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terça-feira, 24 de setembro de 2013

O vírus símio CXVI

(Alteração do nome do artigo a 8.10.2013)

Quando escrevi o artigo SVCP (special virus cancer program) coloquei no final da primeira parte, um video com Maurice Hilleman, um dos pais da vacinação devido ao seu "enorme" trabalho junto da farmacêutica Merck.

Relembremos o video então.



Nos anos 50, a polio era uma das grandes preocupações das autoridades sanitárias e a descoberta de uma cura urgia em aparecer. Albert Sabin conseguiu descobrir a "cura" usando para esse efeito um vírus vivo, ou seja, um vírus no seu estado selvagem. Albert Sabin usou rins de macacos rhesus para que estes pudessem enfraquecer o vírus da pólio e ao passar de rim para rim, de macaco para macaco, o vírus, foi  perdendo a sua potência inicial, até se tornar "inoculável" para consumo humano.

Neste processo, incluindo o engarrafamento do produto e sua administração aos necessitados, que diga-se era meio mundo, Maurice Hilleman, que só chega à farmacêutica Merck um tempo depois, descobre que o processo de vacinação da polio poderia estar contaminado, estando milhões de vacinas infectadas com o vírus SV40, ou simian vírus 40.

Este vírus, que foi o quadragésimo a ser descoberto nestes macacos, daí receber na sigla o número 40, tinha a particularidade de gerar cancro nos humanos. Foi isto que Maurice Hilleman descobriu. Por esta altura já tinham sido administradas milhões de vacinas, não só nos EUA como em todo o mundo. Foram 8 anos, de 1955 a 1963, a administrar sabe-se lá o quê. Cancro pelos vistos.

O problema residia no facto de que muitas das vacinas receberam o vírus da pólio sem que estes tivessem ficado inactivos através do formaldeído, que é outras das razões porque não devem permitir a vacinação, pois é um conhecido agente cancerígeno de nível 4.

Convêm também lembrar que a faixa etária com maior número de pessoas com cancro situa-se entre os 40 e os 60 anos por isso façam as contas e logo verão quando é que a maioria deles nasceu.

No próximo site encontramos a confirmação de tudo isto, o estudo provêm da universidade de Ferrara.

                                 The National Center for Biotechnology Information:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK6100/

K virus (BKV), JC virus (JCV) and Simian Virus 40 (SV40) are polyomaviruses, highly homologous at the DNA and proMassimotein levels. While the human polyomaviruses BKV and JCV are ubiquitous in humans, SV40 is a simian virus which was introduced in the human population, between 1955 and 1963, by contaminated poliovaccines produced in SV40- infected monkey cells.

Leram bem? Ou será preciso repetir? Reparem que aqui não existem termos hipotéticos, mas sim afirmações,certezas. O que eles dão como hipótese está escrito logo a seguir.

Alternatively, SV40 or an SV40-like virus may have entered the human population before anti-poliovirus vaccination.

Epidemiological evidence suggests that SV40 is now contagiously transmitted in the human population by horizontal infection, independently from the earlier contaminated poliovaccines.

Infecção horizontal abrange por exemplo relações sexuais, perdigotos, contacto directo entre o individuo infectado e o hospedeiro susceptível de ser contaminado.

Mas, para meu espanto, e como que a confirmar este estudo, tivemos à umas semanas atrás a própria CDC, Center disease control, a admitir no seu site que só nos Estados Unidos estimam eles que o número pode andar entre os 10 e os 30 milhões de pessoas que ficaram infectadas com o SV40.

A página esteve exposta durante um curtíssimo tempo e conseguiu-se salvar o factsheet dessa página.

http://web.archive.org/web/20130522091608/http://www.cdc.gov/vaccinesafety/updates/archive/polio_and_cancer_factsheet.htm

Neste arquivo podemos encontrar a página que esteve exposta no site da CDC. Belo genocídio!!!



Dentro do site se clicarem na caixa "Go", irão parar à página da CDC em baixo que diz "this page has been removed".

Mas salvou-se a informação necessária e ainda bem.


Sei que existem certos países que fazem o despiste ao SV40 de modo a chegar à origem do "problema", principalmente nos cancros de estômago e pulmões.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Big Pharma (1ª parte) CV

Mais uma golpada no mundo das vacinas, depois de vos ter apresentado em primeira mão, este PDF, que é algo mais do que apenas sugestivo, temos agora dois virologistas da gigante farmacêutica Merck que resolveram chegar-se à frente pondo uma queixa contra a companhia farmacêutica para a qual trabalhavam por falsificação dos resultados da vacina contra a papeira (mumps), usando diversos métodos laboratoriais para esse efeito. Um caso perfeito de embuste cientifico.  

http://www.courthousenews.com/2012/06/27/47851.htm

Merck has known for a decade that its mumps vaccine is "far less effective" than it tells the government, and it falsified test results and sold millions of doses of "questionable efficacy," flooding and monopolizing the market, a primary caregiver claims in a federal antitrust class action.

Alabama-based Chatom Primary Care sued Merck on Monday, the week after the unsealing of a False Claims Act complaint two relators filed in 2010.
Those relators, Stephen Krahling and Joan Wlochowski, were Merck virologists who claim in their unsealed complaint that they "witnessed firsthand the improper testing and data falsification in which Merck engaged to artificially inflate the vaccine's efficacy findings."


Se esta escumalha falsifica resultados, imaginem o que não escondem sobre os efeitos secundários. Pertencem a uma liga de crime organizado, legalmente aceite e incentivado por quem é financiado pelos gangues, não é só a Merck.

Krahling and Wlochowski claimed Merck's scheme caused the United States to pay "hundreds of millions of dollars for a vaccine that does not provide adequate immunization."

E será que não fazem isto com todas? Ou será que nas outras são idóneas, responsáveis e apresentam os resultados reais?

"As the largest single purchaser of childhood vaccines (accounting for more than 50 percent of all vaccine purchases), the United States is by far the largest financial victim of Merck's fraud," according to the 2010 False Claims Act complaint.

"But the ultimate victims here are the millions of children who every year are being injected with a mumps vaccine that is not providing them with an adequate level of protection. And while this is a disease that, according to the Centers for Disease Control ('CDC'), was supposed to be eradicated by now, the failure in Merck's vaccine has allowed this disease to linger, with significant outbreaks continuing to occur."

Estas crianças que estão vacinadas quando apanham o vírus natural a resposta do seu sistema imunológico será igual à de um miúdo que não esteja vacinado.

Cada vez que existe uma epidemia seja com sarampo, papeira, ou um outro vírus "de infância", o que se detecta é que mais de 60% dos miúdos infectados estão com as vacinas em dia. É claro que estas várias despistagens às doenças não é aplicável em Portugal, confia-se sempre no boletim de vacinas.

Starting in the late 1990s, Merck set out on its sham testing program with the objective of "report[ing] efficacy of 95 percent or higher regardless of the vaccine's true efficacy," the complaint states.
Chatom says Merck initially called its testing program Protocol 007.
Under Protocol 007, Merck did not test the vaccine's ability to protect children against a "wild-type" mumps virus, which is "the type of real-life virus against which vaccines are generally tested," the complaint states.
Instead, Chatom says, Merck tested children's blood using its own attenuated strain of the virus.


Uma coisa é inserir nas crianças o vírus atenuado contido nas vacinas e obter os anticorpos necessários, outra coisa é esses anticorpos actuarem numa resposta imunológica à variante natural desse vírus, o que raramente acontece, tal como é dito em cima e se demonstra aqui.

"This was the same mumps strain with which the children were vaccinated," the complaint states.
That "subverted" the purpose of the testing regime, "which was to measure the vaccine's ability to provide protection against a disease-causing mumps virus that a child would actually face in real life. The end result of this deviation ... was that Merck's test overstated the vaccine's effectiveness," Chatom claims.


Merck also added animal antibodies to blood samples to achieve more favorable test results, though it knew that the human immune system would never produce such antibodies, and that the antibodies created a laboratory testing scenario that "did not in any way correspond to, correlate with, or represent real life ... virus neutralization in vaccinated people," according to the complaint.

Isto é demais, para mostrarem que a vacina era pujante adicionavam anticorpos de animais às amostras de sangue, sabendo eles na perfeição que nós (humanos) nunca conseguiríamos produzir esses mesmos anticorpos. E há quem chame a isto de ciência.

Chatom claims that the falsification of test results occurred "with the knowledge, authority and approval of Merck's senior management."
And as Merck's vaccine is the only game in town, the vaccine's "significantly degraded" quality means "there has remained a significant risk of a resurgence of mumps outbreaks," Chatom says in its complaint.
It claims that the degraded quality of the Merck vaccine played a role in a 2006 mumps outbreak in the Midwest, and in another outbreak in 2009
.

São estas as companhias farmacêuticas que sentam-se na mesa da OMS? Onde todos se mostram preocupados com a nossa saúde? Dá mesmo para confiar os nossos filhos a esta malta?

http://www.examiner.com/article/u-s-mumps-outbreak-after-two-vaccine-doses-89-still-contracted-disease

An outbreak of mumps in the United States between 2009 and 2010 occurred mostly in children who had been vaccinated, according to a study published today in the New England Journal of Medicine (NEJM). During the outbreak, 3,502 cases were reported over a one-year period.

Researchers from the involved state health departments and the Centers for Disease Control and Prevention studied 1,648 of those cases. The researchers found that 89 percent had received the recommended two doses of mumps vaccine. The outbreak was traced to one of the camp partcipants, an 11-year-old boy who also received two doses of the mumps vaccine.

Isto é uma paródia das grandes, mas é óbvio que eles sabem que as vacinas estão contaminadas por falta de eficácia, sabem também que têm de administrar dezenas "delas" de modo a gerar mais dinheiro com mais pandemias, é a pura ganância à custa das crianças sob o designio de ciência.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Palavras cruzadas (1ª parte) CIII

Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis. Eis uma metáfora pela qual os modernos são apaixonados; sempre dizem: «Não se pode atrasar o pêndulo». A resposta é clara e simples: «Pode-se sim». Um pêndulo, que é um objecto construído pelo homem, pode ser modificado por um dedo humano a qualquer hora. Assim, a sociedade, que é um objecto de construção humana, pode ser reconstituído sob qualquer forma já experimentada. Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'


O sionismo é uma filosofia politica sobre um grupo de pessoas que consegue usurpar o poder não só do país onde está instalado, como de outros países, que por estarem comprados ou por admiração deixam que se leve a cabo programas de limpeza racial contra outras civilizações, entre outras obscenidades. É também uma filosofia que age em prol de uma superioridade total sobre todas as outras, inclusive judeus, basta para isso saber quais foram "os judeus" que financiaram e financiaram-se com o Hitler.
Um dado que não é muito conhecido nesta filosofia é o facto de existirem milhares de judeus que protestam contra o sionismo nas várias cidades de Israel, simplesmente porque não querem o nacionalismo exacerbado ao seu expoente máximo.

http://www.nkusa.org/activities/Demonstrations/20121227.cfm

É permitido escrever, falar, insultar e mesmo destruir todas as outras religiões e civilizações, mas quando se diz algo sobre os sionistas, a coisa muda de figura. O direito de usar a veracidade histórica de modo a esconder as atrocidades que cometem hoje em dia não é por acaso, é apenas um modo de ocultar o que fazem por detrás do seu trono assim como de outros.

Este bloqueio é realizado de várias formas, uma delas é retirar da equação palavras como campo de concentração ou eugenia quando têm de descrever os actos bárbaros dos sionistas, palavras essas que transportar-nos-iam para uma abstracção visual na nossa mente não muito favorável sobre acontecimento históricos. Desta forma quebram o elo de "ligação" quando omitem essas palavras, apesar dos factos existirem fisicamente. O que é a Palestina senão um campo de concentração? E se incluirmos o politicamente correcto?

Estado da Palestina é uma organização política reconhecida parcialmente como um estado soberano do Oriente Médio. De facto controla apenas algumas funções da administrativas em parte dos Territórios Palestinos. Wikipedia

Também nunca vimos na televisão, os telejornais a apresentarem Guantanamo como um "campo de concentração", isso daria-nos logo outra visualização holográfica sobre como "desvivem" aqueles muçulmanos, acorrentados, vendados, torturados, espancados e a maioria inocente. Usam antes o termo prisão ou campo de detenção para dissociar-nos desse pensamento e tudo o que lá se passa deixa de fazer sentido, assim como na Palestina. É apenas um processo de manipulação de termos e muita propaganda.

Uma outra obscenidade mais doentia acontece quando existe um embargo ao campo de concentração. A comida é controlada e só entra o necessário à mínima sobrevivência humana, para isso, (e isto é que é de morte) estipulam o mínimo de calorias diárias por pessoa, perfazem o total, e já está, enquanto o embargo durar pratica-se politicas neo-maltusianas com o intuito de afectar sempre as gerações futuras, tais como bebés, crianças ou grávidas. É, os sionistas sempre tiveram queda para apoiar este tipo de práticas.

http://articles.cnn.com/2012-10-17/middleeast/world_meast_israel-calorie-count-gaza_1_sari-bashi-food-embargo-hamas-takeover

Mas a coisa não fica por aqui, a forma como atentam contra a vida das imigrantes etíopes têm cheirinho à década de 30.

http://forward.com/articles/167502/were-ethiopian-women-forced-into-contraception/

Israeli and Jewish aid officials are denying an Israeli TV report alleging that Ethiopian immigrant women have been coerced into taking contraceptive shots.

The report, which aired Saturday night on Israeli Educational Television, charged that coercive contraception is behind a 50 percent decline in the Ethiopian birth rate in Israel over the last decade.

Há pelo menos 10 anos que é pratica comum, afinal sempre se aprende com a história.

Ethiopian women interviewed in the program, called “Vacuum” and hosted by Gal Gabbai, said they were coerced into receiving injections of Depo-Provera, a long-acting birth control drug, both at Jewish-run health clinics in Ethiopia and after their move to Israel.

Não são os Nações Unidas que adoram estes tipos?

Rachel Mangoli, executive director of the WIZO chapter in Katz Village, told the TV show that she realized something was amiss when during a full year in her Ethiopian program just one Ethiopian baby was born.

In the report, a woman identified as S. said she was told at the Jewish aid compound in Gondar, Ethiopia, “If you don’t get the shot, we won’t give you a ticket.” She recalled, “I didn’t want to take it. They wanted me to take it. But I didn’t know it was a contraceptive,” she said. “I thought it was an immunization.

Mão de obra barata com a ajuda de não se reproduzirem. Isto é do melhor que há meus amigos. São estes os senhores que dizem querer um processo de paz? 

Another Ethiopian interviewed for the program, Amawaish Alane, said, “We said we won’t accept the shot. They told us, ‘You won’t immigrate to Israel. You also won’t come into this clinic. You won’t get help and medical treatment.’ ”

“We had no choice,” Alane said. “That’s why we took the shot. We could only get out with their permission.”
The TV program alleged that coercive contraceptive tactics continued once the Ethiopians immigrated to Israel, where health clinics have been administering the contraceptive shots.

O que temos então é um programa para esterilizar imigrantes de países pobres, programa esse que foi pensado e delineado, ou seja houve premeditação, o que nos diz bem da escória com que as cristãs etíopes têm de lidar. É o mesmo que assassinar as gerações muçulmanas mais jovens, só muda o método e todos são válidos.
Já agora, será que o Papa já foi à Etiópia?

The TV show sent a hidden camera into an Israeli health clinic, where an employee told the undercover reporter that Ethiopian women are given the contraceptive shots “because they forget,” “explanations are difficult for them” and “they essentially don’t understand anything.”
The Israeli Health Ministry has denied any systematic suppression of Ethiopian pregnancy or coerced contraception.

continua....

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Os efeitos adversos das vacinas (3ª parte) CI

Agora temos o Bloco de esquerda a querer introduzir a vacina da meningite e gastroenterite no plano de vacinação, a bem das crianças espero que a proposta seja rejeitada.

Ora bem, nesta última parte o assunto é bastante simples, é só mais uma desgraça na ciência, as autoridades romenas cessaram o fornecimento da vacina contra a tuberculose devido a efeitos secundários causados em 115 crianças, sendo que 50 estão hospitalizadas desde Março do ano passado.

http://www.examiner.com/article/businessweek-com-115-children-ill-from-tuberculosis-vaccine-50-hospitalized

"On Friday, the Stockhom-based European Centre for Disease Prevention and Control said that 115 children in Romania have been sickened by a tuberculosis vaccine made in Denmark..."

"The children had symptoms including swollen lymph nodes and abscesses, and 50 have been hospitalized since March. In a televised address on November 22, Romanian Health Minister Raed Arafat said that TB vaccinations would stop until the cause of the side effects is determined."

A noticia data de 25 de Novembro de 2012, ora, se temos crianças internadas desde Março, digam-me lá então, qual será a infecção que leva as crianças a estarem tantas meses hospitalizadas?
A resposta é Tuberculose meus amigos pois só assim se explica a hospitalização durar tantos meses, caso contrário, contraíram uma doença quiça ainda mais grave, digo eu.

Não me vou alongar mais com este assunto, era só mesmo mais uma noticia sobre aquilo que nunca acontece. Estes tipos brincam literalmente com a vida das crianças e com a ignorância dos pais, infelizmente.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012_12_01_archive.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/01/os-efeitos-adversos-das-vacinas-2-parte.html

sábado, 8 de setembro de 2012

impossibilidades plausíveis LXXXIX

Será possível termos deste lado do oceano impossibilidades cientificas ao mesmo tempo que do outro lado do Atlântico se declara uma epidemia? É possível hoje em dia isso acontecer? Porque é que no caso da gripe A todos os ministérios da saúde absorveram a informação por igual e declararam o perigo, mas quando se trata de informar as pessoas sobre uma epidemia de tosse convulsa o processo não é semelhante? Deste lado afirmam ser de todo impossível quando do outro lado é facto consumado.

Ou temos anjinhos no nosso ministério ou eles sabem e não dizem nada aos pais.

(Texto escrito há uns dois meses atrás.)

Depois de ter levado a minha filha ao hospital devido a uma tosse persistente e seca que durava à  uns dias, vim de lá com um antibiótico que já acabou e o problema não passou, isto porque tenho a certeza que a minha filha teve tosse convulsa.

O meu feeling em relação à minha filha baseava-se nos 5 sintomas que ela apresentava tanto na primeira como na segunda semana. A tosse convulsa é-nos injectada através das quatro vacinas que tomamos (DTaP), neste caso é uma vacina tríplice onde se incluí a difteria, o tétano e a pertussis ou tosse convulsa em português.

Nesse mesmo hospital a minha mulher perguntou se não poderia ser tosse convulsa ao que o médico disse ser impossível visto a vacina (DTaP) estar em dia. Como pode ele dizer que é impossível se não chegou a analisar, não fez testes de despistagem apesar de haver bastantes sintomas que se enquadravam na doença.

A fé em tanta que depois dá nisto, a impossibilidade neste lado do oceano pode ser uma forte possibilidade do outro lado, senão vejamos.

http://abcnews.go.com/Health/pertussis-outbreak-worst-50-years/story?id=16814787#.UBP-V6C8Fr9

Tal como há uns meses houve um surto de sarampo no continente americano e que depois atingiu a Europa, tal como descrevi aqui e aqui, agora temos um novo surto no continente americano e como tal é bem provável que já tenha atingido a Europa devido à grande facilidade de transmissão do vírus, que é altamente contagioso e á mobilidade das pessoas entre ambos os continentes.

No "the journal of infections diseases" podemos encontrar uma pista sobre a razão de estar a existir um aumento de casos com a tosse convulsa. Este artigo demonstra que os fabricantes de vacinas por estarem sempre a criar novas estirpes do vírus e que são incorporados com outras estirpes já existentes no corpo, criam uma mutação que por sua vez desencadeia grande resistência aos medicamentos e ao sistema imunitário, mesmo nos adultos.

Também no site da Universidade South west Gales, da Austrália, podemos encontrar referências a esta epidemia.

Australia’s prolonged whooping cough epidemic has entered a disturbing new phase, with a study showing a new strain or genotype capable of evading the vaccine may be responsible for the sharp rise in the number of cases.

The new genotype also has been detected in other countries, suggesting it has the potential to spark epidemics elsewhere and should be closely monitored, the researchers warn.

"The prolonged whooping cough epidemic in Australia that began during 2008 has been predominantly caused by the new genotype of B. pertussis,” said one of the study authors, Associate Professor Ruiting Lan, of the UNSW School of Biotechnology and Biomolecular Sciences.

Só boas noticias, ainda bem que Portugal está a salvo, parece-me que anda tudo à rasca menos nós, mas será que dá mesmo para acreditar nisso, quando até os programas de vacinação são praticamente iguais em todo o mundo?

"The genotype was responsible for 31 percent of cases in the 10 years before the epidemic, and that’s now jumped to 84 percent – a nearly three-fold increase, indicating it has gained a selective advantage under the current vaccination regime."

“The vaccine is still the best way to reduce transmission of the disease and reduce cases, but it appears to be less effective against the new strain and immunity wanes more rapidly. We need to look at changes to the vaccine itself or increase the number of boosters,” Associate Professor Lan said.

 É a melhor protecção sendo a pior de todas. Belo discurso. Ao contrário deste tipo de vacinação, a imunização por via natural tende a estender a protecção durante muito mais tempo sendo muito mais efectiva.

O que me safou na cura da minha filha foi a famosa vitamina C, que têm a particularidade de se unir ao vírus não permitindo que se aloje nos pulmões, não destrói o vírus, fica antes "grudada" até chegar a cavalaria. Um bom batido de fruta com Camu camu impede que a doença progrida, usando o cloreto de magnésio como "matador" de infecções, problema resolvido.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/06/gripes-mutaveis-lxxxiv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/02/guinea-pigs-1-parte-lxx.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/10/medicina-dos-doentes-xlv.html


terça-feira, 5 de junho de 2012

A filantropia e o suicídio oriental (parte2) LXXXIII

                                                                      O soft Power em acção

Ora bem, como vimos atrás a promoção da polio oral está em marcha, o senhor Bill quer erradicar a doença de uma vez por todas na Índia, o que é ridículo dado ser impossível. O frenesim com a Polio é uma invenção do homem, pois mais de 90% das pessoas que adquire a poliomielite só sabe que a têm quando se dá a paralisia de um dos membros, correspondendo esta fase a uma % diminuta nos casos registados. O problema é que todos os outros casos de polio que não chegam a desenvolver paralisia não são registados porque não se fazem testes para esse efeito.


Mas mesmo assim, nos países ocidentais estávamos a ter casos de polio em populações vacinadas, então a OMS o que é que se lembra de fazer? Modificaram a definição de polio, aumentaram os dias em que se podia confirmar que era polio. Esta redefinição deu muito jeito no Ocidente, que assim viu os números baixarem drasticamente, sendo a heroína a vacina contra a polio, o que é falso, pois o mais comum é contrair-se polio sem se ter paralisia e até mesmo os sintomas ao inicio da doença são idênticos a tantas outras doenças infantis.

Neste caso indiano, o assunto muda de figura. Assim, temos dois médicos que se chegaram à frente para dizer o que se passa com esta charada...aqui têm.

In 2011 there were an extra 47500 new cases of NPAFP [non-polio acute flaccid paralysis]. Clinically indistinguishable from polio paralysis but twice as deadly, the incidence of NPAFP was directly proportional to doses of oral polio received. Through this data was collected within the polio surveillance system, it was not investigated.

“The charade about polio eradication and the great savings it will bring has persisted to date. It is a paradox that while the director general of WHO, Margret Chan, and Bill Gates are trying to muster support for polio eradication (22) it has been known to the scientific community, for over 10 years, that eradication of polio is impossible..."

“Data from India on polio control over 10 years, available from the National Polio Surveillance Project, has now been compiled and made available online for it to be scrutinised by epidemiologists and statisticians (29). This shows that the non-polio AFP rate increases in proportion to the number of polio vaccines doses received in each area."

In 2011, an additional 47,500 children were newly paralysed in the year, over and above the standard 2/100,000 non-polio AFP that is generally accepted as the norm. (32-33). [Emphasis added.]
“It is sad that, even after meticulous surveillance, this large excess in the incidence of paralysis was not investigated as a possible signal, nor was any effort made to try and study the mechanism for this spurt in non-polio AFP. [Emphasis added.]

These findings point to the need for a critical appraisal to find the factors contributing to the increase in non-polio AFP with increase in OPV doses – perhaps looking at the influence of strain shifts of entero-pathogens induced by the vaccine given practically once every month.

“From India’s perspective the exercise has been extremely costly both in terms of human suffering and in monetary terms. It is tempting to speculate what could have been achieved if the $2.5 billion spent on attempting to eradicate polio were spent on water and sanitation and routine immunization.

Ora aí está uma coisa que o filantropo do Bill não se lembra, de fornecer água em boas condições e saneamento, coisas essenciais para a não proliferação daquilo que ele quer erradicar.

Caso não tenham reparado a vacina criou 47mil novos casos de polio com paralisia, mas será que é sempre impressão minha ou estes números são outra vez assombrosos? Com os cumprimentos do Tio Bill que anda a distribuir vacinas que são mais mortíferas do que a própria doença.

E já agora a definição que a organização mundial da saúde arranjou para esta aberração é de (non-polio acute flaccid paralysis), uma termo orwelliano para se diferenciar da polio natural porque ambas podem criar paralisia, a diferença consiste no próprio vírus, pois o vírus que está contido nas vacinas é sintético, o que traz muito mais complicações duplicando inclusive a taxa de mortalidade.

Será que o Bill parou para pensar nestes números? Não, o tipo quer dar isto a todas as crianças pobres com menos de 5 anos, ou seja, quer substituir a estirpe natural pela sintética visto esta ser muito mais eficaz, se é que me faço entender.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/04/special-virus-cancer-program-2-xxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/04/special-virus-cancer-program-2-xxiii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/05/filantropia-e-o-suicidio-oriental-1.html

terça-feira, 22 de maio de 2012

A filantropia e o suicídio Oriental (1ª parte) LXXXII

Como todos devem de saber, o Bill Gates é o maior de todos os filantropos, toda a fortuna daquele homem foi parar a causas humanitárias e à planned parenthood, empresa essa que está a cargo da mulher e onde se promove a politica de um só filho e se praticam abortos.

Como ainda devem de saber, este senhor está fortemente envolvido na causa ambiental mas a sua predilecção são as vacinas, é algo mais forte que tudo o resto, o homem simplesmente adora distribui-las como se não houvesse amanhã, prometendo erradicações de doenças em países de gente iliterada.

Mas afinal, o Bill não gosta só de vacinas, ao que parece começa a introduzir os transgénicos na sua agenda e na dos Africanos. Na sua fundação, Bill conta com 4 pessoas de topo que trabalharam na Monsanto, a maior empresa de biotecnologia do mundo, com uma quota de mercado nos produtos transgénicos a rondar os 90%.

A esta empresa estava a ser difícil entrar em território africano para vender as sementes transgénicas, junto é claro com o resto dos herbicidas específicos para cada semente. Através da fundação de Bill Gates, a Monsanto, consegue cada vez mais penetrar onde o acesso lhe era negado, fá-lo através de projectos via fundação Gates, um mimo para os africanos, pois além das vacinas do Bill, só lhes faltava mais uma forma para morrer.

Na Ásia, o esquema é outro, a Monsanto não poupa a esforços para entrar em mercados como o indiano onde usa e abusa do "soft power" para promover os seus produtos. Para quem não sabe, o "soft power" consiste em usar uma celebridade de modo a que ela promova os ideais de quem a contrata. Pessoas como Clooney ou Angelina Jolie, são disso exemplo, para quê ter um homem da ONU a explicar o que ninguém que ouvir, quando podemos dar às massas uma celebridade e o problema resolve-se.

Neste caso Indiano, a Monsanto usa os actores de Bollywood com o intuito de promover as suas sementes transgénicas, e até agora o sucesso têm sido considerável. Desta forma, Bill Gates aproveitou a oportunidade filantrópica de praticar o bem e contratou a estrela maior da meca cinematográfica indiana, Amitabh Bachchan, para praticar o soft power aos iliterados da Índia.

Aqui têm Bollywood a praticar o soft power, neste caso a propaganda é em prol da vacina oral contra a poliomielite.

http://www.youtube.com/watch?v=yaqPrhIzb3U

Já seguiremos este caso da polio mais à frente, antes disso quero-vos contar a miséria que a Monsanto têm feito em território indiano. Os bancos indianos em conluio com esta empresa criaram micro-créditos para os agricultores que quiseram comprar as sementes transgénicas e respectivos herbicidas. Como as sementes foram e são um verdadeiro fracasso, os agricultores ano após ano foram perdendo as suas colheitas acabando por ficar sem nada exceptuando uma dívida abismal aos bancos e à Monsanto.

Neste caso os números "humanos" não mentem,  pois entre 1995 e 2010 suicidaram-se cerca de...250 mil agricultores....leu bem sim senhor, eu até posso repetir o número sem problema nenhum, são 250 mil agricultores, um quarto de milhão a por termo à vida. As razões? Bem além de uma divida que nunca poderiam pagar dada a sua única fonte de receita ter desaparecido, a honra faz o resto visto que a única solução para a divida deixar de existir é a morte de quem fez o contrato. 

Cada um vê o número como lhe apetece, para uns será muito, para outros não, para mim é genomuito...

http://www.thehindu.com/opinion/columns/sainath/article2577635.ece

Já agora, porque será que os mediawhore nunca vos falaram sobre isto? Porque será...hein? Não dá muito jeito andar a vender esta ideia aos agricultores europeus com noticias destas nos jornais, isso criaria logo um alarme quanto ao flop que é o produto.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O vírus e a cura LXXIV


Preparem-se que ela vêm aí, desta vez é que é mesmo a sério. Parece que já ouço as noticias a alertar para mais uma pandemia gripal, é como um padrão linear e previsível, não só porque cada pandemia traz muito dinheiro aos bolsos das farmacêuticas, como a propaganda torna-se mais eficaz para quem a promove. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura, como sempre ouvi dizer.

As pessoas estão cansadas de medos, é o medo do aquecimento global, (sobre o qual tenho uma história factual de bradar aos céus), é o medo do país falir, é o medo dos assaltos, é todo um conjunto de emoções que mais cedo ou mais tarde quebram psiquicamente a resistência humana. Se a isto adicionarmos mais uma pandemia gripal creio que o mundo explode de tanto stress induzido.

A noticia é-nos dada pela BBC 4 radio, onde diz e passo a citar,

"Dutch and American scientists have succeeded in mutating a deadly bird-flu virus to make it easily transmissible to humans. If it got out, it could start a fatal epidemic"

- Quando cientistas criam monstros virais como este, o objectivo passa quase sempre por lucrar com esta descoberta, não os cientistas, mas quem os financia.

"They keep it securely locked away in their laboratories, but want to publish the biological recipe for making it. In an unprecedented move, the U.S. government is pressing them to keep the details of their experiments secret for fear that bio-terrorists could use the organism to kill hundreds of millions of people"

- Um típico discurso orwelliano, na realidade o governo dos estados unidos quer é a receita só para ele, deste modo o pânico estará sempre controlado e vigiado, pois quem não souber a fórmula da cura terá que investigar para arranjar o antídoto. Mas podem-me dizer, bem última pandemia que depois nunca chegou a ser, o vírus nem matou muita gente, portanto a teoria da conspiração está errada.

Acontece que o vírus da última pandemia está incluído na vacina da gripe sazonal, por isso quem não queria apanhar o vírus e tomou a vacina, têm-no no corpo, é bom que saibam disso caso o tenham feito. Em relação à pandemia da gripe H1N1, peço-vos para esquecerem a quinta no México e os porcos a arder, é um verdadeiro insulto à inteligência humana, mais ainda quando tiveram largos meses a falar sobre um vírus que poderia aparecer e matar milhões.

Causam literalmente o pânico nas sociedades e se o resultado final não são milhões de mortos pelos menos assegura-se que estão todos infectados com a vacina anual contra a gripe que tomam. Como é dada todos os anos é óbvia a escolha por esta vacina e não outra.

"In the UK there are more than 300 laboratories working on the second highest danger level organisms such as tuberculosis. In 10 of them, they work at the highest risk level on viruses like ebola and the most deadly strains of flu."

"Meanwhile, a rapidly developing branch of science known as 'synthetic biology' offers dramatic possibilities for developing new vaccines and targeting many lethal diseases.But does it also increase the risk that newly-created organisms could be used for harmful purposes as the necessary research techniques spread out from authorised laboratories to a network of DIY enthusiasts?"

Para este jornalista o perigo não consiste em modificar e potenciar o vírus como fazem os laboratórios, ganhando milhões de seguida com o pânico que instalam no mundo, o problema são os entusiastas DIY (do it yourself), ou seja terroristas por outras palavras. Construir um vírus letal não é bem a mesma coisa que preparar explosivos, não basta um conhecimento vago na matéria, é preciso equipamento de ponta e carolas de ponta para pensar, programas como o SVCP são o verdadeiro espelho disso mesmo.

Assuntos Relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/special-virus-cancer-program-2-xxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/05/fluor-1-xxviii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/10/medicina-dos-doentes-xlv.html

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Guinea Pigs (2ª parte) LXXI


Estes carniceiros das farmacêuticas arranjam sempre maneira de conseguir mais um €xtra. Desta vez e outra vez a GSK, (GlaxoSmithKline) realizou um teste clínico na Europa envolvendo bebés de 4 países, a saber, França, Portugal, Espanha e Polónia. Esta é a melhor maneira que eles arranjam para vender o seu produto.

Os bebés envolvidos neste estudo tinham entre 27 e 36 semanas, ou seja, eram prematuros, frágeis como porcelana e perfaziam um total de 988. Isto quer dizer que um bebé com 27 semanas foi sujeito a vários cocktails de metais pesados e vírus, quando deveriam de estar a ganhar peso e longe de experiências que induzem uma fragilidade imunológica, doentio a meu ver.

O estudo pode ser encontrado em http://www.pediatricsupersite.com/view.aspx?rid=91652
e a sua finalidade consistia em observar se os bebés prematuros apresentavam algum tipo de complicações ao ser administrado o vírus Rotavírus.

"The researchers grouped preterm infants by ages — infants born at gestational ages 27 to 30 weeks and those born at 30 to 36 weeks. They administered rotavirus vaccine (RIX4414, GlaxoSmithKline) in two doses to 658 preterm infants, and 330 received a placebo along with routine vaccinations, including diphtheria, tetanus, pertussis, hepatitis B, Haemophilus influenzae type B and poliovirus. Infants from France and Spain also received Streptococcus pneumoniae concomitantly; infants from Portugal and Spain also received Neisseria meningitides."

A forma como o estudo está montado é enganador, bastante enganador, senão vejamos:

Grupo1 - De 988 bebés, 658 receberam a vacina rotavírus em duas doses, ou seja 66% do total de bebés

Grupo2 - Os outros 330 bebés, 33% do total, receberam um placebo em conjunto com as restantes vacinas "normais", polio, hepatite B, etc...

- Isto é impossível de comparar devido à discrepância do número de bebés de um grupo para o outro (658 vs 330).

Foi pedido aos pais para comunicarem reacções severas devido às vacinas.

-No grupo1 cerca de 33 bebés (5.1%) apresentaram reacções severas á vacina

- No grupo2 cerca 20 bebés (6.2%) apresentaram reacções severas à vacina. Mas a qual delas? Visto este grupo ter recebido o pacote normal do plano de vacinação, mais o placebo. Falha clarissima, se calhar foram todas, se calhar foi só uma, who knows?

Com reacções menos severas onde se inclui vómitos, diarreia (mais de 3 vezes ao dia) e febre acima dos 39 graus, temos:

- O grupo1, com 29.3% ou seja 192 bebés

- O grupo2, com 40.7% ou seja 134 bebés

- Se somarmos no grupo1 ambas as reacções temos cerca de 225 em 658 bebés, que tiveram algum tipo de reacção, 33% dos bebés respectivamente.

- Mas o curioso é observar o grupo2, onde os bebés prematuros seguiram o percurso normal de vacinação, 154 em 330, demonstraram algum tipo de reacção, ou seja 46%, que corresponde a quase metade do grupo. E como não sabem qual é a vacina prejudicial pois foram administradas algumas, o teste torna-se inconclusivo, no mínimo.

Toda a história em http://vactruth.com/2012/01/23/babies-used-as-lab-rats/

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/12/mothers-milk-1-parte-lxi.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/12/mothers-milk-2-parte-lxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/10/medicina-dos-profanos-2-lvi.html

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Guinea Pigs (1ª parte) LXX


Mais uma vez as farmacêuticas mostram o que valem, desta vez foram 14 bebés que "alegadamente" faleceram, depois de testes clínicos terem sido realizados pela GSK (GlaxoSmithKline) na Argentina entre 2007 e 2008.

O termo alegadamente é típico nos jornalistas, mesmo depois de um Juiz ter multado a empresa por irregularidades nos testes laboratoriais, ainda se usa o alegadamente. Na Argentina controlada e vendida a retalho às grandes corporações é assim, a morte vale cerca de 400 mil pesos, um pouco mais de 70 mil Euros, valor irrisório, senão mesmo humilhante.

As acusações contra a GSK envolvem experiências em seres humanos, que é proibido na Argentina, e falsificação das assinaturas dos pais dando consentimento para os seus filhos serem "Guinea Pigs".

O processo é simples, a GSK estabelecia um protocolo com um Hospital público e recrutava os pacientes usando os médicos desse hospital, que aproveitando-se da iliteracia das familias pobres, conseguiam o seu aval, prometendo-lhes dinheiro que nunca chegaram a ver. É óbvio que estas pessoas eram ludibriadas devido à sua condição social e educacional.

Ana Marchese foi a pediatra que expôs o caso à Federação de profissionais de Saúde da Argentina e explica o modus operandis "Once a picked patient arrived, it would automatically disappear to be taken somewhere else in order to be treated by those doctors specially recruited by GSK. These kind of practices are not legal and occurred without any type of state control, plus they don’t comply with minimum ethical requirements."

Furthermore, the pediatrician explained that “it is also known that in various particular cases, the doctors who had conducted the trials did not answer the calls made by the worried parents after witnessing their babies’ reactions to the vaccines.”   

Mas é claro que não respondiam, esses prostitutos que receberam dinheiro para angariar pacientes, estão comprados assim como os próprios testes clinicos.

Julieta Ovejero, great aunt of one of the six babies who died in Santiago del Estero, said that “A lot of people wanted to leave the protocol but they weren’t allowed; they forced them to continue under the threat that if they leave they won't receive any other vaccines.

"GlaxoSmithKline is a global pharmaceutical, biologics, vaccines and consumer healthcare company headquartered in London, United Kingdom. It is the world's third-largest pharmaceutical company measured by revenues after Johnson & Johnson and Pfizer."

Eles podem ameaçar as pessoas e safarem-se porque pertencem ao núcleo duro dos que sugam a Argentina de uma ponta à outra.

http://www.buenosairesherald.com/article/88922/gsk-lab-fined-over-vaccine-tests-that-killed-14--babies

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mother´s Milk (3ª parte) LXIII

"By the time laboratoty medicine came effectively into the picture, the job had been carried far toward completion by the humanitarians and the social workers of the nineteenth century.
Their doctrine that nature is holy and healthful was scientifically naive but proved highly effective in dealing with the most important health problems of their age. When the tide is receding from the beach it is easy to have the illusion that one can empty the ocean by removing water with the pail."

R. Dubos, the mirage of health
New York: Perennial library, 1959, pág 23

Nesta última parte irei mostrar diversos gráficos sobre a evolução de algumas doenças no séc XX, infelizmente em Portugal parece que não existem dados sobre estas coisas, por isso teremos informação que provêm dos States. Já que a DGS é tão cuidada em ouvi-los, eu farei o mesmo.

Grande parte das pessoas pensa, (se é que pensam nisso) que, com a introdução das vacinas em massa assistiu-se a um declínio acentuado na mortalidade infantil e pela lógica de estarmos todos vacinados, o virus não se desenvolve porque a comunidade está protegida. Esta é a teoria, mas como pudemos ver isso não é bem assim, até porque existem certos factores externos e ambientais que fazem muito mais pela saúde de todos nós.

Basta olharem para África meus senhores, as milhares de vacinas já administradas aos bebes e crianças, não as impedem de contraírem essas mesmas doenças.

O senhor Bill Gates, em vez de prometer a promessa de erradicar seja lá o que for, poderia ajudar de facto, investindo dinheiro para construir saneamento ou água potável numa das aldeias que ele adora visitar, isso sim era fazer algo. É que, quando quando falamos de África e dos seus problemas, temos de retirar a nós próprios tudo o que consideramos por adquirido, saneamento, água potável, cuidados na higiene pessoal e uma boa alimentação.

Se tudo isto fosse implementado e generalizado em África acabaria-se com o slogan "salvar África", que muito jeito dá à filantropia para praticar os seus actos de bondade.

Ora bem, mas voltando ao tema em questão, podemos observar nestes gráficos apresentados em baixo as razões pelas quais as vacinas são um verdadeiro embuste. Em cada gráfico está representado a mortalidade da doença desde 1900 a 1973 e o tempo de introdução da vacina no mercado.


Como podem ver a vacinação em massa não trouxe benefícios pois grande parte do decréscimo da mortalidade deve-se em traços gerais a uma melhoria da qualidade de vida.
O sarampo (Measles) é o caso mais gritante, pois a queda acentuada da mortalidade têm inicio muito antes da introdução da vacina. Creio que caso retirassem as vacinas à equação muito certamente esses gráficos iriam assumir a trajectória apresentada.

Os gráficos podem ser encontrados num estudo com um nome extremamente peculiar, The questionable contribute of medical measures to the decline of mortality in the United States in the Twentieth century.
Não só questionam esse contributo, como apresentam argumentos de contra-peso, In Your Face, por assim dizer, irrefutáveis para mim, basta ler quais os departamentos de universidades e institutos que colaboraram neste estudo.


Os próximos gráficos a mostrar já não se encontram no estudo apresentado em cima....

Neste exemplo podemos ver claramente o stress respiratório que é induzido através da vacina após a sua administração no dia 0, as setas na vertical representam os picos máximos após a vacinação, enquanto as setas na horizontal demonstram uma normalidade na respiração dos bebes, antes da vacinação.


Em 103 crianças que morreram com o síndrome de morte súbita, 70% tinha recebido a vacina tríplice DTP, o que para mim não é uma evidência mas sim uma certeza adquirida. Não existe explicação cientifica para esta causa mortal nos bebes dizem os médicos...enfim, cada um tira as suas conclusões.

"The chief, if not the sole, cause of the monstrous increase in cancer has been vaccination" - Dr. Robert Bell, once Vice President International Society for Cancer Research at the British Cancer Hospital

Assuntos relacionados:
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mother´s Milk (2ª parte) LXII

Ao que parece o leite materno tornou-se um problema

A noticia que é dada no primeiro artigo Mother´s milk não se aplica aos bebés portugueses, visto a primeira vacina contra o sarampo ser dada aos 15 meses e não aos 12 como fazem os canadianos ou os americanos.

Mas se é assim, há uma coisa que não consigo entender, então por aquelas bandas questiona-se a eficácia da vacina aos 12 meses e a solução parece ser a de reduzir ainda mais o tempo, o que é um erro. Então e nós?
Qual irá ser a nossa solução? Será reduzir o tempo de vacinação precisamente para a data que é agora questionada pelos oficiais de saúde americanos e canadianos? Claro, porque uma estupidez nunca vêm só.

Este estudo pelos vistos demonstrou ainda que os adolescentes que apanharam a primeira vacina aos 15 meses tinham três vezes menos probabilidades de apanhar sarampo do que aqueles que foram vacinados aos 12 meses. Um dado curioso é que em ambas as situações existe a probabilidade de se contrair a doença, então pergunto eu, para quê vacinar? 

"But the study did note that teens in the school who got their first dose of measles vaccine at 15 months of age were more than three times less likely to get measles in the outbreak than teens who got their first shot at 12 months.
If other groups confirm what the Quebec investigation found, it could mean there is a lot more susceptibility to measles in the vaccinated population than is currently being assumed, De Serres admitted."

O problema destes senhores em dar a vacina mais cedo têm a sua origem no leite materno, não só porque traz defesas (anticorpos) ao bebe, como essas defesas matam eficazmente os vírus e as bactérias, ora, assim sendo, qualquer vacina pode à partida ter os dias contados, se, e repito, se, o bebe ainda receber leite materno.

Será que o pessoal da DGS sabe destas coisas? Ahahah...

"The vaccine can't be given earlier, because of a phenomenon that helps babies survive infancy. Children are born without a fully developed immune system — it starts to build as babies become exposed to a variety of disease threats over their first few years.

In pregnancy and after birth, through breastfeeding, babies acquire antibodies from their mothers that tide them over until they can make their own. But that means if they are given the measles vaccine — which is made from weakened live viruses — too early, their mothers' antibodies will kill the vaccine viruses, preventing protection from being induced.                                       


(Ou seja, para este senhor apesar dos anticorpos do leite materno matarem o vírus e consequentemente a vacina deixar de fazer efeito, isso é mau, porque não se ganha a protecção...a mesma que ele descobriu agora não existir em 52 adolescentes de 92 testados para detectar o vírus do sarampo.

It has been thought that 12 months was appropriately late for vaccination to begin, and it may still be. De Serres insisted other studies will have to confirm his group's findings before anyone starts advocating delaying the first dose of measles vaccine."

Existe ainda a possibilidade de um recém-nascido adquirir uma protecção contra um vírus especifico através da passagem de anticorpos da mãe, que, por ter estado ao longo da sua vida em contacto com certos agentes infecciosos adquiriu defesas que passam através da placenta para o bebe, fornecendo-lhe total imunização contra os mesmos.

Um exemplo que retrata este processo é a toxoplasmose. Caso a mãe seja imune, essa protecção passará automaticamente para o seu filho, sem ter havido vacinação para tal, e o mesmo se passa em relação a muitos outros vírus. Havendo vacinação, isso é interrompido porque a forma como funciona a imunização activa e passiva são diferentes, não basta dizer que se estimula os organismos de defesas para se combater o vírus, os mecanismos são bem mais complexos do que isso.

Uma das formas que a industria farmacêutica encontrou em prolongar a "vida" das vacinas nos nossos corpos é através da inclusão de alumínio como ingrediente na fórmula.

Até na forma como se adquire o vírus é diferente em ambos os casos. Na vacinação, a introdução do vírus é feita pelas veias passando grande parte das defesas naturais do nosso corpo, criando boas hipóteses de se dar uma qualquer reacção auto-imune, como ficou demonstrado aqui.

Assuntos relacionados:
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Mother´s Milk (1ª parte) LXI

Com que então a nossa direcção geral de saúde (DGS) lembrou-se, logo agora que existe um surto de sarampo na Europa, que têm de mudar o calendário da vacina contra o sarampo. O que é que andaram a fazer até aqui? Já para não falar das imensas perguntas que tenho em mente, o que gostava mesmo de saber eram as razões e os estudos em que se baseiam para alterar a data.

Como já levo muitos anos a estudar as vacinas e como a minha "colecção" de artigos da especialidade já é bem grande, creio que consigo acender algumas luzes sobre a súbita preocupação com este surto repentino.

Se pegarem no boletim de saúde do vosso filho e forem á última página, irão reparar que existe um endereço de internet num dos cantos inferiores, que diz www.cdc.gov...

Este site em questão leva-nos à central disease for control (CDC), que é a autoridade máxima a nível mundial sobre doenças, contágios e vacinação. Grande parte dos países segue o calendário da vacinação aplicada pela CDC nos States, daí esse endereço estar numa caderneta portuguesa, ou seja, os tipos da DGS limitam-se a copiar o que é pensado por outros.

Tirando os países nórdicos que modificam esse calendário, nós e a grande maioria dos europeus agarramo-nos à CDC e ao que esta instituição emite cá para fora, como se fosse nossa.

Comecei por dar este exemplo sobre o boletim de saúde para vocês entenderem a importância da CDC, caso contrário, tinhamos um endereço português nessa última página e não um site pertencente a uma instituição governamental...americana. 

Neste site encontramos a noticia sobre a proposta de alteração da data, com a subdirectora-geral de saúde, Graça Freitas a dizer que, "Dada as condições epidemiológicas do nosso país, a situação vacinal e uma série de outras evidências científicas, nós propusemos que a partir de 1 de Janeiro do ano que vem a primeira dose da vacina seja feita ao ano de vida”.

O slogan evidências cientificas sai-lhes da boca em modo automático. Basta ligarem para lá ou pedirem essas evidências que ninguém sabe da existência das mesmas ou como arranjá-las. É uma verdadeira palhaçada de palmo e meio, pois os factos reais são completamente o oposto áquilo que esta senhora diz, senão vejamos.

Não faz 2 meses que no continente americano também existiu um surto de sarampo, certas zonas foram mais afectadas do que outras, tendo sido o Quebec a zona mais atingida pelo vírus.
Aqui encontramos uma noticia sobre um estudo feito numa escola particularmente afectada pelo surto na região do Quebec. Como se pode ler as descobertas espantaram todos aqueles doutores e cientistas, que pelos vistos estavam cheios de fé na vacinação.

"...An investigation into an outbreak in a high school in a town that was heavily hit by the virus found that about half of the cases were in teens who had received the recommended two doses of vaccine in childhood — in other words, teens whom authorities would have expected to have been protected from the measles virus."

"It's generally assumed that the measles vaccine, when given in a two-dose schedule in early childhood, should protect against measles infection about 99 per cent of the time. So the discovery that 52 of the 98 teens who caught measles were fully vaccinated came as a shock to the researchers who conducted the investigation"

Well, well, well, grandes descobertas, mais de metade estavam totalmente vacinados....

"That's the real question. How could that have happened?" said Dr. Gaston De Serres, an infectious diseases expert with Quebec's public health agency and one of the authors of the study."

Realmente como pode tal coisa acontecer? Este senhor não deve de saber ou nunca pensou que grande parte dos estudos sobre vacinação são fornecidos pelas farmacêuticas, que lucram na bolsa com a venda do seu produto. Quem não sabe isto, espanta-se...

"In an interview before the start of the conference, De Serres would not name the highly affected town or the high school in it.

But he suggested the discovery that as many of the cases were fully vaccinated as unvaccinated raises a serious question about whether the timing of the delivery of the first dose of measles vaccine is undermining the efficacy of the prevention program."

Eu não usei esta noticia ao calhas, reparem no que ele sugere...alterar a data da primeira vacina. É claro que não iremos mudar devido ao que senhor diz, mas se for a CDC...

Nota:
 Julie Gerberding, antiga directora da CDC, a dizer claramente numa entrevista que as vacinas podem causar austimo. Esta senhora é agora directora do departamento de vacinas da farmacêutica Merck, tal como foi Maurice Hilleman.


Assuntos Relacionados:
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sábado, 29 de outubro de 2011

A medicina dos profanos (3ª parte) LVII

A ideia de que temos de ser uns génios com canudo de modo a obter algumas respostas válidas sobre a vacinação, está desactualizada. Somos vistos como lunáticos por querermos saber o que fazem produtos rotulados com uma caveira nas vacinas.

Uma vez fiz a experiência, liguei para o serviço de anti-venenos para me explicarem o que era o formaldeído, componente usado nas vacinas. Aquilo que ouvi, é que aquela merda é puro veneno, têm que ser manejado com máscaras devido à sua toxicidade e jamais deveria de ser engolido, então eu na minha inocência perguntei-lhe, e injectado? A seguir liguei para o serviço nacional de saúde a perguntar qual a função desse elemento nas vacinas e se havia perigo ou não.

Depois de duas horas na conversa com um médico, acabámos por desligar e resposta nem vê-la, mas, o que eu andava à procura encontrei no site International agency for research of cancer , mais concretamente NESTA NOTA DE IMPRENSA que diz claramente que o formaldeído é um agente cancerígeno. Estava desvendado o mistério.

IARC CLASSIFIES FORMALDEHYDE AS CARCINOGENIC TO HUMANS.

A próxima noticia foi-nos dada pela Reuters em 2008. Este estudo é bem conhecido e fez algumas mossas, a equipa da Classen Immunotherapies dedica-se a criar tecnologias mais limpas no que à produção de vacinas diz respeito. Pelo caminho já provou claramente a causa/efeito entre a vacina contra a hepatite B e diabetes tanto do tipo 1 como de tipo 2.

Aqui podemos encontrar um deles..Estudo sobre a vacina HepB e diabetes do tipo 1 e 2
Tratei de sublinhar o inicio, que é bastante esclarecedor.

Não interessa que não compreendam o estudo em si, é normal, o importante é existirem estudos e probabilidades elevadas de algo correr mal com a vacinação. Além disso tornam-nos mais susceptiveis a doenças, enfraquecendo e dando-nos muitas vezes doenças para toda uma vida.

Como aconteceu com a milagrosa vacina contra a polio entre os anos de 57 e 62, milhares senão mesmo milhões ficaram infectados com o SV40 (Simian Virus 40), que é um cancro provindo dos macacos.
Leia isto e ficará a perceber...

Por fim, a última noticia chega-nos da Finlândia, onde ao que parece o governo assim como os seguradoras que trabalham para as farmacêuticas irão pagar "para toda a vida" os tratamentos a cerca de 79 crianças que desenvolveram narcolepsia após terem tomado a vacina contra a gripe, já com a nova estirpe (vírus) H1N1. É um problema grave que fica para a toda uma vida, já que afecta o sistema nervoso das crianças, ou seja a vida fica estragada, mas que bela ciência. A pandemrix é vendida na Europa incluindo Portugal por isso fica ao vosso critério e o risco é todo vosso.

A noticia é-nos dada pela AFP, ou seja a noticia foi divulgada pelos media europeus, ouviram falar? É claro que não, esta não interessava muito, o que vos pode salvar a vida isso não importa.

A meio do texto temos isto...
" Finnish and international researchers recently found a conclusive link between the Pandemrix swine flu vaccine and new cases of narcolepsy, a chronic nervous system disorder which causes people to often uncontrollably fall asleep.

The Finnish Pharmaceutical Insurance Pool (LVP), which represents insurance companies, said Wednesday it would honour all insurance claims in this category."

Como podem ver as farmacêuticas têm seguro contra as vacinas, o que não deixa de ser um paradoxo, pois não deveriam as mesmas de nos proteger? Então para quê seguros? Mas há mais, pois destas 79 crianças, só três é que não sofreram de outros sintomas tais como alucinações, paralisia física ou cataplexia. Agora imaginem os milhares de pais perdidos nos hospitais a verem os seus filhos diagnosticados com estas doenças, mas os médicos a explicarem as causas erradas quanto ao aparecimento destes sintomas, é passível de acontecer digo eu.

Esta pandemrix, é a mesma que os médicos Ingleses recusaram tomar 2009, mas aceitam ao mesmo tempo dar todas as outras, muitas delas vindas da mesma companhia que não têm problema nenhum em pagar pelos danos causados, mas ainda assim promove-a nos outros países, ajudada é claro pela OMS.

É preciso entender que 79 crianças mesmo num universo de 100 mil, dá uma percentagem exorbitante, proibitiva para os padrões de fabricação de uma vacina, um verdadeiro perigo.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A medicina dos profanos LV


Um dos sonhos da malta tão amiga dos profanos está a chegar, a privatização da saúde irá acontecer mais cedo ou mais tarde, quer queiramos ou não, pagará quem puder, quem não puder poupa com a morte. O ministro entretanto anda a limpar a casa para receber os convidados que se servirão de um banquete que dura uma vida. É de rir quando os ouço falar maravilhas sobre o sistema de saúde, os hospitais arrebentam pelas costuras, os centros de saúde albergam os crónicos dos medicamentos que passam lá os dias a pedir receitas e aqueles que não estão doentes, tornamo-los, seja por via intravenosa ou aérea.

Haveremos sempre de dizer que com os nossos avós é que era, comia-se sem químicos, não existia comida processada com todos aqueles emulsionantes (E-???) e merdas assim que só fodem literalmente o corpo e também não existiam injecções desde a tenra idade para nos tornar doentes crónicos anos mais tarde. Se não fossem os tiranos de então, havia comida para todos, hoje em dia não temos despostas, mas também muitos não têm o que comer.

Certo dia liguei para o serviço nacional de saúde para tirar uma dúvida sobre a não vacinação e quais as consequências que isso podia acarretar. Pois bem, fui esclarecido que não sou obrigado a vacinar a minha filha visto existir apenas um aconselhamento por parte do estado e dos médicos. As escolas são obrigadas a aceitar a criança e caso insistam em não fazê-lo, os pais que por um qualquer motivo decidem não vacinar só têm de dirigir-se ao Delegado de Saúde da sua área residencial e trazer um papel a confirmar que não existe perigo de saúde publica para a comunidade. Sendo esta opção um último recurso, façam-nos ver que se não sabem a lei, devem de se informar, pois as politicas da escola não superam a constituição da república. 

Cada vez que decidimos não vacinar os nossos filhos temos de assinar um papel a dizer que nos responsabilizamos pela criança quando ela adoecer (mas isso não é óbvio?) e basicamente não podemos pedir satisfações a ninguém. O curioso é que não existe nenhum papel para as vacinas que as crianças já levaram, responsabilizando assim o estado caso aconteça algo às crianças.

Deste modo, o estado safa-se de apanhar com um processo, porque existe apenas aconselhamento e não obrigatoriedade à vacinação, por isso quando forem vacinar os vossos filhos peçam responsabilidades, caso ninguém se responsabilize, tentem ler a bula informativa que vêm na caixa da vacina e depois adicionem-lhe a não responsabilização de quem apenas aconselha e está tudo dito, creio eu, que gosto de arriscar mas não tanto...
As vacinas são de borla para nós mas esquecem-se que rendem anualmente cerca de 20 biliões de dólares, a serem distribuídos por 4 ou 5 companhias, o que diga-se dá e sobra algum para o lobby do costume.

Neste negócio existem dois mitos, o primeiro caracteriza-se por não o vermos como um negócio e o segundo consiste no facto de não haver riscos para quem toma as vacinas. É claro que ambos os mitos são factos bem reais que tiveram de ser transformados em mitos ou não havia negócio, mais, as farmacêuticas nem têm que vender o seu produto pois têm os governos a servir de benevolentes e a jurar a pés juntos que aquilo só nos faz bem, conseguem imaginar, os tipos que nos limpam os bolsos e deixam-nos na miséria juram que com as vacinas é diferente.

Nesse campo devido a alguma espécie de milagre, a bondade torna-se grátis para todos e ninguém paga. Isto num país onde se paga por tudo... eu duvido da caridade podem ter a certeza e nem incluo as evidências nesta balança.

Existem pediatras e enfermeiras que por exemplo não aconselham a vacina do rotavirus (Rotateq) devido aos estudos não terem sido satisfatórios (esta foi-me dita a mim). Mas o que é não ser satisfatório? Será não proteger ou trazer complicações à criança?

Fica para a parte2...

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sábado, 9 de outubro de 2010

Shot (IV)

"Arthur Schopenhauer escreveu que toda a verdade passa por três fases, na primeira ela é ridicularizada, na segunda é rejeitada com violência e na terceira é aceite como evidência indiscutível."

Primeiro que tudo as vacinas são um negócio e segundo porque partindo da primeira premissa o negócio pode ser enganoso ou não. Dirão vós, milhões deles, que existem estudos a comprovar a veracidade da suposta protecção, existem é certo, muitos são falseados pelas próprias companhias, mas como escrevi atrás existem muitos caminhos para a verdade, por isso tentarei mostrar o outro lado da moeda.

Questionar hoje em dia qualquer assunto é ser rotulado de anti-qualquer coisa, especialmente se estivermos a falar de vacinas. Perguntem ao vosso médico/enfermeiro a razão pela qual nas vacinas vir toda merda e mais alguma e perceberão do que falo, fosfato de alumínio, etilmercurio, formaldeido, esqualeno, cloreto de potássio, e claro os próprios vírus que supostamente nunca deveriam de entrar no nosso corpo, juntem tudo, agitem a poção e voilá, vira para cá o braço que é seguro.....

Não irei descrever o que cada elemento faz (ficará para a segunda parte do texto) tentarei nesta primeira fase descrever o sistema que assenta as suas raízes baseando-se na crença, na fé, não a religiosa, mas aquele tipo de fé que temos nas instituições com que crescemos a aceitar que toda a informação que possa vir de lá é factual e credível. Nunca pomos em causa a sua informação. Correcto? Muito mais se o assunto para nós for chinês.

Esqueçam os factos, num sistema destes a verdade anda de mãos dadas com a mentira, cruzam-se e formam-se meias verdades que leva inevitavelmente à confusão de nem conseguir formar uma opinião certa nos mais variados temas.

O negócio das vacinas é desse tipo, confuso e de difícil julgamento, até mesmo para os especialistas do negócio. Uns apresentam provas com boas bases de estudo e dizem que as vacinas podem despoletar diversas doenças neurológicas e metabólicas enquanto outros apresentam nulidade nestes aspectos e estudaram outros tipos de benefícios se as tomarmos.

Decidimos a opinião que temos sobre um caso, como leigos na matéria, avaliando o que nos dizem as instituições com que crescemos toda a vida e optamos por "aderir" a essa ideia. O perigo é que nunca sabemos quem fez essa escolha, quais os seus motivos, porque razão, e se foi em nosso favor ou não.
Quando ouço uma ministra da saúde dizer que a vacina da gripe sazonal já irá conter o vírus H1N1, é natural que fico apreensivo, de realçar ainda que a senhora disse o vírus, não a cura, a mesma ministra que daqui a 4 anos já ninguém se lembra quem é, quanto mais se fez algo por nós!!! É um tiro no escuro a meu ver e um risco tendo em conta a promiscuidade existente entre os lobbies e os governos.


No boletim de saúde infantil e juvenil das nossas crianças, na parte de trás, está escrito no canto inferior esquerdo (fonte: www.CDC.gov.us/...) esta companhia governamental e reguladora não é portuguesa, é americana, e dá-se pelo nome de CENTER DISEASE CONTROL que aprova as vacinas e não só. Julgava eu que cada país tivesse a sua instituição encarregue disso mesmo mas ao que parece limitamo-nos a copiar o que é dito como seguro por uma companhia que 98% das pessoas em Portugal nem sequer sabe da sua existência.

No caso de me querer queixar será que tenho que apanhar o avião para a América???