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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mentira infértil CXV

Com este frenesim que existe em Portugal em relação à politica, na blogoesfera e redes sociais não existe espaço para muito mais, todos falam e escrevem sobre o mesmo, todos opinam sobre o que sabem ou pensam saber e todos têm ideias de como sair da crise. Pois eu não. Não quero saber desses fedelhos, servos dos senhores do mundo e muito menos tento escrever sobre aquilo que o Passos ou Portas disseram, isso para mim é cú.

Neste blogue escreve-se por forma a proteger os mais fracos, redijo para dar a conhecer outras realidades, não tão palpáveis quanto o esterco politico habitual.

Assim, escreverei uma vez mais para todos os pais, cuja obrigação de proteger os seus filhos é primária e acima de qualquer importância individual. Como não me quero interpor nas escolhas que outros pais possam ter em relação à vacinação e também não querendo moldar essa mesma escolha, resta-me apenas e só, apresentar os factos, quase sempre contra é óbvio, não por serem tendenciosos, mas porque factos são factos e nada mais.

O problema com esta merda é que os "factos contra", superam largamente os outros e quando são cuspidos vindos de dentro da máquina, são provas... quase sempre irrefutáveis.

http://southweb.org/lifewise/the-lead-vaccine-developer-comes-clean-so-she-can-sleep-at-night-gardasil-and-cervarix-dont-work-are-dangerous-and-werent-tested/

Enquanto os ministérios da saúde por esse mundo fora enaltecem mais um feito da ciência, uma das investigadoras principais da vacina HPV, vêm a público desmascarar mais um vergonhoso milagre das farmacêuticas.

"Dr. Diane Harper was the lead researcher in the development of the human papilloma virus vaccines, Gardasil and Cervarix. She is the latest to come forward and question the safety and effectiveness of these vaccines."

"She made the surprising announcement at the 4th International Public Conference on Vaccination, which took place in Reston, Virginia on Oct. 2nd through 4th, 2009."

Diz assim uma médica após a apresentação da investigadora.

“I came away from the talk with the perception that the risk of adverse side effects is so much greater than the risk of cervical cancer, I couldn’t help but question why we need the vaccine at all.”  – Joan Robinson

At the time of writing, 44 girls are officially known to have died from these vaccines. The reported side effects include Guillian Barré Syndrome (paralysis lasting for years, or permanently — sometimes eventually causing suffocation), lupus, seizures, blood clots, and brain inflammation. Parents are usually not made aware of these risks.

É, de facto já morreram 44 adolescentes. (nem é preciso dizer mais nada.)

Dr. Harper, the vaccine developer, claimed that she was speaking out, so that she might finally be able to sleep at night.

“About eight in every ten women who have been sexually active will have H.P.V. at some stage of their life. Normally there are no symptoms, and in 98 per cent of cases it clears itself. But in those cases where it doesn’t, and isn’t treated, it can lead to pre-cancerous cells which may develop into cervical cancer.”  - Dr. Diane Harper

One must understand how the establishment’s word games are played to truly understand the meaning of the above quote, and one needs to understand its unique version of “science”.

Reparem bem nas palavras sublinhadas a vermelho que é demonstrativo de como os médicos em geral são treinados na retórica por forma a induzir no resto da comunidade um receio de algo, sai-lhes inconscientemente e através de termos hipotéticos que passam a verdade só porque...

Assim, temos uma reacção automática das pessoas, que neste caso será os pais quererem proteger as suas filhas de um possível cancro no futuro.

Sobre o HPV creio que estamos conversados, e caso saibam de alguém cuja filha está entre os 9 e os 16 anos, o melhor mesmo será alertar para factos, quase sempre desconhecidos ou ocultados das pessoas.
Só mais uma nota, neste artigo, dou a conhecer um caso que foi publicado no British Medical journal, onde uma adolescente ficou estéril após ter-lhe sido administrada a Gardasil, e é precisamente neste ponto, que chegamos ao cerne da questão.

http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/03/big-pharma-2-parte-cvi.html

 A vacina Gardasil, têm na sua composição o polisorbato80, por isso é bastante natural que daqui a uns 10 ou 15 anos comecemos a ter uma drástica redução da fecundidade feminina.

Os Israelitas por exemplo administram depo provera nas etíopes que querem entrar no país, essa injecção, que na realidade são três doses dadas individualmente provoca-lhes a destruição completa do útero, e um dos componentes desta injecção pro-aborto é o polisorbato80. Mas entre outras "funcionalidades", esta injecção é primariamente usada no tratamento do cancro da mama. Boa!!!

http://www.folheto.net/depo-provera/#1

Se lerem o 2º ponto percebem a razão porque os Israelitas usam esta injecção contras as mulheres etíopes.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/03/big-pharma-2-parte-cvi.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/07/planeamento-familiar-lxxxvii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/12/os-efeitos-adversos-das-vacinas-1-parte.html

sábado, 9 de março de 2013

Big Pharma (2ª parte) CVI

A extorsão monetária traz sempre consequências, esta noticia foi lançada pelo BMJ (British Medical Journal).
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1202865

Premature ovarian failure in a well adolescent is a rare event. Its occurrence raises important questions about causation, which may signal other systemic concerns. This patient presented with amenorrhoea after identifying a change from her regular cycle to irregular and scant periods following vaccinations against human papillomavirus...
Premature ovarian failure was then notified as a possible adverse event following this vaccination. The young woman was counselled regarding preservation of bone density, reproductive implications and relevant follow-up. This event could hold potential implications for population health and prompts further inquiry.

- Esta treta do Gardasil, a vacina contra o HPV, é do melhor que existe por aí, administra-se três doses desta merda em adolescentes com idades entre os 11 e os 18, e passados 15 anos quando quiserem engravidar muitas ficarão a chorar, e quem culpará a Merck? Ninguém. O espaço temporal é demasiado grande para haver correlação, mas é precisamente isso que vai acontecer, é um desastre à espera de acontecer. A adolescente ficou estéril porque é isso que a vacina faz, ataca o útero, por isso é que só se dá às meninas, por enquanto.

- É vista como a salvação contra o cancro, sem nunca ter demonstrado um único caso favorável, a Merck nunca mostrou porque eles não existem, tão simples como isso. Um dos problemas desta vacina, como muitas outras, são os ingredientes, por isso alguém me consegue explicar o faz um agente esterilizador na vacina? Polisorbato 80 provoca mudanças hormonais e deformidades nos ovários, além de "mimicar" o estrogénio, tudo isto provada e comprovadamente, e depois ainda se admiram quando encontram casos raros como o da adolescente.

http://www.ucbportugal.pt/arquivo.php?p=889&s=coment%C3%A1rio

Este caso é ainda mais gritante, esta senhora arrasa a vacina da farmacêutica Merck.

Uma pesquisadora que trabalha para a empresa farmacêutica Merck e que ajudou a desenvolver as vacinas Gardasil e Cervarix do papilomavírus humano (HPV) revelou que as drogas polémicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir.

A Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das duas vacinas, fez essas observações durante um discurso na 4ª Conferência Pública Internacional sobre Vacinação em Reston, Virginia

Dra. Harper disse para a TV CBS News em 19 de agosto de 2009 que “meninas e seus pais têm de receber avisos mais completos antes de receberem a vacina” e que uma menina tem mais probabilidade de morrer de uma reação adversa da Gardasil do que de câncer cervical.

A Gardasil, explicou a Dra. Harper, é promovida pela Merck, que é a fabricante farmacêutica, como um meio “seguro e eficiente” de prevenção contra o câncer cervical. A teoria por trás da vacina é que, como o HPV pode causar câncer cervical, a concessão de maior imunidade de algumas variantes do HPV poderia reduzir a incidência dessa forma de câncer. Na busca dessa meta, dezenas de milhões de meninas americanas foram vacinadas até agora.

- Gostava de saber quem do ministério da saúde de Portugal é que se dirige a estas conferências para se inteirar com quem sabe do assunto, provavelmente ninguém, que é o mais certo.
E depois quando vêem o estado a promover estas merdas sem nenhuma certeza quer da sua eficácia quer dos danos que pode provocar, então minhas senhoras, o alvo são mesmo vocês e as suas filhas, não o cancro.

- Tenho muitas dúvidas se esta vacina se ficará só pelas raparigas, inventarão uma pandemia sobre o cancro no ânus ou algo assim parecido para dá-la aos rapazes, e não estou aligeirar a coisa, se eles mesmo introduzem anticorpos de animais nos testes às vacinas para o resultado ser favorável, tudo é possível.

- E no meio disto tudo não houve uma entidade oficial ou privada que estudasse a possibilidade de a vacina HPV afectar a fecundidade feminina, será que dá para acreditar nesta treta? 

sábado, 9 de outubro de 2010

Shot (V)

Temos hoje em dia a possibilidade de aceder aos mais variados estudos sobre as vacinas. Testes esses protagonizados quer por entidades independentes assim como governamentais, não existe portanto razão para não se decidir conscientemente sobre a vacinação ou não dos nossos filhos.

Se estivermos à espera que alguns media os publiquem ou sequer que toquem no assunto podemos esperar toda a nossa vida. Podemos consultar online ministérios dos mais variados países, saber o que pensam médicos e cientistas, ter na mão estudos que de outra forma nunca veriam a luz do dia, a informação corre livre pelo mundo e  quando assim é torna-se um problema para qualquer estado.

Actualmente qualquer cidadão pode ler o mesmo documento que um qualquer ministério da saúde produz ou recebe, havendo sempre o risco de essa pessoa chegar a uma conclusão inversa àquela que o estado proclama. As leis para travar essa informação livre estão em curso e mais dia menos dia a Internet como a conhecemos deixará de existir.
Ficaremos com os youporn, os youtubes e os facebooks para nos entreter pois é para isso que eles existem, mas, deixaremos de ter uma ferramenta importantíssima para a qual foi concebida. O nível de informação que obtemos sobre uma dada matéria está directamente interligado com a nossa conclusão final sobre a mesma, logo, se obtivermos meias verdades ou mesmo mentiras então o nosso julgamento final será uma extensão daquilo que nos foi apresentado.


Num documentado elaborado pela classen Immunotherapies inc, e publicado no "the open Endocrinology journal, 2008" podemos observar que diversos estudos apontam para um aumento dos diabetes tipo 1 e 2 e a sua correlação directa com a vacinação.        

" The epidemic of metabolic syndrome in children mirrors an epidemic of type 1 diabetes in children, which has been linked to a class of immune stimulants, vaccines"
-Classen DC, Classen JB. The timing of pediatric immunization and the risk of insulin-dependent diabetes mellitus. Infect Dis Clin Pract 1997; 6: 449-54.
A própria CDC admite que há.

"Vaccines have been shown to stimulate the immune system in the short term causing the release of cytokines that can increase cortisol activity. The acellular diphtheria tetanus pertussis vaccine has been reported to cause the release of IL-6"
-Rowe J, Yerkovich ST, Richmond P, et al. Th-2 local reactions to
the acellular diphtheria-tetanus-pertussis vaccine in 4 to 6 year old
children. Infect Immun 2005; 73: 8130-35.

(Escolham o da direita)


Num outro jornal da especialidade "the open pediatric medicine journal, 2008" podemos encontrar a correlação feita entre a vacina hepatite B e os seus efeitos 2 a 4 anos após a vacinação de bebes e consequente reforço da mesma.

"Clusters of cases of vaccine induced IDDM occurred starting 36 months after immunization. Clusters of IDDM have also occurred 24 to 48 months following vaccination with several other vaccines including the pertussis and MMR vaccine"
- Classen JB, Classen DC. Clustering of cases of IDDM occurring 2-4 years after vaccination is consistent with clustering after infections and progression to IDDM in autoantibody positive individuals.
J Pediatr Endocrinol Metab 2003; 16 (4): 495-507


Depois deste estudo protagonizado pela Classen Immunotherapies inc. a ministra da saúde da Nova Zelandia na altura Karen Poutasi veio refutar a associação declarando "The Auckland registry (North Island) did not exhibit any epidemic increase after December 1989 when hepatitis immunization was recommended at age 6 weeks, Classen immunotherapies fails to explain why the Auckland diabetes registry did not show any increase following the introduction of the Hepatitis B vaccine."

Contudo numa carta publicada anos após o primeiro estudo admite a associação do mesmo.
-Petousis-Harris H, Turner N. Hepatitis B vaccination and diabetes. N Z Med J 1999; 112: 303-4.

Mesmo indo á CDC (center disease control) encontramos gráficos como este da difteria onde podemos ver que a introdução da vacina aparece já no fim do mesmo, a explicação poderá ser dada devido a outros factores como um melhor saneamento nos grandes centros urbanos, melhor alimentação, cuidados de saúde optimizados, uma melhor higiene pessoal.



Noutro Gráfico da CDC a pertussis (tosse convulsa) segue o mesmo caminho, e após a continuação da vacinação a explosão da pertussis apareceu novamente em países onde se chegava a ter mais de 80% das pessoas vacinadas casos da Itália e Suécia.



Existirão certamente dezenas de estudos a provar o contrário, mas estes parecem-me bem sólidos para questionar.

Vejam o caso da vacina HPV, a vacina nunca foi testada em adolescentes com menos de 16 anos e andam a distribui-las pelos diversos países (Portugal incluído) usando as escolas para esse efeito.

Num artigo em 2007 um dos professores que acompanhou os estudos clínicos da vacina HPV diz:

“At 11, these girls don’t get cervical cancer – they won’t know for 25 years if they will get cervical cancer… (o senhor diz isto porque a idade média para o rastreio é acima dos 40)

"A 12-year-old girl receives Gardasil. We know that Gardasil is an alum-based vaccine; we assume its efficacy will last for about 10 years because (1) HPV 18 antibody titers drop after 2 years, with a small decrease in efficacy for HPV 18-specific disease at 5 years, and (2) we know that most alum-based vaccines need boosters within 10 years. …She will continue to need boosters and screening throughout her life in order to remain protected”.

Entretanto já faleceram uma quantas há conta desta brincadeira