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terça-feira, 6 de novembro de 2012

The real deal (1ª parte) XCVI


Já vos trouxe aqui bons e válidos documentos sobre os mais variados temas, mostrando-vos o que não deve ser escrutinado pelo público em geral, mas não estava preparado para o que consegui obter desta vez. Foi pura casualidade, tenho de admitir, mas o próximo documento é mesmo de apertar o cinto intelectual, pois nunca a verdade vos pareceu tão simples.

Em 1986, um trabalhador da boeing comprou uma impressora "velha" a esta empresa com o intuito de retirar diversas peças da mesma. Lá dentro encontrou um livro que é uma verdadeira obra prima de engenharia social.
Não se sabe a proveniência do livro visto faltarem as páginas com o copyright e os respectivos nomes, o que se sabe, é que este livro demonstra com uma exactidão atómica os vários modelos socioeconómicos que se usam para subverter populações inteiras.

É claramente um manual de treino em como praticar a subversão e que vos apresento em primeira mão, não só vos dá explicações sobre a realidade que muitos nunca chegarão a vê-la, como vos mostra as equações necessárias para se atingir essa mesma realidade.

A utopia privada como escrevem no livro.

Ao lerem o manual na sua totalidade ficarão claramente com outra perspectiva sobre a sociedade e a forma como "ela" foi sendo apetrechada consoante o avanço da tecnologia que tanto é necessária à guerra invisível. Por último é a confirmação da veracidade patente nas palavras de Yuri Bezmenov em como se pratica a subversão, como se faz e quem a implementa.

Esqueçam por um momento os Passos e os Coelhos sempre prontos a saltar para o poleiro, acenando com salvações pois a obra já se desenrolava ainda eles não eram ninguém e continuará mesmo depois de eles deixarem de ser alguém.

É  a profunda escuridão que vos tento mostrar neste livro único. 

The training manual
Silent Weapons for quiet wars:



Depois de lermos o que está sublinhado a vermelho fica claro sobre o que se trata este manual, e tal como diz o livro, pode mesmo ser encarado tecnicamente como uma forma de guerra usada contra as próprias populações.
Olhar friamente para a sociedade como se advoga no livro é não ter remorsos em se praticar a subversão, fria e calculadamente agoniza-se a vida das pessoas, porquê? Porque é necessário para a utopia privada poder emergir.


A guerra foi declarada em 1954 porque nesse ano deu-se o primeiro encontro "Bilderberg". Com o avançar dos mecanismos para a globalização, mais e mais pessoas tiveram de aderir ao "clube" de modo a que o puzzle não fosse desmontado ou falado em público.

No 5ªº parágrafo encontramos escrito que a "organização" ia sendo exposta ao público 13 anos após este primeiro encontro Bilderberg. Ora 13 anos mais tarde é quando se dá a publicação do livro Tragedy and Hope, escrito pelo professor Carroll Quigley, esse historiador que durante dois anos, entre 1960 e 1962 teve acesso, ou melhor, foi-lhe permitido estudar os documentos das duas maiores bibliotecas do mundo, a da Chatham House e do Council on foreign relations, sendo que estas duas irmãs gémeas são os ramos principais do controlo socioeconómico que depois descamba pela pirâmide a baixo.

Não é á toa que o seu livro é mencionado pois a sua publicação foi vista como uma traição pela elite dado ter sido a única vez que abriram os seus documentos ao escrutínio de alguém.

"All science in merely a means to an end. The means is knowledge. The end is control. Beyond this remain only one issue, "who will be the beneficiary?"

"In 1954 this was the issue of primary concern. Although the so-called "moral issues" were raised, in view of the law of natural selection it was agreed that a nation or world of people who will not use their intelligence are no better than animals "who do not have intelligence. Such a people are beasts or burden and steaks on the table by choice and consent."

Será que conseguem encontrar melhor definição para aquilo que se vêm passando desde há muito tempo? É que eu não consigo, isto porque lá no topo pensa-se de facto desta forma e enquanto as pessoas não enxergarem isso, jamais obterão respostas às suas perguntas. E todo aquele que não se interrogue e ache tudo natural só porque nasceu e tudo já cá estava, então não passará de um "steak" pronto a ser consumido, tão simples como isso.

"In order to implement this objective, it was necessary to create, secure, and apply new Weapons which, as it turned out, were a class of weapons so subtle and sophisticated in their principle of operation and public appearance as to earn for themselves the name 'silent weapons'."



"In order to achieve a totally predictable economy, the low class elements of the society must be brought under total control, i.e, must be house-broken, trained, and assigned a yoke and long term social duties from an very ear1y age, before they have an opportunity to question the propriety of the matter. 

In order to achieve such conformity, the lower class family unit must be desintegrated by a process of increasing preoccupation of the parents and the establishment of government operated day care centers for tho occupationally orphaned children. The quality of the education given to the lower classes must be of the poorest sort so that the meat of ignorance isolanting the inferior class from the superior class is and remains incomprehensible  to the inferior class."

O sistema educacional é vital neste processo de subversão porque abrange os anos de crescimento físico e mental, a moldação do espírito nestas idades fará com que anos mais tarde todas estas alterações económicas, guerras, fome e miséria se tornem incompreensíveis perante os seus olhos. Para agravar ainda mais a coisa a multitude de informação centralizada digitalmente nas redes sociais hoje em dia torna-se indigestível para a grande maioria.

Tal como diz no fim, as "armas silenciosas" são um tipo de guerra biológica, porque atacam as opções vitais que temos numa sociedade, esses caminhos que nos permitem andar livremente pela sociedade e do qual gozamos do seu beneficio vão-se encurtando de tal modo que começa a gerar, descontentamento, desordens dos mais variados tipos, sejam elas familiares, sociais ou culturais. As pessoas começam a não se entender e criam clivagens entre si por não conseguirem sair desse afunilamento de opções, do qual nada fizeram para estar mas de onde não conseguem sair.

Sem um único tiro cria-se a subversão de uma sociedade inteira ou parte dela, depende onde se actue, e isto nunca é obra de um terrorista, mas sim de serviços secretos, governos ou instituições como o FMI e Banco Mundial.

Continua...

Assuntos Relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/formula-xlv.html

domingo, 15 de abril de 2012

A natureza e as Nações Unidas (2ª parte) LXXVIII

O alvo somos nós

http://www.uncsd2012.org/rio20/index.php?page=view&type=400&nr=83&menu=45

O documento que apresentei na primeira parte, a ser aprovado, transfere tudo o que possa ser considerado natureza, nas mãos de uma organização que já detêm 70% de toda a terra, através dos múltiplos tratados que os dementes dos políticos assinaram e continuam a fazê-lo. Há que servir os senhores do mundo.

ARTICLE 10
RIGHT TO DEVELOPMENT
 

The right to development is universal and inalienable and entails the obligation to meet environmental, as well as social and economic needs of humanity in a sustainable and equitable manner.

O direito ao desenvolvimento passa a ser inalienável caso cumpra todos os requisitos descritos acima, podemos então depreender que sem estes termos o direito ao desenvolvimento é negado a um país. Lembrem-se que lidamos com gente que viu na união do capitalismo com o socialismo a forma perfeita de governar o mundo, por isso é que temos em grande parte dos artigos palavras como, equidade, e justiça social, que tanto andam na boca dos servos politicos.

A sustentabilidade é um dos termos Orwellianos que eu mais adoro. Sustentável é o meu carro que têm 13 anos e não me dá problemas, o que quer dizer que todo o metal, borracha e componentes electrónicos que foram gastos na altura, duram até hoje e cumprem a sua função. Mas será sustentável termos lançamentos de uma qualquer merda electrónica de 6 em 6 meses?

Claro que não, mas este não é o caminho que os senhores do mundo pretendem que nós trilhemos, a única insustentabilidade que eles vêem no mundo somos nós meus amigos, os profanos, os não iluminados, toda essa massa inconsciente que é enganada e que muito irá sofrer caso não abra os olhos.

ARTICLE 20
GLOBAL CLIMATE


Parties shall take precautionary measures to protect the Earth’s climate system and mitigate the adverse effects of climate change. To these ends, they shall cooperate internationally inter alia to:

(a) Measure their emissions and implement nationally appropriate mitigation actions; and

(b) Establish risk management and implement adaptation measures to enable climate-resilient development.

Aqueles que governam terão que tomar medidas para proteger o clima da terra, é o que diz em cima, pois eu não sabia que agora os partidos estavam encarregues de algo que nunca conseguiremos controlar, o clima. Por certo, teremos algo parecido como em diversos países onde já existe o ministro da energia e das alterações climáticas, alguém divino e encarregue dos céus, sempre anexado à pasta da energia inevitavelmente.

Depois de termos transferido toda a industria para a China e Índia através de tratados como o GATT ou Nafta, ficámos na Europa e na América com uma sociedade pós-industrializada, a viver de serviços e sem a mínima hipótese de desenvolvimento para os que cá ficam.

Sabem o que será sempre aprovado? Resorts ecológicos para as classes mais altas poderem desfrutar da natureza, isso sim, porque os preços praticados pela maioria dos eco-resorts são proibitivos à maioria das pessoas que trabalha em Portugal, tal como são os painéis solares, fotovoltaicos, turbinas eólicas e afins. Como eu adoro ser ECO.

"Article 20 is designed to ensure regulation of anthropogenic influences on the climate system caused by emissions of greenhouse gases. The present provision is based on the concept of critical load: i.e., that a certain threshold of acceptable emissions exists."

Quem irá decidir esse limite de Co2? Os senhores corruptos do IPCC, que aceitam provas forjadas das universidades? Os politicos? Sim, de facto estamos bem entregues...

Its wording reflects scientific evidence that current levels of greenhouse gas emissions cannot be considered safe. In fact, the lack of full scientific certainty on the causes of what may turn out to be a catastrophe means that the application of this provision should be done in the spirit of precaution (Article 7).

O que se pretende dizer é que mesmo não havendo um aquecimento global antropogénico, o melhor mesmo é prevenir. Esta imposição serve de facto para moldar o mundo a adquirir uma nova forma de pensamento. Por isso é que não interessa muito se realmente existe aquecimento ou não, isso é-lhes indiferente, tendo em conta o artigo7, aplica-se a precaução e falsifica-se as evidências através dos modelos computorizados que na realidade só mostram os resultados finais daquilo que é introduzido inicialmente.

Este vigésimo artigo é bastante elucidativo quanto à veracidade...de toda esta farsa.

ARTICLE 3
COMMON CONCERN OF HUMANITY


The global environment is a common concern of humanity and under the protection of the principles of international law, the dictates of the public conscience and the fundamental values of humanity.

Reparem bem neste ponto, aqui diz-se que a natureza ficará sob a protecção de uma lei internacional, ou seja, esta lei prevalece sobre qualquer outra que possa estar em contradição com este artigo. Assim as Nações Unidas ficam com jurisdição sobre toda a "Natureza" dos países que assinarão esta constituição. Well Done!!!

Estes tipos falam-vos em valores da humanidade, quando são os mesmos que impõem embargos a todo e qualquer país que entre em desacordo ou não partilhe da mesma visão para o mundo. São estes, os mesmos que possibilitam os vários teatros de guerra em exibição diária nos noticiários dos mediawhore, são ainda os mesmos que usam as leis internacionais para conseguirem cada vez mais poder sobre todos os recursos naturais, tudo isto, feito em modo "Stealth", pois a imagem que passam e ensinam na escola às crianças é a de salvadora de qualquer pátria.

http://www.uncsd2012.org/rio20/index.php?page=view&type=400&nr=83&menu=45

Neste link encontra-se no canto superior direito os dias que faltam para a convenção que trará a primeira constituição ambiental e global, mas reparem na frase, será que alguém vos pediu opinião sobre o futuro que eles vos querem dar? Mas que futuro é esse? É meus amigos eles têm um futuro para cada um de nós e a excitação sobre esta convenção não é para menos, isso vos garanto eu, basta ler o documento, e caso não estejam inteirados com a situação, é uma questão de tempo.

Nada disto será feito da noite para o dia, as leis vão sendo introduzidas a conta gotas, os próprios governos terão que legislar muita merda e o relógio não pára, rumo á centralização total se é que me faço entender... 

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/formula-xlv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/03/os-saqueadores-da-fortuna-1-xvii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/04/mao-invisivel-xxiv.html

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A nova ordem mundial part1 (XXXV)


Sempre falei aqui da nova ordem sem nunca a ter mencionado directamente e tento fornecer os dados para que vocês mesmo retirem as vossas conclusões. Aqui explora-se antes os caminhos que levarão ao acto final, se é que me entendem....
Não uso slogans e também não uso da minha opinião sem provas, pois prefiro os factos contra os quais os argumentos tornam-se mais difíceis de ser aceites.

Poderia escrever sobre o tema usando o livro de H.G. Wells, "the new world order", ou pegar no livro "o impacto da ciência na sociedade" de Bertrand Russell ou ainda em Carroll Quigley com as suas obras monumentais que preenchem os espaços em branco na história mundial, mas não o farei.

O discurso que vos trago aqui foi dirigido a uma plateia de topo. Em Setembro de 1992 Jacques Delors discursa perante o Royal Institute Of International Affairs (Chatham House). Para um discurso deste tipo só mesmo a casa mãe de todos os sonhos é que serve.

O título chama-se "a comunidade europeia e nova ordem mundial", por isso para quê divagar, quando temos nas palavras de uma figura iluminada, o senhor Maastricht, livre de conspirações creio eu, a explicação de como alcançá-la e o mais importante de tudo, afinal sempre existe....

Agora, será que o slogan que este senhor vai repetir até ao exaustão é o mesmo que se escreve por aí? Será que é o mesmo slogan que o senhor Almeida Santos usa para título do seu livro?

Claro que sim, o que me deixa a pensar no papel dos media e naqueles comentadores que ou acreditam de facto que os políticos são o supra sumo nas decisões que importam para um país, ou então se sabem e vão para a televisão dizer que o problema é a economia então estão lá apenas para vos distrair nada mais, porque não falam a verdade. Além de serem covardes é claro.

Não vale a pena remar contra a maré, porque qualquer um, doutrinado para acreditar nesta realidade, jamais irá olhar para as provas ou evidências de que existe algo mais, nem mesmo sendo J. Delors a dizê-lo.

Se lhes mostrassem este texto e pedissem para explica-lo, esses papagaios arranjariam sempre uma maneira de distorcer e manipular o óbvio, de forma a não por a nu as suas profundas e enraizadas convicções. Por isso é que a grande maioria rejeita esta hipótese e prefere algo mais familiar, têm medo que possam ter estado enganados a sua vida toda, então, rejeitam preliminarmente todo e qualquer facto, preferem inventar culpas e remédios para uma doença que eles não sabem sequer que existe ou ignoram.   

Não tenham a menor dúvida, eles são a doença, escumalha de humanistas que se julgam deuses, pois é isso que pregam em todas as lojas maçónicas e sociedades secretas, a doutrina luciferiana.

Assim sendo, creio eu, que este texto prova inequivocamente, a existência do termo tal como o conhecemos, incluindo o seu significado.

Your Excellencies,
Ladies and Gentlemen,
 
I would not presume to offer such an illustrious audience as this the last word on the new world order of which President Bush spoke in September 1990 when the Gulf Crisis was building up.  

Some have spoken of the end of history, as though the new world order was already in place; others think this is an illusion and prefer to speak of the new world disorder. Both camps fail to recognize that devising a new system of international relations will take a long time, especially after a forty-year ice age.

The old world was organized around two forces working for integration - ideology was one of them and the nuclear deterrent was the other. The new world is looking for new approaches and  new frameworks. The situation is no longer as clear as it was, now that our options are wide open again. But that should not make us unduly pessimistic,for in a world that is moving again, however chaotically, there is the prospect of a climate of hope that was virtually inconceivable in the Cold War era.

Growing interdependence - problems and questions, The interdependence of the world's nations seems somehow  inevitable, though it must evolve in an orderly fashion; the reality is there, but we have not yet grasped it fully enough to devise the  principles and rules of the new international game.

- A interdependência dos países é inevitável, diz o senhor, sabendo de antemão que é um dos primeiros passos para os países aceitarem tudo o que lhes é imposto. Fica-se dependente em tudo, até no dinheiro, basta olhar para o miserabilismo de Portugal.

Perhaps the simple fact is that we are at the beginning of an evolutionary trend. Well, events will not wait for us; we must be ready with our response.Talk of the interdependence of our national economies is now commonplace.You know what I mean - world trade is expanding rapidly, faster than production itself;

Financial markets are growing more closely integrated, thanks to information technology and deregulation; business strategies are devised in an international perspective, with direct foreign investment growing at an annual rate of 34% in the 1980s and international sales within firms in the same groups representing 40% of all world trade.

Continua....

quinta-feira, 26 de maio de 2011

EUSR Parte3 (XXXIV)


Se perguntar-mos às pessoas qual a maior necessidade civilizacional de que o homem necessita para se desenvolver, creio que grande parte responderá e bem o petróleo. Gerador de desenvolvimento como nenhuma outra matéria prima o conseguiu até hoje, é visto actualmente como uma aberração por razões religiosamente ecológicas.

Mas como não vivemos só de petróleo, existem outras necessidades primárias à nossa sobrevivência que têm de começar a ser negociadas em SDR, ou seja o objectivo final é que todas mas todas essas necessidades sejam negociadas em special drawing rights.

Para quem está a ler esta última parte como se fosse a primeira, isto e isto resolverão a confusão mental....

2.4.3 - The development of SDR-denominated financial instruments and markets in which to trade them should be encouraged....These measures would greatly strengthen confidence in the liquidity of SDRs (i.e. their marketability, acceptability by all countries, convertibility to the dollar and other currencies, and use as a unit of account and settlement for oil and other commodities).

Other commodities sintetiza o que tenho escrito aqui. Qualquer país europeu que compre matéria prima nos mercados terá que entregar os seus euros para ter acesso à mesma, porque de outra forma passa a não conseguir alimentar as necessidades populacionais. É isso que eles querem com este ponto. Irreal? Não me parece de todo.

Vai bem de encontro ao que as Nações Unidas pretendem para o mundo, um controlo total sobre...tudo, incluindo a água. Hoje em dia a água (other commodity) começa a ser utilizada como troca comercial, o que significa uma privatização dos reservatórios de água doce de modo a ter-se esse recurso sempre disponível.

3. Promote dialogue and policy coordination to provide stability, confidence and balanced adjustment

3.1 - Foster greater efforts in the peer monitoring and assessment of the full range of economic policies that impinge on countries balance of payments and exchange rates.


4 - Strengthen the role and legitimacy of international institutions

4.1 - Rebalance subscriptions to and voting rights within the IMF more rapidly and more radically than is currently taking place. These changes are needed to improve governance of, and increase international confidence in, the IMF.

A governação é sempre escolhida como figura constitutiva de poder, nunca escolhem a palavra governo, "governance" difere de "government" no sentido em que na primeira palavra só se vislumbra uma nuvem escura, onde existe poder mas ninguém do povo sabe quem manda, ao passo que na segunda tenho de ter pelo menos um corpo presente a gerir o roubo. Usam sempre a palavra governação como forma de habituação, um pouco como a palavra global que veio substituir a palavra mundial em tudo o que é comunicação social.

4.3 - Mandate the IMF to deal with currency misalignments and promote monetary coordination, or establish an institution for this purpose. Such an institution could start as a caucus of the countries issuing the reserve currencies – the United States, the Eurozone, the United Kingdom, Switzerland and Japan.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      
Ora aqui está mais uma vez, criar uma nova instituição que faça no mundo da finança o que a organização mundial do comércio faz pela troca de bens a nível internacional, pois neste caso (OMC) é disso que se trata, controlar as matérias primas por exemplo.

Este documento têm de ser visto como um guia porque é assim que as instituições de caridade funcionam, de facto eles estão a explicar como se deve proceder de modo a tomar o poder ao sistema financeiro. Esta é apenas uma parte do assalto, o controlo cultural, educacional e social vai mais avançado com tratados e politburos inúteis.

http://www.chathamhouse.org.uk/

Mas as ovelhas, as estúpidas das ovelhas, ainda não perceberam que se está a construir um regime secular, algo delineado à muito tempo, com alterações é óbvio, mas o rumo mantêm-se e creio que ganham a cada dia que passa. Um Império que por ter estudado os anteriores regimes sabe perfeitamente o que deve ou não de fazer de modo a secularizar o mundo. 

Com base numa ideologia socialista/comunista onde não se vê o rio de merda, eles, tentam-nos manter eternamente felizes, felizes minha gente, através do materialismo que as guia para o pasto verde, distraindo-as durante meses senão mesmo uma vida inteira. 

Criou-se o RIIA para a Europa e o CFR (council on foreign relations) para o continente americano com o intuito de unificar México, Estados Unidos e Canadá.

E a Ásia?

Na Ásia, o problema será os australianos aceitarem ficar sob o controlo dos chineses, não será fácil, terão de regredir cultural e economicamente o suficiente para os próprios australianos aceitarem essa ideia.
Com a agenda21 implementada fortemente nesse país e a destruir com imposições e taxas de carbono a agricultura, a construção do chamado "the Pacific Rim" têm o mesmo fim que as suas irmãs. Três tipos de governação sombra para três regiões e África logo se vê.