domingo, 19 de junho de 2011

Os amigos do Alasca (XXXIX)

Gokona, Alasca
Já ninguém quer saber do Japão, as noticias são fugazes e sem interesse, só quando houver uma explosão nuclear é que os media whore se voltam a interessar. Foram lá, deram o choradinho para uma campanha social qualquer, mascou-se bem a tragédia e cuspiu-se a noticia quando já não teve mais interesse.

Continuarão a dar-nos reportagens onde se apela à emoção, mas factos sobre o assunto, zero...
Para aqueles lados, o problema continua, agravado pela inoperância e incapacidade pois pouco há a fazer, mas muito a omitir.

Há uns dias atrás um sénior da politica japonesa disse que o seu país podia tornar-se inabitável. É de facto um argumento plausível, a radioactividade espalha-se e infiltra-se nos solos e partes fundas dos rios e mares. Sem cultivo ou pescas por décadas, o Japão regride no tempo e nunca recuperará enquanto o problema nuclear estiver presente.

Os Japoneses fizeram uma escolha há uma décadas atrás para se livrarem da importação do petróleo, essa opção recaiu sobre o Nuclear e as energias renováveis. O dinheiro fluiu todo para aí, a opção nuclear servia para alimentar a rede eléctrica do país enquanto as novas energias iriam ser aplicadas a todos os tipos de veículos. Neste campo os japoneses levavam já anos de distância em relação à concorrência.

Se não conseguiram controlar aquilo até agora e esperam o final do tipo deixa arder, então o Japão estará de facto com um problema que começa já a fazer efeitos bem para lá da costa onde se deu o desastre. Esta noticia dá-nos conta de 2 baleias que foram pescadas tendo sido encontrado Cesium em ambas. Cesium é um dos elementos radioactivos que derrama por Fukushima.

Para mim digo de caras, os amigos do Alasca andaram a brincar aos deuses.

A minha conexão com os amigos do Alasca data de 1999 com um relatório sobre ambiente, segurança e política externa produzido pelo politburo europeu.

"Na sessão de 13 de Julho de 1995, o Presidente do Parlamento comunicou o envio da proposta de resolução da Deputada Rehn Rouva, sobre a estratégia para a utilização dos recursos militares para fins ambientais (B4-0551/95), apresentada nos termos do artigo 45°, à Comissão dos Assuntos Externos, da Segurança e da Política de Defesa, competente quanto à matéria de fundo, e à Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Defesa do Consumidor, encarregada de emitir parecer."

Agora, se rodarem para baixo temos a Proposta de resolução, viajemos até ao número 27 onde encontramos...

27 - "Entende que o HAARP (Programa de Investigação de Alta Frequência Auroral Activa), em virtude dos seus profundos efeitos para o ambiente, é uma questão de interesse mundial e exige que os aspectos jurídicos, ecológicos e éticos sejam investigados por órgãos internacionais independentes antes da continuação da investigação e dos testes; deplora que o Governo dos Estados Unidos tenha repetidas vezes recusado enviar um representante testemunhar, na audição pública ou em qualquer outra reunião subsequente da comissão competente, sobre os riscos que comporta para o ambiente e para as populações um programa de investigação sobre as radiações de alta frequência (HAARP) financiado actualmente no Alasca;

28 - Solicita ao Grupo de Avaliação das Opções Científicas e Técnicas (STOA) que aceite apreciar as provas científicas e técnicas fornecidas em todos os estudos sobre o HAARP a fim de avaliar a exacta natureza e o grau de risco criado pelo HAARP, tanto para o ambiente local como mundial e para a saúde pública em geral;

Mas, se descerem mais na página irão encontrar a descrição made in politburo do que era na altura a visão europeia sobre o sistema Haarp.

Report on the environment, security and foreign policy  (English)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A nova ordem mundial part4 (XXXVIII)

 Este padrão que Delors descreve-nos sobre a construção da UE, é hoje aplicado nas Américas subtilmente em prol da NAU (Noth America Union). O "modus operandis" da interdependência, solidariedade e cooperação, será explicado por Delors nesta última parte perante uma plateia que percebe perfeitamente o que este senhor quer dizer em cada frase.


Second  principle: the control of economic interdependence. There are three aspects to this in the Community. First of all there   is competition, which stimulates: the approach of the single  market, to which firms have reacted well in advance, has revived national economies which were in relative decline; mentalities are changing, the stage is set for keener competition, a more open attitude to the outside world.

Then there is cooperation, which strengthens: examples are  research policy, which should be closer to our firms, training and redeployment in industries faced with far-reaching change, and  the development of infrastructure networks.

Finally there is solidarity, which brings us closer together: this is embodied in the policy of economic and social cohesion, which is designed to give each region a real chance and sets us on a growth path which will be beneficial to all. Competition, cooperation, solidarity: these are the three inseparable aspects of the organization of Europe, the management of interdependence  in this continent of ours. In other words, a positive-sum game.

- Os governos pouco têm a dizer, implementam este pensamento solidário usando para isso a sua máquina estatal mas também e o mais importante, usam as fundações que financiam conseguindo assim penetrar mais facilmente no tecido social de modo a alterar as percepções de uma sociedade sobre um determinado assunto.

Third principle: the importance of the law, which ensures that the rules are accepted by all the players, so avoiding diktats and the  domination of one state over the others. Each member country, whatever its size or strength, can say its piece and make its contribution to the common venture.

Finally, the fourth principle: the need for an effective decision-making process.This is because, without strong institutions, the  will to cooperate is by itself not sufficient: the institutional set-up must  be such  that we are forced to achieve results, i.e. to take  decisions and act. 

To my mind the authors of the Treaty of Rome made a  fundamental innovation in giving the Community a memory enabling it to act and a decision-making system enabling it to go beyond the limits so often encountered by conventional international organizations.

But can these four principles, which make for the solidity of the European Community, be transposed for the construction of a world order?

My answer is "Yes, but". Yes, because in economic and monetary matters the order created is infinitely more stable internally than  what went before.Yes, because the discipline deriving from common rules is gradually penetrating our countries, and that is the sine qua non of fruitful cooperation.

But the set-up cannot be transposed as it is. First of all because the differences between levels of development are enormous. And then because civilizations, our conceptions of man, nature, society and even democracy itself, are very different. In the Community we have a great deal in common on these points. 

- Como descrevi atrás, todas estas diferenças precisam de ser reduzidas de modo a sentirmos que estamos todos mais ou menos nivelados , claro que o dinheiro não entra neste esquema pois essa é a forma dissimulada de a elite ter sob controlo quem ouse desafiar este totalitarismo.

But this is not true everywhere on our planet, if only because democracy is still far from being the ruling principle for everybody. And finally because giving birth to institutions to which sovereignty is to be transferred and which are to be given power to manage cooperation and settle disputes is a slow and arduous process.

- Delors neste parágrafo diz-nos para que serve a democracia, com tudo o que escreveu atrás neste texto não é difícil de perceber...pois não? É uma ferramenta nada mais, assim como a ditadura, não é a evolução final de uma sociedade, pois apesar de se conhecer o termo e a sua primitiva forma de implementação, só foi aplicada na Europa há pouco tempo, isto tendo em conta é claro as centenas de anos que os países europeus têm nas "pernas".

To convince ourselves of this we have only to think back to the woes of the League of Nations, whose failure so marked Jean Monnet, or to measure the progress made in recent years by the United Nations; but let us not forget the obstacles still lying in its path.

The contribution that the Community as such can make to the new world order can, to use an image from the plant world, be considered something of a hybrid, what is produced by crossing a world power with an international organization. I have been struck by the gradual emergence of the Community in this dual role on the international stage.

First it is an entity which is gradually equipping itself with the means of influencing world affairs, commensurate with what unites us and the essential common interests of the Member States. I do not doubt that the Community will thus be contributing to a more stable and more equitable world order, as is testified by the declarations which the Community signed jointly with the United States in 1990 and with Japan in 1991.

It is also a mediator and arbitrator, when you think of the upheavals in Central and Eastern Europe and the Community's role in the Yugoslav conflict - our observers on the spot and our  presence at the peace conference today alongside the United Nations in Geneva. There is also a support function, when you consider the interlinking of the Community's humanitarian aid operations with those of non-governmental organizations and UN agencies. 

This is a new departure which is worth thinking about for the future, and it raises a new question: where do the rights and duties of "interference" start and finish? The Community is perhaps in a better position than others to give an unbiased answer to this question.The conclusion, Your Excellencies, Ladies and Gentlemen, is that the Community's contribution to a new world order is, like the Community itself, something original: a method which will serve as a reference, a body whose presence will be felt.

Fim.

Este é um texto para se ler muitas vezes porque descreve-nos com precisão o que passado 2 décadas estamos a viver, transição é a palavra mágica, tal como num laboratório a constante mutação acontece até se obter o resultado final desejável da experiência.
Aprende-se mais com Delors nesta ocasião do que a ouvir o zum zum dos media ou a escutar os servos de São Bento/politburo europeu a pregarem maravilhas sobre a EUSSR. 

São duas realidades bastante distintas sobre o mesmo corpo, sobre a mesma experiência. Tal como Machiaveli escreveu há mais de 400 anos, têm de existir sempre duas versões sobre o mesmo facto, uma formal e outra informal. Temos a sopa que se dá aos pobres e depois temos a verdade tão bem ilustrada nestes 4 capítulos pelo senhor Maastricht.

Assuntos Relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/06/nova-ordem-mundial-part1-xxxv.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/05/eussr-parte1-xxxii.html

terça-feira, 7 de junho de 2011

A nova ordem mundial part3 (XXXVII)

As ovelhas, as estúpidas das ovelhas!!!

Aqui fica o link que contém o discurso de Jaques Delors no RIIA em 1992.

E de seguida a continuação do mesmo....

I would add - and I will not go into detail - that economic  integration, unless it is backed by a strong political will, will not in itself produce stronger international institutions or help create world government.This is why, although the need for a new world  order is self-evident, our era is one of trial and error or, as the  harsher critics among us would have it, of impotence, inability to take on world challenges.

- A nossa era é de experimentação, adaptação, mutação constante da identidade que define uma pessoa, um grupo, ou um pais. Todas estas crises, económicas, ecológicas e sociais são fabricadas de modo a introduzir o medo como forma de estar numa sociedade, é o medo do desemprego, é o medo dos juros da divida, é o medo do aquecimento global, é o medo de mais uma guerra, choque sobre choque, até as pessoas começarem por fim a quebrar mentalmente.

- Mas as ovelhas, as estúpidas das ovelhas, não se apercebem da fabricação constante destes medos, como procuram sempre algum salvador da pátria para lhes dar a segurança da "normalidade".

- Não entendem que se todos tivermos o mesmo medo então seremos mais maleáveis em abdicar de liberdades em prol desse medo desaparecer, coisa que nunca acontece. Por exemplo o terrorismo irá permanecer durante décadas porque serve um propósito, nada mais, quando deixar de ser util, é como se nunca tivesse existido.

- Brzezinski chama aos talibans o que nos anos 80 eram os mujahideen, povo islâmico fortemente financiado e armado pela elite que este homem representava, de modo a combater os soviéticos no Afeganistão.

- Eu chamo-lhes de povo e não de grupo islâmico porque eles não passam de Afegãos. 

If we are to resist the forces of fragmentation, protectionism and exclusion, we must be more than just aware of our interdependence. We must move on and manage it, setting common objectives and applying common rules. Can the  European Community, the product of a very different context, born of hostility and incomprehension, provide a blueprint for the creation of this new world order?

- A aplicação de regras comuns é essencial para controlar o mercado a que se destinam as regras, mas também porque quebra sempre uma lei nacional em favor de uma lei internacional.

The European Community contribution,The Community experiment in interdependence in a common framework without
being under the domination of any one nation must be the longest-running. It has its limitations, but it is a living process and an enriching one. In the context of a new world order it is certainly worth observing, even if the principles governing it cannot necessarily be reproduced. Let us deal right away with an objection that many have considered significant, but which will hardly stand up to close examination any longer: that is the image of Fortress Europe, the European Community as an economic bloc.

Unlike the attempts at regional autarky in the 1930s, the European Community has shown for a long time that it is a factor for growth  in international trade and its increasing liberalization. Our trading  partners are gradually being won over to the idea that regional integration has a dynamic impact on all, and the European model  is an inspiration for others - witness the recent agreements concluded by the United States, Canada and Mexico.

- Sendo este texto de 1992, vejam bem ao tempo que a unificação está sendo preparada nas américas.

So, having disposed of that canard, let me come to what seems to me the most interesting aspect for the matter at issue: the principles governing the Community, and their relevance to the establishment of a new world order. Thirty-five years after the European Community was set up, I believe it is not too presumptuous to claim that it still has something revolutionary about it, that it is something of a "laboratory" for the management of interdependence. What are these principles?

- Estamos na época de "trial and error" disse Delors à pouco, e nós somos as cobaias, os ratinhos que têm de ser estudados e guiados para ver a interdependência de um país e por arrasto a pessoal como algo benéfico.

I would pinpoint four. The  first  principle may seem very remote, given the failure of  the collective memory; that is, exchanges and cooperation between peoples. At a time when hatred, or simply ignorance and fear of others, is troubling that part of Europe  which has just emerged from the totalitarian nightmare, let us not minimize our gratitude to the men and women who gathered at the Hague Congress in 1948 - first among them Sir Winston Churchill - and set their faces against any notion of revenge, of congenital distrust between peoples. 

They rejected the view that "To the victor belong the spoils" - a philosophy which had dominated many postwar treaties, in which the germs of the next war are planted in the peace settlement, which seek first to satisfy instincts for power and short-term  interests. 


The founding fathers of Europe had the wisdom to set our  countries on a path of solidarity and cooperation which would seem to make any return to the old demons impossible. Our peoples have learned to know each other, to talk to each other and to appreciate each other; this is the key to everything.  Naturally, it does not preclude differences of opinion and arguments, but in the final analysis there is a determination to work out positive compromises.

- O que ele nos está a dizer é que implementaram uma nova  filosofia na Europa, onde, qualquer país que tenha um problema então todos têm de estar solidários e ajudar. Levar as pessoas a reverem-se nos assuntos que só dizem respeito por exemplo aos Franceses ou alemães é a chave para a "causa comum".

Continua...

domingo, 5 de junho de 2011

A nova ordem mundial part2 (XXXVI)

Continuação do discurso de Jacques Delors no Royal Institute Of Internacional Affairs (Chatham House)...

Today many economists speak of the transition to a new stage - a quantum leap to a worldwide single market. There is plenty of evidence of this; the international credit card in the consumer's wallet is particularly symbolic.The globalization of difficulties is a no less obvious underlying trend: the frontiers are coming down and we must work together. We all realize that the developed world needs the Third World's help with a number of parameters that rank high on the political agenda - demographic pressure, degradation of the environment, nuclear proliferation and  overarmament, the drug trade, organized crime and AIDS are the names of the game.

- A partir do momento em que o mundo se tornar num único mercado livre acabou-se, não há mais volta a dar porque qualquer solução passará sempre pelas mãos das Nações Unidas cujos tratados são irrevogáveis unilateralmente.

The  global dissemination of information means that ideas can  circulate and public opinion can adopt a common way of thinking to such an extent as to justify talk of a universal conscience.

- Reparem bem neste ponto porque diz muito do que eles querem para o mundo. Só se consegue uma consciência universal se todos tivermos a mesma maneira de pensar, é o que Delors quer dizer neste ponto. Mas, mesmo havendo uma disseminação global de informação, as ideias espalhadas levarão a um modo de pensar comum, à tal consciência universal, o que nos diz que a informação providenciada é controlada pelos big boys pois de outro modo as múltiplas ideias degenerariam na individualidade do pensamento.

- Rejeitem sempre este slogan, que mais não significa do que a abdicação dos direitos individuais em prol do universalismo da treta.


- Tal como é o dia em que se desligam as luzes dos monumentos por uma hora em todo o mundo de modo a combater o aquecimento global, este é um exemplo perfeito de como treinam as pessoas a aceitar a ideia de que o homem é o perigo para o ambiente, assim quando racionarem a electricidade em casa dos crentes, a justificação pelo acto já está bastante embutida no cerebro de modo a ser aceite pelo otário que ficará sem um hora  de electricidade em casa, no mínimo, tudo para salvar o mundo.

The oppressors will go on oppressing, of course, the victims of persecution will continue to flee, and as barriers come down in one place they will spring up in another. But it is more and more difficult to remain ignorant or indifferent; hypocrisy and impunity are under attack. International apathy about human rights violations will not be able to hide behind the pretext  of immutable,  inviolable  national  sovereignty much longer.

In all the debates going on now, the moral duty to come to the assistance of peoples whose very life is threatened is regularly brought to the fore; despite difficulties of implementation, it might well become a legal duty.

There is a downside to this relatively optimistic vision, one which focuses on the limitations, the ambiguities, the fragility of the familiar trends which I have just described. Limitations not least because economic integration remains primarily the preserve of the Community, the United States and Japan.These Big Three of the international economy represent only 13.5% of the world's population, eve if they do account at the moment for two thirds of its output.

For some the alternative scenario to integration is fragmentation; they would refer to that part of the developing world where the  demographic change is slow to emerge, where the process of economically catching up has ground to a halt, where  revolutionary ideologies are far from dead and buried.  

At a time when there is so much talk of the "global village" it is surely paradoxical that part of the southern world seems almost to be removing itself from history, closing the door, hostile to penetration from outside. Limitations also to the birth of what I  have called the "universal conscience".

- "Para alguns o cenário alternativo é a integração através da fragmentação.". Delors dá-nos a conhecer o método usado na Jugoslávia, dividir para conquistar foi o que fizeram e com sucesso devo dizer. Para esses já não houve consciência universal.

- A partir do paralelo 40 para baixo é tudo para democratizar, ou seja os muçulmanos estão fodidos assim como os africanos, coisa comum, mas desta vez o assalto é mesmo ao regime, transportam a democracia carregada de sangue e bombas de modo a abrir portas nesse mundo hostil que não aceita o sonho de uma vila global.

The information explosion, the development of the open economy, the spread of democracy, do not prevent us taking very different roads. Far from it.The upsurge in fundamentalisms provides the  most striking example. For the rapid globalization of the economy is also a source of anxiety top peoples keen to strengthen their sense of belonging to communities with which they identify, on which they have a hold. In extreme cases - so much in evidence - claims and counterclaims can cause conflict between peoples  who have long lived side by side. And the problem here is serious,  because the right to self-determination is just as important a principle today with the throwing-off of the communist yoke as it was yesterday in the days of decolonization. 
  
Continua...

Assunto relacionado:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/06/nova-ordem-mundial-part1-xxxv.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/mao-invisivel-xxiv.html

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A nova ordem mundial part1 (XXXV)


Sempre falei aqui da nova ordem sem nunca a ter mencionado directamente e tento fornecer os dados para que vocês mesmo retirem as vossas conclusões. Aqui explora-se antes os caminhos que levarão ao acto final, se é que me entendem....
Não uso slogans e também não uso da minha opinião sem provas, pois prefiro os factos contra os quais os argumentos tornam-se mais difíceis de ser aceites.

Poderia escrever sobre o tema usando o livro de H.G. Wells, "the new world order", ou pegar no livro "o impacto da ciência na sociedade" de Bertrand Russell ou ainda em Carroll Quigley com as suas obras monumentais que preenchem os espaços em branco na história mundial, mas não o farei.

O discurso que vos trago aqui foi dirigido a uma plateia de topo. Em Setembro de 1992 Jacques Delors discursa perante o Royal Institute Of International Affairs (Chatham House). Para um discurso deste tipo só mesmo a casa mãe de todos os sonhos é que serve.

O título chama-se "a comunidade europeia e nova ordem mundial", por isso para quê divagar, quando temos nas palavras de uma figura iluminada, o senhor Maastricht, livre de conspirações creio eu, a explicação de como alcançá-la e o mais importante de tudo, afinal sempre existe....

Agora, será que o slogan que este senhor vai repetir até ao exaustão é o mesmo que se escreve por aí? Será que é o mesmo slogan que o senhor Almeida Santos usa para título do seu livro?

Claro que sim, o que me deixa a pensar no papel dos media e naqueles comentadores que ou acreditam de facto que os políticos são o supra sumo nas decisões que importam para um país, ou então se sabem e vão para a televisão dizer que o problema é a economia então estão lá apenas para vos distrair nada mais, porque não falam a verdade. Além de serem covardes é claro.

Não vale a pena remar contra a maré, porque qualquer um, doutrinado para acreditar nesta realidade, jamais irá olhar para as provas ou evidências de que existe algo mais, nem mesmo sendo J. Delors a dizê-lo.

Se lhes mostrassem este texto e pedissem para explica-lo, esses papagaios arranjariam sempre uma maneira de distorcer e manipular o óbvio, de forma a não por a nu as suas profundas e enraizadas convicções. Por isso é que a grande maioria rejeita esta hipótese e prefere algo mais familiar, têm medo que possam ter estado enganados a sua vida toda, então, rejeitam preliminarmente todo e qualquer facto, preferem inventar culpas e remédios para uma doença que eles não sabem sequer que existe ou ignoram.   

Não tenham a menor dúvida, eles são a doença, escumalha de humanistas que se julgam deuses, pois é isso que pregam em todas as lojas maçónicas e sociedades secretas, a doutrina luciferiana.

Assim sendo, creio eu, que este texto prova inequivocamente, a existência do termo tal como o conhecemos, incluindo o seu significado.

Your Excellencies,
Ladies and Gentlemen,
 
I would not presume to offer such an illustrious audience as this the last word on the new world order of which President Bush spoke in September 1990 when the Gulf Crisis was building up.  

Some have spoken of the end of history, as though the new world order was already in place; others think this is an illusion and prefer to speak of the new world disorder. Both camps fail to recognize that devising a new system of international relations will take a long time, especially after a forty-year ice age.

The old world was organized around two forces working for integration - ideology was one of them and the nuclear deterrent was the other. The new world is looking for new approaches and  new frameworks. The situation is no longer as clear as it was, now that our options are wide open again. But that should not make us unduly pessimistic,for in a world that is moving again, however chaotically, there is the prospect of a climate of hope that was virtually inconceivable in the Cold War era.

Growing interdependence - problems and questions, The interdependence of the world's nations seems somehow  inevitable, though it must evolve in an orderly fashion; the reality is there, but we have not yet grasped it fully enough to devise the  principles and rules of the new international game.

- A interdependência dos países é inevitável, diz o senhor, sabendo de antemão que é um dos primeiros passos para os países aceitarem tudo o que lhes é imposto. Fica-se dependente em tudo, até no dinheiro, basta olhar para o miserabilismo de Portugal.

Perhaps the simple fact is that we are at the beginning of an evolutionary trend. Well, events will not wait for us; we must be ready with our response.Talk of the interdependence of our national economies is now commonplace.You know what I mean - world trade is expanding rapidly, faster than production itself;

Financial markets are growing more closely integrated, thanks to information technology and deregulation; business strategies are devised in an international perspective, with direct foreign investment growing at an annual rate of 34% in the 1980s and international sales within firms in the same groups representing 40% of all world trade.

Continua....

quinta-feira, 26 de maio de 2011

EUSR Parte3 (XXXIV)


Se perguntar-mos às pessoas qual a maior necessidade civilizacional de que o homem necessita para se desenvolver, creio que grande parte responderá e bem o petróleo. Gerador de desenvolvimento como nenhuma outra matéria prima o conseguiu até hoje, é visto actualmente como uma aberração por razões religiosamente ecológicas.

Mas como não vivemos só de petróleo, existem outras necessidades primárias à nossa sobrevivência que têm de começar a ser negociadas em SDR, ou seja o objectivo final é que todas mas todas essas necessidades sejam negociadas em special drawing rights.

Para quem está a ler esta última parte como se fosse a primeira, isto e isto resolverão a confusão mental....

2.4.3 - The development of SDR-denominated financial instruments and markets in which to trade them should be encouraged....These measures would greatly strengthen confidence in the liquidity of SDRs (i.e. their marketability, acceptability by all countries, convertibility to the dollar and other currencies, and use as a unit of account and settlement for oil and other commodities).

Other commodities sintetiza o que tenho escrito aqui. Qualquer país europeu que compre matéria prima nos mercados terá que entregar os seus euros para ter acesso à mesma, porque de outra forma passa a não conseguir alimentar as necessidades populacionais. É isso que eles querem com este ponto. Irreal? Não me parece de todo.

Vai bem de encontro ao que as Nações Unidas pretendem para o mundo, um controlo total sobre...tudo, incluindo a água. Hoje em dia a água (other commodity) começa a ser utilizada como troca comercial, o que significa uma privatização dos reservatórios de água doce de modo a ter-se esse recurso sempre disponível.

3. Promote dialogue and policy coordination to provide stability, confidence and balanced adjustment

3.1 - Foster greater efforts in the peer monitoring and assessment of the full range of economic policies that impinge on countries balance of payments and exchange rates.


4 - Strengthen the role and legitimacy of international institutions

4.1 - Rebalance subscriptions to and voting rights within the IMF more rapidly and more radically than is currently taking place. These changes are needed to improve governance of, and increase international confidence in, the IMF.

A governação é sempre escolhida como figura constitutiva de poder, nunca escolhem a palavra governo, "governance" difere de "government" no sentido em que na primeira palavra só se vislumbra uma nuvem escura, onde existe poder mas ninguém do povo sabe quem manda, ao passo que na segunda tenho de ter pelo menos um corpo presente a gerir o roubo. Usam sempre a palavra governação como forma de habituação, um pouco como a palavra global que veio substituir a palavra mundial em tudo o que é comunicação social.

4.3 - Mandate the IMF to deal with currency misalignments and promote monetary coordination, or establish an institution for this purpose. Such an institution could start as a caucus of the countries issuing the reserve currencies – the United States, the Eurozone, the United Kingdom, Switzerland and Japan.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      
Ora aqui está mais uma vez, criar uma nova instituição que faça no mundo da finança o que a organização mundial do comércio faz pela troca de bens a nível internacional, pois neste caso (OMC) é disso que se trata, controlar as matérias primas por exemplo.

Este documento têm de ser visto como um guia porque é assim que as instituições de caridade funcionam, de facto eles estão a explicar como se deve proceder de modo a tomar o poder ao sistema financeiro. Esta é apenas uma parte do assalto, o controlo cultural, educacional e social vai mais avançado com tratados e politburos inúteis.

http://www.chathamhouse.org.uk/

Mas as ovelhas, as estúpidas das ovelhas, ainda não perceberam que se está a construir um regime secular, algo delineado à muito tempo, com alterações é óbvio, mas o rumo mantêm-se e creio que ganham a cada dia que passa. Um Império que por ter estudado os anteriores regimes sabe perfeitamente o que deve ou não de fazer de modo a secularizar o mundo. 

Com base numa ideologia socialista/comunista onde não se vê o rio de merda, eles, tentam-nos manter eternamente felizes, felizes minha gente, através do materialismo que as guia para o pasto verde, distraindo-as durante meses senão mesmo uma vida inteira. 

Criou-se o RIIA para a Europa e o CFR (council on foreign relations) para o continente americano com o intuito de unificar México, Estados Unidos e Canadá.

E a Ásia?

Na Ásia, o problema será os australianos aceitarem ficar sob o controlo dos chineses, não será fácil, terão de regredir cultural e economicamente o suficiente para os próprios australianos aceitarem essa ideia.
Com a agenda21 implementada fortemente nesse país e a destruir com imposições e taxas de carbono a agricultura, a construção do chamado "the Pacific Rim" têm o mesmo fim que as suas irmãs. Três tipos de governação sombra para três regiões e África logo se vê.

terça-feira, 24 de maio de 2011

EUSR Parte2 (XXXIII)

Não fume pela sua saúde!!!

Se no primeiro artigo desta série dou-vos a conhecer o que vai acontecer ao dólar, neste mostro-vos os métodos pelos quais pretendem arruinar a moeda de reserva.
O pdf da chatham house pode ser encontrado aqui....
  
1 - A multicurrency reserve system for a multipolar world economy
1.1 - Develop a multicurrency reserve system that is appropriate for a world of regional trading blocs – Europe, Asia, the Americas – alongside a still preeminent dollar

É curioso, já Karl Marx deixava de lado África quando falava das 3 regiões que o mundo deveria de construir. 3 regiões cada qual com um parlamento englobando os vários países inseridos, que depois estarão sob a batuta das Nações Unidas.

Como podemos ler neste texto nada mudou desde o tempo de Marx, o sonho mantêm-se.

1.2 - Encourage a more extensive use of Special Drawing Rights as a supranational currency alongside international reserve currencies....

Encourage é a palavra chave aqui, porque representa o incrementalismo que eles pretendem impor para que no momento certo os SDR assumam o papel de salvador das economias e para isso acontecer o mundo financeiramente têm de desabar. De que outra forma é que irão conseguir enganar os povos que usam as moedas mais fortes do mercado?

1.3 - Promote cross-border dialogue and policy cooperation in order to manage the transition from a system based on the dollar to a multicurrency one.

Vêem? Está aqui escrito, claro como a água, a substituição do dólar pelos SDR. Lembram-se da definição de SDR? "The SDR is not a currency but a basket of currencies...". Como eu adoro quando eles aplicam noções orwellianas.

2 - Increase the use of the Special Drawing Rights

2.1 - Expand the supply of SDRs in a frequent, predictable and politically independent way, so as to increase the existing stock at least in line with world GDP, gradually reducing the accumulation of dollars.

Creio que os americanos deveriam de estar muito preocupados com o que está escrito neste documento, a partir daqui explicam como vão implodir o dólar...e tudo o que lhe está associado, incluindo é claro o que necessitamos para sobreviver, coisas sem importância nenhuma.
A parte sublinhada a vermelho demonstra bem os números envolvidos.

2.2 - Establish a new committee (the ‘International Monetary Policy Committee’) to produce regular recommendations to the IMF board for new SDR allocations.

Claro está bem ao estilo da Nova Moscovo, mais um comité de parasitas que ninguém elegeu.

2.3 - Establish a substitution account under the IMF into which member countries can deposit dollars, euros, yen or sterling, and receive the equivalent amount in SDRs in their account based on the exchange rate then prevailing. 

Com metade dos países em ruína e a outra a caminho, qual seria o uso que os países dariam aos SDR?

Para aqueles que não perceberam ainda muito bem o que estão a ler ou a sua importância, eu explico o esquema, nós pagamos em euros ao estado, ou na pior das hipóteses em bens que depois de vendidos convertem-se em euros, então o estado pega nesses euros e deposita-os nessa tal conta e recebe o equivalente em SDR, o que significa que só estado é que os pode usar, ou as empresas.

"Bretton Woods pode ter sido abandonado nos anos 70 apenas porque o objectivo nessa altura já estava mais que criado, o Banco Mundial e o FMI mandam no mundo económica e financeiramente e o banco deles é o bank for international settlement sediado na Suíça.

É o banco dos bancos, sem lei que lhe oponha, é a mais perfeita obscuridade financeira e adoram ouro, as vitimas entre  1939 e 45 que o digam. Estes tipos financiaram as duas partes e ficavam com o ouro. Como nos vão financiar agora, ou de onde é que pensam que vêm o cheque da troika?????"

Continuando...

2.4 - Take steps to increase the use of and demand for SDRs, beyond official circles, in international trade and finance:
2.4.1 - The IMF should permit SDR accounts to be opened by private-sector actors.

Ora aqui está o busílis da questão, a corporocracia com o seu feudalismo económico só entra neste patamar, só depois de estar tudo oficializado e passado os trâmites legais e constitucionais é que os actores privados entram...Isto está numerado é por alguma coisa.

2.4.2 - The IMF or another suitable provider should create a settlement system, so that transactions denominated in SDRs can take place directly between buyers and sellers on a secure and transparent platform.

Aqui temos a troca directa de SDR entre empresas e os governos sem que o FMI entre na equação, é uma espécie de liberalização para o mercado futuro.

Assunto relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/05/eussr-parte1-xxxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/os-senhores-feudais-xxv.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/por-quem-os-sinos-dobram-parte-2.html

domingo, 22 de maio de 2011

EUSR Parte1 (XXXII)


Estamos todos impávidos e serenos a assistir a uma transferência de poderes na EUSR com os senhores feudais a ficarem na posse das economias dos países que obrigatória e planeadamente tiveram que pedir assistência monetária. É escandaloso, tanto mais que os media até se fazem de burros ao ponto de não olhar para o óbvio...

Os nossos políticos, assim como os gregos ou os Irlandeses não têm capacidade de decisão numa situação destas, mesmo que não soubessem de antemão, é muito fácil arruinar estes países, mesmo muito fácil, ou não foi essa a intenção do senhor Rothschild quando criou os títulos de obrigações que metem os países e respectivos povos em divida constante. Humm?

Ora, a única parte do bolo que hoje em dia ainda falta centralizar são as próprias economias dos Estados membros, cuja soberania para gastar o dinheiro onde é preciso ainda lhes pertence.
As pessoas têm de perceber que daqui para a frente, assuntos relacionados com aumentos dos salários ou construções de infra-estruturas deixaram de estar na posse dos ditos incompetentes nacionais, logo as suas promessas são ainda mais irrelevantes.

O primeiro passo tinha de ser dado, o facto de haver um risco sistémico de mais países poderem falir serve de pretexto para se criarem leis que liguem os vários sistemas monetários e financeiros. Portugal, Grécia e Irlanda servem como arma de arremesso ás populações dos restantes países para se instalar a tal austeridade/Pobreza tão necessária para salvar o mundo uma vez mais...

O próximo PDF a ser apresentado é um relatório que saiu directamente da Chatham House (RIIA) cujas recomendações para um novo sistema financeiro são no mínimo perigosas.
Podem saber um pouco mais sobre o RIIA, aqui. É o grupo Think Tank mais importante fora dos Estados Unidos e o grande obreiro da EUSSR.

http://www.chathamhouse.org/publications/papers/view/109263

"Beyond the dollar", rethinking the international monetary system

O título têm este nome deveras original, o que deixa denotar que o dólar vai à vida e repensar o sistema monetário é o mesmo que reescrever numa folha em branco.

Executive summary and recommendations:

"The international monetary system is a lightning rod for tensions in the world economy. Its shortcomings may fuel protectionist pressure."

E como é óbvio eles não querem os países a praticar o proteccionismo porque isso implica proteger as populações, a economia, a sociedade em geral. Então, um dos grandes slogans é estabilizar o sistema monetário internacional de modo a não haver protecção.

"This decade will certainly be one of transition. We do not expect a big bang, but a long, gradual process of incremental change and adjustment. However, whether this transition and the rebalancing of the world economy will be smooth remains to be seen."

Este parágrafo já nos começa a dizer alguma coisa. A década da transição, tal como explico aqui é a transferência do sistema financeiro e monetário para as mãos dos senhores feudais. E isto serve para qualquer país, aqui não há excepções.
Um processo gradual de mudanças no sistema que pode durar anos, quando chegar o momento certo avançam para uma nova etapa, até lá vão implodindo economias de certos países.

"Policy cooperation should aim to avoid any protectionist reaction to exchange rate movements. It should also help prepare the ground for a smooth transition to a more appropriate system by fostering the exchange of information and cooperation among the world’s main trading areas."

O proteccionismo cerra-lhes as portas que levam à exploração, por isso é que só quando o poder económico e financeiro for concentrado nas mãos de 2 ou 3 empresas com logo institucional é que eles ficam descansados.

"There is an argument for moving towards a multicurrency reserve system in line with the multipolar world, as well as expanding the use of a supranational currency such as the Special Drawing Right (SDR)"

É UM FACTO, eu insistir bastante neste ponto, mas as pessoas têm de entender no que os países se tornarão caso a moeda de reserva passe a ser os SDR.

O que é SDR?

"The SDR is not a currency but a basket of currencies currently comprising the dollar, the Japanese yen, the euro and the pound sterling. The relative weights of these currencies are adjusted every five years."

Grande parte dos recursos naturais compram-se ou negoceiam-se em dólares, ora, se temos a substituição da moeda de reserva quer dizer que os senhores feudais ficam na posse não só das economias através dos planos de pobreza, como os países para comprar esses recursos têm de os "trocar" por SDR. compreendem? fecha-se um circulo, pois no caso europeu já só falta a agregação do sistema financeiro e monetário.

Continua....

terça-feira, 17 de maio de 2011

Flúor 4 (XXXI)


Era para terminar a saga como sempre na terceira parte mas não resisto a mostrar-vos (e poderão fazer o download) um artigo escrito por um professor de química da Universidade de St. Lawrence, de seu nome Paul Connett.

As 50 razões para nos opormos à fluoretação

- Fluoride is not an essential nutrient (NRC 1993 and IOM
1997). No disease has ever been linked to a fluoride deficiency.
Humans can have perfectly good teeth without fluoride
.

- Fluoride is a cumulative poison. On average, only 50% of
the fluoride we ingest each day is excreted through the kidneys.
The remainder accumulates in our bones, pineal gland, and
other tissues. If the kidney is damaged, fluoride accumulation
will increase, and with it, the likelihood of harm.

- Fluoride is very biologically active even at low
concentrations. It interferes with hydrogen bonding
(Emsley
1981) and inhibits numerous enzymes (Waldbott 1978).

- When complexed with aluminum, fluoride interferes with Gproteins
(Bigay 1985, 1987). Such interactions give aluminumfluoride
complexes the potential to interfere with many hormonal
and some neurochemical signals
(Strunecka and Patocka 1999,
Li 2003)

- Fluoride has been shown to be mutagenic, cause
chromosome damage and interfere with the enzymes involved
with DNA repair in a variety of cell and tissue studies
(Tsutsui
1984; Caspary 1987; Kishi 1993 and Mihashi 1996). Recent
studies have also found a correlation between fluoride exposure
and chromosome damage in humans (Sheth 1994; Wu 1995;
Meng 1997 and Joseph 2000).

- Fluoride forms complexes with a large number of metal ions,
which include metals which are needed in the body (like calcium
and magnesium) and metals (like lead and aluminum) which are
toxic to the body. This can cause a variety of problems. For
example, fluoride interferes with enzymes where magnesium is
an important co-factor, and it can help facilitate the uptake of
aluminum and lead into tissues where these metals wouldn't
otherwise go
(Mahaffey 1976; Allain 1996; Varner 1998).

- Rats fed for one year with 1 ppm fluoride in their water,
using either sodium fluoride or aluminum fluoride, had
morphological changes to their kidneys and brains, an increased
uptake of aluminum in the brain, and the formation of beta
amyloid deposits which are characteristic of Alzheimers disease

(Varner 1998)

- Animal experiments show that fluoride accumulates in the
brain and exposure
alters mental behavior in a manner
consistent with a neurotoxic agent
(Mullenix 1995). Rats dosed
prenatally demonstrated hyperactive behavior. Those dosed
postnatally demonstrated hypoactivity (i.e. under activity or
"couch potato" syndrome). More recent animal experiments
have reported that fluoride can damage the brain (Wang 1997;
Guan 1998; Varner 1998; Zhao 1998; Zhang 1999; Lu 2000;
Shao 2000; Sun 2000; Bhatnagar 2002; Chen 2002, 2003; Long
2002; Shivarajashankara 2002a, b; Shashi 2003 and Zhai 2003)
and impact learning and behavior (Paul 1998; Zhang 1999,
2001; Sun 2000; Ekambaram 2001; Bhatnagar 2002).

- Five studies from China show a lowering of IQ in children associated with fluoride exposure (Lin Fa-Fu 1991; Li 1995;3
Zhao 1996; Lu 2000; and Xiang 2003a, b). One of these studies
(Lin Fa-Fu 1991) indicates that even just moderate levels of
fluoride exposure (e.g. 0.9 ppm in the water) can exacerbate the
neurological defects of iodine deficiency

- The only government-sanctioned animal study to investigate
if fluoride causes cancer, found a dose-dependent increase in
cancer in the target organ (bone) of the fluoride-treated (male)
rats (NTP 1990). The initial review of this study also reported an
increase in liver and oral cancers, however, all non-bone
cancers were later downgraded – with a questionable rationale -
by a government-review panel
(Marcus 1990). In light of the
importance of this study, EPA Professional Headquarters Union
has requested that Congress establish an independent review to
examine the study's results (Hirzy 2000)

Por fim, deixo-vos com mais uma parte do mini documentário, the professional perspectives on water fluoridation, onde se explica claramente que o fluoretação é farmacologia do século passado, nada mais que isso...





Assunto relacionados:

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Flúor 3 (XXX)


A associação Brasileira de medicina biomolecular transcreveu um texto publicado em Maio de 2003 por cientistas e funcionários da EPA (Environmental Protection Agency), onde se denotava grande preocupação com o flúor e os seus efeitos nefastos tanto para o meio ambiente como para os humanos.

Na carta encontra-se isto...

EPA - "Compreendendo e apreciando as razões históricas para defender a fluoretação, os profissionais abaixo assinados reconhecem agora ter justas apreensões sobre a segurança e o impacto ambiental do flúor. Por sinal, essa declaração não é um relatório sobre a fluoretação e tão pouco não obriga os abaixo-assinados a qualquer tomada de posição, além do que é claramente expresso nesse documento.

Um breve resumo de eventos recentes, relatórios e pesquisas referentes às nossas preocupações, assim como uma lista de referências são suplementares a esse documento. Noventa e um por cento dos americanos que usam  a água fluoretada  estão ingerindo fluossilicatos, que incluem o ácido fluossilícico e o fluossilicato de sódio.

Vale dizer que essas substâncias são obtidas através de filtros depuradores de refugos industriais de fábricas de fosfatos/ fertilizantes. Os líquidos depurados dos filtros contêm contaminantes como arsénico, chumbo, cádmio, mercúrio e substâncias radioactivas e são legalmente considerados dejectos  industriais e portanto proibidos de serem libertados no meio ambiente. Deve-se registar que ao serem vendidas e não depuradas para as comunidades como agentes fluoretantes, essas mesmas substâncias são consideradas “um produto”,  podendo ser dispersadas através da água municipal fluoretada aos mesmos ecossistemas, aos quais jamais poderiam ser despejadas directamente.

Aliás, o fluoreto de sódio (pasta de dentes) usado na fluoretação também é um dejecto industrial que contêm contaminantes altamente nocivos. Constitui uma preocupação para nós que não existem estudos que indiquem danos ambientais ao ecossistema do salmão e dos vegetais e há  escassez de estudos quanto ao  impacto ambiental....

...Por sinal , o MCLG (nível contaminante máximo) para o arsénico, chumbo e partículas radioactivas que são todos contaminantes no líquido o que serve de base para a fluoretação é de  0.0 ppb(partes por bilião). Por conseguinte, qualquer aditivo de produtos fluoretados obtidos através de filtros industriais que  contenham os citados contaminantes à água do abastecimentos das cidades é contrário aos pretendidos objectivos sanitários determinados pela própria Agência de Protecção Ambiental."

Não mencionam uma qualidade ao flúor, porque não existe nenhuma, é tão simples quanto isso.

Em 1954 o director da Lee Foundation for Nutritional Research escreveu a um senhor chamado Charles E. Perkins por causa de um tópico contido no seu livro onde se lia a verdade sobre a fluoretação da água.

Perkins foi escolhido pela Inglaterra para ficar á frente dos destinos da IG Farben quando os alemães perderam a guerra. Era preciso desmantelar aquele complexo industrial e nesse processo Perkins descobre as várias maneiras que o nazis estudavam de modo a controlar as populações.

Nessa carta que Perkins enviou como resposta diz isto....

"Eu tenho a sua carta de 29 de Setembro pedindo mais documentação sobre uma declaração feita no meu livro. A Verdade Sobre a fluoretação da água, no sentido de que a ideia da fluoretação da água foi trazida para a Inglaterra pelo comunista russo Kreminoff. Na década de 1930, Hitler e os nazis alemães visionavam um mundo a ser dominado e controlado pela filosofia nazi do pan-germanismo.

Os cientistas químicos alemães elaboraram um plano muito engenhoso e de longo alcance de controle das massas, que foi submetido e aprovado pelo Estado-Maior alemão. Este plano consistia em controlar a população de uma determinada região, através da medicação na água potável. Com este método, eles poderiam controlar áreas populacionais inteiras, reduzir a população por meio de medicação na água que iria provocar mulheres estéreis, e assim por diante. Neste esquema de controle populacional, o fluoreto de sódio ocupava um lugar de destaque....

Repetidas doses de quantidades infinitesimais de flúor, reduzirá com o tempo, o poder individual para se resistir à dominação, lentamente envenena e narcotiza uma determinada área do cérebro, tornando-o submisso à vontade daqueles que desejam governá-lo.

A verdadeira razão por trás de fluoretação da água não é para beneficiar os dentes das crianças. Se esse fosse o real motivo existem muitas maneiras pelas quais isso poderia ser feito, que são muito mais fáceis, mais baratas e mais eficazes. O verdadeiro objectivo por trás de fluoretação da água é reduzir a resistência das massas à dominação, ao controle e á perda de liberdade.

Quando os nazis sob ordem de Hitler decidiram invadir a Polónia, tanto o Estado-Maior alemão como os russos trocaram ideias científicas e militares, planos, e pessoal.  O esquema de controlo populacional através de medicação na água foi amplamente aproveitado pelos comunistas russos, porque ajustava-se idealmente no seu plano de comunizar o mundo....

Todo este esquema foi-me dito por um químico alemão que era funcionário da grande IG Farben, e um proeminente nazi. Digo isto com toda a seriedade e sinceridade de um cientista que passou quase 20 anos, a investigar sobre a química, bioquímica, fisiologia e patologia do flúor - qualquer pessoa que beba água artificialmente fluoretada por um período de um ano ou mais, nunca mais será a mesma pessoa física ou mental".

PERKINS CHARLES E., Químico, 02 de Outubro de 1954.

E se tentarem procurar respostas não devem de ir longe porque duvido muito que alguma companhia das águas vos diga algo mais do que a palavra fluor...

Assunto relacionado:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/05/fluor-2-xxix.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/05/fluor-1-xxviii.html