Desde à uns tempos para cá que temos vindo a observar um certo número de pessoas a exporem o que realmente se passa no mundo. Agora, mais que nunca, estes "cantantes" nascem como cogumelos visto o funil estar a ficar cada mais estreito e mesmo quem anda dentro do sistema começa a ficar saturado ou não aguenta ir mais longe. E qual é o único remédio nesta situação? Cantar o que sabe.
Fazem-nos chamadas de atenção ás quais ligamos muito pouco, porque a vida é para continuar e o relógio não pára. Esquece-mo-nos do quanto arriscam só para nos dizerem algo que na maioria da vezes está escancarado à nossa frente.
E não me refiro só a Edward Snowden que nada mais fez do que comprovar todas as teorias de conspiração em relação à NSA e seus amigos. Afinal era tudo verdade, o que não é de admirar, pois no mundo real aquela é a faceta de todos os governos, uns mais outros menos, uns fazem outros ajudam a fazer, é tão simples quanto isso.
Mas não é sobre Snowden este artigo. Hoje, quero-vos apresentar um banqueiro, diferente de todas as outras sanguessugas que conhecemos neste ramo. O seu nome é Lars Seier Christensen, fundador e CEO do Saxo Bank.
Comecei por verificar se este tipo esteve na reunião de Bilderberg 2013, e pude constatar que não esteve presente, o que é bom. O site é este http://www.tradingfloor.com/posts/broader-relevance-ayn-rand-society-710110757 e o que este homem diz é relevante, não só pelo seu estatuto profissional mas porque consegue tocar em pontos nevrálgicos do que é a "obra" europeia.
Começa por escrever sobre Ayn Rand, filosofa de origem judaica que têm no seu livro "A revolta do atlas" a sua obra prima. Passando a introdução, Lars remata assim..
"One of the biggest mistakes we can make is to assume that rationality will prevail, that just through superior economic performance, freedom will capture enough peoples' hearts in a democracy to win the day. This creates a major problem for those of us that like to argue rationally, rather than emotionally."
"It creates a major opportunity for politicians that intuitively know that in a rational world, there would be little demand for their services."
As ideologias politicas servem perfeitamente este propósito, pois conseguem criar uma ligação emocional entre os seus apoiantes e os partidos políticos. Argumentar racionalmente contra estes indivíduos é de todo impossível.
Os políticos usam o discurso emotivo por forma a introduzir na cabeça das pessoas algo que vá de encontro às suas pretensões. A oposição politica que se faz a quem está no poder mas também os próprios governos precisam de ter desempregados e pessoas a depender do estado pois só dessa forma é que conseguem muitos votos, acenando na maioria das vezes com promessas que nunca serão cumpridas. Por isso, quanto menos as pessoas precisarem do estado mais irrelevantes eles se tornarão aos olhos das pessoas.
O mesmo se pode dizer dos mediawhore que usam o "shock and awe" para noite após noite moldar o pensamento, instigando emoções em assuntos onde a razão deveria de imperar. Desta forma gera-se ao final de algum tempo um terrorismo psicológico que quebrará as defesas de um ou mais indivíduos e até mesmo de populações inteiras.
"Only in an irrational, emotional universe, where opportunists can gain access to media and visibility to express “feelings” and try to take the moral high ground, no matter how unfounded in reality it is — only in such an environment can you survive without having to produce practical, productive results, and instead prosper and benefit from empty talk and third-rate acting performances."
Se tivermos que reduzir a politica a uma frase, então eu propunha esta, pois a descrição é perfeita. Não existe mais nada para além disto, tudo o resto é elevado pelos mediawhore que adoram tê-los na televisão a opinar sobre como as pessoas devem de agir ou pensar.
E são estes ainda que conseguem extrapolar os "não feitos" da classe politica e calarem-se sobre as vigarices por esse mundo fora.
"This tendency, unfortunately, has only strengthened during the recent crisis. There is often a complete disconnect between the reality and the words used to describe it, the actions pretending to deal with it. In particular, this is very noticeable in the Eurozone these days."
Assim é, apenas e só porque a verdadeira agenda têm de ser ocultada. É preferível porêm-nos a chamá-los de incompetentes do que conspiradores.
"...clearly the dynamics of democracy and interfering politicians are very well described in Atlas Shrugged, where constant intrusive corrective attempts to fix a given problem leads to new, unforeseen problems that need additional correction. This triggers an endless series of correcting moves, where only two things are certain."
"First, the politicians assign ever greater powers to themselves, as they manage to convince the citizens of the need for even more interference, although the problems are created by interference in the first place."
Primeiro cria-se um problema, seja económico, militar ou social, de seguida, borra-se as pessoas de medo com esse mesmo problema criado artificialmente e anuncia-se o fim do mundo, por último, e mesmo que demore algum tempo, as pessoas acabarão por ceder e aceitar novas imposições, cortes ou reduções.
"... EU's standard answer to any of its own failures is that had it just had even greater powers, things would have been much better. The real question to ask here is not why it claims this, what else could it really do, if the only alternative is to admit incompetence and failure?"
"The real question is how do voters persist in managing to ignore the reality and believe in their politicians, rather than themselves?"
Foi o que eu também nunca percebi.
"Very little of the bailouts filter down to the real economy, as it is easier to hold onto safe returns in a variety of government paper, cementing the unhealthy relationship between banks buying government securities and in return being propped up by the same governments to secure them as an outlet for these very securities and their printing machines."
Esta é uma das situações de degredo económico nos países ocidentais. Os países têm de adquirir o poder de imprimir dinheiro e só não escrevo outra vez porque nunca "tivemos" esse poder, dado os bancos centrais serem propriedade privada, do BIS (bank for international settlement), para ser mais correcto. Assim, e tirando os impostos que sacam ilegalmente ás pessoas, a única forma dos governos terem dinheiro é dar valor a um papel com um certificado de garantia de pagamento dos juros a quem nos empresta, sendo essa garantia todos nós, ou seja, e como dizem os americanos, "it´s a win win game", principalmente para os bancos que usam o dinheiro que adquirem a custo zero e emprestam sacando juros desse dinheiro. É a mais límpida forma de extorsão legalizada que conheço.
"...It is a vicious circle for an industry if I ever saw one, and I fear that we are approaching the end of banking as a private industry. But once we have a government-controlled banking industry, our problems will really begin"
A nova ordem mundial que está a ser construída desde à muito tempo, assenta as suas bases primariamente num modelo socialista/comunista onde o super-estado controlará por meio de tratados, acordos e constituições, todos os aspectos inerentes à vida do ser humano, embora, o dia a dia dessa vida seja entregue ás corporações de modo a explorarem as pessoas e recursos naturais do planeta.
"The new central bank regulator, and the banking union, ultimately draining the sound banks for money to support the failing ones, could be the nail in the coffin coming from the EU to a bank near you soon."
À que dar alguma importância às palavras deste senhor, Lars Seier, que é presidente de um banco e alguém que parece-me ter a cabeça no seu devido lugar, basta comparar o que ele escreve com aquilo que dizem os nossos banqueiros.
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Do not go where the path may lead, go instead where there is no path and leave a trail.
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Um banqueiro diferente (CXXI)
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
A arte de bem enganar (CXX)
Imaginem cães pastores pastoreando as ovelhas, guiando-as por entre pastos verdes, indicando que caminho trilhar. Se já visualizaram a imagem e apareceram pessoas em vez de ovelhas, então, está tudo bem com o vosso cérebro.
Vejo muitos com vontade de agir e poucos para pensar. O que é mau. Primeiro pensa-se e depois age-se. Ouço que muitos andam a "acordar" para a vida, mas, não seria isso espectável? Não será essa uma das reacções mais básicas após uma implosão económica e social? Parece-me que sim, o que não quer dizer que esse "acordar" leve as hordas inconscientes a desvendarem alguma coisa, apenas sentiram uma forte mudança nas suas vidas e por quererem repor tudo como estava anteriormente, protestam. Por isso, adivinhar as consequências geradas após a implosão económica de um país é tão ou mais importante que o próprio desmoronamento civilizacional.
Grande parte deste trabalho de "projecção futura" é realizado pelos serviços secretos, tal como apresentei neste meu artigo.
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/11/the-real-deal-1-parte-xcvi.html
A reformulação civilizacional do mundo ocidental também conhecida por nova ordem mundial, entrou numa nova fase desde 2001. E o que eu quero que vocês percebam é que entre 2001 e 2007, passos foram dados de modo a conduzir-nos ao destino fatal. Pensar que os servos da politica que estiveram a comandar o barco nesse período só se aperceberam que não havia dinheiro quando o cofre estava mais vazio que o habitual, é passar um claro atestado de estupidez ao povo, mas a coisa pegou.
No inicio do novo milénio boa parte dos países ocidentais gozava de uma estabilidade económica e social aceitável. Portugal por exemplo, tinha 4% de desempregados e a economia crescia, por isso, não se podia simplesmente passar todas estas leis miseráveis de um momento para o outro. Em 2001 Entrávamos assim e sem sabermos numa outra fase da utopia privada.
E nada é por acaso, quando os derivativos foram inventados pela tropa financeira que sempre acompanhou Bill Clinton (Larry Summers, Alan Greenspan), os países, agora em socorro internacional permitiram que esses mesmos instrumentos bancários e fraudulentos fossem usados pelos bancos nos contratos realizados com o estado de modo a ir aumentando a dívida pública. Conscientemente. Assim, grande parte dos contratos realizados pela máquina estatal com os bancos trazia sempre a inclusão de swaps entre outras pornografias monetárias bem menos dispendiosas para o povinho pagar.
As parcerias entre o estado e os privados dispararam exponencialmente porque tudo servia para aumentar a bolha pública. Não é com gastos de milhões que se conseguia arrebentar com a dívida, é com milhares de milhões, isso sim é produzir alguma mossa.
Desde o acordo celebrado em 2001 entre o Banco Mundial/FMI e respectivos países ocidentais, onde se decidiu que todos os serviços estatais seriam transferidos para os privados, que as suas dívidas públicas duplicaram e triplicaram num curto espaço de tempo. Propositadamente. A-c-o-r-d-e-m!!!
http://www.activistpost.com/2011/03/rothschild-bankers-looting-nations.html
Em Portugal, esta transferência englobou tudo, desde os correios aos estaleiros navais, tudo foi entregue, ficando só a faltar as águas públicas, mas também isso irá pelo caminho mais cedo ou mais tarde.
Depois de andarem 7 anos a acumular divida, os países europeus estavam prontos para o passo seguinte. Enquanto os States continuam a imprimir dinheiro fiat (quantitive easing) para o barco não afundar, os europeus sacaram do tratado de Lisboa de modo a agregar o mundo bancário e financeiro nas mãos dos maoístas. Tudo terá de ser "unido" num só, e o sistema bancário não foge à regra, apesar de todos participarem nas depravações financeiras à que haver supervisão do aparelho central da nova Moscovo.
A pressão que houve para o tratado ser assinado num curto espaço de tempo foi enorme e suspeita meu ver, até se deram ao trabalho de cagar pura e simplesmente para o voto popular, que em três países foi bastante esclarecedor. O voto contra o tratado ganhou nestes países porque existiu debate e porque foi revelado às pessoas a verdadeira intenção dos maoístas da Nova Moscovo. e o que é que eles fizeram? Passaram à segunda fase da dita democracia ocidental que consiste em cagar nesse mesmo voto popular. Brilhante, lembrem-me de ir votar para as europeias.
Deu muito jeito o tratado de Lisboa ter sido aprovado no ano anterior ao inicio da crise. E de outra forma não poderia ser e passo a explicar porquê. Neste novo tratado, que nunca ninguém se deu ao trabalho de ler, tivemos a inclusão de uma lei que simplesmente impede os estados de recorrerem ao BCE em caso de ajuda, situação essa que por sinal até veio a acontecer um ano mais tarde.
Lidamos com génios, meus senhores. Esta escumalha conseguiu bloquear todas as saídas possíveis em caso de ruína financeira, antes mesmo desta ter sido declarada pelos países envolvidos.
Toda esta amalgamação de países que pouco a pouco tornar-se-ão províncias de um império maior não é desperdiçada por aqueles incumbidos de continuar o processo, e muito menos posta em causa por desvarios de alguns tipos do mundo financeiro. Isso nunca aconteceu, nem nunca acontecerá, porque, quem controla, é quem faz as leis, não é quem têm o dinheiro.
E quando temos uma lei que impossibilita os estados, outrora soberanos, de financiarem-se directamente na fonte, então, só podemos concluir que houve premeditação para que assim fosse. Lembram-se do "porreiro pá"? O homem sabia o que vinha a seguir aquele tratado. Nesse dia, toda aquela cambada de inúteis passou a pertencer ao puzzle, acrescentando um pouco mais à "obra", tal como já tinha sido feito com todos os outros tratados europeus que têm um único intuito, que é o de retirar a soberania natural às instituições governamentais que gerem os países, deixando-as activas, mas vazias de poder.
A única porta que salvaria os países visados de não ruírem quando a bolha rebentasse, estava selada pelo tratado. A bolha rebentou, e os big boys mandaram os governos aflitos de então passar pela porta dos fundos cujo letreiro dizia, implosão bancária/financeira.
Este tipo de implosão é extremamente fácil de se conseguir, como demonstro neste meu artigo.
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/04/a-torre-de-basileia-2-parte-cviii.html
Mexe-se com o dinheiro das pessoas "e tudo leva o julgamento racional". O possível "risco sistémico" dito e redito pelos servos da politica trazia a nuance em anunciar a ruína económica caso os banqueiros aflitos não fossem salvos.
Chamei a este golpe na altura de "congame", ou em bom português, a arte de bem enganar.
Aos lordes banqueiros do BIS, bastou exigir um rácio incomportável e os bancos comerciais que andaram a fazer diabruras tombaram um a um. Este é um facto ignorado mas passível de ser mostrado em todos os países que estão a ser ajudados financeiramente. Na Grécia, é o que se sabe, bancos e casas de investimento americanas detinham o país pelos tomates. No Chipre tivemos o Bank Of cyprus, que para não falir, roubou os depositantes... com a ajuda do estado.
Em Portugal tivemos o BPN, o banco da social democracia, que para não falir, faliu ainda mais o estado. Deixou-se de fora quem interessava (SLN) tendo sido vendido por uma bagatela a um ex ministro e banqueiro dessa tal social democracia. Em Espanha a mesma merda, Irlanda igual, e se leram o artigo que indiquei à pouco, o modus operandis já é usado pelo menos desde 1988 no Japão.
Isto assim é muito fácil , eles sabem perfeitamente quais os bancos que conseguem manter o rácio pretendido e quais aqueles que irão entrar em bancarrota. Para uma melhor compreensão é favor ler os dois artigos "a torre de Basileia", está lá tudo a este respeito. Os bancos têm "dificuldades" em criar linhas de crédito porque necessitam desse mesmo dinheiro para manter o rácio exigido pelo BIS. É tão simples quanto isso.
Os problemas sociais e económicos são similares entre os países porque todos vivem de socialismos e sociais democracias. Estas ideologias de governação, caducas por natureza, facilitam não só a queda do dominó quando é preciso, como agregam o controlo da sociedade, instalando a bipolarização no poder. O miserabilismo que acompanha estas militâncias é notório, dado todos estes sistemas terem sido criados em prol da elite e nunca do povo. Não existe um que nos sirva. Se tinha de ser criado um novo modelo? É tão óbvio quanto utópico.
A reforma do estado (avançar na agenda) surge então com naturalidade para todos os países à rasca, porque não aproveitar a crise para refundar as bases para uma nova sociedade? Refundação essa que de outro modo nunca seria sequer equacionada, nem mesmo pela Nova Moscovo. Pé sobre pé lá vão construindo o modelo de sociedade autoritária que sempre preconizaram, autorizada por cada um daqueles que assinou os diversos tratados desde 1986 e que entregaram de bandeja todos os tentáculos do polvo, exceptuando dois, o sistema fiscal e orçamental. Por enquanto.
Tudo o resto esqueçam, o sistema politico foi entregue em mão à Nova Moscovo e o politburo europeu estará sempre por "baixo" de uma qualquer comissão ou távola redonda, por isso, o seu poder é ineficaz. Bem ao estilo da antiga soviete, são muito bons a montar comissões de inquérito que não levam a lado nenhum, mas de resto, estão de mãos atadas quando não coniventes com a "rede" e sua "obra".
A ordem saída do caos é usada infinitamente por quem está incumbido de construir a utopia privada. E nesta nova fase que vivemos e que foi anunciada por exemplo neste relatório do RIIA (Chatham House) onde se afirma que na próxima década, alterações profundas serão introduzidas na matriz sócio económica dos países por forma a introduzir a próxima agenda, é de esperar cada vez mais semelhanças entre um passado não muito distante e um futuro que é já amanhã. Acordem!
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/assobiadelas-2-xliii.html
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domingo, 21 de abril de 2013
A senhora do leste e o ditador CIX
Mais uma celeuma financeira, desta feita e como todos sabem, um grupo de jornalistas divulgou as contas bancárias offshore de muitas personalidades e multinacionais. Mas que novidade, como se todos já não soubessem. Não percebo a surpresa, estavam à espera do quê? Que estivesse lá o dinheiro dos pobres? Ou será que estavam à espera de ver tudo certinho e declarado ao fisco?
O que importa ter 200 gigas de informação sobre transacções internacionais fraudulentas, se ninguém fará puta de coisa alguma? Esta classe jornalística é demais, estes tipos são os mesmos que aproveitaram o wikileaks para imprimirem merda politizada, deixando tudo o resto que lá estava por mostrar e que era bem mais importante do que aquilo que publicaram na altura.
Mas já que se fala em offshores, tinha dado muito jeito aos jornalistas essa imagem em baixo. O que vocês estão a ler é o moralismo financeiro da senhora do leste, assim também eu andava de peito feito, com uma conta dessas, ui, ui!!! Cortesia do wikileaks...
O banco privado é suíço e não creio que haja muito a dizer, a não ser que ficámos a saber onde a senhora do leste guardava as suas "luvas" para depois serem enviadas para uma conta offshore. Tenho de concordar quando dizem que os politicos do centro e norte da Europa são diferentes. A imagem que passam é de uma imaculada transparência financeira que me deixa espantado. Esta senhora foi eleita em 2005,certo? A carta é de 2007, digamos que a este ritmo e estando ainda no poder já terá atingido um patamar que os politicos do sul nunca conseguirão, é simplesmente outra liga, isto não é só no futebol e na industria que eles são melhores.
O outro "case study" é referente a uma bela peça de engenharia alemã, Helmut Khol. Este senhor que em 2002 deu uma entrevista a um jornalista, revelada só agora em 2013, dá-nos conta de como ele enganou por diversas vezes o povo alemão, indo ao desencontro das suas pretensões, somente para beneficiar o projecto europeu.
Deve-se dizer que todos o fazem, todos enganam os seus povos, todos têm toda uma máquina para nos convencer que aquilo que eles pretendem atingir será bom para nós, pois ao contrário das outras formas de governação, na democracia usa-se o modo "stealth" por forma a ludibriar as massas inconscientes.
http://euobserver.com/political/119735
Former German Chancellor Helmut Kohl - the architect of German reunification - admitted he would never have won a referendum on the adoption of the euro in his country and said he acted "like a dictator" to see the common currency introduced.
"Nations with a common currency never went to war against each other. A common currency is more than the money you pay with," he said.
Claro que é muito mais do que uma simples moeda, é toda uma soberania que os países entregaram de bandeja a um bando de mercenários, alemães incluídos.
"They thought - and were right about it - that if Germany doesn't adopt the euro, nobody will. And about the German situation they said: if Helmut Kohl doesn't push it through, nobody else will. Decisions emerged out of this core attitude," Kohl said.
With political parties springing up in favour of keeping Deutsche Mark and his own Christian-Democrats lukewarm to the idea of the euro, Kohl said a referendum on the matter would have been a lost cause.
"I knew that I could never have won a referendum here in Germany. We would have lost any plebiscite about the introduction of the euro. That is very clear. I would have lost it," he said.
Todos os países tiveram o seu H. Khol, todos eles idealizaram na cabeça das pessoas o sonho comunitário, onde seriamos todos felizes e merdas desse género. Tudo isto sem referendos pois está claro.
"In the end, representative democracy can only be successful if someone stands up and says: this is how it is. I link my existence to this political project. Then you get a whole bunch of people in your own party who say: If he falls, I fall too. And then it is not about the euro - it is a life philosophy."
Uma filosofia de vida à qual os alemães seguiram, enganados como todos os outros, e agora, para esse sonho privado e idílico não morrer, têm a andar a pagar dividas atrás de dividas.
"I wanted to bring the euro because to me it meant the irreversibility of European development... for me the euro was a synonym for Europe going further," Kohl said.
But he admitted that in bringing this idea to life he "was like a dictator."
Não creio que nenhum politico tenha os tomates de ir contra os senhores do mundo e abandonar a Europa, muito pelo contrário, temos vários países a quererem entrar para EUSR, porque fora dela é impossivel sobreviver.
Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/nova-ordem-mundial-part1-xxxv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/nova-ordem-mundial-part2-xxxvi.html
O que importa ter 200 gigas de informação sobre transacções internacionais fraudulentas, se ninguém fará puta de coisa alguma? Esta classe jornalística é demais, estes tipos são os mesmos que aproveitaram o wikileaks para imprimirem merda politizada, deixando tudo o resto que lá estava por mostrar e que era bem mais importante do que aquilo que publicaram na altura.
Mas já que se fala em offshores, tinha dado muito jeito aos jornalistas essa imagem em baixo. O que vocês estão a ler é o moralismo financeiro da senhora do leste, assim também eu andava de peito feito, com uma conta dessas, ui, ui!!! Cortesia do wikileaks...
O banco privado é suíço e não creio que haja muito a dizer, a não ser que ficámos a saber onde a senhora do leste guardava as suas "luvas" para depois serem enviadas para uma conta offshore. Tenho de concordar quando dizem que os politicos do centro e norte da Europa são diferentes. A imagem que passam é de uma imaculada transparência financeira que me deixa espantado. Esta senhora foi eleita em 2005,certo? A carta é de 2007, digamos que a este ritmo e estando ainda no poder já terá atingido um patamar que os politicos do sul nunca conseguirão, é simplesmente outra liga, isto não é só no futebol e na industria que eles são melhores.
O outro "case study" é referente a uma bela peça de engenharia alemã, Helmut Khol. Este senhor que em 2002 deu uma entrevista a um jornalista, revelada só agora em 2013, dá-nos conta de como ele enganou por diversas vezes o povo alemão, indo ao desencontro das suas pretensões, somente para beneficiar o projecto europeu.
Deve-se dizer que todos o fazem, todos enganam os seus povos, todos têm toda uma máquina para nos convencer que aquilo que eles pretendem atingir será bom para nós, pois ao contrário das outras formas de governação, na democracia usa-se o modo "stealth" por forma a ludibriar as massas inconscientes.
http://euobserver.com/political/119735
Former German Chancellor Helmut Kohl - the architect of German reunification - admitted he would never have won a referendum on the adoption of the euro in his country and said he acted "like a dictator" to see the common currency introduced.
"Nations with a common currency never went to war against each other. A common currency is more than the money you pay with," he said.
Claro que é muito mais do que uma simples moeda, é toda uma soberania que os países entregaram de bandeja a um bando de mercenários, alemães incluídos.
"They thought - and were right about it - that if Germany doesn't adopt the euro, nobody will. And about the German situation they said: if Helmut Kohl doesn't push it through, nobody else will. Decisions emerged out of this core attitude," Kohl said.
With political parties springing up in favour of keeping Deutsche Mark and his own Christian-Democrats lukewarm to the idea of the euro, Kohl said a referendum on the matter would have been a lost cause.
"I knew that I could never have won a referendum here in Germany. We would have lost any plebiscite about the introduction of the euro. That is very clear. I would have lost it," he said.
Todos os países tiveram o seu H. Khol, todos eles idealizaram na cabeça das pessoas o sonho comunitário, onde seriamos todos felizes e merdas desse género. Tudo isto sem referendos pois está claro.
"In the end, representative democracy can only be successful if someone stands up and says: this is how it is. I link my existence to this political project. Then you get a whole bunch of people in your own party who say: If he falls, I fall too. And then it is not about the euro - it is a life philosophy."
Uma filosofia de vida à qual os alemães seguiram, enganados como todos os outros, e agora, para esse sonho privado e idílico não morrer, têm a andar a pagar dividas atrás de dividas.
"I wanted to bring the euro because to me it meant the irreversibility of European development... for me the euro was a synonym for Europe going further," Kohl said.
But he admitted that in bringing this idea to life he "was like a dictator."
Não creio que nenhum politico tenha os tomates de ir contra os senhores do mundo e abandonar a Europa, muito pelo contrário, temos vários países a quererem entrar para EUSR, porque fora dela é impossivel sobreviver.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
The real deal (3ª parte) XCVIII
http://www.4shared.com/office/-Jkm41iZ/Silent_Weapons_for_Quiet_Wars.html
"The successful application of a strategy requires a careful study of inputs, outputs, the strategy connecting the inputs and the outputs, and the available energy sources to fuel the strategy. This study is called logistics."
"A logistical problem is studied at the elementary first, and then levels of greater complexity are studied as a synthesis of elementary factor. This means that a given system is analyzed, i.e, broken down into its sub-systems, and these in turn are analyzed, until, by this process, one arrives at the logistical 'atom', the individual."
This is where the process of synthesis properly begins, and at the time of the birth of the individual.
Neste estudo da "logística" temos os principais sistemas, que são tudo o que compõem uma sociedade, partidos em vários sub sistemas. Desde a música, às famílias, passando pelas várias culturas e modos de vida, tudo pode ser dividido de modo a se poder ter maior controlo sobre esse sub sistema ao mesmo tempo que nos dá uma maior previsibilidade sobre os indivíduos que compõem esse mesmo sistema.
Se pegarmos nos nacionalistas por exemplo, podemos dividi-los em vários sub sistemas, e para cada um deles automatizamos uma ideia pré definida desse sub sistema, assim sendo teríamos os nacionalistas (skinheads), os nazis e os neo nazis. Nesta divisão de sub sistemas, as pessoas pertencentes a um grupo (sub sistema) não têm necessariamente que gostar do outro grupo, apesar de todos eles pertencerem ao mesmo sistema principal. Nem todos os Skins, são nazis, assim como um nacionalista não têm de ser obrigatoriamente Skinhead, os rótulos da propaganda é que levam a que um sejam todos e todos possam ser representados por um só.
Mas caso se queira controlar e chegar ao individuo, então terei que sub dividir o sistema principal para conseguir chegar ao "átomo". O objectivo final passa sempre pela destruição da singularidade única que cada pessoa representa, pois é aí que reside o perigo...para eles.
The artificial womb:
Todos esses ventres onde cresci e sempre me senti protegido, não fizeram mais do que parte do meu crescimento, só que ao mesmo tempo a natural assimilação de outros ideais que não os nossos começam a tomar conta de nós, muitos ficam nesta linha (gangues de rua, extremistas religiosos) e jamais conseguirão sair.
Neste crescimento pessoal mas órfão de valores o distanciamento com a familia torna-se uma realidade.
The political structure of a nation:
"The primary reason why individual citizens of a country creates a political structure is a subconscious wish or desire to perpetuate their own dependency relationship of childhood."
O que nos dizem aqui é totalmente verdade, pois as pessoas não querem assumir as responsabilidades que os adultos antigamente assumiam, não querem ter outras senão as responsabilidades laborais que lhes são incutida através da dependência monetária de que todos sofremos.
Tudo o resto é entregue aos politicos, desde a educação dos filhos à diplomacia internacional, tudo é deixado ao cuidado dos mercenários a soldo e depois queixamo-nos.
"Simply put, they want a human god to eliminate all risk from their lives, pat them on the head, kiss their bruises, put a chicken in every dinner table, clothes their bodies, tuck them into bed at night, and tell them that everything will be alright when they wake up in the morning."
Estas enchentes de pessoas na rua a protestar não são mais do que previsíveis "outputs" dadas as alterações sociais e económicas que as suas vidas levaram, não é que ninguém esteja a protestar contra a união bancária ou contra mais integração europeia, ou mesmo contra a própria UESR, que destruiu o sector primário e secundário em grande parte dos países.
Acontece que grande parte da união europeia foi executada enquanto as pessoas levavam a mesma vida de sempre, todos os dias, sem alterações, o que permitiu por sua vez um avanço na construção da UESR sem alarido algum e com muita propaganda. Será que as pessoas se importaram? Ou quiseram saber o que se passava à sua volta? Parece-me que não. A factura está aí.
Premeditadamente a união bancária, fiscal e orçamental foi deixada para último devido aos enormes "outputs" que acarreta. Nenhum país com estabilidade económica aceitaria esta unificação total, assim, teve-se que implodir "a vida das pessoas" nos países europeus mais pobres, que era sustentada como se vê por um vazio de poder soberano, criando por sua vez nas pessoas dos países mais ricos apreensão de que lhes poderia acontecer o mesmo. Em ambos os casos as populações são enganadas, como sempre foram.
continua...
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"The successful application of a strategy requires a careful study of inputs, outputs, the strategy connecting the inputs and the outputs, and the available energy sources to fuel the strategy. This study is called logistics."
"A logistical problem is studied at the elementary first, and then levels of greater complexity are studied as a synthesis of elementary factor. This means that a given system is analyzed, i.e, broken down into its sub-systems, and these in turn are analyzed, until, by this process, one arrives at the logistical 'atom', the individual."
This is where the process of synthesis properly begins, and at the time of the birth of the individual.
Neste estudo da "logística" temos os principais sistemas, que são tudo o que compõem uma sociedade, partidos em vários sub sistemas. Desde a música, às famílias, passando pelas várias culturas e modos de vida, tudo pode ser dividido de modo a se poder ter maior controlo sobre esse sub sistema ao mesmo tempo que nos dá uma maior previsibilidade sobre os indivíduos que compõem esse mesmo sistema.
Se pegarmos nos nacionalistas por exemplo, podemos dividi-los em vários sub sistemas, e para cada um deles automatizamos uma ideia pré definida desse sub sistema, assim sendo teríamos os nacionalistas (skinheads), os nazis e os neo nazis. Nesta divisão de sub sistemas, as pessoas pertencentes a um grupo (sub sistema) não têm necessariamente que gostar do outro grupo, apesar de todos eles pertencerem ao mesmo sistema principal. Nem todos os Skins, são nazis, assim como um nacionalista não têm de ser obrigatoriamente Skinhead, os rótulos da propaganda é que levam a que um sejam todos e todos possam ser representados por um só.
Mas caso se queira controlar e chegar ao individuo, então terei que sub dividir o sistema principal para conseguir chegar ao "átomo". O objectivo final passa sempre pela destruição da singularidade única que cada pessoa representa, pois é aí que reside o perigo...para eles.
The artificial womb:
Todos esses ventres onde cresci e sempre me senti protegido, não fizeram mais do que parte do meu crescimento, só que ao mesmo tempo a natural assimilação de outros ideais que não os nossos começam a tomar conta de nós, muitos ficam nesta linha (gangues de rua, extremistas religiosos) e jamais conseguirão sair.
Neste crescimento pessoal mas órfão de valores o distanciamento com a familia torna-se uma realidade.
The political structure of a nation:
"The primary reason why individual citizens of a country creates a political structure is a subconscious wish or desire to perpetuate their own dependency relationship of childhood."
O que nos dizem aqui é totalmente verdade, pois as pessoas não querem assumir as responsabilidades que os adultos antigamente assumiam, não querem ter outras senão as responsabilidades laborais que lhes são incutida através da dependência monetária de que todos sofremos.
Tudo o resto é entregue aos politicos, desde a educação dos filhos à diplomacia internacional, tudo é deixado ao cuidado dos mercenários a soldo e depois queixamo-nos.
"Simply put, they want a human god to eliminate all risk from their lives, pat them on the head, kiss their bruises, put a chicken in every dinner table, clothes their bodies, tuck them into bed at night, and tell them that everything will be alright when they wake up in the morning."
Estas enchentes de pessoas na rua a protestar não são mais do que previsíveis "outputs" dadas as alterações sociais e económicas que as suas vidas levaram, não é que ninguém esteja a protestar contra a união bancária ou contra mais integração europeia, ou mesmo contra a própria UESR, que destruiu o sector primário e secundário em grande parte dos países.
Acontece que grande parte da união europeia foi executada enquanto as pessoas levavam a mesma vida de sempre, todos os dias, sem alterações, o que permitiu por sua vez um avanço na construção da UESR sem alarido algum e com muita propaganda. Será que as pessoas se importaram? Ou quiseram saber o que se passava à sua volta? Parece-me que não. A factura está aí.
Premeditadamente a união bancária, fiscal e orçamental foi deixada para último devido aos enormes "outputs" que acarreta. Nenhum país com estabilidade económica aceitaria esta unificação total, assim, teve-se que implodir "a vida das pessoas" nos países europeus mais pobres, que era sustentada como se vê por um vazio de poder soberano, criando por sua vez nas pessoas dos países mais ricos apreensão de que lhes poderia acontecer o mesmo. Em ambos os casos as populações são enganadas, como sempre foram.
continua...
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
O método Comunitário XCV
O MÉTODO COMUNITÁRIO
A 17 de Setembro de 2012, 11 ministros da UE reformularam as ideias da nova fase comunitária, que leva inevitavelmente a mais integração politica, monetária e fiscal, quiçá na sua totalidade, isto se nós deixarmos é claro.
No documento que consegui arranjar desta reunião, não se lê uma única vez que os cidadãos deveriam de expressar o seu voto sobre os mais variados temas, o que até seria lógico pois se querem ficar com os orçamentos de cada país as pessoas deveriam de votar, como? Não sei, não fui eu que impingi a UESR às pessoas.
Acontece que neste caso, tanto os cidadãos como o próprio parlamento nacional e europeu ficam sem poder de decisão, sendo criadas bem ao estilo soviete comités e comissários de modo a interligarem os parlamentos de cada país.
Os parlamentos nacionais de acordo com a proposta passam a "trabalhar"através destes comités permanentes e não cheiram mais nada, a democracia que tanto defendem é assim, arrastam o poder para uma esfera inacessível ao comum cidadão e agora querem fazer a mesma coisa com ambos os parlamentos. Wake Up and smell the comunitarism!!!
Há muitos tratados e relatórios deste género, apenas vos mostro este porque enquanto se fala em crises na televisão, parlamento e redes sociais, dentro da WEB eles vão fazendo a "obra" avançar, obra essa que necessita de uma erosão legislativa constante nos países visados para se atingir o fim desejado.
17 September 2012, final Report of the Future of Europe Group of the Foreign Ministers of Austria, Belgium, Denmark, France, Italy, Germany, Luxembourg, the Netherlands, Poland, Portugal and Spain.
2º parágrafo (Clicar em final report)
I. Strengthening the Economic and Monetary Union has absolute priority
- Establish an effective single supervisory mechanism, involving the ECB, for banks in the Euro area and those MS (Member States) that wish to join in such a mechanism.
- Further enhance the reinforced economic governance framework by (establishing mechanisms at EU level, both to oversee that member states’ budgets are in line with European rules and to develop further European solidarity.)
Ficamos a saber que a prioridade deles é a união monetária, está aqui escrito, não é preciso ouvir o senhor Marcelo sobre o próximo passo que vai ser dado pelos génios, está aqui escrito. Primeiro cria-se a crise monetária depois borra-se as pessoas de medo com o desastre iminente e por último impões como salvação um único mecanismo central a comandar essa união monetária e problema resolvido. Quanto tempo demora? Demora o tempo necessário até estar tudo assinado e ratificado legalmente.
II. We believe that once the Euro crisis has been overcome, we must also improve the overall functioning of the European Union
- The EU must enhance the coherence and political clout of its external action
- In the long term, we should seek more majority decisions in the CFSP sphere, joint representation in international organizations, where possible, and a European defence policy. For some members of the Group this could eventually involve a European army.
Já que temos uma moeda em comum, porque não um exército comum? E um orçamento comum, porque não?
- The Commission should be strengthened (lá se vai a democracia) so it can fully and effectively fulfil its role as the engine of the Community method. One possibility would be the creation of specific clusters with “senior” and “junior” Commissioners. The General Affairs Council should be empowered to fully assume the coordinating role foreseen for it in the Treaty. The European Parliament should boost its democratic visibility by the nomination of a European top candidate by each political group for the next EP elections.
I. Overcoming the current crisis by fundamentally strengthening the economic and monetary union
- Work to fundamentally reform EMU will be based on the four building blocks identified by the President of the European Council, together with the President of the Commission, the President of the Euro group and the President of the European Central Bank, in their report to the June 2012 European Council. We need steps towards an integrated financial framework, an integrated budgetary framework, an integrated economic policy framework as well as measures to ensure the necessary democratic legitimacy and accountability.
A democracia chega a ser atroz nesta última frase dado todos os intervenientes que decidem por nós não terem sido eleitos por ninguém.
An integrated budgetary framework
On the path towards an integrated budgetary framework,( the following should go hand in hand
- Effective oversight powers at European level with concrete competences for European institutions to oversee the budgets and implementation of fiscal policies of member states in order to ensure that Member States comply with the commitments on deficit and debt reduction they have agreed upon. In this respect, the responsibility of the Member States for the composition of their budgets has to be fully respected.
O título diz tudo, tal como na ex União soviética, a nova Moscovo irá receber os orçamentos de cada nação e distribuirá consoante as necessidades.
An integrated economic policy framework
We need to overcome the fundamental flaw of EMU – monetary union without economic union.
Todo este aparato económico serve para desbloquear este impasse, depois disto estar feito volta tudo ao mesmo, excepto as leis que se foram passando de modo a "reestruturar os países".
An integrated financial framework
We need bolder steps to improve the functioning of European financial markets. Therefore, we are in favour of an effective single supervisory mechanism, involving the ECB, for banks in the Euro area and those Member States that wish to join in such a mechanism.
Até os bancos terão um supervisor central, isto apesar de praticarem o neo liberalismo financeiro e de ficarem todos ofendidos quando o estado intervêm, parecem todos contentes com esta supervisão, não vá as contas estarem erradas e terem de pedir mais um pouco ao big daddy. (BCE)
In the medium-term, the Euro area must be able to resolve potential problems in the Economic and Monetary Union by itself. Therefore, the European Stability Mechanism should be further developed into a “European Monetary Fund” with adequate powers.
Strengthening democratic legitimacy and accountability
The European Parliament should be closely involved in the further development of the EMU in line with the Community method and its role should be strengthened.
In addition, cooperation between the European Parliament and national parliaments should be placed on a new footing in the sphere of economic and fiscal policies by creating a permanent joint committee.
Facilitating further integration steps and the long-term governance structure of the European Union aim for a European Defence Policy with joint efforts regarding the defence industry (e.g. the creation of a single market for armament projects); for some members of the Group this could eventually involve a European army.
Não se esqueçam que eles adoram falar em liberdade e paz, mas pensam criar um mercado único para se investir em projectos de "guerra", sim senhor, deve de ser isto que ensinam nas escolas maçónicas por essa Europa fora.
É bom que as pessoas entendam que ao aceitarem cada vez mais este tipo de centralização de poder, estão a aceitar futuramente o que desconhecem agora. A protestar têm que ser contra quem manda nisto e não são os politicos portugueses, isso é uma certeza.
Strengthening other policy areas
If Europe wants to hold its own in the new global order, we will also need increased integration in other central political fields. In the sphere of justice and home affairs, we therefore propose that the protection of the Schengen area’s external borders be strengthened (by creating a “European Border Police”) or, in the medium term, that a European visa be created. Another field where we need “more Europe” is sustainable energy policy: we need to create a functioning internal energy market through European energy infrastructure, improve energy efficiency and define common external energy relations.
Uma policia fronteiriça impede as pessoas de entrar mas também pode impedir de sair, há sempre dois versos na medalha.
Increasing democratic legitimacy
The European Parliament’s democratic visibility should be further increased: one key step would be, for instance, the nomination of a European top candidate for the next European Parliament elections by each European political group who could also stand for the post of Commission President. In addition, we need a greater distinction between majority and minority in the Parliament, European Parliament elections on the same day in all member states, the drawing up of a (limited) European list and a more public procedure in the Parliament to appoint the Commission President. European political parties should work towards the building of a truly “European political space”, which would draw European citizens’ attention to key political issues concerning their common future.
Eleições europeias no mesmo dia e para todos os países, one big happy family. Enquanto as pessoas andam à deriva com as sucessivas crises instaladas pelos senhores do mundo, os ministros fria e calculadamente programam os próximos passos a serem dados pela Nova Moscovo.
Pelo que li, percebe-se claramente que todos os tópicos têm uma razão de ser e seriam imediatamente rejeitados caso a Europa não estivesse de pernas para o ar. Mas precisamente por estar tudo de avesso é que se começa a implementar a nova fase que passa por transferir as economias e as finanças para a mão dos comités centrais (Comissão europeia e BCE).
Até lá vão praticando a parte eugénica da coisa, cortar na saúde, educação, cultura, e reestruturar o mercado laboral são apenas pontos extras para se degradar o espírito de uma nação, nada mais. Não se esqueçam que para eles nós somos os profanos, os não iluminados e quanto mais cedo perceberes isto mais cedo verás o fundo da toca.
Assuntos relacionados:
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Assobiadelas (XLII)
O ciclo repete-se, um novo governo e a esperança ganha a mesma cor que tinha à 4 anos atrás, é desta dizem eles, não podemos falhar, ou melhor o povo português não pode falhar.
A escória já tratou de culpabilizar o povo pelo possível incumprimento de uma divída que ninguém sabe esclarecer, quem nunca ouviu os slogans "o povo português vai honrar os compromissos" ou "iremos conseguir ultrapassar as dificuldades". Esta espécie de jogada psicológica só precisa de tempo e repetição, as pessoas assimilarão o resto.
Basta ouvir as "opiniões públicas" que passam na TV para se ouvir as pessoas a dizerem merdas e mais merdas sobre como somos todos capazes de salvar Portugal. Este tipo de profanos (como a maçonaria gosta de nos chamar) jamais se interessam sobre o como, o quando e o porquê, deambulam de resposta em resposta, de crise em crise. É preciso esquecê-los, estão na terra do la la la, e muito dificilmente quebra-se o feitiço.
Neste momento todos esperam uma corda para sair do buraco, desiludam-se, só levarão com terra, pois foi-se pedir ajuda a quem escavou o buraco. Quem se safar teve sorte, o resto já fica enterrado.
E o mais estranho é as pessoas não quererem saber como foram lá parar, interessa-lhes somente sair e continuar as suas vidas normalmente, acontece, que quando sairmos do buraco, o mundo vai estar bem diferente.
É de louvar termos super ministros, uma merda nunca vêm só, por isso espera-se muita miséria aplicada pelos novatos que pretendem impressionar. O senhor Portas ratou-se para o ministério dos negócios estrangeiros, o que só lhe fica bem, primeiro, porque não trata de coisa nenhuma porque é a senhora Catherine Ashton quem de facto trata das relações internacionais europeias e segundo porque quando formos para eleições (seja lá isso quando for) o PSD vai de viola, como é óbvio e o CDS sempre escapa à queima ou pelo menos o senhor Portas. Temos ainda a imunidade diplomática que dá um "jeitaço" para tantas outras coisas.
Os media e os opinion makers andam a vender a ideia de que os gregos é que estão loucos, não devemos ser como eles, usam a máxima do "povo português lida de outra forma com os seus problemas", parece que estou mesmo a ouvir o cavaco a amansar as bestas.
Aquele povo, o Grego, é obrigado a aceitar o que não quer, pelo simples facto de que quando chega a altura de os politicos escolherem entre o povo e quem lhes dá de comer, nessa bifurcação, os descartáveis escolherão sempre os seus patrões e o povo grego já está a sentir isso. Nós vimos a seguir na lista.
Mas, os comissários da Nova Moscovo já abriram um pouco o livro, querem um super ministro das finanças, alguém que controle efectivamente as finanças dos 27 países, claro que efectivamente só mesmo os parentes pobres do sul, mas que importa, é só mais um a mandar em casa de ninguém.
Qualquer meia leca honesto lia o programa da troika e mandava-os passear, só não o fazem porque sabem que têm de seguir o plano. Nunca na vida, países afundavam-se económica e sucessivamente se não fosse por um objectivo, que é de todos o mais difícil, a integração monetária e económica num todo.
Isto é facilmente comprovável visto toda a dívida ser de privados e para privados, na Grécia, a Goldman Sacchs e a Lehman Brothers é que cuidavam das contas públicas, em Portugal os bancos sejam estrangeiros ou nacionais é que detêm a dívida, na Irlanda foram os Bancos, Itália, Espanha, Estados Unidos.
http://www.indexmundi.com/g/r.aspx?t=50&v=94&l=pt
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
EUSR Parte3 (XXXIV)
Se perguntar-mos às pessoas qual a maior necessidade civilizacional de que o homem necessita para se desenvolver, creio que grande parte responderá e bem o petróleo. Gerador de desenvolvimento como nenhuma outra matéria prima o conseguiu até hoje, é visto actualmente como uma aberração por razões religiosamente ecológicas.
Mas como não vivemos só de petróleo, existem outras necessidades primárias à nossa sobrevivência que têm de começar a ser negociadas em SDR, ou seja o objectivo final é que todas mas todas essas necessidades sejam negociadas em special drawing rights.
Para quem está a ler esta última parte como se fosse a primeira, isto e isto resolverão a confusão mental....
2.4.3 - The development of SDR-denominated financial instruments and markets in which to trade them should be encouraged....These measures would greatly strengthen confidence in the liquidity of SDRs (i.e. their marketability, acceptability by all countries, convertibility to the dollar and other currencies, and use as a unit of account and settlement for oil and other commodities).
Other commodities sintetiza o que tenho escrito aqui. Qualquer país europeu que compre matéria prima nos mercados terá que entregar os seus euros para ter acesso à mesma, porque de outra forma passa a não conseguir alimentar as necessidades populacionais. É isso que eles querem com este ponto. Irreal? Não me parece de todo.
Vai bem de encontro ao que as Nações Unidas pretendem para o mundo, um controlo total sobre...tudo, incluindo a água. Hoje em dia a água (other commodity) começa a ser utilizada como troca comercial, o que significa uma privatização dos reservatórios de água doce de modo a ter-se esse recurso sempre disponível.
3. Promote dialogue and policy coordination to provide stability, confidence and balanced adjustment
3.1 - Foster greater efforts in the peer monitoring and assessment of the full range of economic policies that impinge on countries balance of payments and exchange rates.
4 - Strengthen the role and legitimacy of international institutions
4.1 - Rebalance subscriptions to and voting rights within the IMF more rapidly and more radically than is currently taking place. These changes are needed to improve governance of, and increase international confidence in, the IMF.
A governação é sempre escolhida como figura constitutiva de poder, nunca escolhem a palavra governo, "governance" difere de "government" no sentido em que na primeira palavra só se vislumbra uma nuvem escura, onde existe poder mas ninguém do povo sabe quem manda, ao passo que na segunda tenho de ter pelo menos um corpo presente a gerir o roubo. Usam sempre a palavra governação como forma de habituação, um pouco como a palavra global que veio substituir a palavra mundial em tudo o que é comunicação social.
4.3 - Mandate the IMF to deal with currency misalignments and promote monetary coordination, or establish an institution for this purpose. Such an institution could start as a caucus of the countries issuing the reserve currencies – the United States, the Eurozone, the United Kingdom, Switzerland and Japan.
Ora aqui está mais uma vez, criar uma nova instituição que faça no mundo da finança o que a organização mundial do comércio faz pela troca de bens a nível internacional, pois neste caso (OMC) é disso que se trata, controlar as matérias primas por exemplo.
Este documento têm de ser visto como um guia porque é assim que as instituições de caridade funcionam, de facto eles estão a explicar como se deve proceder de modo a tomar o poder ao sistema financeiro. Esta é apenas uma parte do assalto, o controlo cultural, educacional e social vai mais avançado com tratados e politburos inúteis.
http://www.chathamhouse.org.uk/
Mas as ovelhas, as estúpidas das ovelhas, ainda não perceberam que se está a construir um regime secular, algo delineado à muito tempo, com alterações é óbvio, mas o rumo mantêm-se e creio que ganham a cada dia que passa. Um Império que por ter estudado os anteriores regimes sabe perfeitamente o que deve ou não de fazer de modo a secularizar o mundo.
Com base numa ideologia socialista/comunista onde não se vê o rio de merda, eles, tentam-nos manter eternamente felizes, felizes minha gente, através do materialismo que as guia para o pasto verde, distraindo-as durante meses senão mesmo uma vida inteira.
Criou-se o RIIA para a Europa e o CFR (council on foreign relations) para o continente americano com o intuito de unificar México, Estados Unidos e Canadá.
E a Ásia?
Na Ásia, o problema será os australianos aceitarem ficar sob o controlo dos chineses, não será fácil, terão de regredir cultural e economicamente o suficiente para os próprios australianos aceitarem essa ideia.
Com a agenda21 implementada fortemente nesse país e a destruir com imposições e taxas de carbono a agricultura, a construção do chamado "the Pacific Rim" têm o mesmo fim que as suas irmãs. Três tipos de governação sombra para três regiões e África logo se vê.
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