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sábado, 9 de abril de 2011

Special Virus Cancer Program 2 (XXII)

No artigo anterior dei-vos a conhecer o inicio da manipulação de vírus que eram encontrados nos macacos, o que projectou uma nova era no Bio-terrorismo. Neste artigo iremos explorar o programa que se desenvolveu a partir desta descoberta, que apesar de ter nascido na farmacêutica Merck, parece que se espalhou por outras empresas num ápice.

Todos os países tinham e têm o seu programa de Bio-terrorismo, o Special Virus Cancer Program é provavelmente o mais conhecido e aquele que mais doenças e desgraças conseguiu criar.

Este programa de pesquisa foi responsável pelo desenvolvimento e pela implantação de vários vírus de animais, tendo estes, sido capazes de produzir cancro e danos ao sistema imunológico quando transferidos entre espécies de animais e células de tecido humano.

O SVCP começou em 1964 como sendo um programa financiado pelo governo dos EUA através do National Cancer Institute (NCI) em Bethesda, Maryland. Originalmente concebido para estudar a leucemia e vários tipos de línfoma, o programa foi logo ampliado para estudar todas as formas de cancro.

O SVCP contratou os melhores virologistas do país, bioquímicos, imunologistas, biólogos moleculares e epidemiologistas. Nas instituições de maior prestígio houve um esforço em coordenar a avaliação do papel dos vírus na causa de cancro humano. Mais concretamente compilação de dados e equiparar reacções de todos os tipos.
Muitos dos maiores cientistas da SIDA, incluindo o Dr. Robert Gallo (descobriu o HIV), Myron Essex e Peter Duesberg ( afirma que o HIV não é a causa da sida), estavam ligados ao Programa.

O escopo do programa foi internacional e incluiu cientistas do Japão, Suécia, Itália, Holanda, Israel, e Uganda. A principal missão do SVCP era adquirir vários tipos de cancro humano e animal de todo o mundo, cultivá-los, e fazer crescer uma grande quantidade de vírus. Tentava-se então incorporar estes vírus nos tumores para ver se eram rejeitados ou aceites. Neste ponto é onde se dá a parte criativa da descoberta de uma nova doença, pois caso o ADN do vírus seja incorporado e aceite no ADN do tumor, cria-se uma nova espécie de vírus.

No processo, muitos vírus de animais foram adaptados para as células humanas. Estes vírus cultivados em tumores seriam então enviados para os pesquisadores de todo o mundo para serem analisados.

Um relatório anual das realizações do SVCP foi publicado pelo National Cancer Institute. O relatório de 1971 indica que um vírus da leucemia rato tinha sido adaptado para crescer em células humanas. Um vírus híbrido, uma mistura de um sarcoma de rato e um gato (felino), vírus da leucemia foi projectado e produzido em células de gato. Células de frango e retro vírus felinos produziam cancro em macacos. Híbridos gato-vírus e vírus da leucemia felina foram adaptados para as células humanas em cultura de tecidos.

Aqui estão algumas das doenças que eles criavam quando brincavam aos legos.



Pesquisadores de todo o mundo começaram a estudar as amostras que lhes eram enviadas e começaram a lançar relatórios de modo a divulgarem as suas anotações.

Mas nestes documentos, prova-se inequivocamente, as experiências e as mutações conseguidas com os vírus. Não só contradizem tudo o que aprendemos a ouvir sobre as causas e a origem dos cancros, como provam claramente o contrário.

Neste documento vemos os vários tumores que os cientistas acharam desde 1898 a 1957. Em nove espécies de animais encontraram mais de 20 tipos de tumores diferentes.

Agora...quero que voltem a apertar o vosso cinto intelectual...
Este documento é um pedido de financiamento para um trabalho de pesquisa sobre o quê?

 4. Project or Subject - INTERACTIONS OF VIRUSES,. CARCINOGENS  AND NUCLEIC ACIDS (são macro moléculas que contém DNA e RNA), muito importante na estrutura do vírus que se pretende criar.

Specific Aim - (1) the binding of carcinogens and carcinogen-
 metal complexes to nucleic acids; and (2) carcinogen-binding by viruses and its relation to induction of neoplasia.

A neoplasia consiste em alterações celulares que promovem o crescimento rápido e anormal das células. Pode ser maligna ou benigna, se for maligna são carcinomas.

Também não nos podemos esquecer que estas práticas são Bio-terrorismo disfarçado com selo governamental, trata-se de desenvolver armas através da ligação vírus, tumores e células humanas ou animais.

Querem saber as fontes do tecidos?



"Human embryonic tissues derived from spontaneously aborted fetus up to 4 months gestational age, suitable both for tissue culture and for cell fractionation studies....."

A quantidade de novos vírus e cancro é infindável neste programa, atrevo-me a dizer que grande parte do que se passou, saiu cá para fora, espalhou-se pelas companhias farmacêuticas, Institutos e Fundações, num grande aglomerado a inovar sempre em prol da nossa saúde.

No próximo documento é-nos apresentado uma discussão sobre se o homem apresentará os mesmos resultados "terminais" que os animais infectados. Mas, existe uma variável no meio que faz uma ligação que não coincide com o que aprendemos sobre o cancro.



no meio do texto está escrito...

"If viruses can serve as the cause of cancer in chickens, rabbits, mice and frogs, for instance, there seems to be no reason, for believing that they might not act, similarly, to men."

Isto nem chega a ser uma pequena amostra das experiências e conhecimentos que adquiriram com este programa, que induziu a comunidade cientifica a trabalhar em armas biológicas com nenhuma utilidade médica ou social.

A 18 de Outubro de 1971, o presidente Richard Nixon anunciou que os laboratórios de armas biológicas do Exército nas proximidades de Fort Detrick, Maryland, seriam convertidos para a investigação sobre as causas, prevenção e o tratamento do cancro.

Como parte da chamada Guerra de Nixon sobre o cancro, a unidade de guerra biológica militar foi renomeada para o novo Frederick Cancer Research Center.

A Litton Bionetics ficou com o contracto principal deste centro. Um dado muito importante pois é nesta companhia que o Dr. Roberto Gallo irá descobrir o VIH.

Assunto relacionado:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/special-virus-cancer-program-1-xxi.html

sábado, 30 de outubro de 2010

Hormonas de plástico (2ª parte) X



Originalmente produzido para ser usado como hormona sintética, o Bisphenol A é actualmente usado nos plásticos, incluindo garrafas de água, biberões e embalagens de leite em pó para os bebés. É uma hormona meus senhores, como a melamina usada nas comidas dos bebés nas décadas de 70 e 80 e mais recentemente pelos chineses no leite.

Numerosos estudos com animais em laboratório assim como um mão cheia de estudos com observações feitas nos humanos, identificaram que uma exposição mesmo que baixa ao bisphenol A, acarreta problemas de reprodução, desenvolvimento e no sistema metabólico. Alguns dos efeitos nefastos incluem...

- Alterações no desenvolvimento do cérebro.
  - Em estudos com animais, estes atingiram uma puberdade mais rápida, o seu ciclo reprodutivo foi alterado e a diferenciação sexual deixou de existir.

- Uma redução na contagem dos espermatozóides

- Cancro na próstata foi encontrado nos animais e humanos
  - Em vez de modificar directamente o DNA, como muitos agentes causadores de cancro, o bisphenol A, altera partes chaves do segmento de DNA convertido em proteínas que controlam o funcionamento da células.
  - O aumento da próstata foi encontrado em ratos machos, e em laboratório doses ínfimas de BPA criaram células cancerígenas em tecido e osso humano (próstata).

- Cancro da mama

- Obesidade elevada e diabetes

- Mudanças no comportamento onde se incluem:
   - hiperactividade nos ratos
   - aumento de agressividade
   - mudanças na resposta ao estimulo provocado pelo medo ou dor
   - Diferenças na estrutura cerebral
   - Eliminação da diferenciação sexual
   - decrescimento do comportamento maternal

- Abortos e o síndrome do ovário policisticos nas mulheres
   - Cientistas examinaram mulheres que tiveram 3 ou mais abortos e compararam os níveis de BPA no sangue com outras mulheres que nunca tiveram abortos. Os níveis eram três vezes mais elevados.
   - Num outro estudo mulheres que tiveram síndrome dos ovários policisticos tinham níveis elevados de BPA, eram mais obesas e tinham mais hormonas masculinas, incluindo testosterona.

Nem todos os estudos chegaram à mesma conclusão. Em 151  analisados, os 12 patrocinados pela industria química não detectaram efeitos nenhuns em baixas concentrações de Bisphenol A (BPA), enquanto dos 139 que faltavam, 128 estudos encontraram efeito/causa, os restantes inconclusivos.
De notar que os níveis de BPA e phthalatos considerados seguros na UE e nos Estados Unidos estão bem acima dos testado nos estudos.

quais as formas de exposição aos químicos?

Apesar de haver diferentes tipos de phthalatos, todos eles partilham da mesma estrutura química. A exposição dérmica é relevante neste caso porque grande parte dos produtos de higiene estão inseridos em embalagens de plástico revestidas com phthalatos.
Num estudo recente da Center Disease Control (CDC), estes  demonstraram que o uso prolongado de gel para o cabelo, desodorizante e águas de colónia foram os que mais libertaram phthalatos.

O bisphenol é usado nos térmoplásticos, tendo a particularidade de ficar mole quando aquecido e endurecer quando arrefece. Este, ao contrário dos phthalatos não necessita de temperaturas altas para ser libertado, o simples contacto é suficiente porque têm a capacidade de "migrar" dos térmoplásticos para a comida e bebida.
Num estudo, o BPA foi encontrado em biberões após 51 lavagens, com 8 microgramas/litro a serem detectado após essas mesmas 51 lavagens. Sabe-se ainda que uma criança absorve químicos mais rapidamente que um adulto, a imaturidade do seu fígado e dos rins resulta numa reduzida capacidade em desintoxicar e excretar esses mesmos químicos.  

Bem, pode-se dizer mas é só um relatório com uns quantos estudos, ainda nada está decidido, pode-se, mas a diferença está nas medidas já tomadas por outros países, enquanto na nossa sociedade ainda nem se começou a discutir o assunto. O Canada é de longe o país mais avançado nesta cavalgada para parar com o uso destes químicos, por aquelas bandas, começaram a interrogar-se do porquê de em certas partes do país haver um crescimento desproporcional de meninas. Existem vilas inteiras só com meninas, muitas dessas estão juntas a instalações químicas que usam os produtos, libertando-os no ar, terra e rio. Hoje em dia são classificados como toxinas e a sua proibição está para breve.

Noticia da AFP (em português) e do Telegraph e depois temos a agência europeia para a segurança alimentar a dizer que na UESSR pode-se usar que é seguro!!

Assunto Relacionado:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2010/10/hormonas-de-plastico-1-parte.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2010/10/hormonas-de-plastico-3-parte.html