Do not go where the path may lead, go instead where there is no path and leave a trail.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
A geo engenharia do futuro (1ªparte) CX
Vai fazer um ano que tento obter resposta sobre o avanço da geo engenharia em Portugal, fi-lo através da força aérea, da qual estou á espera de uma resposta, e, também através do novo instituto do mar e da atmosfera, cujos mails eles nem se dignam a responder, apesar de já ter tido a confirmação por quem lá trabalha que todos sabem o que é.
Obviamente que tornar-se-ia impossível a quem deseja despejar metais pesados na atmosfera, se as várias entidades governativas não soubessem do que se passa, até porque é uma daquelas situações que não escapam quer aos satélites quer aos olhos de qualquer pessoa que tenha dois neurónios a funcionar.
Através da estupidificação do pensamento, consegue-se maravilhas, e caso a comunicação social não toque no assunto, então por certo, o tema será mais uma conspiração dos demais idiotas que tentam alertar para uma situação que é aberrante, seja a nível ambiental seja ao nível de quem permite que isto aconteça, aberrante.
Neste artigo expus o tratado que permite saber que já nos anos 70, certos países dispunham de armas "ambientais" que recriavam terramotos, tsunamis, furacões, entre outros desastres da natureza. Inserido na convenção de geneve, o tratado de modificação ambiental é a prova da existência das armas "ambientais" e que culminam hoje em dia e passados 40 anos, no sistema HAARP...mas não só.
Sobre este sistema, que está classificado como conspiração, o politburo europeu dizia neste relatório de 1999 o seguinte...
http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A4-1999-0005+0+DOC+XML+V0//PT
Em 5 de Fevereiro de 1998, a Subcomissão da Segurança e do Desarmamento, do PE, organizou uma audição pública sobre, entre outras coisas, o projecto HAARP. Estavam também convidados representantes da NATO e dos EUA, mas decidiram não participar. A comissão lamenta que os EUA não tenham enviado ninguém à audição ou usado da possibilidade de comentar o material apresentado(22).
O HAARP - Programa de Investigação de Alta Frequência Auroral Activa (High Frequency Active Auroral Research Project) é da responsabilidade conjunta da Força Aérea e da Marinha dos EUA, em colaboração com o Instituto de Geofísica da Universidade do Alasca, de Fairbanks. Experiências semelhantes decorrem também na Noruega, provavelmente na Antárctida, mas também na antiga URSS(23). O HAARP é um programa de investigação em que é utilizado um dispositivo terrestre, uma rede de antenas, cada uma alimentada pelo seu próprio transmissor, cujo objectivo é aquecer sectores da ionosfera(24) graças a potentes raios de frequências de rádio de impulsos. Deste aquecimento de sectores da ionosfera resultam buracos ionosféricos e lentes artificiais.
Usando estas lentes artificiais podemos apontar a energia de modo a cair em qualquer parte do globo, sendo esta a primeira parte da equação, porque do outro lado, onde essa energia cair, a atmosfera terá de estar carregada com partículas de metais pesados que servem de condutor à energia, daí os aviões andarem para a frente e para trás, criando "corredores" por onde a energia se possa expandir e produzir o efeito desejado. Por norma, a pulverização dos aviões sem a aplicação de energia do sistema HAARP serve o propósito de parar a radiação solar e criar tempo encoberto.
Quando se aplica o HAARP de modo a alterar o clima ou os padrões do vento, tudo depende da energia usada e dos metais pesados que podem passar pelo alumínio, bário, cádmio e sulfatos, tudo serve de reacção, mas cada um com as suas especificidades. O problema consiste nestas partículas que por não ficarem suspensas "para sempre" na atmosfera, caiem em todo o lado. Já não é a primeira nem a segunda vez que certas localidades ficam com a "água fechada", por conter níveis altíssimos de metais pesados como o alumínio ou bário, encontradas sob a forma de partículas.
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1553036.ece
Na próxima noticia temos a geo engenharia a ser apresentada pelos cientistas como uma das possiveis salvações "ambientais" para o mundo.
http://www.guardian.co.uk/environment/2010/sep/13/geoengineering-coalition-world-climate
Now, a powerful coalition of forces is quietly constellating around the idea of transforming the Earth's atmosphere by simulating volcanic eruptions to counter the warming effects of carbon pollution. Engineering the planet's climate system is attracting the attention of scientists, scientific societies, venture capitalists and conservative think tanks. Despite the enormity of what is being proposed — nothing less than taking control of Earth's climate system — the public has been almost entirely excluded from the planning.
The Royal Society defines geoengineering as "the deliberate large-scale manipulation of the planetary environment to counteract anthropogenic climate change" and divides methods into two types: carbon dioxide removal from the atmosphere, and solar radiation management aimed at reducing heat coming in or reflecting more of it out.
Está aqui, não é preciso grande explicação para o que eles andam a fazer, é normal a comunicação social não querer saber? Então, está-se literalmente a tentar controlar o clima a nivel mundial e tudo passa ao lado desses prostitutos da comunicação? Será que não interessava dizer ás pesssoas? Já que a malta precisa de respirar para viver, se calhar até dava jeito, digo eu...
But the option that is taken most seriously is altogether grander in conception and scale. The scheme proposes nothing less than the transformation of the chemical composition of the Earth's atmosphere so that humans can regulate the temperature of the planet as desired. Like volcanic eruptions, it involves injecting sulphur dioxide gas into the stratosphere to blanket the Earth with tiny particles that reflect solar radiation.
Although ideas for climate engineering have been around for at least twenty years, until recently public discussion has been discouraged by the scientific community. Environmentalists and governments have been reluctant to talk about it too. The reason is simple: apart from its unknown side-effects, geoengineering would weaken resolve to reduce carbon emissions.
É claro que os ambientalistas andam de bico calado, abraçaram a nova religião ecológica porque serve os seus interesses, impedir o mundo de se desenvolver é um dos objectivos destes grupos que são fortemente financiados por fundações de homens conservadores como os Rockefellers, ou Carnegie, facto esse, que não deixa de ser relevante para se perceber hoje em dia o que são estas ONG e quem as comanda.
To date, governments have shunned geoengineering for fear of being accused of wanting to avoid their responsibilities with science fiction solutions.
Reparem que nesta peça jornalística não se diz por uma única vez que tipo de materiais serviriam para reflectir a luz solar, é que tentar explicar que alumínios e cádmios fazem bem à saúde não lembra a ninguém, daí omitirem esses "pequenos" pormenores. Este jornalista acredita mesmo que as pessoas iriam olhar para este grave problema como algo ficcional, quando na realidade seriam os componentes usados que fariam as pessoas serem contra, já para não falar da omissão ao grande público que já leva pelo menos 10 anos.
A magnitude desta operação à escala mundial só pode ser possível devido à total conivência dos servos politicos que permitem conscientemente que se pulverize a população da qual eles eram suposto proteger. Permitem a destruição de ecossistemas com a acumulação de metais pesados nas barragens, rios e árvores, sendo que estas últimas começam ao final de 10 anos a ganharem um tom esbranquiçado devido ao excesso de acumulação de alumínio. Isto pode ser visto já em algumas partes de Portugal onde a pulverização incide somente na natureza.
E perguntam vocês quais serão as razões que mantêm os ambientalistas de bico calado? No topo dessa pirâmide temos neo maltusianos e eco terroristas, junções de morte, caso se dê espaço para eles desenvolverem os seus ideais de retrocesso civilizacional. Organizações de topo como a Greenpeace ou a WWF albergam toda a espécie e mais alguma de eco retrógados, cujo intuito e abertamente declarado é a destruição do mundo industrializado e o emergir de uma nova religião, eco por assim dizer.
continua...
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domingo, 21 de abril de 2013
A senhora do leste e o ditador CIX
Mais uma celeuma financeira, desta feita e como todos sabem, um grupo de jornalistas divulgou as contas bancárias offshore de muitas personalidades e multinacionais. Mas que novidade, como se todos já não soubessem. Não percebo a surpresa, estavam à espera do quê? Que estivesse lá o dinheiro dos pobres? Ou será que estavam à espera de ver tudo certinho e declarado ao fisco?
O que importa ter 200 gigas de informação sobre transacções internacionais fraudulentas, se ninguém fará puta de coisa alguma? Esta classe jornalística é demais, estes tipos são os mesmos que aproveitaram o wikileaks para imprimirem merda politizada, deixando tudo o resto que lá estava por mostrar e que era bem mais importante do que aquilo que publicaram na altura.
Mas já que se fala em offshores, tinha dado muito jeito aos jornalistas essa imagem em baixo. O que vocês estão a ler é o moralismo financeiro da senhora do leste, assim também eu andava de peito feito, com uma conta dessas, ui, ui!!! Cortesia do wikileaks...
O banco privado é suíço e não creio que haja muito a dizer, a não ser que ficámos a saber onde a senhora do leste guardava as suas "luvas" para depois serem enviadas para uma conta offshore. Tenho de concordar quando dizem que os politicos do centro e norte da Europa são diferentes. A imagem que passam é de uma imaculada transparência financeira que me deixa espantado. Esta senhora foi eleita em 2005,certo? A carta é de 2007, digamos que a este ritmo e estando ainda no poder já terá atingido um patamar que os politicos do sul nunca conseguirão, é simplesmente outra liga, isto não é só no futebol e na industria que eles são melhores.
O outro "case study" é referente a uma bela peça de engenharia alemã, Helmut Khol. Este senhor que em 2002 deu uma entrevista a um jornalista, revelada só agora em 2013, dá-nos conta de como ele enganou por diversas vezes o povo alemão, indo ao desencontro das suas pretensões, somente para beneficiar o projecto europeu.
Deve-se dizer que todos o fazem, todos enganam os seus povos, todos têm toda uma máquina para nos convencer que aquilo que eles pretendem atingir será bom para nós, pois ao contrário das outras formas de governação, na democracia usa-se o modo "stealth" por forma a ludibriar as massas inconscientes.
http://euobserver.com/political/119735
Former German Chancellor Helmut Kohl - the architect of German reunification - admitted he would never have won a referendum on the adoption of the euro in his country and said he acted "like a dictator" to see the common currency introduced.
"Nations with a common currency never went to war against each other. A common currency is more than the money you pay with," he said.
Claro que é muito mais do que uma simples moeda, é toda uma soberania que os países entregaram de bandeja a um bando de mercenários, alemães incluídos.
"They thought - and were right about it - that if Germany doesn't adopt the euro, nobody will. And about the German situation they said: if Helmut Kohl doesn't push it through, nobody else will. Decisions emerged out of this core attitude," Kohl said.
With political parties springing up in favour of keeping Deutsche Mark and his own Christian-Democrats lukewarm to the idea of the euro, Kohl said a referendum on the matter would have been a lost cause.
"I knew that I could never have won a referendum here in Germany. We would have lost any plebiscite about the introduction of the euro. That is very clear. I would have lost it," he said.
Todos os países tiveram o seu H. Khol, todos eles idealizaram na cabeça das pessoas o sonho comunitário, onde seriamos todos felizes e merdas desse género. Tudo isto sem referendos pois está claro.
"In the end, representative democracy can only be successful if someone stands up and says: this is how it is. I link my existence to this political project. Then you get a whole bunch of people in your own party who say: If he falls, I fall too. And then it is not about the euro - it is a life philosophy."
Uma filosofia de vida à qual os alemães seguiram, enganados como todos os outros, e agora, para esse sonho privado e idílico não morrer, têm a andar a pagar dividas atrás de dividas.
"I wanted to bring the euro because to me it meant the irreversibility of European development... for me the euro was a synonym for Europe going further," Kohl said.
But he admitted that in bringing this idea to life he "was like a dictator."
Não creio que nenhum politico tenha os tomates de ir contra os senhores do mundo e abandonar a Europa, muito pelo contrário, temos vários países a quererem entrar para EUSR, porque fora dela é impossivel sobreviver.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/nova-ordem-mundial-part1-xxxv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/nova-ordem-mundial-part2-xxxvi.html
O que importa ter 200 gigas de informação sobre transacções internacionais fraudulentas, se ninguém fará puta de coisa alguma? Esta classe jornalística é demais, estes tipos são os mesmos que aproveitaram o wikileaks para imprimirem merda politizada, deixando tudo o resto que lá estava por mostrar e que era bem mais importante do que aquilo que publicaram na altura.
Mas já que se fala em offshores, tinha dado muito jeito aos jornalistas essa imagem em baixo. O que vocês estão a ler é o moralismo financeiro da senhora do leste, assim também eu andava de peito feito, com uma conta dessas, ui, ui!!! Cortesia do wikileaks...
O banco privado é suíço e não creio que haja muito a dizer, a não ser que ficámos a saber onde a senhora do leste guardava as suas "luvas" para depois serem enviadas para uma conta offshore. Tenho de concordar quando dizem que os politicos do centro e norte da Europa são diferentes. A imagem que passam é de uma imaculada transparência financeira que me deixa espantado. Esta senhora foi eleita em 2005,certo? A carta é de 2007, digamos que a este ritmo e estando ainda no poder já terá atingido um patamar que os politicos do sul nunca conseguirão, é simplesmente outra liga, isto não é só no futebol e na industria que eles são melhores.
O outro "case study" é referente a uma bela peça de engenharia alemã, Helmut Khol. Este senhor que em 2002 deu uma entrevista a um jornalista, revelada só agora em 2013, dá-nos conta de como ele enganou por diversas vezes o povo alemão, indo ao desencontro das suas pretensões, somente para beneficiar o projecto europeu.
Deve-se dizer que todos o fazem, todos enganam os seus povos, todos têm toda uma máquina para nos convencer que aquilo que eles pretendem atingir será bom para nós, pois ao contrário das outras formas de governação, na democracia usa-se o modo "stealth" por forma a ludibriar as massas inconscientes.
http://euobserver.com/political/119735
Former German Chancellor Helmut Kohl - the architect of German reunification - admitted he would never have won a referendum on the adoption of the euro in his country and said he acted "like a dictator" to see the common currency introduced.
"Nations with a common currency never went to war against each other. A common currency is more than the money you pay with," he said.
Claro que é muito mais do que uma simples moeda, é toda uma soberania que os países entregaram de bandeja a um bando de mercenários, alemães incluídos.
"They thought - and were right about it - that if Germany doesn't adopt the euro, nobody will. And about the German situation they said: if Helmut Kohl doesn't push it through, nobody else will. Decisions emerged out of this core attitude," Kohl said.
With political parties springing up in favour of keeping Deutsche Mark and his own Christian-Democrats lukewarm to the idea of the euro, Kohl said a referendum on the matter would have been a lost cause.
"I knew that I could never have won a referendum here in Germany. We would have lost any plebiscite about the introduction of the euro. That is very clear. I would have lost it," he said.
Todos os países tiveram o seu H. Khol, todos eles idealizaram na cabeça das pessoas o sonho comunitário, onde seriamos todos felizes e merdas desse género. Tudo isto sem referendos pois está claro.
"In the end, representative democracy can only be successful if someone stands up and says: this is how it is. I link my existence to this political project. Then you get a whole bunch of people in your own party who say: If he falls, I fall too. And then it is not about the euro - it is a life philosophy."
Uma filosofia de vida à qual os alemães seguiram, enganados como todos os outros, e agora, para esse sonho privado e idílico não morrer, têm a andar a pagar dividas atrás de dividas.
"I wanted to bring the euro because to me it meant the irreversibility of European development... for me the euro was a synonym for Europe going further," Kohl said.
But he admitted that in bringing this idea to life he "was like a dictator."
Não creio que nenhum politico tenha os tomates de ir contra os senhores do mundo e abandonar a Europa, muito pelo contrário, temos vários países a quererem entrar para EUSR, porque fora dela é impossivel sobreviver.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/nova-ordem-mundial-part1-xxxv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/nova-ordem-mundial-part2-xxxvi.html
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sábado, 13 de abril de 2013
A torre de Basileia (2ª parte) CVIII
Os acordos de Basileia: como arruinar um país antes da chegada do FMI/banco mundial.
Em 1974 foi criado pelos governadores dos bancos centrais o comité de Basileia para a supervisão bancária, este comité incorporava dez nações, estando actualmente nas vinte nações, daí a sigla G20.
Na próxima noticia mostro-vos como o BIS usa o sistema bancário de modo arruínar o país que entender, outro artigo de leitura obrigatória.
http://www.globalresearch.ca/the-tower-of-basel-secretive-plans-for-the-issuing-of-a-global-currency/13239
In 1974, the Basel Committee on Banking Supervision was created by the central bank Governors of the Group of Ten nations (now expanded to twenty). The BIS provides the twelve-member Secretariat for the Committee. The Committee, in turn, sets the rules for banking globally, including capital requirements and reserve controls. In a 2003 article titled “The Bank for International Settlements Calls for Global Currency,” Joan Veon wrote:
“The BIS is where all of the world’s central banks meet to analyze the global economy and determine what course of action they will take next to put more money in their pockets, since they control the amount of money in circulation and how much interest they are going to charge governments and banks for borrowing from them. . . .
“When you understand that the BIS pulls the strings of the world’s monetary system, you then understand that they have the ability to create a financial boom or bust in a country. If that country is not doing what the money lenders want, then all they have to do is sell its currency.”
A união bancária assinada ainda à bem pouco tempo, serviu para legalizar e pôr sobre controlo o que antes não podia ser "mostrado", foi tornar a ilegalidade das decisões financeiras em algo legal e ractificado aos olhos da lei internacional.
Os acordos de Basileia só puderam ser possíveis porque os bancos centrais são propriedades privadas dentro do sistema estatal, e que através do BIS/BCE passaram a controlar mais de 200 bancos na EUSR, a fachada pública para isto tudo? É o banco central europeu, que, tal como os bancos centrais de cada país, está proibido de financiar directamente os estados membros, tudo cortesia do tratado de lisboa, que todos falam mas ninguém parece ter lido. A expressão "porreiro pá", de José Sócrates disse tudo, toda aquela malta sabia de antemão o que vinha aí, ou não fossem eles ficar para a história.
Apesar de existir a cláusula de não financiar directamente os estados membros, o medo da explosão social é tanto que até isso quebraram, mas no inicio, quando era preciso estancar a hemorragia soberana aí deu muito jeito aos senhores do mundo de modo a introduzir a troika nos países alvos.
Logrado o esquema do tratado, a porta estava aberta, os países ficaram literalmente nas mãos de quem controla os bancos, não é coincidência a crise das dividas ter a sua origem nos bancos comerciais e casas de investimento. Depois desta etapa (Tratado Lisboa) uma das formas para destruir um país é mandatar ao bancos comerciais que aumentem o seu ratio, e bang!!! Por essa europa fora os bancos começaram a cair...
Este exemplo vêm sendo repetido sucessivamente e foi "executado" em 1988 no Japão como se descreve em baixo...
The power of the BIS to make or break economies was demonstrated in 1988, when it issued a Basel Accord raising bank capital requirements from 6% to 8%. By then, Japan had emerged as the world’s largest creditor; but Japan’s banks were less well capitalized than other major international banks. Raising the capital requirement forced them to cut back on lending, creating a recession in Japan like that suffered in the U.S. today.
Property prices fell and loans went into default as the security for them shriveled up. A downward spiral followed, ending with the total bankruptcy of the banks. The banks had to be nationalized, although that word was not used in order to avoid criticism.
Os bancos inseridos nos países que estão sob resgate financeiro tiveram de aumentar o seu ratio através da recapitalização, e, em 2008, Mira amaral considerava que a proposta de recapitalização era uma séria ameaça à nacionalização dos bancos.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2108157
O homem sabia do que falava visto hoje termos vários bancos dissimulamente nacionalizados.
A receita aplicada ao Japão em 1988 pelo BIS assemelha-se e muito ao que tivemos em Portugal, Grécia ou Espanha. A recapitalização da banca Europeia exigida pelo BIS teve o resultado esperado em todos os países, os bancos privados fecham as torneiras, e a espiral recessiva é apenas uma questão de tempo. Os bancos guardam o dinheiro de modo a manterem o ratio exigido pelo BIS, por isso é que não o libertam na economia.
Os acordos de Basileia afectam não só os países mas também atingem pessoas enquanto seres singulares. A Índia é disso exemplo, pois, entre 1997 e 2010, teve mais de 200 mil agricultures a suicidarem-se por estes não conseguirem empréstimos de modo a manterem o seu negócio, tal como escrevi aqui e aqui.
Among other collateral damage produced by the Basel Accords was a spate of suicides among Indian farmers unable to get loans. The BIS capital adequacy standards required loans to private borrowers to be “risk-weighted,” with the degree of risk determined by private rating agencies; and farmers and small business owners could not afford the agencies’ fees. Banks therefore assigned 100 percent risk to the loans, and then resisted extending credit to these “high-risk” borrowers because more capital was required to cover the loans.
O BIS exigiu aos bancos indianos que os empréstimos feitos a estes agricultures tivessem um risco de 100%, impossibilitando dessa forma o contínuo acesso ao crédito por parte dos agricultures indianos. O drama traduziu-se em mais de 250 mil suicidios durante 10 anos, o tempo necessário para o estado intervir.
Outro exemplo vêm da Coreia do Sul e mais uma vez as semelhanças com o que se passa na Europa vêm ao de cima. Em 2008 no Korea times, um artigo chamava a atenção para as manobras do BIS que estavam a impedir o acesso ao crédito por parte da sociedade, estrangulando a economia, deliberadamente.
http://www.koreatimes.co.kr/www/news/biz/2009/11/123_36084.html
The Bank of Korea has provided more than 35 trillion won to banks since September (2008) when the global financial crisis went full throttle,'' said a Seoul analyst, who declined to be named.
But the effect is not seen at all with the banks keeping the liquidity in their safes. They simply don't lend and one of the biggest reasons is to keep the BIS ratio high enough to survive,'' he said.
Os ratio têm de ser cumpridos e o banco que não estiver acima da % estabelecida terá que se recapitalizar, ou seja boa parte dos bancos acabam a pedir ao estado e guardam esse dinheiro em vez de o largarem na economia de modo a manter o ratio estabelecido. Excelente forma de estrangular uma sociedade.
Chang Ha-joon, an economics professor at Cambridge University, concurs with the anonymous analyst.
What banks do for their own interests, or to improve the BIS ratio, is against the interests of the whole society. This is a bad idea,'' Chang said in a recent telephone interview with The Korea Times.
Por último, num artigo publicado no Asian times "the BIS vs National Banks", encontramos muitas repostas sobre o modus operandis da primeira instituição financeira global.
http://www.atimes.com/global-econ/DE14Dj01.html
From their different historical backgrounds, different banking systems and regulatory regimes have evolved for different national economies. The globalization of finance, accelerated by "big bangs" in major financial markets, has brought about the urgent push for global regulatory standards applicable to banks worldwide, while leaving credit and capital markets largely unregulated, and a foreign exchange regime driven by predatory processes disguised as free markets for currencies.
...national banking systems are suddenly thrown into the rigid arms of the Basel Capital Accord sponsored by the Bank of International Settlement (BIS), or to face the penalty of usurious risk premium in securing international interbank loans. Thus national banking systems are all forced to march to the same tune, designed to serve the needs of highly sophisticated global financial markets, regardless of the developmental needs of their national economies.
Importante é quem faz as leis para o mundo bancário e financeiro, e não quem empresta o dinheiro, neste caso o BCE ou FMI, que servem de fachada pública ao negócio da extorsão.
BIS regulations serve only the single purpose of strengthening the international private banking system, even at the peril of national economies. The BIS does to national banking systems what the IMF has done to national monetary regimes.National economies under financial globalization no longer serve national interests.
The IMF and the international banks regulated by the BIS are a team: the international banks lend recklessly to borrowers in emerging economies to create a foreign currency debt crisis, the IMF arrives as a carrier of monetary virus in the name of sound monetary policy, then the international banks come as vulture investors in the name of financial rescue to acquire national banks deemed capital inadequate and insolvent by the BIS.
Até aqui, tenho mostrado como o BIS procede de forma a estourar um país para logo de seguida entrar o renegociador das dívidas soberanas, o FMI. As dividas, essas, estão lá para serem mantidas e não eliminadas, esta história de querer acabar com a divida têm tanto de falso como de impossivel, porque já antes desta crise, tinhamos mais de 60% do PIB no prego.
O mundo está programado financeiramente para serem os bancos a emprestarem aos estados, quando, em qualquer prisma racional na construção de uma sociedade deveria de ser precisamente o contrário. Só não é assim, porque aquilo que é mais procurado no mundo, o dinheiro, nunca poderá estar nas mãos de um estado que livremente imprima-o.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/11/the-real-deal-1-parte-xcvi.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/11/the-real-deal-2-parte-xcvii.html
Em 1974 foi criado pelos governadores dos bancos centrais o comité de Basileia para a supervisão bancária, este comité incorporava dez nações, estando actualmente nas vinte nações, daí a sigla G20.
Na próxima noticia mostro-vos como o BIS usa o sistema bancário de modo arruínar o país que entender, outro artigo de leitura obrigatória.
http://www.globalresearch.ca/the-tower-of-basel-secretive-plans-for-the-issuing-of-a-global-currency/13239
In 1974, the Basel Committee on Banking Supervision was created by the central bank Governors of the Group of Ten nations (now expanded to twenty). The BIS provides the twelve-member Secretariat for the Committee. The Committee, in turn, sets the rules for banking globally, including capital requirements and reserve controls. In a 2003 article titled “The Bank for International Settlements Calls for Global Currency,” Joan Veon wrote:
“The BIS is where all of the world’s central banks meet to analyze the global economy and determine what course of action they will take next to put more money in their pockets, since they control the amount of money in circulation and how much interest they are going to charge governments and banks for borrowing from them. . . .
“When you understand that the BIS pulls the strings of the world’s monetary system, you then understand that they have the ability to create a financial boom or bust in a country. If that country is not doing what the money lenders want, then all they have to do is sell its currency.”
A união bancária assinada ainda à bem pouco tempo, serviu para legalizar e pôr sobre controlo o que antes não podia ser "mostrado", foi tornar a ilegalidade das decisões financeiras em algo legal e ractificado aos olhos da lei internacional.
Os acordos de Basileia só puderam ser possíveis porque os bancos centrais são propriedades privadas dentro do sistema estatal, e que através do BIS/BCE passaram a controlar mais de 200 bancos na EUSR, a fachada pública para isto tudo? É o banco central europeu, que, tal como os bancos centrais de cada país, está proibido de financiar directamente os estados membros, tudo cortesia do tratado de lisboa, que todos falam mas ninguém parece ter lido. A expressão "porreiro pá", de José Sócrates disse tudo, toda aquela malta sabia de antemão o que vinha aí, ou não fossem eles ficar para a história.
Apesar de existir a cláusula de não financiar directamente os estados membros, o medo da explosão social é tanto que até isso quebraram, mas no inicio, quando era preciso estancar a hemorragia soberana aí deu muito jeito aos senhores do mundo de modo a introduzir a troika nos países alvos.
Logrado o esquema do tratado, a porta estava aberta, os países ficaram literalmente nas mãos de quem controla os bancos, não é coincidência a crise das dividas ter a sua origem nos bancos comerciais e casas de investimento. Depois desta etapa (Tratado Lisboa) uma das formas para destruir um país é mandatar ao bancos comerciais que aumentem o seu ratio, e bang!!! Por essa europa fora os bancos começaram a cair...
Este exemplo vêm sendo repetido sucessivamente e foi "executado" em 1988 no Japão como se descreve em baixo...
The power of the BIS to make or break economies was demonstrated in 1988, when it issued a Basel Accord raising bank capital requirements from 6% to 8%. By then, Japan had emerged as the world’s largest creditor; but Japan’s banks were less well capitalized than other major international banks. Raising the capital requirement forced them to cut back on lending, creating a recession in Japan like that suffered in the U.S. today.
Property prices fell and loans went into default as the security for them shriveled up. A downward spiral followed, ending with the total bankruptcy of the banks. The banks had to be nationalized, although that word was not used in order to avoid criticism.
Os bancos inseridos nos países que estão sob resgate financeiro tiveram de aumentar o seu ratio através da recapitalização, e, em 2008, Mira amaral considerava que a proposta de recapitalização era uma séria ameaça à nacionalização dos bancos.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2108157
O homem sabia do que falava visto hoje termos vários bancos dissimulamente nacionalizados.
A receita aplicada ao Japão em 1988 pelo BIS assemelha-se e muito ao que tivemos em Portugal, Grécia ou Espanha. A recapitalização da banca Europeia exigida pelo BIS teve o resultado esperado em todos os países, os bancos privados fecham as torneiras, e a espiral recessiva é apenas uma questão de tempo. Os bancos guardam o dinheiro de modo a manterem o ratio exigido pelo BIS, por isso é que não o libertam na economia.
Os acordos de Basileia afectam não só os países mas também atingem pessoas enquanto seres singulares. A Índia é disso exemplo, pois, entre 1997 e 2010, teve mais de 200 mil agricultures a suicidarem-se por estes não conseguirem empréstimos de modo a manterem o seu negócio, tal como escrevi aqui e aqui.
Among other collateral damage produced by the Basel Accords was a spate of suicides among Indian farmers unable to get loans. The BIS capital adequacy standards required loans to private borrowers to be “risk-weighted,” with the degree of risk determined by private rating agencies; and farmers and small business owners could not afford the agencies’ fees. Banks therefore assigned 100 percent risk to the loans, and then resisted extending credit to these “high-risk” borrowers because more capital was required to cover the loans.
O BIS exigiu aos bancos indianos que os empréstimos feitos a estes agricultures tivessem um risco de 100%, impossibilitando dessa forma o contínuo acesso ao crédito por parte dos agricultures indianos. O drama traduziu-se em mais de 250 mil suicidios durante 10 anos, o tempo necessário para o estado intervir.
Outro exemplo vêm da Coreia do Sul e mais uma vez as semelhanças com o que se passa na Europa vêm ao de cima. Em 2008 no Korea times, um artigo chamava a atenção para as manobras do BIS que estavam a impedir o acesso ao crédito por parte da sociedade, estrangulando a economia, deliberadamente.
http://www.koreatimes.co.kr/www/news/biz/2009/11/123_36084.html
The Bank of Korea has provided more than 35 trillion won to banks since September (2008) when the global financial crisis went full throttle,'' said a Seoul analyst, who declined to be named.
But the effect is not seen at all with the banks keeping the liquidity in their safes. They simply don't lend and one of the biggest reasons is to keep the BIS ratio high enough to survive,'' he said.
Os ratio têm de ser cumpridos e o banco que não estiver acima da % estabelecida terá que se recapitalizar, ou seja boa parte dos bancos acabam a pedir ao estado e guardam esse dinheiro em vez de o largarem na economia de modo a manter o ratio estabelecido. Excelente forma de estrangular uma sociedade.
Chang Ha-joon, an economics professor at Cambridge University, concurs with the anonymous analyst.
What banks do for their own interests, or to improve the BIS ratio, is against the interests of the whole society. This is a bad idea,'' Chang said in a recent telephone interview with The Korea Times.
Por último, num artigo publicado no Asian times "the BIS vs National Banks", encontramos muitas repostas sobre o modus operandis da primeira instituição financeira global.
http://www.atimes.com/global-econ/DE14Dj01.html
From their different historical backgrounds, different banking systems and regulatory regimes have evolved for different national economies. The globalization of finance, accelerated by "big bangs" in major financial markets, has brought about the urgent push for global regulatory standards applicable to banks worldwide, while leaving credit and capital markets largely unregulated, and a foreign exchange regime driven by predatory processes disguised as free markets for currencies.
...national banking systems are suddenly thrown into the rigid arms of the Basel Capital Accord sponsored by the Bank of International Settlement (BIS), or to face the penalty of usurious risk premium in securing international interbank loans. Thus national banking systems are all forced to march to the same tune, designed to serve the needs of highly sophisticated global financial markets, regardless of the developmental needs of their national economies.
Importante é quem faz as leis para o mundo bancário e financeiro, e não quem empresta o dinheiro, neste caso o BCE ou FMI, que servem de fachada pública ao negócio da extorsão.
BIS regulations serve only the single purpose of strengthening the international private banking system, even at the peril of national economies. The BIS does to national banking systems what the IMF has done to national monetary regimes.National economies under financial globalization no longer serve national interests.
The IMF and the international banks regulated by the BIS are a team: the international banks lend recklessly to borrowers in emerging economies to create a foreign currency debt crisis, the IMF arrives as a carrier of monetary virus in the name of sound monetary policy, then the international banks come as vulture investors in the name of financial rescue to acquire national banks deemed capital inadequate and insolvent by the BIS.
Até aqui, tenho mostrado como o BIS procede de forma a estourar um país para logo de seguida entrar o renegociador das dívidas soberanas, o FMI. As dividas, essas, estão lá para serem mantidas e não eliminadas, esta história de querer acabar com a divida têm tanto de falso como de impossivel, porque já antes desta crise, tinhamos mais de 60% do PIB no prego.
O mundo está programado financeiramente para serem os bancos a emprestarem aos estados, quando, em qualquer prisma racional na construção de uma sociedade deveria de ser precisamente o contrário. Só não é assim, porque aquilo que é mais procurado no mundo, o dinheiro, nunca poderá estar nas mãos de um estado que livremente imprima-o.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/11/the-real-deal-1-parte-xcvi.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/11/the-real-deal-2-parte-xcvii.html
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
A torre de Basileia (1ª parte) CVII
Escrever sobre a torre de Basileia é como tentar descrever o fundo do oceano, um mistério. Irei mostrar-vos nos próximos dois artigos e no meio desse mistério, quem realmente controla o mundo financeiro, quais os canais de intergovernação por onde actuam e que acordos celebraram para reterem economias inteiras. Vulgarmente conhecido por BIS, o bank for international settlements é muito mais do que uma complexa instituição financeira.
Para entendermos quais são os arquétipos que nos governam é preciso escavar bem fundo, até à raiz do problema, e se só conseguimos vislumbrar o quadro geral depois de sabermos as peças que compõem esse puzzle, então, uma delas consiste em saber o que são os bancos centrais, peças que já foram cruciais no xadrez monetário.
O Banco de Portugal, assim como todos os outros bancos centrais, são propriedade privada, com leis próprias, onde o estado é apenas um dos "accionistas". Um exemplo desta propriedade privada é a venda de ouro por parte do Banco central Português que caso vendesse o que detêm e que neste momento perfazem 382 toneladas, o lucro seria então dividido em várias partes, sendo a fatia maior para o BdP, o estado português apenas arrecadaria os dividendos distribuidos pelo banco, tal como um accionista de um outro banco qualquer.
http://www.tvi24.iol.pt/economia/reservas-de-ouro-banco-de-portugal-divida-publica-defice-crise-portugal/1244331-1730.html
Nesta noticia podemos encontrar várias coisas interessantes a este respeito...
"Contactado pela Agência Financeira, o Banco de Portugal explica que a venda das reservas se insere no âmbito do «Acordo dos Bancos Centrais sobre o Ouro» assinado pelo Banco Central Europeu e por 14 Bancos Centrais Nacionais, entre os quais o Banco de Portugal, em Setembro de 1999.
Desde então, todas as verbas «os proveitos realizados com as vendas de ouro ficam retidos no Banco de Portugal e são consignados a uma Reserva Especial que constitui parte integrante dos capitais próprios do Banco».
Além disso, contactado pela Agência Financeira, o Banco Central Europeu (BCE) recorda que, ao abrigo dos Tratados Europeus, «os bancos centrais estão proibidos de financiar directamente os Estados»."
Ou seja, o Bdp têm capitais próprios para quê? Se não pode emprestar ao estado, se é o BCE que financia os bancos por essa Europa fora, para que servem esses capitais? Reparem também que ao abrigo de um tratado qualquer (Lisboa) de que ninguém quer saber, os servos da politica trataram de ir arranjando a crise, impossibilitando saídas possíveis em casos de desastres económicos como este em que vivemos actualmente. Impedir o BCE de financiar os governos directamente fazendo circular o dinheiro pelos bancos comerciais é ter o poder sobre se quero ou não estrangular um país usando para isso o poder que o BIS têm sobre os bancos comerciais.
No site do banco de Portugal encontramos a sua ligação "legal" ao BIS, "O banco de Pagamentos Internacionais (BIS) é uma organização internacional que visa a promoção da cooperação monetária e financeira internacional. Considerado “o banco dos bancos centrais”, constitui um fórum privilegiado para discussão ao mais alto nível de questões relativas ao sistema financeiro internacional e ao papel dos bancos centrais."
"O Banco de Portugal é accionista do BIS. Nesta qualidade, tem assento na Assembleia Geral, um dos órgãos de decisão máximos daquela organização..."
Se existem discussões ao mais alto nível, então que assuntos são estes? Pensava eu que o BCE é que tratava dos temas monetários a serem aplicados por essa europa fora. Na realidade, isso é falso, pois todas as mudanças no sistema financeiro têm por base o que se decide no BIS e não no BCE, que apenas aplica a decisão tomada no banco da elite. Apesar de existir uma assembleia geral, as principais decisões tomam-se a cada dois meses numa reunião no 18º andar da torre englobando os 12 cabecilhas principais do gangue, discute-se "o mundo financeiro" sempre a um domingo e nenhum assessor está presente. A decoração ficou ao encargo dos mesmos projectistas do estádio de Beijing.
"No século XX, que eu saiba, só houve um homem que tentou por o estado a imprimir dinheiro sem ter que pagar juros, imprimir o necessário para cobrir as dividas, apoiando-se no metal prata em substituição do ouro. Conseguiu imprimir cerca de 4.5 biliões de dólares, os únicos que até hoje os americanos não tiveram de pagar, depois disso Kennedy é assassinado, e a ordem executiva 1110 que fechava a reserva federal também. Para quê pedir dólares emprestados quando se podia criar o próprio dólar livre de "custo"? Esse senhor pensava à frente porque via a raíz do problema e sabia que enquanto isso não fosse mudado, aquele país nunca seria livre.
Fundado em 1930, o BIS (bank for international settlements) passou de um banco onde existiam accionistas privados (JP Morgan) e bancos centrais, para uma situação de controlo absoluto por parte dos bancos.
http://www.investorsinsight.com/blogs/what_we_now_know/archive/2006/03/07/the-most-powerful-bank-you-ve-never-heard-of.aspx
Nesta noticia, de leitura obrigatória, podemos encontrar muitos e bons aspectos sobre a forma como "trabalha" esta entidade que não é eleita por ninguém e onde nenhuma instituição global têm jurisdição para meter lá o nariz. O BIS é como a última das bonecas matrioshka, pequeno e escondido.
"A banker's bank, the BIS does no direct business with individuals, governments, or corporate entities. Instead, it deals solely with member nations' central banks (most of which are privately owned). There are 55 of them at present, and the list includes every central bank of consequence in the world.
The founders were the central banks of Belgium, France, Germany, Italy, Japan and the U.K., all of which got an identical number of shares. The U.S. Federal Reserve was not an original shareholder; however, three American banks (J. P. Morgan, First Bank of New York, First Bank of Chicago) each got the same number, giving the U.S. three times the voting power from the outset. "
Tal como escrevi no último artigo, enquanto os soldados lutavam por ideais de outros homens na derradeira batalha da estupidez humana, a segunda guerra mundial era financiada e mantida por este banco, que recebia os despojos da guerra de ambos os lados sob a forma de ouro.
"it helps central banks construct and implement financial policy decisions, in concert with one another. And it acts as a third party in transactions, facilitating the flow of money and other financial instruments, including gold.
It accomplishes this through control of currencies. It currently holds 7% of the world's available foreign exchange funds, whose unit of account was switched in March of 2003 from the Swiss gold franc to Special Drawing Rights (SDR), an artificial fiat "money" with a value based on a basket of currencies (44% U.S. dollar, 34% euro, 11% Japanese yen, 11% pound sterling)."
Tudo passa pelo BIS, que entre outras coisas serve para branquear o dinheiro, dai promover e facilitar as transacções internacionais, de onde retiram uns cêntimos por cada transacção. A substituição do dólar pelos SDR como moeda de reserva, será feita, de modo, a que num futuro próximo todas as "commodities" sejam negociadas neste "dinheiro" artificial controlado pelo BIS.
The bank also controls a huge amount of gold, which it both stores and lends out, giving it great leverage over the metal's price and the marketplace power that brings, since gold is still the only universal currency. BIS gold reserves were listed on its 2005 annual report (the most recent) as 712 tons. How that breaks down into member banks' deposits and the BIS personal stash is unknown.
By controlling foreign exchange currency, plus gold, the BIS can go a long way toward determining the economic conditions in any given country.
É de todo crucial perceber o banco da elite, pois qualquer decisão de topo realizada no mundo financeiro e económico têm por base as reuniões que acontecem na torre de Basileia, por isso, quando o BCE anuncia descidas na taxa de juro, podem ter a certeza que foi com a concordância do BIS, se um país é resgatado, isso só foi possível porque foi dado o sinal verde por parte do BIS, entrando o renegociador da divida (FMI) em acção, ao qual está agregado, assim como o Banco Mundial, a isto chamou-se acordo de Bretton Woods.
Continua....
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/05/eussr-parte1-xxxii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/10/o-metodo-comunitario-xcv.html
Para entendermos quais são os arquétipos que nos governam é preciso escavar bem fundo, até à raiz do problema, e se só conseguimos vislumbrar o quadro geral depois de sabermos as peças que compõem esse puzzle, então, uma delas consiste em saber o que são os bancos centrais, peças que já foram cruciais no xadrez monetário.
O Banco de Portugal, assim como todos os outros bancos centrais, são propriedade privada, com leis próprias, onde o estado é apenas um dos "accionistas". Um exemplo desta propriedade privada é a venda de ouro por parte do Banco central Português que caso vendesse o que detêm e que neste momento perfazem 382 toneladas, o lucro seria então dividido em várias partes, sendo a fatia maior para o BdP, o estado português apenas arrecadaria os dividendos distribuidos pelo banco, tal como um accionista de um outro banco qualquer.
http://www.tvi24.iol.pt/economia/reservas-de-ouro-banco-de-portugal-divida-publica-defice-crise-portugal/1244331-1730.html
Nesta noticia podemos encontrar várias coisas interessantes a este respeito...
"Contactado pela Agência Financeira, o Banco de Portugal explica que a venda das reservas se insere no âmbito do «Acordo dos Bancos Centrais sobre o Ouro» assinado pelo Banco Central Europeu e por 14 Bancos Centrais Nacionais, entre os quais o Banco de Portugal, em Setembro de 1999.
Desde então, todas as verbas «os proveitos realizados com as vendas de ouro ficam retidos no Banco de Portugal e são consignados a uma Reserva Especial que constitui parte integrante dos capitais próprios do Banco».
Além disso, contactado pela Agência Financeira, o Banco Central Europeu (BCE) recorda que, ao abrigo dos Tratados Europeus, «os bancos centrais estão proibidos de financiar directamente os Estados»."
Ou seja, o Bdp têm capitais próprios para quê? Se não pode emprestar ao estado, se é o BCE que financia os bancos por essa Europa fora, para que servem esses capitais? Reparem também que ao abrigo de um tratado qualquer (Lisboa) de que ninguém quer saber, os servos da politica trataram de ir arranjando a crise, impossibilitando saídas possíveis em casos de desastres económicos como este em que vivemos actualmente. Impedir o BCE de financiar os governos directamente fazendo circular o dinheiro pelos bancos comerciais é ter o poder sobre se quero ou não estrangular um país usando para isso o poder que o BIS têm sobre os bancos comerciais.
No site do banco de Portugal encontramos a sua ligação "legal" ao BIS, "O banco de Pagamentos Internacionais (BIS) é uma organização internacional que visa a promoção da cooperação monetária e financeira internacional. Considerado “o banco dos bancos centrais”, constitui um fórum privilegiado para discussão ao mais alto nível de questões relativas ao sistema financeiro internacional e ao papel dos bancos centrais."
"O Banco de Portugal é accionista do BIS. Nesta qualidade, tem assento na Assembleia Geral, um dos órgãos de decisão máximos daquela organização..."
Se existem discussões ao mais alto nível, então que assuntos são estes? Pensava eu que o BCE é que tratava dos temas monetários a serem aplicados por essa europa fora. Na realidade, isso é falso, pois todas as mudanças no sistema financeiro têm por base o que se decide no BIS e não no BCE, que apenas aplica a decisão tomada no banco da elite. Apesar de existir uma assembleia geral, as principais decisões tomam-se a cada dois meses numa reunião no 18º andar da torre englobando os 12 cabecilhas principais do gangue, discute-se "o mundo financeiro" sempre a um domingo e nenhum assessor está presente. A decoração ficou ao encargo dos mesmos projectistas do estádio de Beijing.
"No século XX, que eu saiba, só houve um homem que tentou por o estado a imprimir dinheiro sem ter que pagar juros, imprimir o necessário para cobrir as dividas, apoiando-se no metal prata em substituição do ouro. Conseguiu imprimir cerca de 4.5 biliões de dólares, os únicos que até hoje os americanos não tiveram de pagar, depois disso Kennedy é assassinado, e a ordem executiva 1110 que fechava a reserva federal também. Para quê pedir dólares emprestados quando se podia criar o próprio dólar livre de "custo"? Esse senhor pensava à frente porque via a raíz do problema e sabia que enquanto isso não fosse mudado, aquele país nunca seria livre.
Fundado em 1930, o BIS (bank for international settlements) passou de um banco onde existiam accionistas privados (JP Morgan) e bancos centrais, para uma situação de controlo absoluto por parte dos bancos.
http://www.investorsinsight.com/blogs/what_we_now_know/archive/2006/03/07/the-most-powerful-bank-you-ve-never-heard-of.aspx
Nesta noticia, de leitura obrigatória, podemos encontrar muitos e bons aspectos sobre a forma como "trabalha" esta entidade que não é eleita por ninguém e onde nenhuma instituição global têm jurisdição para meter lá o nariz. O BIS é como a última das bonecas matrioshka, pequeno e escondido.
"A banker's bank, the BIS does no direct business with individuals, governments, or corporate entities. Instead, it deals solely with member nations' central banks (most of which are privately owned). There are 55 of them at present, and the list includes every central bank of consequence in the world.
The founders were the central banks of Belgium, France, Germany, Italy, Japan and the U.K., all of which got an identical number of shares. The U.S. Federal Reserve was not an original shareholder; however, three American banks (J. P. Morgan, First Bank of New York, First Bank of Chicago) each got the same number, giving the U.S. three times the voting power from the outset. "
Tal como escrevi no último artigo, enquanto os soldados lutavam por ideais de outros homens na derradeira batalha da estupidez humana, a segunda guerra mundial era financiada e mantida por este banco, que recebia os despojos da guerra de ambos os lados sob a forma de ouro.
"it helps central banks construct and implement financial policy decisions, in concert with one another. And it acts as a third party in transactions, facilitating the flow of money and other financial instruments, including gold.
It accomplishes this through control of currencies. It currently holds 7% of the world's available foreign exchange funds, whose unit of account was switched in March of 2003 from the Swiss gold franc to Special Drawing Rights (SDR), an artificial fiat "money" with a value based on a basket of currencies (44% U.S. dollar, 34% euro, 11% Japanese yen, 11% pound sterling)."
Tudo passa pelo BIS, que entre outras coisas serve para branquear o dinheiro, dai promover e facilitar as transacções internacionais, de onde retiram uns cêntimos por cada transacção. A substituição do dólar pelos SDR como moeda de reserva, será feita, de modo, a que num futuro próximo todas as "commodities" sejam negociadas neste "dinheiro" artificial controlado pelo BIS.
The bank also controls a huge amount of gold, which it both stores and lends out, giving it great leverage over the metal's price and the marketplace power that brings, since gold is still the only universal currency. BIS gold reserves were listed on its 2005 annual report (the most recent) as 712 tons. How that breaks down into member banks' deposits and the BIS personal stash is unknown.
By controlling foreign exchange currency, plus gold, the BIS can go a long way toward determining the economic conditions in any given country.
É de todo crucial perceber o banco da elite, pois qualquer decisão de topo realizada no mundo financeiro e económico têm por base as reuniões que acontecem na torre de Basileia, por isso, quando o BCE anuncia descidas na taxa de juro, podem ter a certeza que foi com a concordância do BIS, se um país é resgatado, isso só foi possível porque foi dado o sinal verde por parte do BIS, entrando o renegociador da divida (FMI) em acção, ao qual está agregado, assim como o Banco Mundial, a isto chamou-se acordo de Bretton Woods.
Continua....
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http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/05/eussr-parte1-xxxii.html
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sábado, 9 de março de 2013
Big Pharma (2ª parte) CVI
A extorsão monetária traz sempre consequências, esta noticia foi lançada pelo BMJ (British Medical Journal).
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1202865
Premature ovarian failure in a well adolescent is a rare event. Its occurrence raises important questions about causation, which may signal other systemic concerns. This patient presented with amenorrhoea after identifying a change from her regular cycle to irregular and scant periods following vaccinations against human papillomavirus...
Premature ovarian failure was then notified as a possible adverse event following this vaccination. The young woman was counselled regarding preservation of bone density, reproductive implications and relevant follow-up. This event could hold potential implications for population health and prompts further inquiry.
- Esta treta do Gardasil, a vacina contra o HPV, é do melhor que existe por aí, administra-se três doses desta merda em adolescentes com idades entre os 11 e os 18, e passados 15 anos quando quiserem engravidar muitas ficarão a chorar, e quem culpará a Merck? Ninguém. O espaço temporal é demasiado grande para haver correlação, mas é precisamente isso que vai acontecer, é um desastre à espera de acontecer. A adolescente ficou estéril porque é isso que a vacina faz, ataca o útero, por isso é que só se dá às meninas, por enquanto.
- É vista como a salvação contra o cancro, sem nunca ter demonstrado um único caso favorável, a Merck nunca mostrou porque eles não existem, tão simples como isso. Um dos problemas desta vacina, como muitas outras, são os ingredientes, por isso alguém me consegue explicar o faz um agente esterilizador na vacina? Polisorbato 80 provoca mudanças hormonais e deformidades nos ovários, além de "mimicar" o estrogénio, tudo isto provada e comprovadamente, e depois ainda se admiram quando encontram casos raros como o da adolescente.
http://www.ucbportugal.pt/arquivo.php?p=889&s=coment%C3%A1rio
Este caso é ainda mais gritante, esta senhora arrasa a vacina da farmacêutica Merck.
Uma pesquisadora que trabalha para a empresa farmacêutica Merck e que ajudou a desenvolver as vacinas Gardasil e Cervarix do papilomavírus humano (HPV) revelou que as drogas polémicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir.
A Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das duas vacinas, fez essas observações durante um discurso na 4ª Conferência Pública Internacional sobre Vacinação em Reston, Virginia
Dra. Harper disse para a TV CBS News em 19 de agosto de 2009 que “meninas e seus pais têm de receber avisos mais completos antes de receberem a vacina” e que uma menina tem mais probabilidade de morrer de uma reação adversa da Gardasil do que de câncer cervical.
A Gardasil, explicou a Dra. Harper, é promovida pela Merck, que é a fabricante farmacêutica, como um meio “seguro e eficiente” de prevenção contra o câncer cervical. A teoria por trás da vacina é que, como o HPV pode causar câncer cervical, a concessão de maior imunidade de algumas variantes do HPV poderia reduzir a incidência dessa forma de câncer. Na busca dessa meta, dezenas de milhões de meninas americanas foram vacinadas até agora.
- Gostava de saber quem do ministério da saúde de Portugal é que se dirige a estas conferências para se inteirar com quem sabe do assunto, provavelmente ninguém, que é o mais certo.
E depois quando vêem o estado a promover estas merdas sem nenhuma certeza quer da sua eficácia quer dos danos que pode provocar, então minhas senhoras, o alvo são mesmo vocês e as suas filhas, não o cancro.
- Tenho muitas dúvidas se esta vacina se ficará só pelas raparigas, inventarão uma pandemia sobre o cancro no ânus ou algo assim parecido para dá-la aos rapazes, e não estou aligeirar a coisa, se eles mesmo introduzem anticorpos de animais nos testes às vacinas para o resultado ser favorável, tudo é possível.
- E no meio disto tudo não houve uma entidade oficial ou privada que estudasse a possibilidade de a vacina HPV afectar a fecundidade feminina, será que dá para acreditar nesta treta?
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1202865
Premature ovarian failure in a well adolescent is a rare event. Its occurrence raises important questions about causation, which may signal other systemic concerns. This patient presented with amenorrhoea after identifying a change from her regular cycle to irregular and scant periods following vaccinations against human papillomavirus...
Premature ovarian failure was then notified as a possible adverse event following this vaccination. The young woman was counselled regarding preservation of bone density, reproductive implications and relevant follow-up. This event could hold potential implications for population health and prompts further inquiry.
- Esta treta do Gardasil, a vacina contra o HPV, é do melhor que existe por aí, administra-se três doses desta merda em adolescentes com idades entre os 11 e os 18, e passados 15 anos quando quiserem engravidar muitas ficarão a chorar, e quem culpará a Merck? Ninguém. O espaço temporal é demasiado grande para haver correlação, mas é precisamente isso que vai acontecer, é um desastre à espera de acontecer. A adolescente ficou estéril porque é isso que a vacina faz, ataca o útero, por isso é que só se dá às meninas, por enquanto.
- É vista como a salvação contra o cancro, sem nunca ter demonstrado um único caso favorável, a Merck nunca mostrou porque eles não existem, tão simples como isso. Um dos problemas desta vacina, como muitas outras, são os ingredientes, por isso alguém me consegue explicar o faz um agente esterilizador na vacina? Polisorbato 80 provoca mudanças hormonais e deformidades nos ovários, além de "mimicar" o estrogénio, tudo isto provada e comprovadamente, e depois ainda se admiram quando encontram casos raros como o da adolescente.
http://www.ucbportugal.pt/arquivo.php?p=889&s=coment%C3%A1rio
Este caso é ainda mais gritante, esta senhora arrasa a vacina da farmacêutica Merck.
Uma pesquisadora que trabalha para a empresa farmacêutica Merck e que ajudou a desenvolver as vacinas Gardasil e Cervarix do papilomavírus humano (HPV) revelou que as drogas polémicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir.
A Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das duas vacinas, fez essas observações durante um discurso na 4ª Conferência Pública Internacional sobre Vacinação em Reston, Virginia
Dra. Harper disse para a TV CBS News em 19 de agosto de 2009 que “meninas e seus pais têm de receber avisos mais completos antes de receberem a vacina” e que uma menina tem mais probabilidade de morrer de uma reação adversa da Gardasil do que de câncer cervical.
A Gardasil, explicou a Dra. Harper, é promovida pela Merck, que é a fabricante farmacêutica, como um meio “seguro e eficiente” de prevenção contra o câncer cervical. A teoria por trás da vacina é que, como o HPV pode causar câncer cervical, a concessão de maior imunidade de algumas variantes do HPV poderia reduzir a incidência dessa forma de câncer. Na busca dessa meta, dezenas de milhões de meninas americanas foram vacinadas até agora.
- Gostava de saber quem do ministério da saúde de Portugal é que se dirige a estas conferências para se inteirar com quem sabe do assunto, provavelmente ninguém, que é o mais certo.
E depois quando vêem o estado a promover estas merdas sem nenhuma certeza quer da sua eficácia quer dos danos que pode provocar, então minhas senhoras, o alvo são mesmo vocês e as suas filhas, não o cancro.
- Tenho muitas dúvidas se esta vacina se ficará só pelas raparigas, inventarão uma pandemia sobre o cancro no ânus ou algo assim parecido para dá-la aos rapazes, e não estou aligeirar a coisa, se eles mesmo introduzem anticorpos de animais nos testes às vacinas para o resultado ser favorável, tudo é possível.
- E no meio disto tudo não houve uma entidade oficial ou privada que estudasse a possibilidade de a vacina HPV afectar a fecundidade feminina, será que dá para acreditar nesta treta?
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Big Pharma (1ª parte) CV
Mais uma golpada no mundo das vacinas, depois de vos ter apresentado em primeira mão, este PDF, que é algo mais do que apenas sugestivo, temos agora dois virologistas da gigante farmacêutica Merck que resolveram chegar-se à frente pondo uma queixa contra a companhia farmacêutica para a qual trabalhavam por falsificação dos resultados da vacina contra a papeira (mumps), usando diversos métodos laboratoriais para esse efeito. Um caso perfeito de embuste cientifico.
http://www.courthousenews.com/2012/06/27/47851.htm
Merck has known for a decade that its mumps vaccine is "far less effective" than it tells the government, and it falsified test results and sold millions of doses of "questionable efficacy," flooding and monopolizing the market, a primary caregiver claims in a federal antitrust class action.
Alabama-based Chatom Primary Care sued Merck on Monday, the week after the unsealing of a False Claims Act complaint two relators filed in 2010.
Those relators, Stephen Krahling and Joan Wlochowski, were Merck virologists who claim in their unsealed complaint that they "witnessed firsthand the improper testing and data falsification in which Merck engaged to artificially inflate the vaccine's efficacy findings."
Se esta escumalha falsifica resultados, imaginem o que não escondem sobre os efeitos secundários. Pertencem a uma liga de crime organizado, legalmente aceite e incentivado por quem é financiado pelos gangues, não é só a Merck.
Krahling and Wlochowski claimed Merck's scheme caused the United States to pay "hundreds of millions of dollars for a vaccine that does not provide adequate immunization."
E será que não fazem isto com todas? Ou será que nas outras são idóneas, responsáveis e apresentam os resultados reais?
"As the largest single purchaser of childhood vaccines (accounting for more than 50 percent of all vaccine purchases), the United States is by far the largest financial victim of Merck's fraud," according to the 2010 False Claims Act complaint.
"But the ultimate victims here are the millions of children who every year are being injected with a mumps vaccine that is not providing them with an adequate level of protection. And while this is a disease that, according to the Centers for Disease Control ('CDC'), was supposed to be eradicated by now, the failure in Merck's vaccine has allowed this disease to linger, with significant outbreaks continuing to occur."
Estas crianças que estão vacinadas quando apanham o vírus natural a resposta do seu sistema imunológico será igual à de um miúdo que não esteja vacinado.
Cada vez que existe uma epidemia seja com sarampo, papeira, ou um outro vírus "de infância", o que se detecta é que mais de 60% dos miúdos infectados estão com as vacinas em dia. É claro que estas várias despistagens às doenças não é aplicável em Portugal, confia-se sempre no boletim de vacinas.
Starting in the late 1990s, Merck set out on its sham testing program with the objective of "report[ing] efficacy of 95 percent or higher regardless of the vaccine's true efficacy," the complaint states.
Chatom says Merck initially called its testing program Protocol 007.
Under Protocol 007, Merck did not test the vaccine's ability to protect children against a "wild-type" mumps virus, which is "the type of real-life virus against which vaccines are generally tested," the complaint states.
Instead, Chatom says, Merck tested children's blood using its own attenuated strain of the virus.
Uma coisa é inserir nas crianças o vírus atenuado contido nas vacinas e obter os anticorpos necessários, outra coisa é esses anticorpos actuarem numa resposta imunológica à variante natural desse vírus, o que raramente acontece, tal como é dito em cima e se demonstra aqui.
"This was the same mumps strain with which the children were vaccinated," the complaint states.
That "subverted" the purpose of the testing regime, "which was to measure the vaccine's ability to provide protection against a disease-causing mumps virus that a child would actually face in real life. The end result of this deviation ... was that Merck's test overstated the vaccine's effectiveness," Chatom claims.
Merck also added animal antibodies to blood samples to achieve more favorable test results, though it knew that the human immune system would never produce such antibodies, and that the antibodies created a laboratory testing scenario that "did not in any way correspond to, correlate with, or represent real life ... virus neutralization in vaccinated people," according to the complaint.
Isto é demais, para mostrarem que a vacina era pujante adicionavam anticorpos de animais às amostras de sangue, sabendo eles na perfeição que nós (humanos) nunca conseguiríamos produzir esses mesmos anticorpos. E há quem chame a isto de ciência.
Chatom claims that the falsification of test results occurred "with the knowledge, authority and approval of Merck's senior management."
And as Merck's vaccine is the only game in town, the vaccine's "significantly degraded" quality means "there has remained a significant risk of a resurgence of mumps outbreaks," Chatom says in its complaint.
It claims that the degraded quality of the Merck vaccine played a role in a 2006 mumps outbreak in the Midwest, and in another outbreak in 2009.
São estas as companhias farmacêuticas que sentam-se na mesa da OMS? Onde todos se mostram preocupados com a nossa saúde? Dá mesmo para confiar os nossos filhos a esta malta?
http://www.examiner.com/article/u-s-mumps-outbreak-after-two-vaccine-doses-89-still-contracted-disease
An outbreak of mumps in the United States between 2009 and 2010 occurred mostly in children who had been vaccinated, according to a study published today in the New England Journal of Medicine (NEJM). During the outbreak, 3,502 cases were reported over a one-year period.
Researchers from the involved state health departments and the Centers for Disease Control and Prevention studied 1,648 of those cases. The researchers found that 89 percent had received the recommended two doses of mumps vaccine. The outbreak was traced to one of the camp partcipants, an 11-year-old boy who also received two doses of the mumps vaccine.
Isto é uma paródia das grandes, mas é óbvio que eles sabem que as vacinas estão contaminadas por falta de eficácia, sabem também que têm de administrar dezenas "delas" de modo a gerar mais dinheiro com mais pandemias, é a pura ganância à custa das crianças sob o designio de ciência.
http://www.courthousenews.com/2012/06/27/47851.htm
Merck has known for a decade that its mumps vaccine is "far less effective" than it tells the government, and it falsified test results and sold millions of doses of "questionable efficacy," flooding and monopolizing the market, a primary caregiver claims in a federal antitrust class action.
Alabama-based Chatom Primary Care sued Merck on Monday, the week after the unsealing of a False Claims Act complaint two relators filed in 2010.
Those relators, Stephen Krahling and Joan Wlochowski, were Merck virologists who claim in their unsealed complaint that they "witnessed firsthand the improper testing and data falsification in which Merck engaged to artificially inflate the vaccine's efficacy findings."
Se esta escumalha falsifica resultados, imaginem o que não escondem sobre os efeitos secundários. Pertencem a uma liga de crime organizado, legalmente aceite e incentivado por quem é financiado pelos gangues, não é só a Merck.
Krahling and Wlochowski claimed Merck's scheme caused the United States to pay "hundreds of millions of dollars for a vaccine that does not provide adequate immunization."
E será que não fazem isto com todas? Ou será que nas outras são idóneas, responsáveis e apresentam os resultados reais?
"As the largest single purchaser of childhood vaccines (accounting for more than 50 percent of all vaccine purchases), the United States is by far the largest financial victim of Merck's fraud," according to the 2010 False Claims Act complaint.
"But the ultimate victims here are the millions of children who every year are being injected with a mumps vaccine that is not providing them with an adequate level of protection. And while this is a disease that, according to the Centers for Disease Control ('CDC'), was supposed to be eradicated by now, the failure in Merck's vaccine has allowed this disease to linger, with significant outbreaks continuing to occur."
Estas crianças que estão vacinadas quando apanham o vírus natural a resposta do seu sistema imunológico será igual à de um miúdo que não esteja vacinado.
Cada vez que existe uma epidemia seja com sarampo, papeira, ou um outro vírus "de infância", o que se detecta é que mais de 60% dos miúdos infectados estão com as vacinas em dia. É claro que estas várias despistagens às doenças não é aplicável em Portugal, confia-se sempre no boletim de vacinas.
Starting in the late 1990s, Merck set out on its sham testing program with the objective of "report[ing] efficacy of 95 percent or higher regardless of the vaccine's true efficacy," the complaint states.
Chatom says Merck initially called its testing program Protocol 007.
Under Protocol 007, Merck did not test the vaccine's ability to protect children against a "wild-type" mumps virus, which is "the type of real-life virus against which vaccines are generally tested," the complaint states.
Instead, Chatom says, Merck tested children's blood using its own attenuated strain of the virus.
Uma coisa é inserir nas crianças o vírus atenuado contido nas vacinas e obter os anticorpos necessários, outra coisa é esses anticorpos actuarem numa resposta imunológica à variante natural desse vírus, o que raramente acontece, tal como é dito em cima e se demonstra aqui.
"This was the same mumps strain with which the children were vaccinated," the complaint states.
That "subverted" the purpose of the testing regime, "which was to measure the vaccine's ability to provide protection against a disease-causing mumps virus that a child would actually face in real life. The end result of this deviation ... was that Merck's test overstated the vaccine's effectiveness," Chatom claims.
Merck also added animal antibodies to blood samples to achieve more favorable test results, though it knew that the human immune system would never produce such antibodies, and that the antibodies created a laboratory testing scenario that "did not in any way correspond to, correlate with, or represent real life ... virus neutralization in vaccinated people," according to the complaint.
Isto é demais, para mostrarem que a vacina era pujante adicionavam anticorpos de animais às amostras de sangue, sabendo eles na perfeição que nós (humanos) nunca conseguiríamos produzir esses mesmos anticorpos. E há quem chame a isto de ciência.
Chatom claims that the falsification of test results occurred "with the knowledge, authority and approval of Merck's senior management."
And as Merck's vaccine is the only game in town, the vaccine's "significantly degraded" quality means "there has remained a significant risk of a resurgence of mumps outbreaks," Chatom says in its complaint.
It claims that the degraded quality of the Merck vaccine played a role in a 2006 mumps outbreak in the Midwest, and in another outbreak in 2009.
São estas as companhias farmacêuticas que sentam-se na mesa da OMS? Onde todos se mostram preocupados com a nossa saúde? Dá mesmo para confiar os nossos filhos a esta malta?
http://www.examiner.com/article/u-s-mumps-outbreak-after-two-vaccine-doses-89-still-contracted-disease
An outbreak of mumps in the United States between 2009 and 2010 occurred mostly in children who had been vaccinated, according to a study published today in the New England Journal of Medicine (NEJM). During the outbreak, 3,502 cases were reported over a one-year period.
Researchers from the involved state health departments and the Centers for Disease Control and Prevention studied 1,648 of those cases. The researchers found that 89 percent had received the recommended two doses of mumps vaccine. The outbreak was traced to one of the camp partcipants, an 11-year-old boy who also received two doses of the mumps vaccine.
Isto é uma paródia das grandes, mas é óbvio que eles sabem que as vacinas estão contaminadas por falta de eficácia, sabem também que têm de administrar dezenas "delas" de modo a gerar mais dinheiro com mais pandemias, é a pura ganância à custa das crianças sob o designio de ciência.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
Palavras cruzadas (2ª parte) CIV
Já este ano tivemos pela primeira vez a confirmação, (mas não o choque curiosamente) pelas palavras do ministro da saúde Israelita que a administração de um contraceptivo dado às imigrantes etíopes para efeitos de controlo da natalidade, de facto existia.
http://www.haaretz.com/news/national/israel-admits-ethiopian-women-were-given-birth-control-shots.premium-1.496519
A government official has for the first time acknowledged the practice of injecting women of Ethiopian origin with the long-acting contraceptive Depo-Provera.
Health Ministry Director General Prof. Roni Gamzu has instructed the four health maintenance organizations to stop the practice as a matter of course.
Quando vemos um governo a fazer isto às pessoas que acolhe sob condição, damos conta dos maníacos que andam à solta por aquele sitio, premeditação com o intuito de deixar mulheres inférteis e simplesmente executar o programa, é bastante agressivo, digo eu.
The ministry and other state agencies had previously denied knowledge or responsibility for the practice, which was first reported five years ago.
Gamzu’s letter instructs all gynecologists in the HMOs "not to renew prescriptions for Depo-Provera for women of Ethiopian origin if for any reason there is concern that they might not understand the ramifications of the treatment.”
About six weeks ago, on an Educational Television program journalist Gal Gabbay revealed the results of interviews with 35 Ethiopian immigrants. The women’s testimony could help explain the almost 50-percent decline over the past 10 years in the birth rate of Israel’s Ethiopian community. According to the program, while the women were still in transit camps in Ethiopia they were sometimes intimidated or threatened into taking the injection. “They told us they are inoculations,” said one of the women interviewed. “They told us people who frequently give birth suffer. We took it every three months. We said we didn’t want to.”
Para um povo que sofreu todas as atrocidades que conhecemos, isto só é possivel porque tal como no tempo de Hitler, os sionistas não se importavam com os campos de concentração, ou as execuções em massa, sempre se encontraram do lá de fora da vedação, nunca do lado dos judeus.
Dinastias como os Rockefeller ou os Rothschild ganharam biliões à custa de Hitller, cedendo-lhes a patente da gasolina sintética ou reciclando o dinheiro e ouro roubado aos judeus através do banco BIS, sediado em Basileia e que aglomerava os bancos centrais dos países em guerra. É o mesmo banco que está por detrás do FMI e Banco Mundial.
Mas o próprio povo Israelita que é usado neste jogo, também não se sai nada mal...
http://rt.com/news/israel-apartheid-survey-098/
Some 500 Jewish adults took part in the survey, answering questions put together by a group of civil rights activists and academics, Haaretz newspaper reported on Tuesday. The survey’s findings revealed that 39 percent of respondents believe there is a ‘slight’ form of apartheid in the country, while 19 percent admit that there is ‘heavy’ apartheid.
Quase 60% dos inquiridos têm essa percepção de apartheid, é claro, que a amostragem vale o que vale, mas mesmo assim, não deixa de ser curioso esta faceta que raramente nos é mostrada.
A different question suggested that the number of those in favor of ethnic segregation is higher, with 74 percent of those surveyed in favor of separate roads for Jews and Arabs in the West Bank.
On the contentious issue of the West Bank, 38 percent of respondents wanted to annex the territories with settlements, and 48 percent opposed that policy. A followup question on voting rights for Palestinians saw 69 percent of respondents in favor of denying 2.5 million of Palestinians the vote if West Bank territories were annexed.
More than a half of those questioned said Jews should be given preference over Arabs when applying for jobs in the government sector. And slightly under half favored legalized discrimination of Arabs, saying that the state should “treat Jewish citizens better than Arab ones.”
Na África do Sul dá-se razão a esta sondagem.
http://electronicintifada.net/content/south-african-study-israel-practicing-apartheid-and-colonialism/3432
The Human Sciences Research Council of South Africa (HSRC) has released a report confirming that Israel is practicing both colonialism and apartheid in the Occupied Palestinian Territories (OPT).
The project was suggested originally by the January 2007 report by eminent South African jurist John Dugard, in his capacity as Special Rapporteur to the United Nations Human Rights Council, when he indicated that Israeli practices had assumed characteristics of colonialism and apartheid.
The Report finds that Israeli practices in the OPT exhibit the same three “pillars” of apartheid:
The first pillar “derives from Israeli laws and policies that establish Jewish identity for purposes of law and afford a preferential legal status and material benefits to Jews over non-Jews.”
The second pillar is reflected in “Israel’s ‘grand’ policy to fragment the OPT [and] ensure that Palestinians remain confined to the reserves designated for them while Israeli Jews are prohibited from entering those reserves but enjoy freedom of movement throughout the rest of the Palestinian territory.
The third pillar is “Israel’s invocation of ‘security’ to validate sweeping restrictions on Palestinian freedom of opinion, expression, assembly, association and movement [to] mask a true underlying intent to suppress dissent to its system of domination and thereby maintain control over Palestinians as a group.”
http://mondoweiss.net/2011/11/the-law-and-practice-of-apartheid-in-south-africa-and-palestine.html
http://www.haaretz.com/news/national/israel-admits-ethiopian-women-were-given-birth-control-shots.premium-1.496519
A government official has for the first time acknowledged the practice of injecting women of Ethiopian origin with the long-acting contraceptive Depo-Provera.
Health Ministry Director General Prof. Roni Gamzu has instructed the four health maintenance organizations to stop the practice as a matter of course.
Quando vemos um governo a fazer isto às pessoas que acolhe sob condição, damos conta dos maníacos que andam à solta por aquele sitio, premeditação com o intuito de deixar mulheres inférteis e simplesmente executar o programa, é bastante agressivo, digo eu.
The ministry and other state agencies had previously denied knowledge or responsibility for the practice, which was first reported five years ago.
Gamzu’s letter instructs all gynecologists in the HMOs "not to renew prescriptions for Depo-Provera for women of Ethiopian origin if for any reason there is concern that they might not understand the ramifications of the treatment.”
About six weeks ago, on an Educational Television program journalist Gal Gabbay revealed the results of interviews with 35 Ethiopian immigrants. The women’s testimony could help explain the almost 50-percent decline over the past 10 years in the birth rate of Israel’s Ethiopian community. According to the program, while the women were still in transit camps in Ethiopia they were sometimes intimidated or threatened into taking the injection. “They told us they are inoculations,” said one of the women interviewed. “They told us people who frequently give birth suffer. We took it every three months. We said we didn’t want to.”
Para um povo que sofreu todas as atrocidades que conhecemos, isto só é possivel porque tal como no tempo de Hitler, os sionistas não se importavam com os campos de concentração, ou as execuções em massa, sempre se encontraram do lá de fora da vedação, nunca do lado dos judeus.
Dinastias como os Rockefeller ou os Rothschild ganharam biliões à custa de Hitller, cedendo-lhes a patente da gasolina sintética ou reciclando o dinheiro e ouro roubado aos judeus através do banco BIS, sediado em Basileia e que aglomerava os bancos centrais dos países em guerra. É o mesmo banco que está por detrás do FMI e Banco Mundial.
Mas o próprio povo Israelita que é usado neste jogo, também não se sai nada mal...
http://rt.com/news/israel-apartheid-survey-098/
Some 500 Jewish adults took part in the survey, answering questions put together by a group of civil rights activists and academics, Haaretz newspaper reported on Tuesday. The survey’s findings revealed that 39 percent of respondents believe there is a ‘slight’ form of apartheid in the country, while 19 percent admit that there is ‘heavy’ apartheid.
Quase 60% dos inquiridos têm essa percepção de apartheid, é claro, que a amostragem vale o que vale, mas mesmo assim, não deixa de ser curioso esta faceta que raramente nos é mostrada.
A different question suggested that the number of those in favor of ethnic segregation is higher, with 74 percent of those surveyed in favor of separate roads for Jews and Arabs in the West Bank.
On the contentious issue of the West Bank, 38 percent of respondents wanted to annex the territories with settlements, and 48 percent opposed that policy. A followup question on voting rights for Palestinians saw 69 percent of respondents in favor of denying 2.5 million of Palestinians the vote if West Bank territories were annexed.
More than a half of those questioned said Jews should be given preference over Arabs when applying for jobs in the government sector. And slightly under half favored legalized discrimination of Arabs, saying that the state should “treat Jewish citizens better than Arab ones.”
Na África do Sul dá-se razão a esta sondagem.
http://electronicintifada.net/content/south-african-study-israel-practicing-apartheid-and-colonialism/3432
The Human Sciences Research Council of South Africa (HSRC) has released a report confirming that Israel is practicing both colonialism and apartheid in the Occupied Palestinian Territories (OPT).
The project was suggested originally by the January 2007 report by eminent South African jurist John Dugard, in his capacity as Special Rapporteur to the United Nations Human Rights Council, when he indicated that Israeli practices had assumed characteristics of colonialism and apartheid.
The Report finds that Israeli practices in the OPT exhibit the same three “pillars” of apartheid:
The first pillar “derives from Israeli laws and policies that establish Jewish identity for purposes of law and afford a preferential legal status and material benefits to Jews over non-Jews.”
The second pillar is reflected in “Israel’s ‘grand’ policy to fragment the OPT [and] ensure that Palestinians remain confined to the reserves designated for them while Israeli Jews are prohibited from entering those reserves but enjoy freedom of movement throughout the rest of the Palestinian territory.
The third pillar is “Israel’s invocation of ‘security’ to validate sweeping restrictions on Palestinian freedom of opinion, expression, assembly, association and movement [to] mask a true underlying intent to suppress dissent to its system of domination and thereby maintain control over Palestinians as a group.”
http://mondoweiss.net/2011/11/the-law-and-practice-of-apartheid-in-south-africa-and-palestine.html
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domingo, 10 de fevereiro de 2013
Palavras cruzadas (1ª parte) CIII
Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis. Eis uma metáfora pela qual os modernos são apaixonados; sempre dizem: «Não se pode atrasar o pêndulo». A resposta é clara e simples: «Pode-se sim». Um pêndulo, que é um objecto construído pelo homem, pode ser modificado por um dedo humano a qualquer hora. Assim, a sociedade, que é um objecto de construção humana, pode ser reconstituído sob qualquer forma já experimentada. Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'
O sionismo é uma filosofia politica sobre um grupo de pessoas que consegue usurpar o poder não só do país onde está instalado, como de outros países, que por estarem comprados ou por admiração deixam que se leve a cabo programas de limpeza racial contra outras civilizações, entre outras obscenidades. É também uma filosofia que age em prol de uma superioridade total sobre todas as outras, inclusive judeus, basta para isso saber quais foram "os judeus" que financiaram e financiaram-se com o Hitler.
Um dado que não é muito conhecido nesta filosofia é o facto de existirem milhares de judeus que protestam contra o sionismo nas várias cidades de Israel, simplesmente porque não querem o nacionalismo exacerbado ao seu expoente máximo.
http://www.nkusa.org/activities/Demonstrations/20121227.cfm
É permitido escrever, falar, insultar e mesmo destruir todas as outras religiões e civilizações, mas quando se diz algo sobre os sionistas, a coisa muda de figura. O direito de usar a veracidade histórica de modo a esconder as atrocidades que cometem hoje em dia não é por acaso, é apenas um modo de ocultar o que fazem por detrás do seu trono assim como de outros.
Este bloqueio é realizado de várias formas, uma delas é retirar da equação palavras como campo de concentração ou eugenia quando têm de descrever os actos bárbaros dos sionistas, palavras essas que transportar-nos-iam para uma abstracção visual na nossa mente não muito favorável sobre acontecimento históricos. Desta forma quebram o elo de "ligação" quando omitem essas palavras, apesar dos factos existirem fisicamente. O que é a Palestina senão um campo de concentração? E se incluirmos o politicamente correcto?
Estado da Palestina é uma organização política reconhecida parcialmente como um estado soberano do Oriente Médio. De facto controla apenas algumas funções da administrativas em parte dos Territórios Palestinos. Wikipedia
Também nunca vimos na televisão, os telejornais a apresentarem Guantanamo como um "campo de concentração", isso daria-nos logo outra visualização holográfica sobre como "desvivem" aqueles muçulmanos, acorrentados, vendados, torturados, espancados e a maioria inocente. Usam antes o termo prisão ou campo de detenção para dissociar-nos desse pensamento e tudo o que lá se passa deixa de fazer sentido, assim como na Palestina. É apenas um processo de manipulação de termos e muita propaganda.
Uma outra obscenidade mais doentia acontece quando existe um embargo ao campo de concentração. A comida é controlada e só entra o necessário à mínima sobrevivência humana, para isso, (e isto é que é de morte) estipulam o mínimo de calorias diárias por pessoa, perfazem o total, e já está, enquanto o embargo durar pratica-se politicas neo-maltusianas com o intuito de afectar sempre as gerações futuras, tais como bebés, crianças ou grávidas. É, os sionistas sempre tiveram queda para apoiar este tipo de práticas.
http://articles.cnn.com/2012-10-17/middleeast/world_meast_israel-calorie-count-gaza_1_sari-bashi-food-embargo-hamas-takeover
Mas a coisa não fica por aqui, a forma como atentam contra a vida das imigrantes etíopes têm cheirinho à década de 30.
http://forward.com/articles/167502/were-ethiopian-women-forced-into-contraception/
Israeli and Jewish aid officials are denying an Israeli TV report alleging that Ethiopian immigrant women have been coerced into taking contraceptive shots.
The report, which aired Saturday night on Israeli Educational Television, charged that coercive contraception is behind a 50 percent decline in the Ethiopian birth rate in Israel over the last decade.
Há pelo menos 10 anos que é pratica comum, afinal sempre se aprende com a história.
Ethiopian women interviewed in the program, called “Vacuum” and hosted by Gal Gabbai, said they were coerced into receiving injections of Depo-Provera, a long-acting birth control drug, both at Jewish-run health clinics in Ethiopia and after their move to Israel.
Não são os Nações Unidas que adoram estes tipos?
Rachel Mangoli, executive director of the WIZO chapter in Katz Village, told the TV show that she realized something was amiss when during a full year in her Ethiopian program just one Ethiopian baby was born.
In the report, a woman identified as S. said she was told at the Jewish aid compound in Gondar, Ethiopia, “If you don’t get the shot, we won’t give you a ticket.” She recalled, “I didn’t want to take it. They wanted me to take it. But I didn’t know it was a contraceptive,” she said. “I thought it was an immunization.”
Mão de obra barata com a ajuda de não se reproduzirem. Isto é do melhor que há meus amigos. São estes os senhores que dizem querer um processo de paz?
Another Ethiopian interviewed for the program, Amawaish Alane, said, “We said we won’t accept the shot. They told us, ‘You won’t immigrate to Israel. You also won’t come into this clinic. You won’t get help and medical treatment.’ ”
“We had no choice,” Alane said. “That’s why we took the shot. We could only get out with their permission.”
The TV program alleged that coercive contraceptive tactics continued once the Ethiopians immigrated to Israel, where health clinics have been administering the contraceptive shots.
O que temos então é um programa para esterilizar imigrantes de países pobres, programa esse que foi pensado e delineado, ou seja houve premeditação, o que nos diz bem da escória com que as cristãs etíopes têm de lidar. É o mesmo que assassinar as gerações muçulmanas mais jovens, só muda o método e todos são válidos.
Já agora, será que o Papa já foi à Etiópia?
The TV show sent a hidden camera into an Israeli health clinic, where an employee told the undercover reporter that Ethiopian women are given the contraceptive shots “because they forget,” “explanations are difficult for them” and “they essentially don’t understand anything.”
The Israeli Health Ministry has denied any systematic suppression of Ethiopian pregnancy or coerced contraception.
continua....
O sionismo é uma filosofia politica sobre um grupo de pessoas que consegue usurpar o poder não só do país onde está instalado, como de outros países, que por estarem comprados ou por admiração deixam que se leve a cabo programas de limpeza racial contra outras civilizações, entre outras obscenidades. É também uma filosofia que age em prol de uma superioridade total sobre todas as outras, inclusive judeus, basta para isso saber quais foram "os judeus" que financiaram e financiaram-se com o Hitler.
Um dado que não é muito conhecido nesta filosofia é o facto de existirem milhares de judeus que protestam contra o sionismo nas várias cidades de Israel, simplesmente porque não querem o nacionalismo exacerbado ao seu expoente máximo.
http://www.nkusa.org/activities/Demonstrations/20121227.cfm
É permitido escrever, falar, insultar e mesmo destruir todas as outras religiões e civilizações, mas quando se diz algo sobre os sionistas, a coisa muda de figura. O direito de usar a veracidade histórica de modo a esconder as atrocidades que cometem hoje em dia não é por acaso, é apenas um modo de ocultar o que fazem por detrás do seu trono assim como de outros.
Este bloqueio é realizado de várias formas, uma delas é retirar da equação palavras como campo de concentração ou eugenia quando têm de descrever os actos bárbaros dos sionistas, palavras essas que transportar-nos-iam para uma abstracção visual na nossa mente não muito favorável sobre acontecimento históricos. Desta forma quebram o elo de "ligação" quando omitem essas palavras, apesar dos factos existirem fisicamente. O que é a Palestina senão um campo de concentração? E se incluirmos o politicamente correcto?
Estado da Palestina é uma organização política reconhecida parcialmente como um estado soberano do Oriente Médio. De facto controla apenas algumas funções da administrativas em parte dos Territórios Palestinos. Wikipedia
Também nunca vimos na televisão, os telejornais a apresentarem Guantanamo como um "campo de concentração", isso daria-nos logo outra visualização holográfica sobre como "desvivem" aqueles muçulmanos, acorrentados, vendados, torturados, espancados e a maioria inocente. Usam antes o termo prisão ou campo de detenção para dissociar-nos desse pensamento e tudo o que lá se passa deixa de fazer sentido, assim como na Palestina. É apenas um processo de manipulação de termos e muita propaganda.
Uma outra obscenidade mais doentia acontece quando existe um embargo ao campo de concentração. A comida é controlada e só entra o necessário à mínima sobrevivência humana, para isso, (e isto é que é de morte) estipulam o mínimo de calorias diárias por pessoa, perfazem o total, e já está, enquanto o embargo durar pratica-se politicas neo-maltusianas com o intuito de afectar sempre as gerações futuras, tais como bebés, crianças ou grávidas. É, os sionistas sempre tiveram queda para apoiar este tipo de práticas.
http://articles.cnn.com/2012-10-17/middleeast/world_meast_israel-calorie-count-gaza_1_sari-bashi-food-embargo-hamas-takeover
Mas a coisa não fica por aqui, a forma como atentam contra a vida das imigrantes etíopes têm cheirinho à década de 30.
http://forward.com/articles/167502/were-ethiopian-women-forced-into-contraception/
Israeli and Jewish aid officials are denying an Israeli TV report alleging that Ethiopian immigrant women have been coerced into taking contraceptive shots.
The report, which aired Saturday night on Israeli Educational Television, charged that coercive contraception is behind a 50 percent decline in the Ethiopian birth rate in Israel over the last decade.
Há pelo menos 10 anos que é pratica comum, afinal sempre se aprende com a história.
Ethiopian women interviewed in the program, called “Vacuum” and hosted by Gal Gabbai, said they were coerced into receiving injections of Depo-Provera, a long-acting birth control drug, both at Jewish-run health clinics in Ethiopia and after their move to Israel.
Não são os Nações Unidas que adoram estes tipos?
Rachel Mangoli, executive director of the WIZO chapter in Katz Village, told the TV show that she realized something was amiss when during a full year in her Ethiopian program just one Ethiopian baby was born.
In the report, a woman identified as S. said she was told at the Jewish aid compound in Gondar, Ethiopia, “If you don’t get the shot, we won’t give you a ticket.” She recalled, “I didn’t want to take it. They wanted me to take it. But I didn’t know it was a contraceptive,” she said. “I thought it was an immunization.”
Mão de obra barata com a ajuda de não se reproduzirem. Isto é do melhor que há meus amigos. São estes os senhores que dizem querer um processo de paz?
Another Ethiopian interviewed for the program, Amawaish Alane, said, “We said we won’t accept the shot. They told us, ‘You won’t immigrate to Israel. You also won’t come into this clinic. You won’t get help and medical treatment.’ ”
“We had no choice,” Alane said. “That’s why we took the shot. We could only get out with their permission.”
The TV program alleged that coercive contraceptive tactics continued once the Ethiopians immigrated to Israel, where health clinics have been administering the contraceptive shots.
O que temos então é um programa para esterilizar imigrantes de países pobres, programa esse que foi pensado e delineado, ou seja houve premeditação, o que nos diz bem da escória com que as cristãs etíopes têm de lidar. É o mesmo que assassinar as gerações muçulmanas mais jovens, só muda o método e todos são válidos.
Já agora, será que o Papa já foi à Etiópia?
The TV show sent a hidden camera into an Israeli health clinic, where an employee told the undercover reporter that Ethiopian women are given the contraceptive shots “because they forget,” “explanations are difficult for them” and “they essentially don’t understand anything.”
The Israeli Health Ministry has denied any systematic suppression of Ethiopian pregnancy or coerced contraception.
continua....
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sábado, 2 de fevereiro de 2013
Multiball CII
O multiculturalismo dá-me azia, sempre me deu e sempre me dará, não por ter alguma coisa contra as pessoas que são convidadas a integrar os países alvo, mas porque corrói e destrói o que de mais importante existe num país, a sua cultura. A longo prazo torna o retorno cultural às suas raízes primárias numa impossibilidade visto ser amplamente usado pelos senhores do mundo e seus lacaios, os politicos, de modo a descaracterizar o país.
Antes da ideia de integração mundial (séc.XIX) ser implementada, grande parte dos países conquistados e que passavam de mão em mão, conseguiram sempre manter as suas tradições e costumes intactos apesar de ocupações territoriais quase sempre brutais. As populações invadidas souberam manter "o passado cultural" enraizado porque as conquistas alteravam o topo da pirâmide mas as bases sociais e as características culturais inatas aos povos mantinham-se, possibilitando, uma vez livres, espalhar de novo o DNA cultural pelo seu território
Com a entrada da "ideia global" em cena nos inícios do século passado, discutiu-se muito sobre qual o país ou países que encarregar-se-iam de introduzir o conceito de globalização em todos nós como algo de bom e aceitável. Basicamente, discutia-se como alterar as várias culturas do mundo de modo a estas aceitaram a ideia do federalismo mundial.
Todas as guerras e esquemas económicos/financeiros apenas te dão o poder sobre o país e não sobre a sua cultura, que é onde reside a resistência, assim a escolha da alteração cultural recaiu não sobre um país mas sim sobre a sétima arte, mais concretamente, Hollywood.
Hollywood seria usada pelos politicos e pela politica internacional para promover a agenda, abertamente, através dos seus filmes. Pessoas como Clooney ou Angelina Jolie são hoje em dia essa imagem espelhada através das diversas causas, sociais, culturais e ecológicas que abraçam, são o "soft power" que permitem agarrar multidões a uma só parte da história, além de serem usados em campanhas eleitorais, pelas agências publicitárias que tornam as eleições numa venda de um produto.
Uma melhor explicação sobre este facto encontra-se aqui e aqui, mas o certo, é que hoje em dia e olhando para trás, Hollywood conseguiu o que guerras mundiais não foram capazes, destruição cultural e consequente degeneração das gerações mais jovens.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KKn_ucvHoRM#!
Steve Pieczenik
Part II
A maioria dos países europeus abriu as portas ao multiculturalismo como forma de alterar cada uma das suas culturas, e um bom exemplo disso é a Inglaterra onde 70% dos médicos nos hospitais são indianos e que a este ritmo terá como minoria o seu próprio povo por volta de 2050.
Neste campo migratório, os países nórdicos são os mais proteccionistas conseguindo um excelente equilíbrio entre a recusa e a permissão de entrada no país (para trabalhar), conseguindo manter o seu nível de vida visto a maioria dos candidatos trazer consigo a especialização laboral e como não se aceita qualquer um, a sociedade em geral consegue absorver e dar condições de vida a essas mesmas pessoas. Serão eles nacionalistas? Não é claro que não, apenas fazem a integração como deve de ser feita. No resto da Europa isso não acontece.
Enquanto países como a Alemanha conseguem contradizer tudo o que escrevi até agora, a grande maioria não foi capaz de suster os fluxos migratórios durante décadas. O resultado continua a ser o pretendido pela escória, a desintegração cultural.
Na próxima noticia temos o comissário das Nações Unidas para as migrações, Peter Sutherland, a dizer que os países da UE deveriam de introduzir o multiculturalismo ainda com mais força, to "undermine" é o termo certo.
http://www.bbc.co.uk/news/uk-politics-18519395
The EU should "do its best to undermine" the "homogeneity" of its member states, the UN's special representative for migration has said. Peter Sutherland told peers the future prosperity of many EU states depended on them becoming multicultural.
Destruir a homogeneidade de um país de forma a tornar-se multicultural, com salários baixos, fraca especialização da mão-de-obra, pessoas com fracos recursos que mais cedo ou mais tarde ficam na mão do estado, através de ajudas financeiras como o rendimento mínimo, etc, etc...
An ageing or declining native population in countries like Germany or southern EU states was the "key argument and, I hesitate to the use word because people have attacked it, for the development of multicultural states", he added.
Primeiro dão-nos os planeamentos familiares que durante décadas atingem o seu propósito, descer a natalidade, é que pelos vistos somos muitos, e depois introduzem-nos a solução que passa por "escancarar" as portas de modo a ficar-se com mais do que já se têm...miséria para todos, para os que chegam e para os que já cá estão.
He told the committee: "The United States, or Australia and New Zealand, are migrant societies and therefore they accommodate more readily those from other backgrounds than we do ourselves, who still nurse a sense of our homogeneity and difference from others.
É verdade, que digam os milhões de mexicanos que vivem muitíssimo bem nos States, ou os asiáticos na Austrália. Este senhor da ONU é uma verdadeira peça.
As diferenças culturais para este senhor são um obstáculo, pudera, Para os senhores que ele serve, imagino o quanto custa ainda haver diferenças entre os países.
A bela peça que ele é...
Mr Sutherland, who is non-executive chairman of Goldman Sachs International and a former chairman of oil giant BP, heads the Global Forum on Migration and Development, which brings together representatives of 160 nations to share policy ideas.
Sem dúvida alguma, as Nações unidas escolhem-nos bem.
Mr Sutherland, who has attended meetings of The Bilderberg Group, a top level international networking organisation often criticised for its alleged secrecy, called on EU states to stop targeting "highly skilled" migrants, arguing that "at the most basic level individuals should have a freedom of choice" about whether to come and study or work in another country.
Ao nível mais básico as pessoas deverão de ter liberdade de escolha, mas apenas e só a esse nível.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/formula-xlv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/formula-2-parte-xlvi.html
Antes da ideia de integração mundial (séc.XIX) ser implementada, grande parte dos países conquistados e que passavam de mão em mão, conseguiram sempre manter as suas tradições e costumes intactos apesar de ocupações territoriais quase sempre brutais. As populações invadidas souberam manter "o passado cultural" enraizado porque as conquistas alteravam o topo da pirâmide mas as bases sociais e as características culturais inatas aos povos mantinham-se, possibilitando, uma vez livres, espalhar de novo o DNA cultural pelo seu território
Com a entrada da "ideia global" em cena nos inícios do século passado, discutiu-se muito sobre qual o país ou países que encarregar-se-iam de introduzir o conceito de globalização em todos nós como algo de bom e aceitável. Basicamente, discutia-se como alterar as várias culturas do mundo de modo a estas aceitaram a ideia do federalismo mundial.
Todas as guerras e esquemas económicos/financeiros apenas te dão o poder sobre o país e não sobre a sua cultura, que é onde reside a resistência, assim a escolha da alteração cultural recaiu não sobre um país mas sim sobre a sétima arte, mais concretamente, Hollywood.
Hollywood seria usada pelos politicos e pela politica internacional para promover a agenda, abertamente, através dos seus filmes. Pessoas como Clooney ou Angelina Jolie são hoje em dia essa imagem espelhada através das diversas causas, sociais, culturais e ecológicas que abraçam, são o "soft power" que permitem agarrar multidões a uma só parte da história, além de serem usados em campanhas eleitorais, pelas agências publicitárias que tornam as eleições numa venda de um produto.
Uma melhor explicação sobre este facto encontra-se aqui e aqui, mas o certo, é que hoje em dia e olhando para trás, Hollywood conseguiu o que guerras mundiais não foram capazes, destruição cultural e consequente degeneração das gerações mais jovens.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KKn_ucvHoRM#!
Steve Pieczenik
Part II
A maioria dos países europeus abriu as portas ao multiculturalismo como forma de alterar cada uma das suas culturas, e um bom exemplo disso é a Inglaterra onde 70% dos médicos nos hospitais são indianos e que a este ritmo terá como minoria o seu próprio povo por volta de 2050.
Neste campo migratório, os países nórdicos são os mais proteccionistas conseguindo um excelente equilíbrio entre a recusa e a permissão de entrada no país (para trabalhar), conseguindo manter o seu nível de vida visto a maioria dos candidatos trazer consigo a especialização laboral e como não se aceita qualquer um, a sociedade em geral consegue absorver e dar condições de vida a essas mesmas pessoas. Serão eles nacionalistas? Não é claro que não, apenas fazem a integração como deve de ser feita. No resto da Europa isso não acontece.
Enquanto países como a Alemanha conseguem contradizer tudo o que escrevi até agora, a grande maioria não foi capaz de suster os fluxos migratórios durante décadas. O resultado continua a ser o pretendido pela escória, a desintegração cultural.
Na próxima noticia temos o comissário das Nações Unidas para as migrações, Peter Sutherland, a dizer que os países da UE deveriam de introduzir o multiculturalismo ainda com mais força, to "undermine" é o termo certo.
http://www.bbc.co.uk/news/uk-politics-18519395
The EU should "do its best to undermine" the "homogeneity" of its member states, the UN's special representative for migration has said. Peter Sutherland told peers the future prosperity of many EU states depended on them becoming multicultural.
Destruir a homogeneidade de um país de forma a tornar-se multicultural, com salários baixos, fraca especialização da mão-de-obra, pessoas com fracos recursos que mais cedo ou mais tarde ficam na mão do estado, através de ajudas financeiras como o rendimento mínimo, etc, etc...
An ageing or declining native population in countries like Germany or southern EU states was the "key argument and, I hesitate to the use word because people have attacked it, for the development of multicultural states", he added.
Primeiro dão-nos os planeamentos familiares que durante décadas atingem o seu propósito, descer a natalidade, é que pelos vistos somos muitos, e depois introduzem-nos a solução que passa por "escancarar" as portas de modo a ficar-se com mais do que já se têm...miséria para todos, para os que chegam e para os que já cá estão.
He told the committee: "The United States, or Australia and New Zealand, are migrant societies and therefore they accommodate more readily those from other backgrounds than we do ourselves, who still nurse a sense of our homogeneity and difference from others.
É verdade, que digam os milhões de mexicanos que vivem muitíssimo bem nos States, ou os asiáticos na Austrália. Este senhor da ONU é uma verdadeira peça.
As diferenças culturais para este senhor são um obstáculo, pudera, Para os senhores que ele serve, imagino o quanto custa ainda haver diferenças entre os países.
A bela peça que ele é...
Mr Sutherland, who is non-executive chairman of Goldman Sachs International and a former chairman of oil giant BP, heads the Global Forum on Migration and Development, which brings together representatives of 160 nations to share policy ideas.
Sem dúvida alguma, as Nações unidas escolhem-nos bem.
Mr Sutherland, who has attended meetings of The Bilderberg Group, a top level international networking organisation often criticised for its alleged secrecy, called on EU states to stop targeting "highly skilled" migrants, arguing that "at the most basic level individuals should have a freedom of choice" about whether to come and study or work in another country.
Ao nível mais básico as pessoas deverão de ter liberdade de escolha, mas apenas e só a esse nível.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/formula-xlv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/formula-2-parte-xlvi.html
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Os efeitos adversos das vacinas (3ª parte) CI
Agora temos o Bloco de esquerda a querer introduzir a vacina da meningite e gastroenterite no plano de vacinação, a bem das crianças espero que a proposta seja rejeitada.
Ora bem, nesta última parte o assunto é bastante simples, é só mais uma desgraça na ciência, as autoridades romenas cessaram o fornecimento da vacina contra a tuberculose devido a efeitos secundários causados em 115 crianças, sendo que 50 estão hospitalizadas desde Março do ano passado.
http://www.examiner.com/article/businessweek-com-115-children-ill-from-tuberculosis-vaccine-50-hospitalized
"On Friday, the Stockhom-based European Centre for Disease Prevention and Control said that 115 children in Romania have been sickened by a tuberculosis vaccine made in Denmark..."
"The children had symptoms including swollen lymph nodes and abscesses, and 50 have been hospitalized since March. In a televised address on November 22, Romanian Health Minister Raed Arafat said that TB vaccinations would stop until the cause of the side effects is determined."
A noticia data de 25 de Novembro de 2012, ora, se temos crianças internadas desde Março, digam-me lá então, qual será a infecção que leva as crianças a estarem tantas meses hospitalizadas?
A resposta é Tuberculose meus amigos pois só assim se explica a hospitalização durar tantos meses, caso contrário, contraíram uma doença quiça ainda mais grave, digo eu.
Não me vou alongar mais com este assunto, era só mesmo mais uma noticia sobre aquilo que nunca acontece. Estes tipos brincam literalmente com a vida das crianças e com a ignorância dos pais, infelizmente.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012_12_01_archive.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/01/os-efeitos-adversos-das-vacinas-2-parte.html
Ora bem, nesta última parte o assunto é bastante simples, é só mais uma desgraça na ciência, as autoridades romenas cessaram o fornecimento da vacina contra a tuberculose devido a efeitos secundários causados em 115 crianças, sendo que 50 estão hospitalizadas desde Março do ano passado.
http://www.examiner.com/article/businessweek-com-115-children-ill-from-tuberculosis-vaccine-50-hospitalized
"On Friday, the Stockhom-based European Centre for Disease Prevention and Control said that 115 children in Romania have been sickened by a tuberculosis vaccine made in Denmark..."
"The children had symptoms including swollen lymph nodes and abscesses, and 50 have been hospitalized since March. In a televised address on November 22, Romanian Health Minister Raed Arafat said that TB vaccinations would stop until the cause of the side effects is determined."
A noticia data de 25 de Novembro de 2012, ora, se temos crianças internadas desde Março, digam-me lá então, qual será a infecção que leva as crianças a estarem tantas meses hospitalizadas?
A resposta é Tuberculose meus amigos pois só assim se explica a hospitalização durar tantos meses, caso contrário, contraíram uma doença quiça ainda mais grave, digo eu.
Não me vou alongar mais com este assunto, era só mesmo mais uma noticia sobre aquilo que nunca acontece. Estes tipos brincam literalmente com a vida das crianças e com a ignorância dos pais, infelizmente.
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http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012_12_01_archive.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/01/os-efeitos-adversos-das-vacinas-2-parte.html
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