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sábado, 8 de setembro de 2012

impossibilidades plausíveis LXXXIX

Será possível termos deste lado do oceano impossibilidades cientificas ao mesmo tempo que do outro lado do Atlântico se declara uma epidemia? É possível hoje em dia isso acontecer? Porque é que no caso da gripe A todos os ministérios da saúde absorveram a informação por igual e declararam o perigo, mas quando se trata de informar as pessoas sobre uma epidemia de tosse convulsa o processo não é semelhante? Deste lado afirmam ser de todo impossível quando do outro lado é facto consumado.

Ou temos anjinhos no nosso ministério ou eles sabem e não dizem nada aos pais.

(Texto escrito há uns dois meses atrás.)

Depois de ter levado a minha filha ao hospital devido a uma tosse persistente e seca que durava à  uns dias, vim de lá com um antibiótico que já acabou e o problema não passou, isto porque tenho a certeza que a minha filha teve tosse convulsa.

O meu feeling em relação à minha filha baseava-se nos 5 sintomas que ela apresentava tanto na primeira como na segunda semana. A tosse convulsa é-nos injectada através das quatro vacinas que tomamos (DTaP), neste caso é uma vacina tríplice onde se incluí a difteria, o tétano e a pertussis ou tosse convulsa em português.

Nesse mesmo hospital a minha mulher perguntou se não poderia ser tosse convulsa ao que o médico disse ser impossível visto a vacina (DTaP) estar em dia. Como pode ele dizer que é impossível se não chegou a analisar, não fez testes de despistagem apesar de haver bastantes sintomas que se enquadravam na doença.

A fé em tanta que depois dá nisto, a impossibilidade neste lado do oceano pode ser uma forte possibilidade do outro lado, senão vejamos.

http://abcnews.go.com/Health/pertussis-outbreak-worst-50-years/story?id=16814787#.UBP-V6C8Fr9

Tal como há uns meses houve um surto de sarampo no continente americano e que depois atingiu a Europa, tal como descrevi aqui e aqui, agora temos um novo surto no continente americano e como tal é bem provável que já tenha atingido a Europa devido à grande facilidade de transmissão do vírus, que é altamente contagioso e á mobilidade das pessoas entre ambos os continentes.

No "the journal of infections diseases" podemos encontrar uma pista sobre a razão de estar a existir um aumento de casos com a tosse convulsa. Este artigo demonstra que os fabricantes de vacinas por estarem sempre a criar novas estirpes do vírus e que são incorporados com outras estirpes já existentes no corpo, criam uma mutação que por sua vez desencadeia grande resistência aos medicamentos e ao sistema imunitário, mesmo nos adultos.

Também no site da Universidade South west Gales, da Austrália, podemos encontrar referências a esta epidemia.

Australia’s prolonged whooping cough epidemic has entered a disturbing new phase, with a study showing a new strain or genotype capable of evading the vaccine may be responsible for the sharp rise in the number of cases.

The new genotype also has been detected in other countries, suggesting it has the potential to spark epidemics elsewhere and should be closely monitored, the researchers warn.

"The prolonged whooping cough epidemic in Australia that began during 2008 has been predominantly caused by the new genotype of B. pertussis,” said one of the study authors, Associate Professor Ruiting Lan, of the UNSW School of Biotechnology and Biomolecular Sciences.

Só boas noticias, ainda bem que Portugal está a salvo, parece-me que anda tudo à rasca menos nós, mas será que dá mesmo para acreditar nisso, quando até os programas de vacinação são praticamente iguais em todo o mundo?

"The genotype was responsible for 31 percent of cases in the 10 years before the epidemic, and that’s now jumped to 84 percent – a nearly three-fold increase, indicating it has gained a selective advantage under the current vaccination regime."

“The vaccine is still the best way to reduce transmission of the disease and reduce cases, but it appears to be less effective against the new strain and immunity wanes more rapidly. We need to look at changes to the vaccine itself or increase the number of boosters,” Associate Professor Lan said.

 É a melhor protecção sendo a pior de todas. Belo discurso. Ao contrário deste tipo de vacinação, a imunização por via natural tende a estender a protecção durante muito mais tempo sendo muito mais efectiva.

O que me safou na cura da minha filha foi a famosa vitamina C, que têm a particularidade de se unir ao vírus não permitindo que se aloje nos pulmões, não destrói o vírus, fica antes "grudada" até chegar a cavalaria. Um bom batido de fruta com Camu camu impede que a doença progrida, usando o cloreto de magnésio como "matador" de infecções, problema resolvido.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/06/gripes-mutaveis-lxxxiv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/02/guinea-pigs-1-parte-lxx.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/10/medicina-dos-doentes-xlv.html


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Guinea Pigs (1ª parte) LXX


Mais uma vez as farmacêuticas mostram o que valem, desta vez foram 14 bebés que "alegadamente" faleceram, depois de testes clínicos terem sido realizados pela GSK (GlaxoSmithKline) na Argentina entre 2007 e 2008.

O termo alegadamente é típico nos jornalistas, mesmo depois de um Juiz ter multado a empresa por irregularidades nos testes laboratoriais, ainda se usa o alegadamente. Na Argentina controlada e vendida a retalho às grandes corporações é assim, a morte vale cerca de 400 mil pesos, um pouco mais de 70 mil Euros, valor irrisório, senão mesmo humilhante.

As acusações contra a GSK envolvem experiências em seres humanos, que é proibido na Argentina, e falsificação das assinaturas dos pais dando consentimento para os seus filhos serem "Guinea Pigs".

O processo é simples, a GSK estabelecia um protocolo com um Hospital público e recrutava os pacientes usando os médicos desse hospital, que aproveitando-se da iliteracia das familias pobres, conseguiam o seu aval, prometendo-lhes dinheiro que nunca chegaram a ver. É óbvio que estas pessoas eram ludibriadas devido à sua condição social e educacional.

Ana Marchese foi a pediatra que expôs o caso à Federação de profissionais de Saúde da Argentina e explica o modus operandis "Once a picked patient arrived, it would automatically disappear to be taken somewhere else in order to be treated by those doctors specially recruited by GSK. These kind of practices are not legal and occurred without any type of state control, plus they don’t comply with minimum ethical requirements."

Furthermore, the pediatrician explained that “it is also known that in various particular cases, the doctors who had conducted the trials did not answer the calls made by the worried parents after witnessing their babies’ reactions to the vaccines.”   

Mas é claro que não respondiam, esses prostitutos que receberam dinheiro para angariar pacientes, estão comprados assim como os próprios testes clinicos.

Julieta Ovejero, great aunt of one of the six babies who died in Santiago del Estero, said that “A lot of people wanted to leave the protocol but they weren’t allowed; they forced them to continue under the threat that if they leave they won't receive any other vaccines.

"GlaxoSmithKline is a global pharmaceutical, biologics, vaccines and consumer healthcare company headquartered in London, United Kingdom. It is the world's third-largest pharmaceutical company measured by revenues after Johnson & Johnson and Pfizer."

Eles podem ameaçar as pessoas e safarem-se porque pertencem ao núcleo duro dos que sugam a Argentina de uma ponta à outra.

http://www.buenosairesherald.com/article/88922/gsk-lab-fined-over-vaccine-tests-that-killed-14--babies

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A medicina dos profanos (2ª parte) LVI

Como tinha escrito no primeiro artigo aqui fica para os interessados um PDF sobre a vacina contra o rotavírus, na pág 23 encontramos os efeitos secundários possíveis, fazendo um copy/paste encontramos isto...  

"Nos estudos clínicos foram referidos os seguintes efeitos secundários com a utilização de RotaTeq:

- Muito frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada 10 crianças): febre, diarreia e vómitos.

A febre é quase inevitável devido a algumas causas, uma delas é o facto de estarmos a injectar o próprio vírus na pessoa, ao qual o corpo reage tentando expulsá-lo. Não interessa se o vírus é atenuado ou vivo (como na rotateq). Podemos nunca apanhar o vírus se não nos vacinarmos, nada me garante isso, ao contrário da vacinação, vá-se lá compreender as nossas escolhas. 

- Frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada 100 crianças): infecções do sistema respiratório superior.

Mesmo estando escrito no boletim informativo da vacina, nunca na vida os hospitais ponderam a hipótese da criança poder estar com uma infecção no sistema respiratório superior (faringe, laringe, cavidade nasal) devido à vacina, é sempre uma corrente de ar que apanharam ou algo parecido ou então disfarçam muito bem.
Os pais que forem para lá com esta teoria, terão logo uma nega á partida.

- Pouco frequentes (ocorrem em menos de 1 em cada 100 crianças): dor de estômago, corrimento nasal e dor de garganta, infecções nos ouvidos, erupções cutâneas.

- Raros (ocorrem em menos de 1 em cada 1000 crianças): broncospasmo (respiração ruidosa ou tosse).

Se isto é pouco frequente então estes senhores não devem de ter filhos. Basta ir ao hospital que grande parte dos ninos apresentam estes sintomas, principalmente tosse, garganta inflamada e infecções nos ouvidos é o prato do dia.

-Os efeitos secundários que foram comunicados durante a comercialização incluem: Sangue nas fezes, urticaria.

É só coisas boas pelos vistos, então livramo-nos do rotavírus mas em contra partida...

- Em bebés nascidos muito prematuramente (nascidos antes ou às 28 semanas de gestação) podem ocorrer intervalos maiores do que o normal entre as respirações, durante 2-3 dias após a vacinação.

Outra coisa escandalosa é as pessoas ficarem sem saber dos milhares de processos interpostos por pais de todo o mundo contra os estados ou as companhias farmacêuticas. Em Portugal é como se não existissem estes casos, apesar de serem noticia em agências como a Reuters, como iremos ver mais à frente, nós por cá não assustamos as pessoas com falsidades, só os outros é que o fazem.

Nesta primeira noticia o destaque vai para a vacina contra a gripe. A introdução da estirpe H1N1 já vêm incluída, ou seja é como ter uns extras a mais no carro e não pagar mais por isso.

Ao que parece 50% dos médicos de família dos ingleses em 2009 rejeitavam tomar a vacina, só espero duas coisas, que não tentem impingir aos seus pacientes aquilo que recusam e que não tenham mudado de opinião. Parece que existem probabilidades de se contrair uma doença rara, a GBS (Guillain Barre syndrome), que debilita o sistema nervoso, isto na pior das hipóteses dizem eles.

Os médicos não tomam porque dizem que não há estudos, eu não tomo devido aos seus ingredientes. A GBS por exemplo, é provocada pela composição da vacina e não pela sua falta de estudos.

É claro que a grande maioria não apanhará esta doença, mas o primeiro passo a ser dado é as pessoas aceitaram que lhes pode acontecer, não quer dizer que aconteça, mas, como esta doença é a pior das hipóteses pode-se ficar com outro tipo de mazelas.

Muitas vacinas contêm na sua composição o polysorbato 80 que depois de metabolizado transforma-se em sorbitol, ou então o esqualeno que é classificado na biblioteca nacional de medicina dos Estados Unidos como extremamente perigoso para o uso humano, é normal pensar que pode existir perigo, ou não? 

Ao injectarmos produtos tóxicos no sangue estamos a passar por cima de todas as defesas do nosso corpo o que pode originar dezenas de reacções auto imunes. Basta uma proteína animal desconhecida entrar na corrente sanguínea para estarmos sujeitos a tal reacção, basta olhar para a epidemia de autismo e diabetes, ambas sem explicação por parte do núcleo farmacêutico principal. O que eles nos vendem é a teoria do meios justificarem os fins, mas então o que é que o corpo faz com o restante que vai lá dentro? Sabemos que os vírus dão-nos a doença e depois pelo que eles dizem a imunidade, mas e o resto?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A medicina dos profanos LV


Um dos sonhos da malta tão amiga dos profanos está a chegar, a privatização da saúde irá acontecer mais cedo ou mais tarde, quer queiramos ou não, pagará quem puder, quem não puder poupa com a morte. O ministro entretanto anda a limpar a casa para receber os convidados que se servirão de um banquete que dura uma vida. É de rir quando os ouço falar maravilhas sobre o sistema de saúde, os hospitais arrebentam pelas costuras, os centros de saúde albergam os crónicos dos medicamentos que passam lá os dias a pedir receitas e aqueles que não estão doentes, tornamo-los, seja por via intravenosa ou aérea.

Haveremos sempre de dizer que com os nossos avós é que era, comia-se sem químicos, não existia comida processada com todos aqueles emulsionantes (E-???) e merdas assim que só fodem literalmente o corpo e também não existiam injecções desde a tenra idade para nos tornar doentes crónicos anos mais tarde. Se não fossem os tiranos de então, havia comida para todos, hoje em dia não temos despostas, mas também muitos não têm o que comer.

Certo dia liguei para o serviço nacional de saúde para tirar uma dúvida sobre a não vacinação e quais as consequências que isso podia acarretar. Pois bem, fui esclarecido que não sou obrigado a vacinar a minha filha visto existir apenas um aconselhamento por parte do estado e dos médicos. As escolas são obrigadas a aceitar a criança e caso insistam em não fazê-lo, os pais que por um qualquer motivo decidem não vacinar só têm de dirigir-se ao Delegado de Saúde da sua área residencial e trazer um papel a confirmar que não existe perigo de saúde publica para a comunidade. Sendo esta opção um último recurso, façam-nos ver que se não sabem a lei, devem de se informar, pois as politicas da escola não superam a constituição da república. 

Cada vez que decidimos não vacinar os nossos filhos temos de assinar um papel a dizer que nos responsabilizamos pela criança quando ela adoecer (mas isso não é óbvio?) e basicamente não podemos pedir satisfações a ninguém. O curioso é que não existe nenhum papel para as vacinas que as crianças já levaram, responsabilizando assim o estado caso aconteça algo às crianças.

Deste modo, o estado safa-se de apanhar com um processo, porque existe apenas aconselhamento e não obrigatoriedade à vacinação, por isso quando forem vacinar os vossos filhos peçam responsabilidades, caso ninguém se responsabilize, tentem ler a bula informativa que vêm na caixa da vacina e depois adicionem-lhe a não responsabilização de quem apenas aconselha e está tudo dito, creio eu, que gosto de arriscar mas não tanto...
As vacinas são de borla para nós mas esquecem-se que rendem anualmente cerca de 20 biliões de dólares, a serem distribuídos por 4 ou 5 companhias, o que diga-se dá e sobra algum para o lobby do costume.

Neste negócio existem dois mitos, o primeiro caracteriza-se por não o vermos como um negócio e o segundo consiste no facto de não haver riscos para quem toma as vacinas. É claro que ambos os mitos são factos bem reais que tiveram de ser transformados em mitos ou não havia negócio, mais, as farmacêuticas nem têm que vender o seu produto pois têm os governos a servir de benevolentes e a jurar a pés juntos que aquilo só nos faz bem, conseguem imaginar, os tipos que nos limpam os bolsos e deixam-nos na miséria juram que com as vacinas é diferente.

Nesse campo devido a alguma espécie de milagre, a bondade torna-se grátis para todos e ninguém paga. Isto num país onde se paga por tudo... eu duvido da caridade podem ter a certeza e nem incluo as evidências nesta balança.

Existem pediatras e enfermeiras que por exemplo não aconselham a vacina do rotavirus (Rotateq) devido aos estudos não terem sido satisfatórios (esta foi-me dita a mim). Mas o que é não ser satisfatório? Será não proteger ou trazer complicações à criança?

Fica para a parte2...

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/para-que-te-quero-iii-parte.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/hormonas-de-plastico-1-parte.html
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