cientistas, mas quem os financia.

"They keep it securely locked away in their laboratories, but want to publish the biological recipe for making it. In an unprecedented move, the U.S. government is pressing them to keep the details of their experiments secret for fear that bio-terrorists could use the organism to kill hundreds of millions of people"

- Um típico discurso orwelliano, na realidade o governo dos estados unidos quer é a receita só para ele, deste modo o pânico estará sempre controlado e vigiado, pois quem não souber a fórmula da cura terá que investigar para arranjar o antídoto. Mas podem-me dizer, bem última pandemia que depois nunca chegou a ser, o vírus nem matou muita gente, portanto a teoria da conspiração está errada.

Acontece que o vírus da última pandemia está incluído na vacina da gripe sazonal, por isso quem não queria apanhar o vírus e tomou a vacina, têm-no no corpo, é bom que saibam disso caso o tenham feito. Em relação à pandemia da gripe H1N1, peço-vos para esquecerem a quinta no México e os porcos a arder, é um verdadeiro insulto à inteligência humana, mais ainda quando tiveram largos meses a falar sobre um vírus que poderia aparecer e matar milhões.

Causam literalmente o pânico nas sociedades e se o resultado final não são milhões de mortos pelos menos assegura-se que estão todos infectados com a vacina anual contra a gripe que tomam. Como é dada todos os anos é óbvia a escolha por esta vacina e não outra.

"In the UK there are more than 300 laboratories working on the second highest danger level organisms such as tuberculosis. In 10 of them, they work at the highest risk level on viruses like ebola and the most deadly strains of flu."

"Meanwhile, a rapidly developing branch of science known as 'synthetic biology' offers dramatic possibilities for developing new vaccines and targeting many lethal diseases.But does it also increase the risk that newly-created organisms could be used for harmful purposes as the necessary research techniques spread out from authorised laboratories to a network of DIY enthusiasts?"

Para este jornalista o perigo não consiste em modificar e potenciar o vírus como fazem os laboratórios, ganhando milhões de seguida com o pânico que instalam no mundo, o problema são os entusiastas DIY (do it yourself), ou seja terroristas por outras palavras. Construir um vírus letal não é bem a mesma coisa que preparar explosivos, não basta um conhecimento vago na matéria, é preciso equipamento de ponta e carolas de ponta para pensar, programas como o SVCP são o verdadeiro espelho disso mesmo.

Assuntos Relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/special-virus-cancer-program-2-xxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/05/fluor-1-xxviii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/10/medicina-dos-doentes-xlv.html

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Guinea Pigs (2ª parte) LXXI


Estes carniceiros das farmacêuticas arranjam sempre maneira de conseguir mais um €xtra. Desta vez e outra vez a GSK, (GlaxoSmithKline) realizou um teste clínico na Europa envolvendo bebés de 4 países, a saber, França, Portugal, Espanha e Polónia. Esta é a melhor maneira que eles arranjam para vender o seu produto.

Os bebés envolvidos neste estudo tinham entre 27 e 36 semanas, ou seja, eram prematuros, frágeis como porcelana e perfaziam um total de 988. Isto quer dizer que um bebé com 27 semanas foi sujeito a vários cocktails de metais pesados e vírus, quando deveriam de estar a ganhar peso e longe de experiências que induzem uma fragilidade imunológica, doentio a meu ver.

O estudo pode ser encontrado em http://www.pediatricsupersite.com/view.aspx?rid=91652
e a sua finalidade consistia em observar se os bebés prematuros apresentavam algum tipo de complicações ao ser administrado o vírus Rotavírus.

"The researchers grouped preterm infants by ages — infants born at gestational ages 27 to 30 weeks and those born at 30 to 36 weeks. They administered rotavirus vaccine (RIX4414, GlaxoSmithKline) in two doses to 658 preterm infants, and 330 received a placebo along with routine vaccinations, including diphtheria, tetanus, pertussis, hepatitis B, Haemophilus influenzae type B and poliovirus. Infants from France and Spain also received Streptococcus pneumoniae concomitantly; infants from Portugal and Spain also received Neisseria meningitides."

A forma como o estudo está montado é enganador, bastante enganador, senão vejamos:

Grupo1 - De 988 bebés, 658 receberam a vacina rotavírus em duas doses, ou seja 66% do total de bebés

Grupo2 - Os outros 330 bebés, 33% do total, receberam um placebo em conjunto com as restantes vacinas "normais", polio, hepatite B, etc...

- Isto é impossível de comparar devido à discrepância do número de bebés de um grupo para o outro (658 vs 330).

Foi pedido aos pais para comunicarem reacções severas devido às vacinas.

-No grupo1 cerca de 33 bebés (5.1%) apresentaram reacções severas á vacina

- No grupo2 cerca 20 bebés (6.2%) apresentaram reacções severas à vacina. Mas a qual delas? Visto este grupo ter recebido o pacote normal do plano de vacinação, mais o placebo. Falha clarissima, se calhar foram todas, se calhar foi só uma, who knows?

Com reacções menos severas onde se inclui vómitos, diarreia (mais de 3 vezes ao dia) e febre acima dos 39 graus, temos:

- O grupo1, com 29.3% ou seja 192 bebés

- O grupo2, com 40.7% ou seja 134 bebés

- Se somarmos no grupo1 ambas as reacções temos cerca de 225 em 658 bebés, que tiveram algum tipo de reacção, 33% dos bebés respectivamente.

- Mas o curioso é observar o grupo2, onde os bebés prematuros seguiram o percurso normal de vacinação, 154 em 330, demonstraram algum tipo de reacção, ou seja 46%, que corresponde a quase metade do grupo. E como não sabem qual é a vacina prejudicial pois foram administradas algumas, o teste torna-se inconclusivo, no mínimo.

Toda a história em http://vactruth.com/2012/01/23/babies-used-as-lab-rats/

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/12/mothers-milk-1-parte-lxi.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/12/mothers-milk-2-parte-lxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/10/medicina-dos-profanos-2-lvi.html