Do not go where the path may lead, go instead where there is no path and leave a trail.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Guinea Pigs (2ª parte) LXXI
Estes carniceiros das farmacêuticas arranjam sempre maneira de conseguir mais um €xtra. Desta vez e outra vez a GSK, (GlaxoSmithKline) realizou um teste clínico na Europa envolvendo bebés de 4 países, a saber, França, Portugal, Espanha e Polónia. Esta é a melhor maneira que eles arranjam para vender o seu produto.
Os bebés envolvidos neste estudo tinham entre 27 e 36 semanas, ou seja, eram prematuros, frágeis como porcelana e perfaziam um total de 988. Isto quer dizer que um bebé com 27 semanas foi sujeito a vários cocktails de metais pesados e vírus, quando deveriam de estar a ganhar peso e longe de experiências que induzem uma fragilidade imunológica, doentio a meu ver.
O estudo pode ser encontrado em http://www.pediatricsupersite.com/view.aspx?rid=91652
e a sua finalidade consistia em observar se os bebés prematuros apresentavam algum tipo de complicações ao ser administrado o vírus Rotavírus.
"The researchers grouped preterm infants by ages — infants born at gestational ages 27 to 30 weeks and those born at 30 to 36 weeks. They administered rotavirus vaccine (RIX4414, GlaxoSmithKline) in two doses to 658 preterm infants, and 330 received a placebo along with routine vaccinations, including diphtheria, tetanus, pertussis, hepatitis B, Haemophilus influenzae type B and poliovirus. Infants from France and Spain also received Streptococcus pneumoniae concomitantly; infants from Portugal and Spain also received Neisseria meningitides."
A forma como o estudo está montado é enganador, bastante enganador, senão vejamos:
Grupo1 - De 988 bebés, 658 receberam a vacina rotavírus em duas doses, ou seja 66% do total de bebés
Grupo2 - Os outros 330 bebés, 33% do total, receberam um placebo em conjunto com as restantes vacinas "normais", polio, hepatite B, etc...
- Isto é impossível de comparar devido à discrepância do número de bebés de um grupo para o outro (658 vs 330).
Foi pedido aos pais para comunicarem reacções severas devido às vacinas.
-No grupo1 cerca de 33 bebés (5.1%) apresentaram reacções severas á vacina
- No grupo2 cerca 20 bebés (6.2%) apresentaram reacções severas à vacina. Mas a qual delas? Visto este grupo ter recebido o pacote normal do plano de vacinação, mais o placebo. Falha clarissima, se calhar foram todas, se calhar foi só uma, who knows?
Com reacções menos severas onde se inclui vómitos, diarreia (mais de 3 vezes ao dia) e febre acima dos 39 graus, temos:
- O grupo1, com 29.3% ou seja 192 bebés
- O grupo2, com 40.7% ou seja 134 bebés
- Se somarmos no grupo1 ambas as reacções temos cerca de 225 em 658 bebés, que tiveram algum tipo de reacção, 33% dos bebés respectivamente.
- Mas o curioso é observar o grupo2, onde os bebés prematuros seguiram o percurso normal de vacinação, 154 em 330, demonstraram algum tipo de reacção, ou seja 46%, que corresponde a quase metade do grupo. E como não sabem qual é a vacina prejudicial pois foram administradas algumas, o teste torna-se inconclusivo, no mínimo.
Toda a história em http://vactruth.com/2012/01/23/babies-used-as-lab-rats/
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/12/mothers-milk-1-parte-lxi.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/12/mothers-milk-2-parte-lxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/10/medicina-dos-profanos-2-lvi.html
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
A medicina dos profanos LV
Um dos sonhos da malta tão amiga dos profanos está a chegar, a privatização da saúde irá acontecer mais cedo ou mais tarde, quer queiramos ou não, pagará quem puder, quem não puder poupa com a morte. O ministro entretanto anda a limpar a casa para receber os convidados que se servirão de um banquete que dura uma vida. É de rir quando os ouço falar maravilhas sobre o sistema de saúde, os hospitais arrebentam pelas costuras, os centros de saúde albergam os crónicos dos medicamentos que passam lá os dias a pedir receitas e aqueles que não estão doentes, tornamo-los, seja por via intravenosa ou aérea.
Haveremos sempre de dizer que com os nossos avós é que era, comia-se sem químicos, não existia comida processada com todos aqueles emulsionantes (E-???) e merdas assim que só fodem literalmente o corpo e também não existiam injecções desde a tenra idade para nos tornar doentes crónicos anos mais tarde. Se não fossem os tiranos de então, havia comida para todos, hoje em dia não temos despostas, mas também muitos não têm o que comer.
Certo dia liguei para o serviço nacional de saúde para tirar uma dúvida sobre a não vacinação e quais as consequências que isso podia acarretar. Pois bem, fui esclarecido que não sou obrigado a vacinar a minha filha visto existir apenas um aconselhamento por parte do estado e dos médicos. As escolas são obrigadas a aceitar a criança e caso insistam em não fazê-lo, os pais que por um qualquer motivo decidem não vacinar só têm de dirigir-se ao Delegado de Saúde da sua área residencial e trazer um papel a confirmar que não existe perigo de saúde publica para a comunidade. Sendo esta opção um último recurso, façam-nos ver que se não sabem a lei, devem de se informar, pois as politicas da escola não superam a constituição da república.
Cada vez que decidimos não vacinar os nossos filhos temos de assinar um papel a dizer que nos responsabilizamos pela criança quando ela adoecer (mas isso não é óbvio?) e basicamente não podemos pedir satisfações a ninguém. O curioso é que não existe nenhum papel para as vacinas que as crianças já levaram, responsabilizando assim o estado caso aconteça algo às crianças.
Deste modo, o estado safa-se de apanhar com um processo, porque existe apenas aconselhamento e não obrigatoriedade à vacinação, por isso quando forem vacinar os vossos filhos peçam responsabilidades, caso ninguém se responsabilize, tentem ler a bula informativa que vêm na caixa da vacina e depois adicionem-lhe a não responsabilização de quem apenas aconselha e está tudo dito, creio eu, que gosto de arriscar mas não tanto...
As vacinas são de borla para nós mas esquecem-se que rendem anualmente cerca de 20 biliões de dólares, a serem distribuídos por 4 ou 5 companhias, o que diga-se dá e sobra algum para o lobby do costume.
Neste negócio existem dois mitos, o primeiro caracteriza-se por não o vermos como um negócio e o segundo consiste no facto de não haver riscos para quem toma as vacinas. É claro que ambos os mitos são factos bem reais que tiveram de ser transformados em mitos ou não havia negócio, mais, as farmacêuticas nem têm que vender o seu produto pois têm os governos a servir de benevolentes e a jurar a pés juntos que aquilo só nos faz bem, conseguem imaginar, os tipos que nos limpam os bolsos e deixam-nos na miséria juram que com as vacinas é diferente.
Nesse campo devido a alguma espécie de milagre, a bondade torna-se grátis para todos e ninguém paga. Isto num país onde se paga por tudo... eu duvido da caridade podem ter a certeza e nem incluo as evidências nesta balança.
Existem pediatras e enfermeiras que por exemplo não aconselham a vacina do rotavirus (Rotateq) devido aos estudos não terem sido satisfatórios (esta foi-me dita a mim). Mas o que é não ser satisfatório? Será não proteger ou trazer complicações à criança?
Fica para a parte2...
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/para-que-te-quero-iii-parte.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/hormonas-de-plastico-1-parte.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/special-virus-cancer-program-1-xxi.html
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sábado, 9 de outubro de 2010
Shot (VI)
Juntar etilmercúrio, fosfato de alumínio, formaldeído, esqualeno, cloreto de potássio e mais alguns químicos e transformá-los em guardas de um sistema imunitário saudável é de génio. Como é que é possível o 2º elemento mais tóxico que o homem conhece trazer algum beneficio?
Jack Doubleday, presidente da "Natural Woman / Natural Man Inc." ofereceu em 2008, 20.000 dólares a qualquer, médico ou representante de uma empresa farmacêutica, a beber em público uma mistura de ingredientes encontrados nas vacinas. Para provar a segurança, a bebida seria composta de mercúrio (tiomersal), formaldeído, clorato de benzetônio e alumínio. Tudo seria preparado por três médicos seleccionados pela companhia e outros três pelas pessoas designadas pelo participante. Até agora, ninguém aceitou saborear este cocktail de produtos químicos e metais pesados. Estamos a falar de beber porque injectar é incomparavelmente mais perigoso porque salta-se todas as barreiras de defesas do nosso corpo.
As vacinas são produzidas passando o micróbio original da doença (poliomielite, difteria, sarampo etc.) através do tecido de um animal ou feto humano abortado, num processo que visa enfraquecer o micróbio. Por exemplo, o vírus do sarampo é passado através de embriões de pintos; o vírus da pólio passa através de rins de macaco, o vírus da rubéola é injectado nos órgãos dissecados de um feto humano abortado.
Acontece que proteínas animais ao entrarem directamente no sangue podem causar reacções auto imunes, juntando aquela cangalhada de metais pesados, querem que dê o quê? Imunidade??? imunidade, foi o meu avô ter chegado à barreira dos noventa e agora nós com melhores cuidados médicos não conseguimos sequer chegar perto. E mesmo que de certo as vacinas têm um prazo de vida, por isso é que incluem o alumínio, para ter uma longevidade perto dos 10 anos.
O tiomersal é um composto organo-mercurial, anti-microbiano, geralmente utilizado nas etapas inicias, ou como conservante, no fabrico de vacinas. A acção anti-microbiana do tiomersal está relacionada com o etilmercúrio, libertado após a separação do tiomersal em etilmercúrio (49%) e tiosalicilato (51%). (Esta explicação foi retirada de um circular informativo do infarmed.)
Neste circular informa-se ainda que vários estudos asseguram a eficácia e/ou beneficio de usar o etilmercurio mas sobre os estudos nem uma palavra, parece-me que lhes chega escrever que foram efectuados estudos para se assimilar a sua veracidade, pois tenho aqui outra bem diferente.
Na 22ª reunião do conselho directivo do programa das nações unidas para o meio ambiente que se realizou em Nairobi, Quénia, a conclusão não podia ser mais dispare. Logo na 1ª página, no 4º parágrafo encontramos "em 1991 a organização mundial da saúde conclui que um nível seguro de exposição de mercúrio abaixo do qual não ocorram efeitos NUNCA foi estabelecido". não é preciso ser-se nenhum génio para se chegar a esta conclusão pois o mercúrio é um dos elemento mais tóxicos que o homem conhece....o plutónio é o primeiro.
Na mesma página lê-se ainda "os países desenvolvidos estão cada vez mais preocupados com o risco para as crianças, devido aos defeitos neurológicos e de desenvolvimento causados pela exposição ao mercúrio, que passa através da placenta e da barreira hematoencefálica".
Na página 6 lê-se ainda " altos níveis de mercúrio detectados em amostras de cabelo e sangue de pacientes com autismo, contribuíram para construir evidências de que a exposição ao tiomersal em vacinas está ligada ao aparecimento do autismo, desordens cognitivas tais como desordem de deficit de atenção e atraso de fala/linguagem".
Agora pergunto eu, em que é que ficamos no cravo ou na ferradura??????
O formaldeído é de longe a incongruência que eu mais adoro neste negócio. Este elemento serve para desactivar os vírus que são inseridos nas vacinas (ex: estirpes da gripe). Vejamos o que diz por exemplo a agência internacional de pesquisa contra o cancro que "classifica este composto como sendo carcinogênico para humanos (Grupo 1, julho 2004), tumorogênico, teratogênico por produzir efeitos na reprodução para humanos", reparem que frisei bem a última parte.
Mais, este químico é usado na industria tabaqueira e o curioso é que na parte de trás dos maços costuma vir um aviso sério sobre o cianeto e o formaldeído visto serem essenciais na composição dos mesmo e consequente possível provocação de cancro para quem fuma. OK, eu fumo e conheço os riscos mas e então nas vacinas deixa de carcinogênico???? deixa de ter efeitos na reprodução humana????
International Agency for Research on Cancer... e mais uma vez a OMS dá um tiro no escuro pois contradiz-se ao apoiar estes institutos mas ao mesmo tempo dizendo que nas vacinas não há problema nenhum.
Para quem já viu nos filmes de Hollywood/CIA as execuções penais, o cloreto de potássio é o ultimo elemento a entrar nas veias dos pobres desgraçados pois aumenta a tensão e faz o coração disparar. É aplicável por exemplo na vacina contra a gripe A.
O fosfato de alumínio, hidróxido de alumínio ou sulfato de alumínio servem como adjuvante nas vacinas ou seja a sua função é dar um aumento na resposta imunitária do paciente.
Centenas de estudos comprovam a ligação entre o alumínio e a doença alzheimer. O alumínio permanece na célula e continua a estimular artificialmente o sistema imunológico resultando na destruição do corpo.
Têm um efeito nocivo sobre o sistema nervoso ao entrar nos tecidos. O alumínio é geralmente absorvido e rapidamente excretado pelos rins, mas quando seus níveis no sangue são elevados, os ossos parecem agir como um reservatório, fixando-se nos ossos de onde se liberta lentamente.
A imunização activa ocorre quando o próprio sistema imune do indivíduo, ao entrar em contacto com uma substância estranha ao organismo, responde produzindo anticorpos e células imunes (linfócitos T). Esse tipo de imunidade geralmente dura por vários anos, às vezes, por toda uma vida. Os dois meios de se adquirir imunidade activa são contraindo uma doença infecciosa e a vacinação.
É como ter 2 árvores, uma cresce com pesticidas, mas também se pode criar sem substâncias nocivas, é certo que ambas darão fruto, mas no final existe uma delas que estará mais saudável. qual???? Isso Fica ao critério de cada um.
Jack Doubleday, presidente da "Natural Woman / Natural Man Inc." ofereceu em 2008, 20.000 dólares a qualquer, médico ou representante de uma empresa farmacêutica, a beber em público uma mistura de ingredientes encontrados nas vacinas. Para provar a segurança, a bebida seria composta de mercúrio (tiomersal), formaldeído, clorato de benzetônio e alumínio. Tudo seria preparado por três médicos seleccionados pela companhia e outros três pelas pessoas designadas pelo participante. Até agora, ninguém aceitou saborear este cocktail de produtos químicos e metais pesados. Estamos a falar de beber porque injectar é incomparavelmente mais perigoso porque salta-se todas as barreiras de defesas do nosso corpo.
As vacinas são produzidas passando o micróbio original da doença (poliomielite, difteria, sarampo etc.) através do tecido de um animal ou feto humano abortado, num processo que visa enfraquecer o micróbio. Por exemplo, o vírus do sarampo é passado através de embriões de pintos; o vírus da pólio passa através de rins de macaco, o vírus da rubéola é injectado nos órgãos dissecados de um feto humano abortado.
Acontece que proteínas animais ao entrarem directamente no sangue podem causar reacções auto imunes, juntando aquela cangalhada de metais pesados, querem que dê o quê? Imunidade??? imunidade, foi o meu avô ter chegado à barreira dos noventa e agora nós com melhores cuidados médicos não conseguimos sequer chegar perto. E mesmo que de certo as vacinas têm um prazo de vida, por isso é que incluem o alumínio, para ter uma longevidade perto dos 10 anos.
O tiomersal é um composto organo-mercurial, anti-microbiano, geralmente utilizado nas etapas inicias, ou como conservante, no fabrico de vacinas. A acção anti-microbiana do tiomersal está relacionada com o etilmercúrio, libertado após a separação do tiomersal em etilmercúrio (49%) e tiosalicilato (51%). (Esta explicação foi retirada de um circular informativo do infarmed.)
Neste circular informa-se ainda que vários estudos asseguram a eficácia e/ou beneficio de usar o etilmercurio mas sobre os estudos nem uma palavra, parece-me que lhes chega escrever que foram efectuados estudos para se assimilar a sua veracidade, pois tenho aqui outra bem diferente.
Na 22ª reunião do conselho directivo do programa das nações unidas para o meio ambiente que se realizou em Nairobi, Quénia, a conclusão não podia ser mais dispare. Logo na 1ª página, no 4º parágrafo encontramos "em 1991 a organização mundial da saúde conclui que um nível seguro de exposição de mercúrio abaixo do qual não ocorram efeitos NUNCA foi estabelecido". não é preciso ser-se nenhum génio para se chegar a esta conclusão pois o mercúrio é um dos elemento mais tóxicos que o homem conhece....o plutónio é o primeiro.
Na mesma página lê-se ainda "os países desenvolvidos estão cada vez mais preocupados com o risco para as crianças, devido aos defeitos neurológicos e de desenvolvimento causados pela exposição ao mercúrio, que passa através da placenta e da barreira hematoencefálica".
Na página 6 lê-se ainda " altos níveis de mercúrio detectados em amostras de cabelo e sangue de pacientes com autismo, contribuíram para construir evidências de que a exposição ao tiomersal em vacinas está ligada ao aparecimento do autismo, desordens cognitivas tais como desordem de deficit de atenção e atraso de fala/linguagem".
Agora pergunto eu, em que é que ficamos no cravo ou na ferradura??????
O formaldeído é de longe a incongruência que eu mais adoro neste negócio. Este elemento serve para desactivar os vírus que são inseridos nas vacinas (ex: estirpes da gripe). Vejamos o que diz por exemplo a agência internacional de pesquisa contra o cancro que "classifica este composto como sendo carcinogênico para humanos (Grupo 1, julho 2004), tumorogênico, teratogênico por produzir efeitos na reprodução para humanos", reparem que frisei bem a última parte.
Mais, este químico é usado na industria tabaqueira e o curioso é que na parte de trás dos maços costuma vir um aviso sério sobre o cianeto e o formaldeído visto serem essenciais na composição dos mesmo e consequente possível provocação de cancro para quem fuma. OK, eu fumo e conheço os riscos mas e então nas vacinas deixa de carcinogênico???? deixa de ter efeitos na reprodução humana????
International Agency for Research on Cancer... e mais uma vez a OMS dá um tiro no escuro pois contradiz-se ao apoiar estes institutos mas ao mesmo tempo dizendo que nas vacinas não há problema nenhum.
Para quem já viu nos filmes de Hollywood/CIA as execuções penais, o cloreto de potássio é o ultimo elemento a entrar nas veias dos pobres desgraçados pois aumenta a tensão e faz o coração disparar. É aplicável por exemplo na vacina contra a gripe A.
O fosfato de alumínio, hidróxido de alumínio ou sulfato de alumínio servem como adjuvante nas vacinas ou seja a sua função é dar um aumento na resposta imunitária do paciente.
Centenas de estudos comprovam a ligação entre o alumínio e a doença alzheimer. O alumínio permanece na célula e continua a estimular artificialmente o sistema imunológico resultando na destruição do corpo.
Têm um efeito nocivo sobre o sistema nervoso ao entrar nos tecidos. O alumínio é geralmente absorvido e rapidamente excretado pelos rins, mas quando seus níveis no sangue são elevados, os ossos parecem agir como um reservatório, fixando-se nos ossos de onde se liberta lentamente.
A imunização activa ocorre quando o próprio sistema imune do indivíduo, ao entrar em contacto com uma substância estranha ao organismo, responde produzindo anticorpos e células imunes (linfócitos T). Esse tipo de imunidade geralmente dura por vários anos, às vezes, por toda uma vida. Os dois meios de se adquirir imunidade activa são contraindo uma doença infecciosa e a vacinação.
É como ter 2 árvores, uma cresce com pesticidas, mas também se pode criar sem substâncias nocivas, é certo que ambas darão fruto, mas no final existe uma delas que estará mais saudável. qual???? Isso Fica ao critério de cada um.
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