sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mother´s Milk (3ª parte) LXIII

"By the time laboratoty medicine came effectively into the picture, the job had been carried far toward completion by the humanitarians and the social workers of the nineteenth century.
Their doctrine that nature is holy and healthful was scientifically naive but proved highly effective in dealing with the most important health problems of their age. When the tide is receding from the beach it is easy to have the illusion that one can empty the ocean by removing water with the pail."

R. Dubos, the mirage of health
New York: Perennial library, 1959, pág 23

Nesta última parte irei mostrar diversos gráficos sobre a evolução de algumas doenças no séc XX, infelizmente em Portugal parece que não existem dados sobre estas coisas, por isso teremos informação que provêm dos States. Já que a DGS é tão cuidada em ouvi-los, eu farei o mesmo.

Grande parte das pessoas pensa, (se é que pensam nisso) que, com a introdução das vacinas em massa assistiu-se a um declínio acentuado na mortalidade infantil e pela lógica de estarmos todos vacinados, o virus não se desenvolve porque a comunidade está protegida. Esta é a teoria, mas como pudemos ver isso não é bem assim, até porque existem certos factores externos e ambientais que fazem muito mais pela saúde de todos nós.

Basta olharem para África meus senhores, as milhares de vacinas já administradas aos bebes e crianças, não as impedem de contraírem essas mesmas doenças.

O senhor Bill Gates, em vez de prometer a promessa de erradicar seja lá o que for, poderia ajudar de facto, investindo dinheiro para construir saneamento ou água potável numa das aldeias que ele adora visitar, isso sim era fazer algo. É que, quando quando falamos de África e dos seus problemas, temos de retirar a nós próprios tudo o que consideramos por adquirido, saneamento, água potável, cuidados na higiene pessoal e uma boa alimentação.

Se tudo isto fosse implementado e generalizado em África acabaria-se com o slogan "salvar África", que muito jeito dá à filantropia para praticar os seus actos de bondade.

Ora bem, mas voltando ao tema em questão, podemos observar nestes gráficos apresentados em baixo as razões pelas quais as vacinas são um verdadeiro embuste. Em cada gráfico está representado a mortalidade da doença desde 1900 a 1973 e o tempo de introdução da vacina no mercado.


Como podem ver a vacinação em massa não trouxe benefícios pois grande parte do decréscimo da mortalidade deve-se em traços gerais a uma melhoria da qualidade de vida.
O sarampo (Measles) é o caso mais gritante, pois a queda acentuada da mortalidade têm inicio muito antes da introdução da vacina. Creio que caso retirassem as vacinas à equação muito certamente esses gráficos iriam assumir a trajectória apresentada.

Os gráficos podem ser encontrados num estudo com um nome extremamente peculiar, The questionable contribute of medical measures to the decline of mortality in the United States in the Twentieth century.
Não só questionam esse contributo, como apresentam argumentos de contra-peso, In Your Face, por assim dizer, irrefutáveis para mim, basta ler quais os departamentos de universidades e institutos que colaboraram neste estudo.


Os próximos gráficos a mostrar já não se encontram no estudo apresentado em cima....

Neste exemplo podemos ver claramente o stress respiratório que é induzido através da vacina após a sua administração no dia 0, as setas na vertical representam os picos máximos após a vacinação, enquanto as setas na horizontal demonstram uma normalidade na respiração dos bebes, antes da vacinação.


Em 103 crianças que morreram com o síndrome de morte súbita, 70% tinha recebido a vacina tríplice DTP, o que para mim não é uma evidência mas sim uma certeza adquirida. Não existe explicação cientifica para esta causa mortal nos bebes dizem os médicos...enfim, cada um tira as suas conclusões.

"The chief, if not the sole, cause of the monstrous increase in cancer has been vaccination" - Dr. Robert Bell, once Vice President International Society for Cancer Research at the British Cancer Hospital

Assuntos relacionados:
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mother´s Milk (2ª parte) LXII

Ao que parece o leite materno tornou-se um problema

A noticia que é dada no primeiro artigo Mother´s milk não se aplica aos bebés portugueses, visto a primeira vacina contra o sarampo ser dada aos 15 meses e não aos 12 como fazem os canadianos ou os americanos.

Mas se é assim, há uma coisa que não consigo entender, então por aquelas bandas questiona-se a eficácia da vacina aos 12 meses e a solução parece ser a de reduzir ainda mais o tempo, o que é um erro. Então e nós?
Qual irá ser a nossa solução? Será reduzir o tempo de vacinação precisamente para a data que é agora questionada pelos oficiais de saúde americanos e canadianos? Claro, porque uma estupidez nunca vêm só.

Este estudo pelos vistos demonstrou ainda que os adolescentes que apanharam a primeira vacina aos 15 meses tinham três vezes menos probabilidades de apanhar sarampo do que aqueles que foram vacinados aos 12 meses. Um dado curioso é que em ambas as situações existe a probabilidade de se contrair a doença, então pergunto eu, para quê vacinar? 

"But the study did note that teens in the school who got their first dose of measles vaccine at 15 months of age were more than three times less likely to get measles in the outbreak than teens who got their first shot at 12 months.
If other groups confirm what the Quebec investigation found, it could mean there is a lot more susceptibility to measles in the vaccinated population than is currently being assumed, De Serres admitted."

O problema destes senhores em dar a vacina mais cedo têm a sua origem no leite materno, não só porque traz defesas (anticorpos) ao bebe, como essas defesas matam eficazmente os vírus e as bactérias, ora, assim sendo, qualquer vacina pode à partida ter os dias contados, se, e repito, se, o bebe ainda receber leite materno.

Será que o pessoal da DGS sabe destas coisas? Ahahah...

"The vaccine can't be given earlier, because of a phenomenon that helps babies survive infancy. Children are born without a fully developed immune system — it starts to build as babies become exposed to a variety of disease threats over their first few years.

In pregnancy and after birth, through breastfeeding, babies acquire antibodies from their mothers that tide them over until they can make their own. But that means if they are given the measles vaccine — which is made from weakened live viruses — too early, their mothers' antibodies will kill the vaccine viruses, preventing protection from being induced.                                       


(Ou seja, para este senhor apesar dos anticorpos do leite materno matarem o vírus e consequentemente a vacina deixar de fazer efeito, isso é mau, porque não se ganha a protecção...a mesma que ele descobriu agora não existir em 52 adolescentes de 92 testados para detectar o vírus do sarampo.

It has been thought that 12 months was appropriately late for vaccination to begin, and it may still be. De Serres insisted other studies will have to confirm his group's findings before anyone starts advocating delaying the first dose of measles vaccine."

Existe ainda a possibilidade de um recém-nascido adquirir uma protecção contra um vírus especifico através da passagem de anticorpos da mãe, que, por ter estado ao longo da sua vida em contacto com certos agentes infecciosos adquiriu defesas que passam através da placenta para o bebe, fornecendo-lhe total imunização contra os mesmos.

Um exemplo que retrata este processo é a toxoplasmose. Caso a mãe seja imune, essa protecção passará automaticamente para o seu filho, sem ter havido vacinação para tal, e o mesmo se passa em relação a muitos outros vírus. Havendo vacinação, isso é interrompido porque a forma como funciona a imunização activa e passiva são diferentes, não basta dizer que se estimula os organismos de defesas para se combater o vírus, os mecanismos são bem mais complexos do que isso.

Uma das formas que a industria farmacêutica encontrou em prolongar a "vida" das vacinas nos nossos corpos é através da inclusão de alumínio como ingrediente na fórmula.

Até na forma como se adquire o vírus é diferente em ambos os casos. Na vacinação, a introdução do vírus é feita pelas veias passando grande parte das defesas naturais do nosso corpo, criando boas hipóteses de se dar uma qualquer reacção auto-imune, como ficou demonstrado aqui.

Assuntos relacionados:
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Mother´s Milk (1ª parte) LXI

Com que então a nossa direcção geral de saúde (DGS) lembrou-se, logo agora que existe um surto de sarampo na Europa, que têm de mudar o calendário da vacina contra o sarampo. O que é que andaram a fazer até aqui? Já para não falar das imensas perguntas que tenho em mente, o que gostava mesmo de saber eram as razões e os estudos em que se baseiam para alterar a data.

Como já levo muitos anos a estudar as vacinas e como a minha "colecção" de artigos da especialidade já é bem grande, creio que consigo acender algumas luzes sobre a súbita preocupação com este surto repentino.

Se pegarem no boletim de saúde do vosso filho e forem á última página, irão reparar que existe um endereço de internet num dos cantos inferiores, que diz www.cdc.gov...

Este site em questão leva-nos à central disease for control (CDC), que é a autoridade máxima a nível mundial sobre doenças, contágios e vacinação. Grande parte dos países segue o calendário da vacinação aplicada pela CDC nos States, daí esse endereço estar numa caderneta portuguesa, ou seja, os tipos da DGS limitam-se a copiar o que é pensado por outros.

Tirando os países nórdicos que modificam esse calendário, nós e a grande maioria dos europeus agarramo-nos à CDC e ao que esta instituição emite cá para fora, como se fosse nossa.

Comecei por dar este exemplo sobre o boletim de saúde para vocês entenderem a importância da CDC, caso contrário, tinhamos um endereço português nessa última página e não um site pertencente a uma instituição governamental...americana. 

Neste site encontramos a noticia sobre a proposta de alteração da data, com a subdirectora-geral de saúde, Graça Freitas a dizer que, "Dada as condições epidemiológicas do nosso país, a situação vacinal e uma série de outras evidências científicas, nós propusemos que a partir de 1 de Janeiro do ano que vem a primeira dose da vacina seja feita ao ano de vida”.

O slogan evidências cientificas sai-lhes da boca em modo automático. Basta ligarem para lá ou pedirem essas evidências que ninguém sabe da existência das mesmas ou como arranjá-las. É uma verdadeira palhaçada de palmo e meio, pois os factos reais são completamente o oposto áquilo que esta senhora diz, senão vejamos.

Não faz 2 meses que no continente americano também existiu um surto de sarampo, certas zonas foram mais afectadas do que outras, tendo sido o Quebec a zona mais atingida pelo vírus.
Aqui encontramos uma noticia sobre um estudo feito numa escola particularmente afectada pelo surto na região do Quebec. Como se pode ler as descobertas espantaram todos aqueles doutores e cientistas, que pelos vistos estavam cheios de fé na vacinação.

"...An investigation into an outbreak in a high school in a town that was heavily hit by the virus found that about half of the cases were in teens who had received the recommended two doses of vaccine in childhood — in other words, teens whom authorities would have expected to have been protected from the measles virus."

"It's generally assumed that the measles vaccine, when given in a two-dose schedule in early childhood, should protect against measles infection about 99 per cent of the time. So the discovery that 52 of the 98 teens who caught measles were fully vaccinated came as a shock to the researchers who conducted the investigation"

Well, well, well, grandes descobertas, mais de metade estavam totalmente vacinados....

"That's the real question. How could that have happened?" said Dr. Gaston De Serres, an infectious diseases expert with Quebec's public health agency and one of the authors of the study."

Realmente como pode tal coisa acontecer? Este senhor não deve de saber ou nunca pensou que grande parte dos estudos sobre vacinação são fornecidos pelas farmacêuticas, que lucram na bolsa com a venda do seu produto. Quem não sabe isto, espanta-se...

"In an interview before the start of the conference, De Serres would not name the highly affected town or the high school in it.

But he suggested the discovery that as many of the cases were fully vaccinated as unvaccinated raises a serious question about whether the timing of the delivery of the first dose of measles vaccine is undermining the efficacy of the prevention program."

Eu não usei esta noticia ao calhas, reparem no que ele sugere...alterar a data da primeira vacina. É claro que não iremos mudar devido ao que senhor diz, mas se for a CDC...

Nota:
 Julie Gerberding, antiga directora da CDC, a dizer claramente numa entrevista que as vacinas podem causar austimo. Esta senhora é agora directora do departamento de vacinas da farmacêutica Merck, tal como foi Maurice Hilleman.


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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A empresa LX


A informação é veloz a percorrer os quatro cantos do mundo, já nada se consegue esconder actualmente, e esta crise proporcionou-nos algumas janelas abertas sobre como funciona de facto o sistema e quais as empresas que põem e dispõem livremente dos seus peões para serem usados no xadrez. Assim sendo, meio mundo ficou a saber da existência de uma empresa de seu nome Goldman Sachs, o que já não é mau.

Com esta nova crise a Goldman Sachs tornou-se conhecida do público, logo escrutinada, pelo menos aqui na Europa, já que nos States esta empresa é grande, muito grande mesmo. Apesar de não ser a empresa com mais "contactos" pelo mundo fora, os últimos quatro presidentes da reserva federal norte americana saíram de lá.

É daquelas empresas sombra que alberga um verdadeiro ninho de vespas assassinas e mercenários, sendo ainda, uma escola de topo para quem quer aprender a esconder contas gigantescas, se é que me faço compreender.

Sinceramente ainda estou para perceber como é que se consegue vender esta crise como algo não planeado. Os países trocam de governo á pressa sem dar cavaco a ninguém para acalmar os mercados, que caso se agitem, o povo sofre as represálias com a extinção de mais uns direitos e liberdades. Big business, minha gente.

É meus caros amigos, farto-me de dizer que a nova fase vêm aí, a agregação dos orçamentos dos países assim como a centralização do poder monetário e financeiro é o objectivo final desejável se não der para ir mais longe. É A ISTO QUE ESTAMOS A ASSISTIR, vê se acordas, eles sabem perfeitamente o que andam a fazer, não te iludas quanto a isso. Não interessa quem prossegue a obra, pelos vistos os tecnocratas que estão a ser impostos aos povos por via directa são os mais habilitados para fazer essa transferência de poder.

O que me leva de volta ao inicio, de volta à Goldman Sachs, senão vejamos, qual é o denominador comum entre o 1º ministro Mario Monti, o novo presidente do banco central europeu Mario Draghi e Papademos, o novo primeiro ministro da Grécia? A resposta é a Goldman Sachs, meus senhores, todos eles passaram lá tempo suficiente para se tornarem "economistas" do esconde esconde. Por sinal o nosso governador do Banco Central também fez lá estágio.

O artigo em questão que levanta a casualidade vêm no Le Monde, mas, para quem não gosta de ler em Fru-Fru, aqui fica em Inglês.

Ora bem, o novo salvador da pátria grega, Papademos, foi o homem que acompanhou a mudança monetária do Dracma para o Euro, visto ter sido governador do banco central de 94 a 2001, ou seja, foi o tipo que junto com a Goldman Sachs escondeu dos comissários do politburo Europeu os prejuízos e as dividas que a Grécia tinha, de modo a entrar na moeda única. Tudo isto fabricado através de esquemas financeiros complexos que os big boys adoram inventar. E aparece agora pronto a salvar o país? Conseguem realmente engolir isto? Se existe alguém que sabe como foram escondidas as dívidas, esse alguém é Papademos, não existe outro que possa responder tão bem quanto ele, bastava esse senhor querer.

A Grécia lida com mercenários que resolverão o problema vendendo o país, ou o que resta dele, nem os monumentos irão sobrar. Os juros já ultrapassaram os 100% à muito, mas como o medo já está instalado por aquelas bandas, essa percentagem já nem têm valor real, é apenas um número, que têm de ser pago claro está.

De seguida, temos o novo senhor feudal do BCE, Mario Draghi, que foi só vice presidente da Goldman Sachs Europa entre 2002 e 2005, tendo a seu cargo o departamento "companies and sovereign" que entre outras coisas supervisionava as trocas de moeda que os países faziam. Maravilha.

Por último, falta o novo primeiro de Itália, Mario Monti, que era conselheiro internacional da Goldman Sachs desde 2005, cargo esse, que abandonou assim que soube que iria ser o capo da máfia legalizada.

Não é só por terem estudado na Goldman Sachs que estes senhores são postos no poder, o facto de terem trabalhado em bancos centrais ajuda muito. Convêm relembrar que os bancos centrais estão sob a alçada do BIS (Bank For International Settlement) que serve de banco central aos bancos centrais, e espanta-me nunca ter sido pronunciado nos media, tão ávidos na procura da melhor resposta para a crise.

Por último, temos um ex economista chefe do FMI, Simon Johnson, que à umas semanas atrás diz esta coisa espantosa, "Elite business interests – financiers, in the case of the US – played a central role in creating the crisis, making ever-larger gambles, with the implicit backing of the government, until the investiable collapse. More alarming, they are now using their influence to prevent precisely the sorts of reforms that are needed, and fast, to pull the economy out of its nosedive. The government seems helpless, or unwilling, to act against them."

Reparem que este senhor diz que as elites criam as crises, palavras para quê? Mais um poeta que só se lembra de dizer estas coisas quando já não interessa fazê-lo.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Clãs (2ª parte) LIX


Nos anos setenta a proliferação de causas civis trouxe-nos todo e qualquer grupo que se achava no direito de ter algo mais do que os direitos adquiridos por todos os outros que não pertenciam a nenhum grupo. Ao introduzir novas normalidades que passam a ser aceites pela sociedade, estou a dar força a que todos estes segmentos agora diferenciados entre si pela cor, religião, género ou politica, exijam direitos que contemplem só os crentes na causa.

Mas, os senhores do bem comum não se limitam a destruir o tecido social com as exigências económicas, vai muito para além disso. O tipo de sociedade que estão a construir engloba destruir primeiro que tudo, aquilo que sustenta a própria civilização. Enquanto se reduz a qualidade de vida dos adultos a escravatura ou perto disso, aos mais novos doutrina-se os novos valores morais.  A igualdade, que é tão apregoada pela maioria das pessoas, aplica-se quando se trata de pagar dividas, mas também serve para cortar tudo o que possa ser objecto de diferenciação entre os demais idiotas.

Nesta noticia, temos um escola na Suécia que baniu o termo "ele" e "ela" por não querer cair em estereótipos. Avançou-se com este processo para existir mais igualdade entre os sexos, ou seja, por chamar-mos uma criança usando um pronome pessoal  podemos estar a confundi-las quanto ao seu género.

A razão de usarem este método é-nos explicada por uma professora da seguinte maneira, "Egalia (a escola) gives them a fantastic opportunity to be whoever they want to be". Eu bem sei que as crianças sonham em ser policias, bombeiros e astronautas, mas aqui não se trata disso, suponho eu que seja uma introdução à homossexualidade ou à transsexualidade, agora, que existe um claro intuito de tentar que as crianças assimilem novas normalidades, isso é óbvio. Mas mesmo que fosse normal e pegando na teoria que uma pessoa já nasce com esses desejos, para quê forçar? Qual o interesse em despoletar isso nas crianças? Se é assim tão natural acabará por vir ao de cima, ou não?

E poderá uma criança querer ser algo mais do que apenas uma criança? Não me parece. O que se tenta fazer é uma depravação psicológica às crianças, que, por não terem um juízo moral formado sobre o tema são facilmente manipuladas. Ao seguirmos este caminho o que teremos mais tarde é toda uma geração onde existe muita promiscuidade, muito sexo, mas nenhuma ligação afectiva.

No Brasil, a  ONU através do ministério da educação daquele país, tentou introduzir um Kit da homossexualidade nas escolas, alegando discriminação para com todos aqueles miúdos que se pudessem sentir ofendidos por não verem o seu género representado ou sofressem com a violência imposta pelos outros meninos. Estou  falar de crianças com 10 e 11 anos, portanto nada familiarizadas com o seu corpo, nem se querem ser isto ou aquilo. 

O que Dilma Rousseff fez ao não permitir que o "Kit da homossexualidade" fosse distribuído pelas escolas foi travar a entrada dessa nova normalidade, a nega foi dada às Nações Unidas e aos grupos ultra liberais que a seguiam nesta demanda. O kit incluía desenhos animados de rapazes e raparigas que sentiam atracção um pelo outro, um adolescente a "bater uma" pensando num colega seu (foi removido do Kit) e uma criança transsexual que queria chamar-se Bianca. Apesar de nunca mostrarem os actos, está lá tudo. É um verdadeiro incentivo à experimentação.

Esta é a nova normalidade que os liberais acham que os filhos dos outros devem de ver para tirarem ilações sobre a sua sexualidade. Nojento para mim, mas isso sou eu que não sou virado para a frente. O papel da ONU nisto não me surpreende de todo, muito pelo contrário.

Este exemplo brasileiro de tentar introduzir lixo liberal naquelas cabeças tenrinhas não difere muito do caso da escola sueca, que usa textos e ilustrações de casais homossexuais, famílias monoparentais, ou pais adoptivos, mas de relações heterossexuais nem uma palavra.

É óbvio que isto não é ensinar, mas sim doutrinar, são coisas diferentes, não só porque condiciono as crianças a algo que naquela idade jamais conseguirão compreender o que lhes é mostrado, como lhes incuto o desejo de mudança.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Clãs (1ª parte) LVIII

Empobrecer é enriquecer

Neste maravilhoso mundo que estão a construir, os senhores do mundo,também têm a intenção de destruir o conceito de familia tal como é mantido à milhares de anos. Nesta luta, é importante tornar o homem irrelevante no contexto familiar assim como é prioritário redefinir o próprio termo, e têm lógica do ponto de vista deles pois o objectivo é ficarmos mais expostos e isolados enquanto pessoas, sem termos a quem recorrer.
Um homem sem ideias ou sonhos é um homem derrotado à partida e torná-lo mais dócil nunca foi tão fácil.

O predador, que desde sempre foi o homem e nunca a mulher, é aquele que têm por "obrigação genética" defender o seu território e construir a sua família, podendo ser uma ameaça para quem governa caso tenha ideais e crenças muito fortes. Mao Tsé Tung sempre disse que não tinha medo de mísseis ou tanques mas sim de um homem com uma ideia, isso sim era um perigo. No seio desse clã familiar está o homem, retirem isso da equação e terão mulher e filhos muito mais expostos, mesmo havendo mulheres "de armas", mesmo essas, procuram um pai para os seus filhos, é natural isso acontecer, biologicamente sabemos que é assim, ou pelo menos era.

Antigamente, e não é preciso recuar muitas décadas, as pessoas numa determinada rua ou comunidade costumavam-se ajudar, amigos e conhecidos envolviam-se nos dramas e alegrias alheias, incluindo disputas familiares, fosse quando o homem batia na mulher, fosse quando uma determinada família passava necessidades, as pessoas ajudavam, preocupavam-se, hoje em dia isso já não acontece.

O desaparecimento desta união deve-se em grande parte aos subsídios fornecidos sob forma de divida que o estado nos oferece. Os subsídios tornam a pessoa refém de quem "ajuda", porque, para tu obteres o dinheiro, o estado fica na posse da tua vida, fica a depender do estado se tu passas fome ou não

Claro que hoje em dia o retrocesso é impossível, voltar aos tempos da entreajuda é complicado, os longos anos a habituar as pessoas a desligarem-se uma das outras quando têm necessidades de serem ajudadas leva a que agora neste momento de cortes e crises, os subsidiados estejam sem dinheiro e sós, muitos com vergonha de aceitar uma refeição e a grande maioria sem nunca compreender porque é que se encontra naquela situação.

Mesmo entre famílias, as necessidades de cada um são abafadas, escondidas na vergonha, quando a própria palavra familia deveria de significar para estas pessoas, união e entre ajuda. Eu prefiro de longe a palavra clã, visto dar-me a sensação de um todo, uma unidade representativa de algo grande e unido.

Em tempos de stress como aquele em que vivemos actualmente, é muito comum termos casais em confrontações pelas situações mais ridículas, coisas banais, a mulher e o homem querem coisas opostas, querem a singularidade de escolhas de um solteiro/a numa relação conjugal, sendo tudo isto alimentado por causas exteriores. Não é só a sociedade como um todo que fica afectada pela "crise", as famílias também sofrem com o choque, transportando para a relação as frustrações sucessivas que a sociedade lhes inflige. 

Destruir o conceito de família não só nos deixa mais sós no mundo como têm um efeito nevrálgico em dividir a sociedade em diversos segmentos. Todas estas parcelas começam com o aprofundar da crise, a reclamar direitos e exigências, apoiados em financiamentos vindos das mais variadas fundações e organizações liberais, levam a que exista uma clivagem não só com o poder instituído no país como também entre as diferentes facções dessa mesma sociedade.

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sábado, 29 de outubro de 2011

A medicina dos profanos (3ª parte) LVII

A ideia de que temos de ser uns génios com canudo de modo a obter algumas respostas válidas sobre a vacinação, está desactualizada. Somos vistos como lunáticos por querermos saber o que fazem produtos rotulados com uma caveira nas vacinas.

Uma vez fiz a experiência, liguei para o serviço de anti-venenos para me explicarem o que era o formaldeído, componente usado nas vacinas. Aquilo que ouvi, é que aquela merda é puro veneno, têm que ser manejado com máscaras devido à sua toxicidade e jamais deveria de ser engolido, então eu na minha inocência perguntei-lhe, e injectado? A seguir liguei para o serviço nacional de saúde a perguntar qual a função desse elemento nas vacinas e se havia perigo ou não.

Depois de duas horas na conversa com um médico, acabámos por desligar e resposta nem vê-la, mas, o que eu andava à procura encontrei no site International agency for research of cancer , mais concretamente NESTA NOTA DE IMPRENSA que diz claramente que o formaldeído é um agente cancerígeno. Estava desvendado o mistério.

IARC CLASSIFIES FORMALDEHYDE AS CARCINOGENIC TO HUMANS.

A próxima noticia foi-nos dada pela Reuters em 2008. Este estudo é bem conhecido e fez algumas mossas, a equipa da Classen Immunotherapies dedica-se a criar tecnologias mais limpas no que à produção de vacinas diz respeito. Pelo caminho já provou claramente a causa/efeito entre a vacina contra a hepatite B e diabetes tanto do tipo 1 como de tipo 2.

Aqui podemos encontrar um deles..Estudo sobre a vacina HepB e diabetes do tipo 1 e 2
Tratei de sublinhar o inicio, que é bastante esclarecedor.

Não interessa que não compreendam o estudo em si, é normal, o importante é existirem estudos e probabilidades elevadas de algo correr mal com a vacinação. Além disso tornam-nos mais susceptiveis a doenças, enfraquecendo e dando-nos muitas vezes doenças para toda uma vida.

Como aconteceu com a milagrosa vacina contra a polio entre os anos de 57 e 62, milhares senão mesmo milhões ficaram infectados com o SV40 (Simian Virus 40), que é um cancro provindo dos macacos.
Leia isto e ficará a perceber...

Por fim, a última noticia chega-nos da Finlândia, onde ao que parece o governo assim como os seguradoras que trabalham para as farmacêuticas irão pagar "para toda a vida" os tratamentos a cerca de 79 crianças que desenvolveram narcolepsia após terem tomado a vacina contra a gripe, já com a nova estirpe (vírus) H1N1. É um problema grave que fica para a toda uma vida, já que afecta o sistema nervoso das crianças, ou seja a vida fica estragada, mas que bela ciência. A pandemrix é vendida na Europa incluindo Portugal por isso fica ao vosso critério e o risco é todo vosso.

A noticia é-nos dada pela AFP, ou seja a noticia foi divulgada pelos media europeus, ouviram falar? É claro que não, esta não interessava muito, o que vos pode salvar a vida isso não importa.

A meio do texto temos isto...
" Finnish and international researchers recently found a conclusive link between the Pandemrix swine flu vaccine and new cases of narcolepsy, a chronic nervous system disorder which causes people to often uncontrollably fall asleep.

The Finnish Pharmaceutical Insurance Pool (LVP), which represents insurance companies, said Wednesday it would honour all insurance claims in this category."

Como podem ver as farmacêuticas têm seguro contra as vacinas, o que não deixa de ser um paradoxo, pois não deveriam as mesmas de nos proteger? Então para quê seguros? Mas há mais, pois destas 79 crianças, só três é que não sofreram de outros sintomas tais como alucinações, paralisia física ou cataplexia. Agora imaginem os milhares de pais perdidos nos hospitais a verem os seus filhos diagnosticados com estas doenças, mas os médicos a explicarem as causas erradas quanto ao aparecimento destes sintomas, é passível de acontecer digo eu.

Esta pandemrix, é a mesma que os médicos Ingleses recusaram tomar 2009, mas aceitam ao mesmo tempo dar todas as outras, muitas delas vindas da mesma companhia que não têm problema nenhum em pagar pelos danos causados, mas ainda assim promove-a nos outros países, ajudada é claro pela OMS.

É preciso entender que 79 crianças mesmo num universo de 100 mil, dá uma percentagem exorbitante, proibitiva para os padrões de fabricação de uma vacina, um verdadeiro perigo.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A medicina dos profanos (2ª parte) LVI

Como tinha escrito no primeiro artigo aqui fica para os interessados um PDF sobre a vacina contra o rotavírus, na pág 23 encontramos os efeitos secundários possíveis, fazendo um copy/paste encontramos isto...  

"Nos estudos clínicos foram referidos os seguintes efeitos secundários com a utilização de RotaTeq:

- Muito frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada 10 crianças): febre, diarreia e vómitos.

A febre é quase inevitável devido a algumas causas, uma delas é o facto de estarmos a injectar o próprio vírus na pessoa, ao qual o corpo reage tentando expulsá-lo. Não interessa se o vírus é atenuado ou vivo (como na rotateq). Podemos nunca apanhar o vírus se não nos vacinarmos, nada me garante isso, ao contrário da vacinação, vá-se lá compreender as nossas escolhas. 

- Frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada 100 crianças): infecções do sistema respiratório superior.

Mesmo estando escrito no boletim informativo da vacina, nunca na vida os hospitais ponderam a hipótese da criança poder estar com uma infecção no sistema respiratório superior (faringe, laringe, cavidade nasal) devido à vacina, é sempre uma corrente de ar que apanharam ou algo parecido ou então disfarçam muito bem.
Os pais que forem para lá com esta teoria, terão logo uma nega á partida.

- Pouco frequentes (ocorrem em menos de 1 em cada 100 crianças): dor de estômago, corrimento nasal e dor de garganta, infecções nos ouvidos, erupções cutâneas.

- Raros (ocorrem em menos de 1 em cada 1000 crianças): broncospasmo (respiração ruidosa ou tosse).

Se isto é pouco frequente então estes senhores não devem de ter filhos. Basta ir ao hospital que grande parte dos ninos apresentam estes sintomas, principalmente tosse, garganta inflamada e infecções nos ouvidos é o prato do dia.

-Os efeitos secundários que foram comunicados durante a comercialização incluem: Sangue nas fezes, urticaria.

É só coisas boas pelos vistos, então livramo-nos do rotavírus mas em contra partida...

- Em bebés nascidos muito prematuramente (nascidos antes ou às 28 semanas de gestação) podem ocorrer intervalos maiores do que o normal entre as respirações, durante 2-3 dias após a vacinação.

Outra coisa escandalosa é as pessoas ficarem sem saber dos milhares de processos interpostos por pais de todo o mundo contra os estados ou as companhias farmacêuticas. Em Portugal é como se não existissem estes casos, apesar de serem noticia em agências como a Reuters, como iremos ver mais à frente, nós por cá não assustamos as pessoas com falsidades, só os outros é que o fazem.

Nesta primeira noticia o destaque vai para a vacina contra a gripe. A introdução da estirpe H1N1 já vêm incluída, ou seja é como ter uns extras a mais no carro e não pagar mais por isso.

Ao que parece 50% dos médicos de família dos ingleses em 2009 rejeitavam tomar a vacina, só espero duas coisas, que não tentem impingir aos seus pacientes aquilo que recusam e que não tenham mudado de opinião. Parece que existem probabilidades de se contrair uma doença rara, a GBS (Guillain Barre syndrome), que debilita o sistema nervoso, isto na pior das hipóteses dizem eles.

Os médicos não tomam porque dizem que não há estudos, eu não tomo devido aos seus ingredientes. A GBS por exemplo, é provocada pela composição da vacina e não pela sua falta de estudos.

É claro que a grande maioria não apanhará esta doença, mas o primeiro passo a ser dado é as pessoas aceitaram que lhes pode acontecer, não quer dizer que aconteça, mas, como esta doença é a pior das hipóteses pode-se ficar com outro tipo de mazelas.

Muitas vacinas contêm na sua composição o polysorbato 80 que depois de metabolizado transforma-se em sorbitol, ou então o esqualeno que é classificado na biblioteca nacional de medicina dos Estados Unidos como extremamente perigoso para o uso humano, é normal pensar que pode existir perigo, ou não? 

Ao injectarmos produtos tóxicos no sangue estamos a passar por cima de todas as defesas do nosso corpo o que pode originar dezenas de reacções auto imunes. Basta uma proteína animal desconhecida entrar na corrente sanguínea para estarmos sujeitos a tal reacção, basta olhar para a epidemia de autismo e diabetes, ambas sem explicação por parte do núcleo farmacêutico principal. O que eles nos vendem é a teoria do meios justificarem os fins, mas então o que é que o corpo faz com o restante que vai lá dentro? Sabemos que os vírus dão-nos a doença e depois pelo que eles dizem a imunidade, mas e o resto?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A medicina dos profanos LV


Um dos sonhos da malta tão amiga dos profanos está a chegar, a privatização da saúde irá acontecer mais cedo ou mais tarde, quer queiramos ou não, pagará quem puder, quem não puder poupa com a morte. O ministro entretanto anda a limpar a casa para receber os convidados que se servirão de um banquete que dura uma vida. É de rir quando os ouço falar maravilhas sobre o sistema de saúde, os hospitais arrebentam pelas costuras, os centros de saúde albergam os crónicos dos medicamentos que passam lá os dias a pedir receitas e aqueles que não estão doentes, tornamo-los, seja por via intravenosa ou aérea.

Haveremos sempre de dizer que com os nossos avós é que era, comia-se sem químicos, não existia comida processada com todos aqueles emulsionantes (E-???) e merdas assim que só fodem literalmente o corpo e também não existiam injecções desde a tenra idade para nos tornar doentes crónicos anos mais tarde. Se não fossem os tiranos de então, havia comida para todos, hoje em dia não temos despostas, mas também muitos não têm o que comer.

Certo dia liguei para o serviço nacional de saúde para tirar uma dúvida sobre a não vacinação e quais as consequências que isso podia acarretar. Pois bem, fui esclarecido que não sou obrigado a vacinar a minha filha visto existir apenas um aconselhamento por parte do estado e dos médicos. As escolas são obrigadas a aceitar a criança e caso insistam em não fazê-lo, os pais que por um qualquer motivo decidem não vacinar só têm de dirigir-se ao Delegado de Saúde da sua área residencial e trazer um papel a confirmar que não existe perigo de saúde publica para a comunidade. Sendo esta opção um último recurso, façam-nos ver que se não sabem a lei, devem de se informar, pois as politicas da escola não superam a constituição da república. 

Cada vez que decidimos não vacinar os nossos filhos temos de assinar um papel a dizer que nos responsabilizamos pela criança quando ela adoecer (mas isso não é óbvio?) e basicamente não podemos pedir satisfações a ninguém. O curioso é que não existe nenhum papel para as vacinas que as crianças já levaram, responsabilizando assim o estado caso aconteça algo às crianças.

Deste modo, o estado safa-se de apanhar com um processo, porque existe apenas aconselhamento e não obrigatoriedade à vacinação, por isso quando forem vacinar os vossos filhos peçam responsabilidades, caso ninguém se responsabilize, tentem ler a bula informativa que vêm na caixa da vacina e depois adicionem-lhe a não responsabilização de quem apenas aconselha e está tudo dito, creio eu, que gosto de arriscar mas não tanto...
As vacinas são de borla para nós mas esquecem-se que rendem anualmente cerca de 20 biliões de dólares, a serem distribuídos por 4 ou 5 companhias, o que diga-se dá e sobra algum para o lobby do costume.

Neste negócio existem dois mitos, o primeiro caracteriza-se por não o vermos como um negócio e o segundo consiste no facto de não haver riscos para quem toma as vacinas. É claro que ambos os mitos são factos bem reais que tiveram de ser transformados em mitos ou não havia negócio, mais, as farmacêuticas nem têm que vender o seu produto pois têm os governos a servir de benevolentes e a jurar a pés juntos que aquilo só nos faz bem, conseguem imaginar, os tipos que nos limpam os bolsos e deixam-nos na miséria juram que com as vacinas é diferente.

Nesse campo devido a alguma espécie de milagre, a bondade torna-se grátis para todos e ninguém paga. Isto num país onde se paga por tudo... eu duvido da caridade podem ter a certeza e nem incluo as evidências nesta balança.

Existem pediatras e enfermeiras que por exemplo não aconselham a vacina do rotavirus (Rotateq) devido aos estudos não terem sido satisfatórios (esta foi-me dita a mim). Mas o que é não ser satisfatório? Será não proteger ou trazer complicações à criança?

Fica para a parte2...

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/para-que-te-quero-iii-parte.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/hormonas-de-plastico-1-parte.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/special-virus-cancer-program-1-xxi.html

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Os demais idiotas 2 (LIV)


Não se deixem enganar pelos slogans ou discursos orwellianos dos burocratas, que tentam explicar como pode ser bom a pobreza. O Presidente deste barco a afundar até disse inclusive que era uma boa oportunidade para mudar a cultura, os costumes de um país cheio de vícios e pessoas a viver acima da suas possibilidades. Um mestre neste tipo de discurso, o senhor Silva....

Agora, a divida que vendemos sob a forma de papel é de facto trocada por dinheiro nos mercados que curiosamente ou não nunca ninguém diz quem são, mas o FMI quando empresta não vai aos mercados meu povo, se perdessem umas horas a ler sobre o acordo de Bretton Woods perceberiam que tanto o Banco Mundial como o FMI são as máquinas de fazer dinheiro, estando associadas ao Bank For International Settlement que serve de banco central aos bancos centrais.

Os bancos centrais foram introduzidos seguindo este modelo, de modo a controlar as economias dos países, enquanto o B.I.S não é suposto existir... quanto mais ser anunciado nas televisões e jornais. O B.I.S é o topo neste segmento, a única instituição do mundo onde ninguém têm jurisdição para fiscalizar seja o que for, ninguém.

http://www.bis.org/about/history.htm?l=2

http://www.bis.org/about/board.htm

Reparem no quadro directivo do "Gang B.I.S", isto sim é uma verdadeira máfia, como é que podem estes tipos dizer que não sabem o que se passa, se a instituição a que pertencem é a "impressora de notas" para o mundo inteiro? Exceptuando é claro os "States", já que esses têm o seu próprio Gang, a Reserva Federal Americana, que de federal nada têm, apenas se escondem sob a fachada protectora do governo americano.
Grande parte das transacções financeiras passam pelo BIS, assim como alberga mais ouro que qualquer país já que fazem disso um negócio. Queres dinheiro? Vira para cá o ouro.

Outra coisa maravilhosa é que os futuros impostos do Co2 que são exigidos por aqueles que querem salvar o planeta entrará directamente para o BIS, o que diga-se é talvez o maior paradoxo que consigo encontrar pois os que não acreditam no governo e protestam, são os mesmo que apoiam os senhores do mundo nesta estupidez global do Co2.

Como vêem o dinheiro não é problema para eles pois "fazem-no aparecer" sem que nada lhes custe, o que nos transporta então para outro patamar sobre as razões deste trilho que nos foi imposto para nós caminharmos. A Disneylândia internacional que eles pretendem criar nada têm a haver com dinheiro mas sim com controlo, não só sobre o físico (como demonstrei aqui) mas também sobre a mente, isso sim, é o que verdadeiramente lhes interessa. A sociedade imaginada por eles é uma verdadeira prisão sem direitos e com todos os deveres, incluindo o de comer e calar.

Esta degradação social que traz inevitalmente o individuo solitário de arrasto, é necessária, porque daqui a um par de anos a maioria das pessoas aceitará qualquer estratagema politico para sair da crise. Com o garrote a apertar de ano para ano será pedido cada vez mais competitividade e esperança aos Portugueses, um oásis é o que eles querem que nós vejamos, mas é claramente uma miragem que nos tentam impingir.

E quando forem protestar contra a vossa dormência por estes anos todos, terão a resposta adequada do único ministério português que não sofreu cortes, o MAI (Ministério administração interna) será meigo não se preocupem. Temos comandantes policiais a dizer que pode haver tumultos e desordens sociais, pode haver dizem eles, não é preciso ser-se génio para se saber uma coisa destas, já não pedia aos comandantes para lerem (isto), se calhar nem sabem inglês, mas está aí tudo.

Este relatório que foi lançado pelos Britânicos diz claramente que esperam tumultos de todos os tipos pela Europa fora, mas o melhor disto tudo é que o relatório como podem ver foi lançado em 2007, ou seja, a moral da história é que os britânicos têm claramente uma bola de cristal muito melhor que a dos comandantes portugueses.

Assuntos relacionados
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/06/nova-ordem-mundial-part1-xxxv.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/06/assobiadelas-xlii.html
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