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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Harmonia Haarp (2ª parte) CXIX

Adicionado novo conteúdo ao final do texto a 12/12/2013:

Irei dar continuidade ao tema anterior visto existirem novas observações "em flagrante delito" entre os fenómenos previamente apresentados e novas imagens provenientes de outros tipos de satélite. Os dados mais recentes mostram claramente as anomalias na zona de Guam e Tuvalu. Se isso é susceptível de erro? Claro, não direi que estou certo porque posso estar errado, mas por outro lado as imagens não podem interessar só para aquilo que nos convêm.

Num ponto há que concordar, aquelas "nuvens" foram geradas e isso é óbvio. Basta correr o programa numa velocidade baixa para se perceber isso. Agora, se existem aquelas aves raras que nada conseguem enxergar ou acham que seriam precisos dezenas de especialistas para desvendar-se algo que os satélites mostram, temos pena.

Saber como funcionam estas armas ambientais é meio caminho andado para se conjugar toda a situação. Hoje em dia com os vários tipos de satélites que gravam diversos tipos de informação nas mais variadas formas podemos ter acesso a informação privilegiada, sendo as que nos interessam do espectro electromagnético, tais como as ondas de rádio e micro ondas.

Através desta compilação de dados entre os satélites, qualquer anomalia provocada ou não pelo homem será detectável e verificável a quem observe os dados, isto na maioria das vezes. O que expus no artigo anterior enquadra-se perfeitamente nesta descrição, mas não fiquei por aqui, pois fui à procura de alguém que explicasse o fenómeno usando outros dados e encontrei.

O que eu pretendia era relacionar esse espaço de horas com dados de outros satélites. Encontrei essas imagens na Universidade de Wisconsin, de onde foi retirado tudo o que apresentarei em baixo.

A sequência dos dias 27, 28 e 29 de Outubro em imagem de micro ondas.

http://tropic.ssec.wisc.edu/real-time/mimic-tpw/wpac/anim/20131027T000000anim72.gif

Como podem ver é nessa corrente a vermelho que se formam os tufões, e, se observarem melhor poderão ver uma disrupção entre a longitude 180 e -170 precisamente no dia 29 de Outubro. Isso não é uma falha da compilação de dados dos vários sistemas que tratam as imagens, essas quebras naturais podem ser vistas praticamente todos os dias e são bem diferentes. O que temos aqui é uma disrupção electromagnética proveniente de uma estação que "transmitia" a uma dada frequência, cujo sinal disruptivo é captado por um ou mais satélites.

Dia 29 de Outubro!

Parece-me a mim que dada a curvatura do "rasgo", o sinal pode ter partido do norte do Japão. A outra seta aponta para Taiwan. A razão de ter sublinhado esta ilha prende-se com o facto de ter existido mais uma manifestação Haarp. Mas já lá vamos.

No link em baixo podem consultar a gravação diária nessa parte do hemisfério e verificar as falhas que ocorrem naturalmente na compilação de dados, mas não essa disrupção. Esse rasgo na atmosfera superior não é encontrado em mais nenhum dia, excepto no dia 22 de Outubro, onde encontramos precisamente o mesmo corte, mas bem mais longo, corte esse que origina a massa de ar a rodopiar mais acentuadamente.

Imagens de todo o ano de 2013
http://tropic.ssec.wisc.edu/real-time/mimic-tpw/wpac/anim/?M=D

Dia 22 Outubro:
http://tropic.ssec.wisc.edu/real-time/mimic-tpw/wpac/anim/20131022T000000anim72.gif

Dia 28:
Dia 28 de Outubro!


A "transmissão" no dia 28 de Outubro originou um terramoto em Taiwan, por sinal bastante violento, tendo sido desencadeado durante a noite a uma profundidade de apenas 6 km, o que é de estranhar, pois um terramoto de 6.3 teria que ter sido mais profundo no seu começo. A "transmissão" continuou até o rasgo começar a aparecer, isto por volta das 22:00 horas desse dia e durará no máximo até às 11 da manhã do dia 29. E porque razão estarei eu à procura de ondas de rádio e micro ondas?

Relembremos a descrição do parlamento europeu em 1999 sobre o sistema HAARP.

http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A4-1999-0005+0+DOC+XML+V0//PT

"....O HAARP é um programa de investigação em que é utilizado um dispositivo terrestre, uma rede de antenas, cada uma alimentada pelo seu próprio transmissor, cujo objectivo é aquecer sectores da ionosfera(24) graças a potentes raios de frequências de rádio de impulsos. Deste aquecimento de sectores da ionosfera resultam buracos ionosféricos e lentes artificiais."

Eu já expliquei isto aqui, mas vou fazê-lo novamente. Ao aquecer a ionosfera posso usar as lentes artificiais por forma a incidir esses potentes raios sobre qualquer ponto do globo terrestre. É como ter o sol a incidir no espelho de um relógio e a redireccionar a luz para um outro ponto.

Então, ao direccionar os raios de frequências de rádio através das lentes artificiais e fixando esse impulso pode-se gerar um desastre "natural". Como?

No terramoto de 11 de Março no Japão, a indução constante na frequência foi de 2.5 hz ULF (ultra low frequency) durante 3 dias. O magnetómetro HAARP providenciado pela Universidade de Tóquio mostra claramente a indução, mais que não seja porque 2.5 hz em ULF é a ressonância natural de um terramoto.

Estes sistemas trabalham em baixas frequências porque dessa forma consegue-se que os raios de frequência de rádio de impulsos penetrem na crosta terrestre.



Pondo tudo isto em pratos limpos, o que é que nos resta? Resta-nos assistir à militarização do espaço porque o programa HAARP é uma ferramenta da esfera militar. Acabaram-se as bombas nucleares e os virus ébolas, estas armas ambientais tornam o plano ainda mais inclinado.

Só um reparo, já não chove à semanas...eu já sei que é do anti ciclone, blá, blá, blá. Lembrem-se é que quando os agricultores começarem a queixar-se a sério ano após ano (o que já acontece) por verem as suas culturas destruídas por causa do "clima", eles aproveitarão para avançar com a agenda21 ainda mais fervorosamente.

Novo conteúdo:

Até parece mentira, afinal sempre tentam criar "chuva". Diz assim a noticia no JN.

http://www.dn.pt/inicio/interior.aspx?content_id=610638&page=1

"Um avião da Força Aérea Portuguesa lançou ontem um composto químico na atmosfera, sobre algumas regiões do País, com o objectivo de fazer chover. A experiência, que não oferece qualquer perigo para a saúde, insere-se num projecto da Universidade Lusófona sobre o estudo da microfísica das nuvens e visa minimizar os efeitos da seca extrema que atingiu Portugal nos últimos dois meses. Independentemente do sucesso da missão, o Instituto de Meteorologia (IM) prevê precipitação "mais significativa" a partir de domingo."

A SIC também dedicou-se à desinformação:

http://videos.sapo.pt/TVvdejFMBcmnqFywCt4f#share

Estas noticias servem como exemplo perfeito de como os mediawhore filtram a informação. Constitui um atentado à nossa inteligência pensar que estas alminhas de jornalistas nada sabem do gaseamento populacional que já leva mais de década no nosso país. É possivelmente o crime mais grave perpetrado em solo português, e eles nada viram até hoje? Ou será que existe alguém a querer respirar cádmio, alumínio ou sulfato de bário entre tantos outros...diariamente? 

Reparem que em ambas as peças jornalísticas nunca dizem o nome dos compostos químicos, que são provavelmente os mesmos dos rastos químicos que vemos todos os dias. Assim, temos a comunicação social a sugerir ao grande auditório que todo este gaseamento populacional poderá advir desta "experiência". Ah! Ah! 
São prostitutos ao serviço não da verdade mas da desinformação e seguem a lógica de que tudo têm de passar pelos canais de "mainstream" para sofrer uma triagem e apresentar o que se quer, da forma correcta, não têm de ser necessariamente a verdade, isso poderia chocar os tele espectadores.  

E depois admiram-se que nas manifestações os mais jovens virem-lhes a cara e não queiram falar.    


Assuntos relacionados:

segunda-feira, 3 de junho de 2013

A geo engenharia do futuro (2ª parte) CXI



Para estes eco atrasados mentais o Co2 é o grande problema, e qualquer solução é uma boa solução por muito perigosa ou idiota que seja. Desde que vá ao encontro das pretensões destes ignóbeis, tudo é aceite.

Uma das ideias já posta em prática em diversos países consiste em "descarregar" partículas de ferro sobre o mar. Os génios lembraram-se que ao despejar essas partículas, as algas entrariam num processo onde captariam mais co2, até aqui tudo bem, porém, esqueceram-se que ao introduzir partículas de ferro na água, o oxigénio é destruído neste processo, criando enormes lençóis de "mar morto", dado tudo estar morto, incluindo as algas que afundam levando o carbono com elas deixando de servir de alimento a milhares de animais. 

http://www.guardian.co.uk/environment/2012/jul/18/iron-sea-carbon

Dumping iron into the sea can bury carbon dioxide for centuries, potentially helping reduce the impact of climate change, according to a major new study. The work shows for the first time that much of the algae that blooms when iron filings are added dies and falls into the deep ocean.

...But Prof Victor Smetacek, at the Alfred Wegener Institute for Polar and Marine Research in Germany, who led the new research, said: "The time has come to differentiate: some geoengineering techniques are more dangerous than others. Doing nothing is probably the worst option."

Eles falam como se de facto houvesse alguma espécie de aquecimento global, pregam o sermão já incutido pela crença, nada nem ninguém lhes poderá convencer do contrário, é mais ou menos este tipo de pessoas que aparecem a defender esta causa, os eco fanáticos, todos eles vestidos de professores catedráticos ou engenheiros ambientais, como poderão ler mais em baixo.

Dave Reay, senior lecturer in carbon management at the University of Edinburgh, said: "This represents a whole new ball game in terms of iron fertilisation as a geoengineering technique. Maybe deliberate enhancement of carbon storage in the oceans has more legs than we thought but, as the scientists themselves acknowledge, it's still far too early to run with it."

O complexo militar industrial põem estes idiotas a explicar técnicas de geo engenharia para o futuro, quando na realidade os mesmos militares através da NATO já praticam isto à anos. Estas noticias são apenas formas de as pessoas irem lendo e aceitando a ideia, afinal sempre é um cientista a explicar e não um militar, que faria as pessoas ficarem mais atentas e desconfiadas sobre o real intuito da operação.

A 2009 report from the Royal Society, the UK's science academy, concluded that while cutting emissions is the first priority, careful research into geoengineering was required in case drastic measures – such as trying to block sunlight by pumping sulphate into the atmosphere – were one day needed.

É claramente palhaçada, isto é o prato do dia na Europa.

Prof John Shepherd, chair of the report, said on Wednesday: "It is important that we continue to research these technologies but governance of this research is vital to protect the oceans, wider environment and public interests. 
On the ethics of geoengineering, Smetacek, who is a vegetarian, told the Guardian: "We could reduce emissions significantly and increase the scope for sequestration on land [by freeing grazing land for forestry] if we managed to convert the global population to vegetarianism. Would that be geoengineering?"


Ora aqui está um belo exemplo de um eco extremista, maltusiano até ao osso. Esta ligação entre o vegetarianismo e a salvação ecológica para o mundo é de bradar aos céus mas real e incutida por pessoas como este idiota.
Enoja-me, não só estes catedráticos que se deixam levar pela beleza de uma causa global mas também as pessoas que hoje em dia comportam-se como zombies, autênticas ovelhas prontas a seguir o trilho, sem questionarem, protestam muito mas pensam pouco. Assumem que o mais grave que lhes pode acontecer é um novo aumento de impostos, um corte nos feriados ou uma outra qualquer medida de carácter "estrutural", que por muito doentia que possa ser, serve apenas de máscara social  e isto serve para todos os países que seguem o guião à risca.

Refiro-me não só aos politicos que assumirão cargos de poder relevantes na sociedade mas sim a todos os outros a quem os servos da politica respondem, aqueles que realmente interessam, toda essa coligação que se espalha por diversos ramos de interesse e sociedades ocultas.

Mas antes de fechar este artigo, tenho só mais uma coisa para vos mostrar de modo a que vocês entendam a magnitude deste problema que é a geo engenharia. Assim sendo a marinha americana que é uma das obreiras do sistema Haarp, conseguiu criar pela primeira vez uma nuvem de plasma com a duração superior a 1 hora.

http://www.nrl.navy.mil/media/news-releases/2013/nrl-scientists-produce-densest-artificial-ionospheric-plasma-clouds-using-haarp

U.S. Naval Research Laboratory research physicists and engineers from the Plasma Physics Division, working at the High-frequency Active Auroral Research Program (HAARP) transmitter facility, Gakona, Alaska, successfully produced a sustained high density plasma cloud in Earth's upper atmosphere.

"Previous artificial plasma density clouds have lifetimes of only ten minutes or less," said Paul Bernhardt, Ph.D., NRL Space Use and Plasma Section. "This higher density plasma 'ball' was sustained over one hour by the HAARP transmissions and was extinguished only after termination of the HAARP radio beam."

Isto que vos mostro é o presente, meus senhores, não o futuro, é a realidade do complexo militar industrial que usa tecnologia que está a anos luz daquilo que nós achamos ser possível. Criar artificialmente uma nuvem de plasma não só é irreal para a maioria das pessoas como o interesse pela matéria será nulo, precisamente por ignorarem o tema, mas que é bem representativo do poder do sistema Haarp.

A chantagem que se pode fazer hoje em dia aos países que não aceitem as ordens de quem comanda esta tecnologia ambiental é similar ao que se passava nos anos 50 quando se aquiriu o conhecimento nuclear.
Ou os países alinham na história ou então o clima servirá como arma de arremesso, é tão simples como isso.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A geo engenharia do futuro (1ªparte) CX


Vai fazer um ano que tento obter resposta sobre o avanço da geo engenharia em Portugal, fi-lo através da força aérea, da qual estou á espera de uma resposta, e, também através do novo instituto do mar e da atmosfera, cujos mails eles nem se dignam a responder, apesar de já ter tido a confirmação por quem lá trabalha que todos sabem o que é.

Obviamente que tornar-se-ia impossível a quem deseja despejar metais pesados na atmosfera, se as várias entidades governativas não soubessem do que se passa, até porque é uma daquelas situações que não escapam quer aos satélites quer aos olhos de qualquer pessoa que tenha dois neurónios a funcionar.

Através da estupidificação do pensamento, consegue-se maravilhas, e caso a comunicação social não toque no assunto, então por certo, o tema será mais uma conspiração dos demais idiotas que tentam alertar para uma situação que é aberrante, seja a nível ambiental seja ao nível de quem permite que isto aconteça, aberrante.

Neste artigo expus o tratado que permite saber que já nos anos 70, certos países dispunham de armas "ambientais" que recriavam terramotos, tsunamis, furacões, entre outros desastres da natureza. Inserido na convenção de geneve, o tratado de modificação ambiental é a prova da existência das armas "ambientais" e que culminam hoje em dia e passados 40 anos, no sistema HAARP...mas não só.

Sobre este sistema, que está classificado como conspiração, o politburo europeu dizia neste relatório de 1999 o seguinte...

http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A4-1999-0005+0+DOC+XML+V0//PT

Em 5 de Fevereiro de 1998, a Subcomissão da Segurança e do Desarmamento, do PE, organizou uma audição pública sobre, entre outras coisas, o projecto HAARP. Estavam também convidados representantes da NATO e dos EUA, mas decidiram não participar. A comissão lamenta que os EUA não tenham enviado ninguém à audição ou usado da possibilidade de comentar o material apresentado(22).

O HAARP - Programa de Investigação de Alta Frequência Auroral Activa (High Frequency Active Auroral Research Project) é da responsabilidade conjunta da Força Aérea e da Marinha dos EUA, em colaboração com o Instituto de Geofísica da Universidade do Alasca, de Fairbanks. Experiências semelhantes decorrem também na Noruega, provavelmente na Antárctida, mas também na antiga URSS(23). O HAARP é um programa de investigação em que é utilizado um dispositivo terrestre, uma rede de antenas, cada uma alimentada pelo seu próprio transmissor, cujo objectivo é aquecer sectores da ionosfera(24) graças a potentes raios de frequências de rádio de impulsos. Deste aquecimento de sectores da ionosfera resultam buracos ionosféricos e lentes artificiais.  

Usando estas lentes artificiais podemos apontar a energia de modo a cair em qualquer parte do globo, sendo esta a primeira parte da equação, porque do outro lado, onde essa energia cair, a atmosfera terá de estar carregada com partículas de metais pesados que servem de condutor à energia, daí os aviões andarem para a frente e para trás, criando "corredores" por onde a energia se possa expandir e produzir o efeito desejado. Por norma, a pulverização dos aviões sem a aplicação de energia do sistema HAARP serve o propósito de parar a radiação solar e criar tempo encoberto.

Quando se aplica o HAARP de modo a alterar o clima ou os padrões do vento, tudo depende da energia usada e dos metais pesados que podem passar pelo alumínio, bário, cádmio e sulfatos, tudo serve de reacção, mas cada um com as suas especificidades. O problema consiste nestas partículas que por não ficarem suspensas "para sempre" na atmosfera, caiem em todo o lado. Já não é a primeira nem a segunda vez que certas localidades ficam com a "água fechada", por conter níveis altíssimos de metais pesados como o alumínio ou bário, encontradas sob a forma de partículas.

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1553036.ece

Na próxima noticia temos a geo engenharia a ser apresentada pelos cientistas como uma das possiveis salvações "ambientais" para o mundo.

http://www.guardian.co.uk/environment/2010/sep/13/geoengineering-coalition-world-climate

Now, a powerful coalition of forces is quietly constellating around the idea of transforming the Earth's atmosphere by simulating volcanic eruptions to counter the warming effects of carbon pollution. Engineering the planet's climate system is attracting the attention of scientists, scientific societies, venture capitalists and conservative think tanks. Despite the enormity of what is being proposed — nothing less than taking control of Earth's climate systemthe public has been almost entirely excluded from the planning.

The Royal Society defines geoengineering as "the deliberate large-scale manipulation of the planetary environment to counteract anthropogenic climate change" and divides methods into two types: carbon dioxide removal from the atmosphere, and solar radiation management aimed at reducing heat coming in or reflecting more of it out.

Está aqui, não é preciso grande explicação para o que eles andam a fazer, é normal a comunicação social não querer saber? Então, está-se literalmente a tentar controlar o clima a nivel mundial e tudo passa ao lado desses prostitutos da comunicação? Será que não interessava dizer ás pesssoas? Já que a malta precisa de respirar para viver, se calhar até dava jeito, digo eu...

But the option that is taken most seriously is altogether grander in conception and scale. The scheme proposes nothing less than the transformation of the chemical composition of the Earth's atmosphere so that humans can regulate the temperature of the planet as desired. Like volcanic eruptions, it involves injecting sulphur dioxide gas into the stratosphere to blanket the Earth with tiny particles that reflect solar radiation.
Although ideas for climate engineering have been around for at least twenty years, until recently public discussion has been discouraged by the scientific community. Environmentalists and governments have been reluctant to talk about it too. The reason is simple: apart from its unknown side-effects, geoengineering would weaken resolve to reduce carbon emissions.

É claro que os ambientalistas andam de bico calado, abraçaram a nova religião ecológica porque serve os seus interesses, impedir o mundo de se desenvolver é um dos objectivos destes grupos que são fortemente financiados por fundações de homens conservadores como os Rockefellers, ou Carnegie, facto esse, que não deixa de ser relevante para se perceber hoje em dia o que são estas ONG e quem as comanda.

To date, governments have shunned geoengineering for fear of being accused of wanting to avoid their responsibilities with science fiction solutions.

Reparem que nesta peça jornalística não se diz por uma única vez que tipo de materiais serviriam para reflectir a luz solar, é que tentar explicar que alumínios e cádmios fazem bem à saúde não lembra a ninguém, daí omitirem esses "pequenos" pormenores. Este jornalista acredita mesmo que as pessoas iriam olhar para este grave problema como algo ficcional, quando na realidade seriam os componentes usados que fariam as pessoas serem contra, já para não falar da omissão ao grande público que já leva pelo menos 10 anos.

A magnitude desta operação à escala mundial só pode ser possível devido à total conivência dos servos politicos que permitem conscientemente que se pulverize a população da qual eles eram suposto proteger. Permitem a destruição de ecossistemas com a acumulação de metais pesados nas barragens, rios e árvores, sendo que estas últimas começam ao final de 10 anos a ganharem um tom esbranquiçado devido ao excesso de acumulação de alumínio. Isto pode ser visto já em algumas partes de Portugal onde a pulverização incide somente na natureza.

E perguntam vocês quais serão as razões que mantêm os ambientalistas de bico calado? No topo dessa pirâmide temos neo maltusianos e eco terroristas, junções de morte, caso se dê espaço para eles desenvolverem os seus ideais de retrocesso civilizacional. Organizações de topo como a Greenpeace ou a WWF albergam toda a espécie e mais alguma de eco retrógados, cujo intuito e abertamente declarado é a destruição do mundo industrializado e o emergir de uma nova religião, eco por assim dizer.

continua...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Os amigos do Alasca 3 (XLI)

Como o sistema Haarp trabalha com frequências muito baixas, (VLF/ELF) quanto maior for essa frequência pior será o desastre, por exemplo para situações de monções a ressonância libertada naturalmente sem indução é de 1.7 Hertz, no caso de Fukushima atingiu-se os 2.5 Hertz, a escala vai até 5. O sistema só têm que "emitir" a uma dada frequência para reproduzir o mesmo tipo de ocorrência.

É importante perceber isto para conseguirmos analisar as imagens a seguir que provam inequivocamente a indução do terramoto seguido de tsunami.

Lembrando....

"O HAARP é um programa de investigação em que é utilizado um dispositivo terrestre, uma rede de antenas, cada uma alimentada pelo seu próprio transmissor, cujo objectivo é aquecer sectores da ionosfera(24) graças a potentes raios de frequências de rádio de impulsos. Deste aquecimento de sectores da ionosfera resultam buracos ionosféricos e lentes artificiais"

Estas antenas estiveram a "transmitir" desde o dia 8 de Março até ao dia 11, a uma frequência de 2.5 hertz. A coincidência aqui é tão grande quanto duas torres terem caído da mesma maneira. Não existem como é óbvio. Mas, falta uma ponte, alterar o clima a distâncias tão grandes pode ser imprevisível, têm de haver um elo móvel, ou um centro Haarp mais perto do Japão. O Sea-Based X-Band Radar, é um haarp flutuante, as suas antenas são "phase array antenna" tais como as da estação do Alasca.

É um brinquedo não muito conhecido mas com capacidades únicas, têm de longe o melhor sistema de radar, e é parte integrante da Defesa norte americana por conseguir abater alvos móveis tais como misseis balísticos.  É apenas uma hipótese, visto este monstro ter essa capacidade, é a jóia da coroa do complexo militar industrial.

Mas voltando ao que interessa, analisemos o começo da transmissão. Começou no dia 8 de Março a emitir com uma frequência de 2.5 hertz.






http://maestro.haarp.alaska.edu/cgi-bin/scmag/disp-scmag.cgi?20110308

http://vlf.stanford.edu/research/experiments-haarp-ionospheric-heater


Um pouco para lá das 4 da manhã deu-se o terramoto, note-se que a frequência foi sempre de 2.5 hertz e não se sentiu nenhum abanão nos dias anteriores em toda a Ásia, o que é estranho pois se fosse natural ter-se-ia sentido e registado nos equipamentos de detecção.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/06/os-amigos-do-alasca-2-xl.html

terça-feira, 21 de junho de 2011

Os amigos do Alasca 2 (XL)

Continuando a exploração deste relatório datado de 1999, o que vocês irão ler (ou já leram) é de facto a veracidade sobre o sistema Haarp, tudo made in politburo.

          HAARP - um sistema de armamento que perturba o clima

Em 5 de Fevereiro de 1998, a Subcomissão da Segurança e do Desarmamento, do PE, organizou uma audição pública sobre, entre outras coisas, o projecto HAARP. Estavam também convidados representantes da NATO e dos EUA, mas decidiram não participar. A comissão lamenta que os EUA não tenham enviado ninguém à audição ou usado da possibilidade de comentar o material apresentado(22).

O HAARP - Programa de Investigação de Alta Frequência Auroral Activa (High Frequency Active Auroral Research Project) é da responsabilidade conjunta da Força Aérea e da Marinha dos EUA, em colaboração com o Instituto de Geofísica da Universidade do Alasca, de Fairbanks. Experiências semelhantes decorrem também na Noruega, provavelmente na Antárctida, mas também na antiga URSS(23).

O HAARP é um programa de investigação em que é utilizado um dispositivo terrestre, uma rede de antenas, cada uma alimentada pelo seu próprio transmissor, cujo objectivo é aquecer sectores da ionosfera(24) graças a potentes raios de frequências de rádio de impulsos. Deste aquecimento de sectores da ionosfera resultam buracos ionosféricos e lentes artificiais.

Isto pode ser utilizado para muitos fins. Através da manipulação das particularidades eléctricas da atmosfera é possível controlar energias gigantescas. Utilizadas como arma militar contra um inimigo podem produzir efeitos devastadores. Com as técnicas do HAARP pode-se dirigir para um ponto determinado uma energia milhões de vezes superior à que é possível controlar com um emissor clássico. A energia pode também ser dirigida contra alvos móveis, o que poderia ser utilizado contra mísseis inimigos.

O projecto permite criar melhores comunicações com os submarinos e manipular as condições meteorológicas mundiais. Mas também o contrário, perturbar as comunicações, é possível. Através da manipulação da ionosfera é possível bloquear as comunicações mundiais, ao mesmo tempo que as suas próprias chegam ao destino. Outra aplicação deste sistema é a tomografia por penetração da crosta terrestre, que podemos imaginar como um exame da Terra ao raio X a diversos quilómetros de profundidade para detectar jazidas de petróleo ou gás, mas também instalações militares subterrâneas. Outra das aplicações do sistema HAARP é o "radar além-do-horizonte" que segue a curvatura terrestre para observar objectos que se aproximam a grande distância.

Desde os anos 50, os EUA realizaram explosões de material radioactivo na cintura de Van Allen (25)  para investigar qual o efeito das explosões nucleares a alta altitude e das emissões electromagnéticas resultantes da explosão sobre as transmissões de rádio e as operações de radar. Isto criou novas cinturas de radiações magnéticas que abrangem quase todo o globo. Os electrões moveram-se ao longo destas linhas de campos magnéticos e criaram uma aurora boreal artificial sobre o Polo Norte. Através destes testes militares criaram-se sérios riscos de perturbação da cintura de Van Allen por muito longo tempo. Os campos magnéticos terrestres podem ser perturbados em largas zonas e impedir as comunicações por rádio. Segundo cientistas americanos, pode levar várias centenas de anos até que a cintura de Van Allen estabilize numa situação normal. O Projecto HAARP pode ter como resultado alterações das condições climáticas. Pode também influenciar todo o sistema ecológico, especialmente nas zonas sensíveis da Antárctida.

Uma consequência extremamente séria do HAARP são os buracos na ionosfera provocados pelas fortes ondas de rádio emitidas para uma determinada zona. A ionosfera protege-nos das radiações cósmicas. Espera-se que estes buracos na ionosfera sejam de novo preenchidos, mas a experiência das alterações da camada de ozono apontam no sentido contrário. Isto significa que existem vários buracos na zona de protecção que a ionosfera constitui.

O HAARP, em virtude das suas vastas consequências para o ambiente, constitui um problema mundial e deve-se pôr a questão de saber se as vantagens desse sistema compensam os riscos. Os efeitos ecológicos e éticos devem ser investigados profundamente antes de continuar com a investigação e os testes. O HAARP é um projecto quase totalmente desconhecido do público e é importante aumentar a consciência do público em geral sobre este projecto.

O HAARP está ligado a 50 anos de investigação espacial intensiva, de clara natureza militar, nomeadamente como parte da chamada "guerra das estrelas" para controlar as camadas superiores da atmosfera e as comunicações. Esta investigação deve ser considerada como seriamente prejudicial para o ambiente e podendo ter efeitos incalculáveis para a vida humana. Ninguém sabe ainda hoje de forma segura os efeitos que o HAARP pode ter. A cultura do secretismo no seio da investigação militar deve ser combatida. O direito à transparência e ao controlo democrático dos projectos de investigação militar e o controlo parlamentar devem ser promovidos.

Uma série de acordos internacionais ("Convenção sobre a proibição de utilização militar ou outra utilização hostil de técnicas de alteração do ambiente", "Tratado da Antárctida", "Tratado sobre os princípios a seguir pelos Estados na exploração e investigação do espaço exterior, incluindo a Lua e outros astros" e a "Convenção da ONU sobre o direito marítimo") fazem com que o HAARP pareça muito contestável, não só do ponto de vista humano e político como também jurídico.

O Tratado da Antárctida estabelece que a Antárctida deve ser utilizada unicamente para objectivos pacíficos(26). Isto implicaria que o HAARP viola o direito internacional. Todos os efeitos dos novos sistemas de armas devem ser investigados por órgãos internacionais independentes. É necessário preparar novos acordos internacionais para, em caso de guerra, proteger o ambiente contra destruições desnecessárias.   

Não alterei nada...Tudo isto encontra-se neste documento do politburo Europeu.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/04/conspiracao-da-realidade-xx.html
http://profundaescuridao.blogspot.com/2011/06/os-amigos-do-alasca-xxxix.html

http://www.youtube.com/watch?v=jcmMtUb0mh8&feature=player_embedded#at=18

domingo, 19 de junho de 2011

Os amigos do Alasca (XXXIX)

Gokona, Alasca
Já ninguém quer saber do Japão, as noticias são fugazes e sem interesse, só quando houver uma explosão nuclear é que os media whore se voltam a interessar. Foram lá, deram o choradinho para uma campanha social qualquer, mascou-se bem a tragédia e cuspiu-se a noticia quando já não teve mais interesse.

Continuarão a dar-nos reportagens onde se apela à emoção, mas factos sobre o assunto, zero...
Para aqueles lados, o problema continua, agravado pela inoperância e incapacidade pois pouco há a fazer, mas muito a omitir.

Há uns dias atrás um sénior da politica japonesa disse que o seu país podia tornar-se inabitável. É de facto um argumento plausível, a radioactividade espalha-se e infiltra-se nos solos e partes fundas dos rios e mares. Sem cultivo ou pescas por décadas, o Japão regride no tempo e nunca recuperará enquanto o problema nuclear estiver presente.

Os Japoneses fizeram uma escolha há uma décadas atrás para se livrarem da importação do petróleo, essa opção recaiu sobre o Nuclear e as energias renováveis. O dinheiro fluiu todo para aí, a opção nuclear servia para alimentar a rede eléctrica do país enquanto as novas energias iriam ser aplicadas a todos os tipos de veículos. Neste campo os japoneses levavam já anos de distância em relação à concorrência.

Se não conseguiram controlar aquilo até agora e esperam o final do tipo deixa arder, então o Japão estará de facto com um problema que começa já a fazer efeitos bem para lá da costa onde se deu o desastre. Esta noticia dá-nos conta de 2 baleias que foram pescadas tendo sido encontrado Cesium em ambas. Cesium é um dos elementos radioactivos que derrama por Fukushima.

Para mim digo de caras, os amigos do Alasca andaram a brincar aos deuses.

A minha conexão com os amigos do Alasca data de 1999 com um relatório sobre ambiente, segurança e política externa produzido pelo politburo europeu.

"Na sessão de 13 de Julho de 1995, o Presidente do Parlamento comunicou o envio da proposta de resolução da Deputada Rehn Rouva, sobre a estratégia para a utilização dos recursos militares para fins ambientais (B4-0551/95), apresentada nos termos do artigo 45°, à Comissão dos Assuntos Externos, da Segurança e da Política de Defesa, competente quanto à matéria de fundo, e à Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Defesa do Consumidor, encarregada de emitir parecer."

Agora, se rodarem para baixo temos a Proposta de resolução, viajemos até ao número 27 onde encontramos...

27 - "Entende que o HAARP (Programa de Investigação de Alta Frequência Auroral Activa), em virtude dos seus profundos efeitos para o ambiente, é uma questão de interesse mundial e exige que os aspectos jurídicos, ecológicos e éticos sejam investigados por órgãos internacionais independentes antes da continuação da investigação e dos testes; deplora que o Governo dos Estados Unidos tenha repetidas vezes recusado enviar um representante testemunhar, na audição pública ou em qualquer outra reunião subsequente da comissão competente, sobre os riscos que comporta para o ambiente e para as populações um programa de investigação sobre as radiações de alta frequência (HAARP) financiado actualmente no Alasca;

28 - Solicita ao Grupo de Avaliação das Opções Científicas e Técnicas (STOA) que aceite apreciar as provas científicas e técnicas fornecidas em todos os estudos sobre o HAARP a fim de avaliar a exacta natureza e o grau de risco criado pelo HAARP, tanto para o ambiente local como mundial e para a saúde pública em geral;

Mas, se descerem mais na página irão encontrar a descrição made in politburo do que era na altura a visão europeia sobre o sistema Haarp.

Report on the environment, security and foreign policy  (English)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A conspiração da realidade (XX)

Brevemente passaremos por cima da sua terra!!!

A conspiração da realidade será aqui exposta.

Apertem os vossos cintos intelectuais, mesmo com o tratado até custa a crer ser possível. Tirando hollywood que nos prepara sempre para a nossa próxima realidade, este documento é um verdadeiro must para se dar largas à imaginação.
Eis o único....

UN Weather Weapons Treaty
(Tratado modificação ambiental)

UNGA RES. 31/72, TIAS 9614
CONVENTION ON THE PROHIBITION OF MILITARY OR ANY OTHER HOSTILE USE OF ENVIRONMENTAL MODIFICATION TECHNIQUES
Adopted by Resolution 31/72 of the United Nations General Assembly on 10 December 1976. The Convention was opened for signature at Geneva on 18 May 1977.
TEXT PUBLISHED IN: United Nations General Assembly Resolution 31/72, Annex; see Official Records of the General Assembly, Thirty-first Session, Supplement No. 39 (A/31/39), pp. 37-38. International Legal Materials, Vol. XVI, No. 1, January 1977, pp. 88-94 (Engl.); World Armaments and Disarmament, SIPRI Yearbook 1978, London 1978, pp. 392-397 (Engl.); Shindler & Toman, eds., "The Laws of Armed Conflicts."


Aos Estados membros da convenção

Guiados pelo interesse de consolidar a  paz, e que desejem contribuir para a causa de suspender a corrida ao armamento, e de levar a um desarmamento total e completo sob estrito e efectivo controle internacional,  e de salvar a humanidade do perigo da utilização de novos meios  de guerra."

- Salvar a humanidade, mas de quem pergunto eu? Mas que meios de guerra? Se ninguém sabe da existência destas técnicas de modificação ambiental. O desarmamento total e consolidar a paz são termos orwellianos, no primeiro caso diz respeito a todos os países não incluídos no tratado e no segundo refere-se ao poder, consolidar poder. Pois o que lemos aqui é um tratado sobre armas, não se esqueçam, nada têm a haver com paz, meus senhores.

Determinado a prosseguir as negociações  com vista  a alcançar progressos efectivos em novas medidas em matéria de desarmamento,

Reconhecendo que os avanços científicos e técnicos podem abrir novas possibilidades no que diz respeito à modificação do ambiente,

Recordando a Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, adoptada em Estocolmo em 16 de Junho de 1972,

Percebendo que o uso de técnicas de modificação ambiental para fins pacíficos pode melhorar a relação entre o homem e a natureza e contribuir para a preservação e melhoria do ambiente para o benefício das gerações presentes e futuras,

- Aqui começamos a ter uma ideia mais profunda sobre a tal "consolidação da paz", até agora temos um tratado sobre armas e as técnicas usadas para alcançar a modificação ambiental. Os avanços científicos e técnicos significam a evolução dessas mesmas armas.
Melhoria ambiental? mas passa-se algo de errado com o tempo? Bem, em 1976 estávamos na fase do global cooling, só se for isso, e depois, usam sempre o termo "fins pacíficos" para ser apresentável num tratado sobre armas militares para modificação ambiental.
 

Reconhecendo, porém, que militar ou qualquer outro uso hostil de técnicas desse tipo poderá ter efeitos extremamente prejudiciais  ao bem-estar humano,

Desejando proibir efectivamente o uso militar ou qualquer outro uso hostil de técnicas de modificação ambiental, a fim de eliminar os perigos para a humanidade de tal uso e afirmando sua vontade de trabalhar para a concretização deste objectivo,

Desejando também contribuir para o reforço da confiança entre as nações e para melhorar ainda mais a situação internacional, em conformidade com os propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas.

fim da introdução

- Para mim já é hostil o suficiente tentarem alterar o ambiente. Além disso aplicam o "duplo pensar" como forma de esconder os reais significados descritos acima. Só proibimos uma coisa quando a mesma já foi feita, não se assinam tratados sobre coisas por fazer. Proibir efectivamente como diz acima, implica que os países que assinaram este tratado andavam a desenvolver tecnologia nesse sentido, daí o termo.
Não consideram a modificação ambiental um perigo para o homem, mas sim o uso dessa mesma técnica para fins não pacíficos. E quem é que vigia isto mesmo? Não diz.


Artigo 1

1 - Cada Estado membro na presente Convenção compromete-se a não participar militarmente, ou, qualquer outro uso hostil de técnicas de modificação ambiental tendo difundido, efeitos duradouros ou severos como os meios de destruição, dano ou prejuízo a qualquer outro Estado membro.

- Nada diz sobre estados não membros, apenas os que assinaram o tratado é que não se podem agredir, o avanço nesta área deve de ser tal que eles na altura já deviam de ter técnicas que poderiam provocar efeitos duradouros ou severos.

2 - Cada Estado membro na presente Convenção compromete-se a não ajudar, encorajar ou induzir qualquer Estado, grupo de Estados ou organização internacional a participar em actividades contrárias ao disposto no nº1 do presente artigo.

- Reparem que as próprias populações deste estados membros podem ser alvo destas modificações, assim como os países não membros. Nada diz em contrário. 

Artigo 2

1 - Conforme utilizado no artigo 1º, o termo "técnicas de modificação ambiental" refere-se a qualquer técnica para mudar  por meio da manipulação deliberada, de processos naturais - a dinâmica, composição ou estrutura da Terra, incluindo a sua biota, litosfera, hidrosfera e atmosfera, ou do espaço exterior.

- Como eles adoram esconder e manipular as palavras, deve-se substituir a palavra "técnicas ou técnica" pela palavra armas ou arma conforme a situação.
Como se vê a tecnologia dá para criar terramotos, furacões, monções, e tsunamis, daí, incluírem termos como estrutura da terra, litosfera, ou atmosfera, porque são nestes campos que se aplicam as tais "técnicas".


Artigo 3

1 - As disposições da presente Convenção não impedem a utilização de técnicas de modificação ambiental para fins pacíficos e é feita sem prejuízo dos princípios geralmente aceites e as regras aplicáveis de direito internacional relativos a tal uso.

- Mas que técnicas são essas? Não me lembro de ser avisado de nada. E será que no caso de quererem pulverizar o céu com alumínio, crómio ou nitrato de prata, isso é considerado pacifismo?


2 - Os Estados membros nesta Convenção comprometem a facilitar, e têm o direito de participar, ao máximo as trocas de informação científica e tecnológica sobre a utilização de técnicas de modificação ambiental para fins pacíficos. Os Estados membros sem posição de fazê-lo devem contribuir,  isoladamente ou em conjunto com outros Estados ou organizações internacionais, economia internacional e de cooperação científica, na preservação, melhoria e utilização pacífica do meio ambiente, com a devida consideração às necessidades do desenvolvimento áreas do mundo.

- Este artigo significa que os países detentores desta tecnologia podem "alojar" os seus brinquedos onde acharem melhor, de acordo com a devida consideração às diferentes necessidades de cada um. Certos países precisam que chova mais, noutros é melhor não chover, por exemplo no Haiti deu-lhes jeito um terramoto controlado.

Artigo 4

1 - Cada Estado membro na presente Convenção compromete-se a tomar todas as medidas que considere necessárias, em conformidade com  seus procedimentos constitucionais para proibir e impedir qualquer actividade em violação das disposições da Convenção em qualquer lugar sob sua jurisdição ou controle.

A partir do artigo 5 entram os procedimentos legais do próprio tratado, mas, de sublinhar o Artigo 7, que especifica a duração deste contrato, que é por tempo ilimitado, meus senhores.
O que implica, que mesmo nos dias de hoje aplicam-se estas técnicas, sendo uma delas e talvez a mais importante de todas o sistema HAARP.

Estes tratados não são coisas pequenas, quando se cria algo assim é porque já andamos muito avançados no tempo, a tecnologia pertencente ao complexo militar industrial está a anos luz dos vossos portáteis e telemóveis de touchscreen. O que estes países assinaram em 1976 é só mais uma maneira de nos tornar débeis, ignorantes e manipuláveis. E não pensem que hoje em dia não se pratica o pacifismo, basta olharem para o céu, seja qual for a cidade de Portugal, aviões dia e noite pulverizam-nos, os traços na atmosfera são inequívocos, expandem-se passadas uma horas e por norma encontram-se sempre no horizonte do sol, pois o pacifismo neste caso é controlar a temperatura sobre a terra. 

Tratado modificação ambiental