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terça-feira, 25 de março de 2014

Quem é Karen Hudes? (CXXII)

Se o mundo funciona-se pelo lado da razão, esta senhora estaria em todos os jornais e noticiários do mundo inteiro. A informação que carrega consigo é top secret e o seu ex estatuto profissional permitiu-lhe aceder a informação privilegiada e ter uma perspectiva do mundo que só alcançando o topo da pirâmide é que se consegue. Não se trata de apenas mais uma "whistleblower", o seu background fá-la ser temida pelos big boys e convenientemente ignorada pelos mediawhore.

Foi conselheira sénior e advogada do banco mundial por mais de 20 anos, e o "knowhow" que foi adquirindo dentro desta instituição foi o que lhe permitiu "ver" o que antes não lhe era revelado, apesar de estar sempre à sua frente. Não será fácil denegrir esta senhora que têm uma folha de serviço impecável.

A mim, o que mais me impressiona tanto nesta como em outras pessoas que trabalham dentro do sistema, é observar que quando acordam da dormência cerebral, elas mesmas ficam pasmadas em como puderam andar anos e anos a fio sem nunca se terem apercebido de nada. Sei bem como é.

Durante as suas entrevistas, karen Hudes têm por hábito falar de um estudo suíço realizado por três matemáticos, que tentaram saber quem  detinha o mercado de capitais. A conclusão deste estudo levo-os a chamar de "super entidade" ao núcleo que detêm esse mesmo mercado.

Nesse estudo mostra-se pela primeira vez que todo o mercado de capitais está sob resgate permanente pois esta "super entidade", composta por um grupo bastante selectivo de pessoas e suas empresas, controlam, gerem e agem a seu belo prazer, ou seja, e escrevendo politicamente incorrecto, é tudo uma gigantesca mentira, sustentada "fortemente" como uma casa de cartas. E se pensam que todos os servos da politica não sabem isto pois estão enganados, aliás, a sua obediência nasce precisamente aí

http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0025995#s3

Karen Hudes!!






quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Um banqueiro diferente (CXXI)

Desde à uns tempos para cá que temos vindo a observar um certo número de pessoas a exporem o que realmente se passa no mundo. Agora, mais que nunca, estes "cantantes" nascem como cogumelos visto o funil estar a ficar cada mais estreito e mesmo quem anda dentro do sistema começa a ficar saturado ou não aguenta ir mais longe. E qual é o único remédio nesta situação? Cantar o que sabe.

Fazem-nos chamadas de atenção ás quais ligamos muito pouco, porque a vida é para continuar e o relógio não pára. Esquece-mo-nos do quanto arriscam só para nos dizerem algo que na maioria da vezes está escancarado à nossa frente.

E não me refiro só a Edward Snowden que nada mais fez do que comprovar todas as teorias de conspiração em relação à NSA e seus amigos. Afinal era tudo verdade, o que não é de admirar, pois no mundo real aquela é a faceta de todos os governos, uns mais outros menos, uns fazem outros ajudam a fazer, é tão simples quanto isso.

Mas não é sobre Snowden este artigo. Hoje, quero-vos apresentar um banqueiro, diferente de todas as outras sanguessugas que conhecemos neste ramo. O seu nome é Lars Seier Christensen, fundador e CEO do Saxo Bank.

Comecei por verificar se este tipo esteve na reunião de Bilderberg 2013, e pude constatar que não esteve presente, o que é bom. O site é este http://www.tradingfloor.com/posts/broader-relevance-ayn-rand-society-710110757 e o que este homem diz é relevante, não só pelo seu estatuto profissional mas porque consegue tocar em pontos nevrálgicos do que é a "obra" europeia.
Começa por escrever sobre Ayn Rand, filosofa de origem judaica que têm no seu livro "A revolta do atlas" a sua obra prima. Passando a introdução, Lars remata assim..

"One of the biggest mistakes we can make is to assume that rationality will prevail, that just through superior economic performance, freedom will capture enough peoples' hearts in a democracy to win the day. This creates a major problem for those of us that like to argue rationally, rather than emotionally."

"It creates a major opportunity for politicians that intuitively know that in a rational world, there would be little demand for their services."

As ideologias politicas servem perfeitamente este propósito, pois conseguem criar uma ligação emocional entre os seus apoiantes e os partidos políticos. Argumentar racionalmente contra estes indivíduos é de todo impossível.

Os políticos usam o discurso emotivo por forma a introduzir na cabeça das pessoas algo que vá de encontro às suas pretensões. A oposição politica que se faz a quem está no poder mas também os próprios governos precisam de ter desempregados e pessoas a depender do estado pois só dessa forma é que conseguem muitos votos, acenando na maioria das vezes com promessas que nunca serão cumpridas. Por isso, quanto menos as pessoas precisarem do estado mais irrelevantes eles se tornarão aos olhos das pessoas.

O mesmo se pode dizer dos mediawhore que usam o "shock and awe" para noite após noite moldar o pensamento, instigando emoções em assuntos onde a razão deveria de imperar. Desta forma gera-se ao final de algum tempo um terrorismo psicológico que quebrará as defesas de um ou mais indivíduos e até mesmo de populações inteiras.

"Only in an irrational, emotional universe, where opportunists can gain access to media and visibility to express “feelings” and try to take the moral high ground, no matter how unfounded in reality it is — only in such an environment can you survive without having to produce practical, productive results, and instead prosper and benefit from empty talk and third-rate acting performances."

Se tivermos que reduzir a politica a uma frase, então eu propunha esta, pois a descrição é perfeita. Não existe mais nada para além disto, tudo o resto é elevado pelos mediawhore que adoram tê-los na televisão a opinar sobre como as pessoas devem de agir ou pensar.

E são estes ainda que conseguem extrapolar os "não feitos" da classe politica e calarem-se sobre as vigarices por esse mundo fora.

"This tendency, unfortunately, has only strengthened during the recent crisis. There is often a complete disconnect between the reality and the words used to describe it, the actions pretending to deal with it. In particular, this is very noticeable in the Eurozone these days."

Assim é, apenas e só porque a verdadeira agenda têm de ser ocultada. É preferível porêm-nos a chamá-los de incompetentes do que conspiradores.

"...clearly the dynamics of democracy and interfering politicians are very well described in Atlas Shrugged, where constant intrusive corrective attempts to fix a given problem leads to new, unforeseen problems that need additional correction. This triggers an endless series of correcting moves, where only two things are certain."

"First, the politicians assign ever greater powers to themselves, as they manage to convince the citizens of the need for even more interference, although the problems are created by interference in the first place."

Primeiro cria-se um problema, seja económico, militar ou social, de seguida, borra-se as pessoas de medo com esse mesmo problema criado artificialmente e anuncia-se o fim do mundo, por último, e mesmo que demore algum tempo, as pessoas acabarão por ceder e aceitar novas imposições, cortes ou reduções.

"... EU's standard answer to any of its own failures is that had it just had even greater powers, things would have been much better. The real question to ask here is not why it claims this, what else could it really do, if the only alternative is to admit incompetence and failure?"

"The real question is how do voters persist in managing to ignore the reality and believe in their politicians, rather than themselves?"

Foi o que eu também nunca percebi.

"Very little of the bailouts filter down to the real economy, as it is easier to hold onto safe returns in a variety of government paper, cementing the unhealthy relationship between banks buying government securities and in return being propped up by the same governments to secure them as an outlet for these very securities and their printing machines."

Esta é uma das situações de degredo económico nos países ocidentais. Os países têm de adquirir o poder de imprimir dinheiro e só não escrevo outra vez porque nunca "tivemos" esse poder, dado os bancos centrais serem propriedade privada, do BIS (bank for international settlement), para ser mais correcto. Assim, e tirando os impostos que sacam ilegalmente ás pessoas, a única forma dos governos terem dinheiro é dar valor a um papel com um certificado de garantia de pagamento dos juros a quem nos empresta, sendo essa garantia todos nós, ou seja, e como dizem os americanos, "it´s a win win game", principalmente para os bancos que usam o dinheiro que adquirem a custo zero e emprestam sacando juros desse dinheiro. É a mais límpida forma de extorsão legalizada que conheço.

"...It is a vicious circle for an industry if I ever saw one, and I fear that we are approaching the end of banking as a private industry. But once we have a government-controlled banking industry, our problems will really begin"

A nova ordem mundial que está a ser construída desde à muito tempo, assenta as suas bases primariamente num modelo socialista/comunista onde o super-estado controlará por meio de tratados, acordos e constituições, todos os aspectos inerentes à vida do ser humano, embora, o dia a dia dessa vida seja entregue ás corporações de modo a explorarem as pessoas e recursos naturais do planeta.

"The new central bank regulator, and the banking union, ultimately draining the sound banks for money to support the failing ones, could be the nail in the coffin coming from the EU to a bank near you soon."

À que dar alguma importância às palavras deste senhor, Lars Seier, que é presidente de um banco e alguém que parece-me ter a cabeça no seu devido lugar, basta comparar o que ele escreve com aquilo que dizem os nossos banqueiros.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/01/redistribuicao-de-riqueza-1-parte-lxiv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/04/a-senhora-do-leste-e-o-ditador-cix.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/10/o-metodo-comunitario-xcv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/02/deus-meumque-jus-1-parte-lxxii.html

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A arte de bem enganar (CXX)


Imaginem cães pastores pastoreando as ovelhas, guiando-as por entre pastos verdes, indicando que caminho trilhar. Se já visualizaram a imagem e apareceram pessoas em vez de ovelhas, então, está tudo bem com o vosso cérebro.

Vejo muitos com vontade de agir e poucos para pensar. O que é mau. Primeiro pensa-se e depois age-se. Ouço que muitos andam a "acordar" para a vida, mas, não seria isso espectável? Não será essa uma das reacções mais básicas após uma implosão económica e social? Parece-me que sim, o que não quer dizer que esse "acordar" leve as hordas inconscientes a desvendarem alguma coisa, apenas sentiram uma forte mudança nas suas vidas e por quererem repor tudo como estava anteriormente, protestam. Por isso, adivinhar as consequências geradas após a implosão económica de um país é tão ou mais importante que o próprio desmoronamento civilizacional.

Grande parte deste trabalho de "projecção futura" é realizado pelos serviços secretos, tal como apresentei neste meu artigo.

http://profundaescuridao.blogspot.pt/2012/11/the-real-deal-1-parte-xcvi.html

A reformulação civilizacional do mundo ocidental também conhecida por nova ordem mundial, entrou numa nova fase desde 2001. E o que eu quero que vocês percebam é que entre 2001 e 2007, passos foram dados de modo a conduzir-nos ao destino fatal. Pensar que os servos da politica que estiveram a comandar o barco nesse período só se aperceberam que não havia dinheiro quando o cofre estava mais vazio que o habitual, é passar um claro atestado de estupidez ao povo, mas a coisa pegou.

No inicio do novo milénio boa parte dos países ocidentais gozava de uma estabilidade económica e social aceitável. Portugal por exemplo, tinha 4% de desempregados e a economia crescia, por isso, não se podia simplesmente passar todas estas leis miseráveis de um momento para o outro. Em 2001 Entrávamos assim e sem sabermos numa outra fase da utopia privada.

E nada é por acaso, quando os derivativos foram inventados pela tropa financeira que sempre acompanhou Bill Clinton (Larry Summers, Alan Greenspan), os países, agora em socorro internacional permitiram que esses mesmos instrumentos bancários e fraudulentos fossem usados pelos bancos nos contratos realizados com o estado de modo a ir aumentando a dívida pública. Conscientemente. Assim, grande parte dos contratos realizados pela máquina estatal com os bancos trazia sempre a inclusão de swaps entre outras pornografias monetárias bem menos dispendiosas para o povinho pagar.

As parcerias entre o estado e os privados dispararam exponencialmente porque tudo servia para aumentar a bolha pública. Não é com gastos de milhões que se conseguia arrebentar com a dívida, é com milhares de milhões, isso sim é produzir alguma mossa.

Desde o acordo celebrado em 2001 entre o Banco Mundial/FMI e respectivos países ocidentais, onde se decidiu que todos os serviços estatais seriam transferidos para os privados, que as suas dívidas públicas duplicaram e triplicaram num curto espaço de tempo. Propositadamente. A-c-o-r-d-e-m!!!

http://www.activistpost.com/2011/03/rothschild-bankers-looting-nations.html

Em Portugal, esta transferência englobou tudo, desde os correios aos estaleiros navais, tudo foi entregue, ficando só a faltar as águas públicas, mas também isso irá pelo caminho mais cedo ou mais tarde.

Depois de andarem 7 anos a acumular divida, os países europeus estavam prontos para o passo seguinte. Enquanto os States continuam a imprimir dinheiro fiat (quantitive easing) para o barco não afundar, os europeus sacaram do tratado de Lisboa de modo a agregar o mundo bancário e financeiro nas mãos dos maoístas. Tudo terá de ser "unido" num só, e o sistema bancário não foge à regra, apesar de todos participarem nas depravações financeiras à que haver supervisão do aparelho central da nova Moscovo.

A pressão que houve para o tratado ser assinado num curto espaço de tempo foi enorme e suspeita meu ver, até se deram ao trabalho de cagar pura e simplesmente para o voto popular, que em três países foi bastante esclarecedor. O voto contra o tratado ganhou nestes países porque existiu debate e porque foi revelado às pessoas a verdadeira intenção dos maoístas da Nova Moscovo. e o que é que eles fizeram? Passaram à segunda fase da dita democracia ocidental que consiste em cagar nesse mesmo voto popular. Brilhante, lembrem-me de ir votar para as europeias.

Deu muito jeito o tratado de Lisboa ter sido aprovado no ano anterior ao inicio da crise. E de outra forma não poderia ser e passo a explicar porquê. Neste novo tratado, que nunca ninguém se deu ao trabalho de ler, tivemos a inclusão de uma lei que simplesmente impede os estados de recorrerem ao BCE em caso de ajuda, situação essa que por sinal até veio a acontecer um ano mais tarde.

Lidamos com génios, meus senhores. Esta escumalha conseguiu bloquear todas as saídas possíveis em caso de ruína financeira, antes mesmo desta ter sido declarada pelos países envolvidos.

Toda esta amalgamação de países que pouco a pouco tornar-se-ão províncias de um império maior não é desperdiçada por aqueles incumbidos de continuar o processo, e muito menos posta em causa por desvarios de alguns tipos do mundo financeiro. Isso nunca aconteceu, nem nunca acontecerá, porque, quem controla, é quem faz as leis, não é quem têm o dinheiro.

E quando temos uma lei que impossibilita os estados, outrora soberanos, de financiarem-se directamente na fonte, então, só podemos concluir que houve premeditação para que assim fosse. Lembram-se do "porreiro pá"? O homem sabia o que vinha a seguir aquele tratado. Nesse dia, toda aquela cambada de inúteis passou a pertencer ao puzzle, acrescentando um pouco mais à "obra", tal como já tinha sido feito com todos os outros tratados europeus que têm um único intuito, que é o de retirar a soberania natural às instituições governamentais que gerem os países, deixando-as activas, mas vazias de poder.

A única porta que salvaria os países visados de não ruírem quando a bolha rebentasse, estava selada pelo tratado. A bolha rebentou, e os big boys mandaram os governos aflitos de então passar pela porta dos fundos cujo letreiro dizia, implosão bancária/financeira.

Este tipo de implosão é extremamente fácil de se conseguir, como demonstro neste meu artigo.

http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/04/a-torre-de-basileia-2-parte-cviii.html

Mexe-se com o dinheiro das pessoas "e tudo leva o julgamento racional". O possível "risco sistémico" dito e redito pelos servos da politica trazia a nuance em anunciar a ruína económica caso os banqueiros aflitos não fossem salvos.

Chamei a este golpe na altura de "congame", ou em bom português, a arte de bem enganar.

Aos lordes banqueiros do BIS, bastou exigir um rácio incomportável e os bancos comerciais que andaram a fazer diabruras tombaram um a um. Este é um facto ignorado mas passível de ser mostrado em todos os países que estão a ser ajudados financeiramente. Na Grécia, é o que se sabe, bancos e casas de investimento americanas detinham o país pelos tomates. No Chipre tivemos o Bank Of cyprus, que para não falir, roubou os depositantes... com a ajuda do estado.

Em Portugal tivemos o BPN, o banco da social democracia, que para não falir, faliu ainda mais o estado. Deixou-se de fora quem interessava (SLN) tendo sido vendido por uma bagatela a um ex ministro e banqueiro dessa tal social democracia. Em Espanha a mesma merda, Irlanda igual, e se leram o artigo que indiquei à pouco, o modus operandis já é usado pelo menos desde 1988 no Japão.

Isto assim é muito fácil , eles sabem perfeitamente quais os bancos que conseguem manter o rácio pretendido e quais aqueles que irão entrar em bancarrota. Para uma melhor compreensão é favor ler os dois artigos "a torre de Basileia", está lá tudo a este respeito. Os bancos têm "dificuldades" em criar linhas de crédito porque necessitam desse mesmo dinheiro para manter o rácio exigido pelo BIS. É tão simples quanto isso.



Os problemas sociais e económicos são similares entre os países porque todos vivem de socialismos e sociais democracias. Estas ideologias de governação, caducas por natureza, facilitam não só a queda do dominó quando é preciso, como agregam o controlo da sociedade, instalando a bipolarização no poder. O miserabilismo que acompanha estas militâncias é notório, dado todos estes sistemas terem sido criados em prol da elite e nunca do povo. Não existe um que nos sirva. Se tinha de ser criado um novo modelo? É tão óbvio quanto utópico.

A reforma do estado (avançar na agenda) surge então com naturalidade para todos os países à rasca, porque não aproveitar a crise para refundar as bases para uma nova sociedade? Refundação essa que de outro modo nunca seria sequer equacionada, nem mesmo pela Nova Moscovo. Pé sobre pé lá vão construindo o modelo de sociedade autoritária que sempre preconizaram, autorizada por cada um daqueles que assinou os diversos tratados desde 1986 e que entregaram de bandeja todos os tentáculos do polvo, exceptuando dois, o sistema fiscal e orçamental. Por enquanto.

Tudo o resto esqueçam, o sistema politico foi entregue em mão à Nova Moscovo e o politburo europeu estará sempre por "baixo" de uma qualquer comissão ou távola redonda, por isso, o seu poder é ineficaz. Bem ao estilo da antiga soviete, são muito bons a montar comissões de inquérito que não levam a lado nenhum, mas de resto, estão de mãos atadas quando não coniventes com a "rede" e sua "obra".

A ordem saída do caos é usada infinitamente por quem está incumbido de construir a utopia privada. E nesta nova fase que vivemos e que foi anunciada por exemplo neste relatório do RIIA (Chatham House) onde se afirma que na próxima década, alterações profundas serão introduzidas na matriz sócio económica dos países por forma a introduzir a próxima agenda, é de esperar cada vez mais semelhanças entre um passado não muito distante e um futuro que é já amanhã. Acordem!

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/06/assobiadelas-2-xliii.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/assobiadelas-3-xliv.html
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2013/04/a-torre-de-basileia-2-parte-cviii.html

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Palavras cruzadas (1ª parte) CIII

Um dos primeiros erros do mundo moderno é presumir, profunda e tacitamente, que as coisas passadas se tornaram impossíveis. Eis uma metáfora pela qual os modernos são apaixonados; sempre dizem: «Não se pode atrasar o pêndulo». A resposta é clara e simples: «Pode-se sim». Um pêndulo, que é um objecto construído pelo homem, pode ser modificado por um dedo humano a qualquer hora. Assim, a sociedade, que é um objecto de construção humana, pode ser reconstituído sob qualquer forma já experimentada. Gilbert Chesterton, in 'O Que Há de Errado com o Mundo'


O sionismo é uma filosofia politica sobre um grupo de pessoas que consegue usurpar o poder não só do país onde está instalado, como de outros países, que por estarem comprados ou por admiração deixam que se leve a cabo programas de limpeza racial contra outras civilizações, entre outras obscenidades. É também uma filosofia que age em prol de uma superioridade total sobre todas as outras, inclusive judeus, basta para isso saber quais foram "os judeus" que financiaram e financiaram-se com o Hitler.
Um dado que não é muito conhecido nesta filosofia é o facto de existirem milhares de judeus que protestam contra o sionismo nas várias cidades de Israel, simplesmente porque não querem o nacionalismo exacerbado ao seu expoente máximo.

http://www.nkusa.org/activities/Demonstrations/20121227.cfm

É permitido escrever, falar, insultar e mesmo destruir todas as outras religiões e civilizações, mas quando se diz algo sobre os sionistas, a coisa muda de figura. O direito de usar a veracidade histórica de modo a esconder as atrocidades que cometem hoje em dia não é por acaso, é apenas um modo de ocultar o que fazem por detrás do seu trono assim como de outros.

Este bloqueio é realizado de várias formas, uma delas é retirar da equação palavras como campo de concentração ou eugenia quando têm de descrever os actos bárbaros dos sionistas, palavras essas que transportar-nos-iam para uma abstracção visual na nossa mente não muito favorável sobre acontecimento históricos. Desta forma quebram o elo de "ligação" quando omitem essas palavras, apesar dos factos existirem fisicamente. O que é a Palestina senão um campo de concentração? E se incluirmos o politicamente correcto?

Estado da Palestina é uma organização política reconhecida parcialmente como um estado soberano do Oriente Médio. De facto controla apenas algumas funções da administrativas em parte dos Territórios Palestinos. Wikipedia

Também nunca vimos na televisão, os telejornais a apresentarem Guantanamo como um "campo de concentração", isso daria-nos logo outra visualização holográfica sobre como "desvivem" aqueles muçulmanos, acorrentados, vendados, torturados, espancados e a maioria inocente. Usam antes o termo prisão ou campo de detenção para dissociar-nos desse pensamento e tudo o que lá se passa deixa de fazer sentido, assim como na Palestina. É apenas um processo de manipulação de termos e muita propaganda.

Uma outra obscenidade mais doentia acontece quando existe um embargo ao campo de concentração. A comida é controlada e só entra o necessário à mínima sobrevivência humana, para isso, (e isto é que é de morte) estipulam o mínimo de calorias diárias por pessoa, perfazem o total, e já está, enquanto o embargo durar pratica-se politicas neo-maltusianas com o intuito de afectar sempre as gerações futuras, tais como bebés, crianças ou grávidas. É, os sionistas sempre tiveram queda para apoiar este tipo de práticas.

http://articles.cnn.com/2012-10-17/middleeast/world_meast_israel-calorie-count-gaza_1_sari-bashi-food-embargo-hamas-takeover

Mas a coisa não fica por aqui, a forma como atentam contra a vida das imigrantes etíopes têm cheirinho à década de 30.

http://forward.com/articles/167502/were-ethiopian-women-forced-into-contraception/

Israeli and Jewish aid officials are denying an Israeli TV report alleging that Ethiopian immigrant women have been coerced into taking contraceptive shots.

The report, which aired Saturday night on Israeli Educational Television, charged that coercive contraception is behind a 50 percent decline in the Ethiopian birth rate in Israel over the last decade.

Há pelo menos 10 anos que é pratica comum, afinal sempre se aprende com a história.

Ethiopian women interviewed in the program, called “Vacuum” and hosted by Gal Gabbai, said they were coerced into receiving injections of Depo-Provera, a long-acting birth control drug, both at Jewish-run health clinics in Ethiopia and after their move to Israel.

Não são os Nações Unidas que adoram estes tipos?

Rachel Mangoli, executive director of the WIZO chapter in Katz Village, told the TV show that she realized something was amiss when during a full year in her Ethiopian program just one Ethiopian baby was born.

In the report, a woman identified as S. said she was told at the Jewish aid compound in Gondar, Ethiopia, “If you don’t get the shot, we won’t give you a ticket.” She recalled, “I didn’t want to take it. They wanted me to take it. But I didn’t know it was a contraceptive,” she said. “I thought it was an immunization.

Mão de obra barata com a ajuda de não se reproduzirem. Isto é do melhor que há meus amigos. São estes os senhores que dizem querer um processo de paz? 

Another Ethiopian interviewed for the program, Amawaish Alane, said, “We said we won’t accept the shot. They told us, ‘You won’t immigrate to Israel. You also won’t come into this clinic. You won’t get help and medical treatment.’ ”

“We had no choice,” Alane said. “That’s why we took the shot. We could only get out with their permission.”
The TV program alleged that coercive contraceptive tactics continued once the Ethiopians immigrated to Israel, where health clinics have been administering the contraceptive shots.

O que temos então é um programa para esterilizar imigrantes de países pobres, programa esse que foi pensado e delineado, ou seja houve premeditação, o que nos diz bem da escória com que as cristãs etíopes têm de lidar. É o mesmo que assassinar as gerações muçulmanas mais jovens, só muda o método e todos são válidos.
Já agora, será que o Papa já foi à Etiópia?

The TV show sent a hidden camera into an Israeli health clinic, where an employee told the undercover reporter that Ethiopian women are given the contraceptive shots “because they forget,” “explanations are difficult for them” and “they essentially don’t understand anything.”
The Israeli Health Ministry has denied any systematic suppression of Ethiopian pregnancy or coerced contraception.

continua....

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Multiball CII

O multiculturalismo dá-me azia, sempre me deu e sempre me dará, não por ter alguma coisa contra as pessoas que são convidadas a integrar os países alvo, mas porque corrói e destrói o que de mais importante existe num país, a sua cultura. A longo prazo torna o retorno cultural às suas raízes primárias numa impossibilidade visto ser amplamente usado pelos senhores do mundo e seus lacaios, os politicos, de modo a descaracterizar o país.

Antes da ideia de integração mundial (séc.XIX) ser implementada, grande parte dos países conquistados e que passavam de mão em mão, conseguiram sempre manter as suas tradições e costumes intactos apesar de ocupações territoriais quase sempre brutais. As populações invadidas souberam manter "o passado cultural" enraizado porque as conquistas alteravam o topo da pirâmide mas as bases sociais e as características culturais inatas aos povos mantinham-se, possibilitando, uma vez livres, espalhar de novo o DNA cultural pelo seu território 

Com a entrada da "ideia global" em cena nos inícios do século passado, discutiu-se muito sobre qual o país ou países que encarregar-se-iam de introduzir o conceito de globalização em todos nós como algo de bom e aceitável. Basicamente, discutia-se como alterar as várias culturas do mundo de modo a estas aceitaram a ideia do federalismo mundial.

Todas as guerras e esquemas económicos/financeiros apenas te dão o poder sobre o país e não sobre a sua cultura, que é onde reside a resistência, assim a escolha da alteração cultural recaiu não sobre um país mas sim sobre a sétima arte, mais concretamente, Hollywood.

Hollywood seria usada pelos politicos e pela politica internacional para promover a agenda, abertamente, através dos seus filmes. Pessoas como Clooney ou Angelina Jolie são hoje em dia essa imagem espelhada através das diversas causas, sociais, culturais e ecológicas que abraçam, são o  "soft power" que permitem agarrar multidões a uma só parte da história, além de serem usados em campanhas eleitorais, pelas agências publicitárias que tornam as eleições numa venda de um produto.
Uma melhor explicação sobre este facto encontra-se aqui e aqui, mas o certo, é que hoje em dia e olhando para trás, Hollywood conseguiu o que guerras mundiais não foram capazes, destruição cultural e consequente degeneração das gerações mais jovens.

 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KKn_ucvHoRM#!


Steve Pieczenik

                                                                   Part II

A maioria dos países europeus abriu as portas ao multiculturalismo como forma de alterar cada uma das suas culturas, e um bom exemplo disso é a Inglaterra onde 70% dos médicos nos hospitais são indianos e que a este ritmo terá como minoria o seu próprio povo por volta de 2050.

Neste campo migratório, os países nórdicos são os mais proteccionistas conseguindo um excelente equilíbrio entre a recusa e a permissão de entrada no país (para trabalhar), conseguindo manter o seu nível de vida visto a maioria dos candidatos trazer consigo a especialização laboral e como não se aceita qualquer um, a sociedade em geral consegue absorver e dar condições de vida a essas mesmas pessoas. Serão eles nacionalistas? Não é claro que não, apenas fazem a integração como deve de ser feita. No resto da Europa isso não acontece.

Enquanto países como a Alemanha conseguem contradizer tudo o que escrevi até agora, a grande maioria não foi capaz de suster os fluxos migratórios durante décadas. O resultado continua a ser o pretendido pela escória, a desintegração cultural.

Na próxima noticia  temos o comissário das Nações Unidas para as migrações, Peter Sutherland, a dizer que os países da UE deveriam de introduzir o multiculturalismo ainda com mais força, to "undermine" é o termo certo.

http://www.bbc.co.uk/news/uk-politics-18519395

The EU should "do its best to undermine" the "homogeneity" of its member states, the UN's special representative for migration has said. Peter Sutherland told peers the future prosperity of many EU states depended on them becoming multicultural.

Destruir a homogeneidade de um país de forma a tornar-se multicultural, com salários baixos, fraca especialização da mão-de-obra, pessoas com fracos recursos que mais cedo ou mais tarde ficam na mão do estado, através de ajudas financeiras como o rendimento mínimo, etc, etc...

An ageing or declining native population in countries like Germany or southern EU states was the "key argument and, I hesitate to the use word because people have attacked it, for the development of multicultural states", he added.

Primeiro dão-nos os planeamentos familiares que durante décadas atingem o seu propósito, descer a natalidade, é que pelos vistos somos muitos, e depois introduzem-nos a solução que passa por "escancarar" as portas de modo a ficar-se com mais do que já se têm...miséria para todos, para os que chegam e para os que já cá estão.

He told the committee: "The United States, or Australia and New Zealand, are migrant societies and therefore they accommodate more readily those from other backgrounds than we do ourselves, who still nurse a sense of our homogeneity and difference from others.

É verdade, que digam os milhões de mexicanos que vivem muitíssimo bem nos States, ou os asiáticos na Austrália. Este senhor da ONU é uma verdadeira peça.
As diferenças culturais para este senhor são um obstáculo, pudera, Para os senhores que ele serve, imagino o quanto custa ainda haver diferenças entre os países.

A bela peça que ele é...

Mr Sutherland, who is non-executive chairman of Goldman Sachs International and a former chairman of oil giant BP, heads the Global Forum on Migration and Development, which brings together representatives of 160 nations to share policy ideas.

Sem dúvida alguma, as Nações unidas escolhem-nos bem.

Mr Sutherland, who has attended meetings of The Bilderberg Group, a top level international networking organisation often criticised for its alleged secrecy, called on EU states to stop targeting "highly skilled" migrants, arguing that "at the most basic level individuals should have a freedom of choice" about whether to come and study or work in another country.

Ao nível mais básico as pessoas deverão de ter liberdade de escolha, mas apenas e só a esse nível.

Assuntos relacionados:
http://profundaescuridao.blogspot.pt/2011/07/formula-xlv.html
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

The real deal (2ª parte) XCVII


http://www.4shared.com/office/-Jkm41iZ/Silent_Weapons_for_Quiet_Wars.html 

(Clicar no download azul)

Nesta segunda parte irei analisar os métodos usados na subversão e que tão bem estão descritos neste documento. O processo de subversão é desenhado seguindo a lógica dos circuitos electrónicos, com "inputs" e "outputs". Este modo de construção permite saber sempre o resultado final "output" desde que nos "inputs" seja respeitada a ordem e seguidas as normas.

Apesar de poder-vos parecer estranho, de facto, isto é o que se aprende nos serviços secretos de modo a se poder criar por exemplo "as primaveras árabes" por esse mundo fora, e não só, pois muita desta informação é copiada e posta em acção nos diversos países pelos serviços secretos desses mesmos países, esta é a realidade, a ficção chama-se James Bond.

A realidade é também dizer que todos os serviços secretos lidam com tráfico de drogas e armas, praticam assassinatos, sabotagem e subversão, a ilusão é pensarmos que estão cá para salvar os países de um qualquer ataque terrorista.

Amplificadores económicos:

Economic amplifiers are the active component of economic engineering. The basic characteristic of any amplifier (mechanical, electrical, or economic) is that it receives an input control signal and delivers energy from an independent energy source to a specified output terminal in a predictable relatioship to that input control signal.
The simple form of economic amplifier is a device called advertising.

O que nos descrevem aqui é a fórmula da subversão, imaginem isto....






The design of an economic amplifier begins  with a specification of the power level of the output, which can range from personal to national. The second condition is accuracy of response, i.e., how accurately the output action is a function of the input commands.
 
O "output" nunca pode ter um resultado diferente das entradas do sinal, ou seja, no meu exemplo o "output" nunca poderia dar "população feliz" pois caso isso acontecesse teria havido erro nos "inputs", que de resto é onde se dá a maioria dos erros.
Um "input" fraco aliado a uma má amplificação desse sinal dará um "output" errado.

( Tudo isto pode parecer parvo ou até mesmo incompreensível mas é crucial para entendermos o modelo com que os serviços secretos se regem, os mesmos que estão por detrás de todas as grandes revoluções do século XX , com todos os seus núcleos e sub núcleo operacionais. Um bom exemplo destes grupos operacionais descrevo eu aqui. Ralph Peters era responsável pelo departamento de guerras futuras, na CIA.)

Na seguinte página encontramos a estratégia e os principais componentes para se adquirir uma subversão completa, limpa e sem erros.

Diversion: the primary strategy






Experience has proven that simplest method of securing a silent weapon and gaining control of the public is to keep the public undisciplined and ignorant of basic systems principles on the one hand, while keeping them confused, desorganized, and distracted with matters of no real importance on the other hand.

Se olharmos para o quadro "table strategies", percebemos claramente o parágrafo exposto em cima, e seguindo a ordem dos números do lado direito da página é perfeitamente claro que tudo isto está actualmente implementado,  basta ver a degradação dos sistemas educacionais e o miserabilismo dos programas de entretenimento no mundo ocidental para se ter uma ideia.

Uma das principais características para o "dumb down" é manipularem-nos através das emoções, porque a partir desse ponto a razão fica para trás e estamos muito mais vulneráveis e receptivos a outras ideias. Hoje em dia grande parte das ovelhas no ocidente julga os árabes não por aquilo que sabem sobre a cultura deles mas por aquilo que ouvem e vêem nos mediawhore juntando a guerra e o sexo que inundam 24/7 a comunicação social, temos o prato de todos os dias.

O terceiro ponto é talvez o mais importante porque é aquilo que as pessoas assimilarão para o resto da vida...reescrever a história de acordo com os vitoriosos é o mote e infelizmente é o que leva as pessoas a não verem a verdade porque de acordo com Bezmenov são precisos outros tantos anos para reverter o processo de doutrinação numa determinada matéria, daí o processo de aprendizagem escolar ser extremamente importante para eles, pois permite que não haja contra interrogatório durante anos a fio.




O sumário destas diversões é explicito quanto às áreas que requerem subversão, assim os programas de entretenimento dão-nos os reality shows e merdas dessas que mantêm o público distraído dos assuntos importantes, a escola não é mais do que um depósito de crianças e adolescentes enquanto os pais trabalham, ensinando-lhes insignificâncias e carregando-os com horários escolares equivalentes às horas de trabalho de um adulto. Os media por sua vez distraem a malta com páginas carregadas de informação cheias de palha, pois não se atrevem a tocar nos assuntos que os podem meter na rua.

Amplification: energy sources

A única forma de nos manterem em linha operária é terem nas suas posses a "energia" que dará a amplificação necessária à subversão. Se eu tiver milho não precisarei de comprar pão, mas caso não tenha milho, e como dinheiro ninguém pode fabricar, então terei de trabalhar para adquirir...ambas.
Deste modo aparece naturalmente a estratificação social que encaixa na perfeição numa sociedade industrializada, o que hoje já não acontece no ocidente pois desindustrializamos a Europa com os tratados GATT e afins, e o que fica é uma inteira população que ainda não percebeu que esta pirâmide com os vários estratos sociais é para desaparecer, acabaram-se as benesses da Elite, agora é sempre a descer até à federalização total da Europa.

Continua....

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terça-feira, 6 de novembro de 2012

The real deal (1ª parte) XCVI


Já vos trouxe aqui bons e válidos documentos sobre os mais variados temas, mostrando-vos o que não deve ser escrutinado pelo público em geral, mas não estava preparado para o que consegui obter desta vez. Foi pura casualidade, tenho de admitir, mas o próximo documento é mesmo de apertar o cinto intelectual, pois nunca a verdade vos pareceu tão simples.

Em 1986, um trabalhador da boeing comprou uma impressora "velha" a esta empresa com o intuito de retirar diversas peças da mesma. Lá dentro encontrou um livro que é uma verdadeira obra prima de engenharia social.
Não se sabe a proveniência do livro visto faltarem as páginas com o copyright e os respectivos nomes, o que se sabe, é que este livro demonstra com uma exactidão atómica os vários modelos socioeconómicos que se usam para subverter populações inteiras.

É claramente um manual de treino em como praticar a subversão e que vos apresento em primeira mão, não só vos dá explicações sobre a realidade que muitos nunca chegarão a vê-la, como vos mostra as equações necessárias para se atingir essa mesma realidade.

A utopia privada como escrevem no livro.

Ao lerem o manual na sua totalidade ficarão claramente com outra perspectiva sobre a sociedade e a forma como "ela" foi sendo apetrechada consoante o avanço da tecnologia que tanto é necessária à guerra invisível. Por último é a confirmação da veracidade patente nas palavras de Yuri Bezmenov em como se pratica a subversão, como se faz e quem a implementa.

Esqueçam por um momento os Passos e os Coelhos sempre prontos a saltar para o poleiro, acenando com salvações pois a obra já se desenrolava ainda eles não eram ninguém e continuará mesmo depois de eles deixarem de ser alguém.

É  a profunda escuridão que vos tento mostrar neste livro único. 

The training manual
Silent Weapons for quiet wars:



Depois de lermos o que está sublinhado a vermelho fica claro sobre o que se trata este manual, e tal como diz o livro, pode mesmo ser encarado tecnicamente como uma forma de guerra usada contra as próprias populações.
Olhar friamente para a sociedade como se advoga no livro é não ter remorsos em se praticar a subversão, fria e calculadamente agoniza-se a vida das pessoas, porquê? Porque é necessário para a utopia privada poder emergir.


A guerra foi declarada em 1954 porque nesse ano deu-se o primeiro encontro "Bilderberg". Com o avançar dos mecanismos para a globalização, mais e mais pessoas tiveram de aderir ao "clube" de modo a que o puzzle não fosse desmontado ou falado em público.

No 5ªº parágrafo encontramos escrito que a "organização" ia sendo exposta ao público 13 anos após este primeiro encontro Bilderberg. Ora 13 anos mais tarde é quando se dá a publicação do livro Tragedy and Hope, escrito pelo professor Carroll Quigley, esse historiador que durante dois anos, entre 1960 e 1962 teve acesso, ou melhor, foi-lhe permitido estudar os documentos das duas maiores bibliotecas do mundo, a da Chatham House e do Council on foreign relations, sendo que estas duas irmãs gémeas são os ramos principais do controlo socioeconómico que depois descamba pela pirâmide a baixo.

Não é á toa que o seu livro é mencionado pois a sua publicação foi vista como uma traição pela elite dado ter sido a única vez que abriram os seus documentos ao escrutínio de alguém.

"All science in merely a means to an end. The means is knowledge. The end is control. Beyond this remain only one issue, "who will be the beneficiary?"

"In 1954 this was the issue of primary concern. Although the so-called "moral issues" were raised, in view of the law of natural selection it was agreed that a nation or world of people who will not use their intelligence are no better than animals "who do not have intelligence. Such a people are beasts or burden and steaks on the table by choice and consent."

Será que conseguem encontrar melhor definição para aquilo que se vêm passando desde há muito tempo? É que eu não consigo, isto porque lá no topo pensa-se de facto desta forma e enquanto as pessoas não enxergarem isso, jamais obterão respostas às suas perguntas. E todo aquele que não se interrogue e ache tudo natural só porque nasceu e tudo já cá estava, então não passará de um "steak" pronto a ser consumido, tão simples como isso.

"In order to implement this objective, it was necessary to create, secure, and apply new Weapons which, as it turned out, were a class of weapons so subtle and sophisticated in their principle of operation and public appearance as to earn for themselves the name 'silent weapons'."



"In order to achieve a totally predictable economy, the low class elements of the society must be brought under total control, i.e, must be house-broken, trained, and assigned a yoke and long term social duties from an very ear1y age, before they have an opportunity to question the propriety of the matter. 

In order to achieve such conformity, the lower class family unit must be desintegrated by a process of increasing preoccupation of the parents and the establishment of government operated day care centers for tho occupationally orphaned children. The quality of the education given to the lower classes must be of the poorest sort so that the meat of ignorance isolanting the inferior class from the superior class is and remains incomprehensible  to the inferior class."

O sistema educacional é vital neste processo de subversão porque abrange os anos de crescimento físico e mental, a moldação do espírito nestas idades fará com que anos mais tarde todas estas alterações económicas, guerras, fome e miséria se tornem incompreensíveis perante os seus olhos. Para agravar ainda mais a coisa a multitude de informação centralizada digitalmente nas redes sociais hoje em dia torna-se indigestível para a grande maioria.

Tal como diz no fim, as "armas silenciosas" são um tipo de guerra biológica, porque atacam as opções vitais que temos numa sociedade, esses caminhos que nos permitem andar livremente pela sociedade e do qual gozamos do seu beneficio vão-se encurtando de tal modo que começa a gerar, descontentamento, desordens dos mais variados tipos, sejam elas familiares, sociais ou culturais. As pessoas começam a não se entender e criam clivagens entre si por não conseguirem sair desse afunilamento de opções, do qual nada fizeram para estar mas de onde não conseguem sair.

Sem um único tiro cria-se a subversão de uma sociedade inteira ou parte dela, depende onde se actue, e isto nunca é obra de um terrorista, mas sim de serviços secretos, governos ou instituições como o FMI e Banco Mundial.

Continua...

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

EcoCiência (2ªparte) LXXXI


Não é só lá fora que se pratica este tipo de pensamento maltusiano, uma vez apanhei a antiga ministra da saúde de Portugal a falar maravilhas sobre Margaret Sangers , uma das feministas mais impulsivas e que odiava os pobres, essas massas inconscientes que geravam e geram múltiplas ervas daninhas, isto de acordo com o que ela escreve no seu livro.

Os sectores da sociedade que mantêm isto na agenda são precisamente aqueles que estão no poder, e no topo da pirâmide e isto é ponto assente, somos muitos e muitos de nós têm de deixar de ser um fardo para eles.

Deste modo e para fechar este capítulo trago-vos o senhor que é o responsável pela NASA, James Hansen, um verdadeiro fanático maltusiano.

Assim, este senhor propõe taxas globais para reduzir as emissões de carbono, mas há mais...

http://occupycorporatism.com/head-of-nasa-calls-for-global-governance-through-carbon-taxes/

James Hansen usou o livro do seu amigo, Keith Farnish, para explicar a razoabilidade do seu pensamento eugenista.

No livro "it´s time up", Farnish que já entrou para o meu quadro de honra, escreve isto....

“The only way to prevent global ecological collapse and thus ensure the survival of humanity is to rid the world of Industrial Civilization . . .will die in huge numbers when civilization collapses”.

Isto deve ser considerado Eco-Humanismo, uma linguagem que claramente não entendo.

“In short, the greatest immediate risk to the population living in the conditions created by Industrial Civilization is the population itself. Civilization has created the perfect conditions for a terrible tragedy on the kind of scale never seen before in the history of humanity. That is one reason for there to be fewer people.

Aaahhh, agora já começo a entender este Eco-humanismo, pá, desde que eu esteja do lado das poucas pessoas, por mim.....

“Unloading essentially means the removal of an existing burden: for instance, removing grazing domesticated animals, razing cities to the ground, blowing up dams and switching off the greenhouse gas emissions machine. The process of ecological unloading is an accumulation of many of the things I have already explained in this chapter, along with an (almost certainly necessary) element of sabotage.”

Eco terrorismo, sempre adorei, um dia quando os nazis e os skinheads se aperceberem deste modo de fazer genocídio abandonam logo Salazar e Hitler, e viva a mãe terra, viva Gaia!!!!

A NASA, tal como todas as outras instituições de relevo no panorama americano e mundial, pertence ao complexo militar industrial e como puderam ler é governada por estes eco insanos. Como sempre entregues à bicharada, agora em versão Eco.

Assuntos relacionados:
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domingo, 15 de abril de 2012

A natureza e as Nações Unidas (2ª parte) LXXVIII

O alvo somos nós

http://www.uncsd2012.org/rio20/index.php?page=view&type=400&nr=83&menu=45

O documento que apresentei na primeira parte, a ser aprovado, transfere tudo o que possa ser considerado natureza, nas mãos de uma organização que já detêm 70% de toda a terra, através dos múltiplos tratados que os dementes dos políticos assinaram e continuam a fazê-lo. Há que servir os senhores do mundo.

ARTICLE 10
RIGHT TO DEVELOPMENT
 

The right to development is universal and inalienable and entails the obligation to meet environmental, as well as social and economic needs of humanity in a sustainable and equitable manner.

O direito ao desenvolvimento passa a ser inalienável caso cumpra todos os requisitos descritos acima, podemos então depreender que sem estes termos o direito ao desenvolvimento é negado a um país. Lembrem-se que lidamos com gente que viu na união do capitalismo com o socialismo a forma perfeita de governar o mundo, por isso é que temos em grande parte dos artigos palavras como, equidade, e justiça social, que tanto andam na boca dos servos politicos.

A sustentabilidade é um dos termos Orwellianos que eu mais adoro. Sustentável é o meu carro que têm 13 anos e não me dá problemas, o que quer dizer que todo o metal, borracha e componentes electrónicos que foram gastos na altura, duram até hoje e cumprem a sua função. Mas será sustentável termos lançamentos de uma qualquer merda electrónica de 6 em 6 meses?

Claro que não, mas este não é o caminho que os senhores do mundo pretendem que nós trilhemos, a única insustentabilidade que eles vêem no mundo somos nós meus amigos, os profanos, os não iluminados, toda essa massa inconsciente que é enganada e que muito irá sofrer caso não abra os olhos.

ARTICLE 20
GLOBAL CLIMATE


Parties shall take precautionary measures to protect the Earth’s climate system and mitigate the adverse effects of climate change. To these ends, they shall cooperate internationally inter alia to:

(a) Measure their emissions and implement nationally appropriate mitigation actions; and

(b) Establish risk management and implement adaptation measures to enable climate-resilient development.

Aqueles que governam terão que tomar medidas para proteger o clima da terra, é o que diz em cima, pois eu não sabia que agora os partidos estavam encarregues de algo que nunca conseguiremos controlar, o clima. Por certo, teremos algo parecido como em diversos países onde já existe o ministro da energia e das alterações climáticas, alguém divino e encarregue dos céus, sempre anexado à pasta da energia inevitavelmente.

Depois de termos transferido toda a industria para a China e Índia através de tratados como o GATT ou Nafta, ficámos na Europa e na América com uma sociedade pós-industrializada, a viver de serviços e sem a mínima hipótese de desenvolvimento para os que cá ficam.

Sabem o que será sempre aprovado? Resorts ecológicos para as classes mais altas poderem desfrutar da natureza, isso sim, porque os preços praticados pela maioria dos eco-resorts são proibitivos à maioria das pessoas que trabalha em Portugal, tal como são os painéis solares, fotovoltaicos, turbinas eólicas e afins. Como eu adoro ser ECO.

"Article 20 is designed to ensure regulation of anthropogenic influences on the climate system caused by emissions of greenhouse gases. The present provision is based on the concept of critical load: i.e., that a certain threshold of acceptable emissions exists."

Quem irá decidir esse limite de Co2? Os senhores corruptos do IPCC, que aceitam provas forjadas das universidades? Os politicos? Sim, de facto estamos bem entregues...

Its wording reflects scientific evidence that current levels of greenhouse gas emissions cannot be considered safe. In fact, the lack of full scientific certainty on the causes of what may turn out to be a catastrophe means that the application of this provision should be done in the spirit of precaution (Article 7).

O que se pretende dizer é que mesmo não havendo um aquecimento global antropogénico, o melhor mesmo é prevenir. Esta imposição serve de facto para moldar o mundo a adquirir uma nova forma de pensamento. Por isso é que não interessa muito se realmente existe aquecimento ou não, isso é-lhes indiferente, tendo em conta o artigo7, aplica-se a precaução e falsifica-se as evidências através dos modelos computorizados que na realidade só mostram os resultados finais daquilo que é introduzido inicialmente.

Este vigésimo artigo é bastante elucidativo quanto à veracidade...de toda esta farsa.

ARTICLE 3
COMMON CONCERN OF HUMANITY


The global environment is a common concern of humanity and under the protection of the principles of international law, the dictates of the public conscience and the fundamental values of humanity.

Reparem bem neste ponto, aqui diz-se que a natureza ficará sob a protecção de uma lei internacional, ou seja, esta lei prevalece sobre qualquer outra que possa estar em contradição com este artigo. Assim as Nações Unidas ficam com jurisdição sobre toda a "Natureza" dos países que assinarão esta constituição. Well Done!!!

Estes tipos falam-vos em valores da humanidade, quando são os mesmos que impõem embargos a todo e qualquer país que entre em desacordo ou não partilhe da mesma visão para o mundo. São estes, os mesmos que possibilitam os vários teatros de guerra em exibição diária nos noticiários dos mediawhore, são ainda os mesmos que usam as leis internacionais para conseguirem cada vez mais poder sobre todos os recursos naturais, tudo isto, feito em modo "Stealth", pois a imagem que passam e ensinam na escola às crianças é a de salvadora de qualquer pátria.

http://www.uncsd2012.org/rio20/index.php?page=view&type=400&nr=83&menu=45

Neste link encontra-se no canto superior direito os dias que faltam para a convenção que trará a primeira constituição ambiental e global, mas reparem na frase, será que alguém vos pediu opinião sobre o futuro que eles vos querem dar? Mas que futuro é esse? É meus amigos eles têm um futuro para cada um de nós e a excitação sobre esta convenção não é para menos, isso vos garanto eu, basta ler o documento, e caso não estejam inteirados com a situação, é uma questão de tempo.

Nada disto será feito da noite para o dia, as leis vão sendo introduzidas a conta gotas, os próprios governos terão que legislar muita merda e o relógio não pára, rumo á centralização total se é que me faço entender... 

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

DEUS MEUMQUE JUS (2ª parte) LXXIII

God and my right
Os illuminati são a pedra filosofal no meio do esterco maçónico, não só porque representam o topo de todas as pirâmides, como descendem de uma linhagem real com muitos séculos de maçonaria e outras sociedades secretas. São a realidade tornada num mito e infelizmente este pequeno grupo de 12 familias não se reúne numa qualquer quinta feira à noite, não precisam de fazê-lo.

Descendo uns degraus na pirâmide do poder, actualmente na Eurolândia todas as instituições internacionais estão infestadas de maçons, principalmente no campo da justiça europeia, não é só em Portugal como nos tentam fazer crer. Conseguem muita informação acerca deste ponto com Quatraro, ex comissário europeu e com Dougal Watt, um antigo auditor do tribunal de contas europeu de quem vale a pena conhecer a história.

Estes dois casos dão-nos outra dimensão sobre os podres desta nova sovietização europeia, principalmente Dougal Watt, que mostra-nos claramente como é gerida a teia europeia e o seu dinheiro.

Como eu adoro a democracia, tudo isto foi feito sem nunca nos terem pedido uma opinião (voto), por isso, há que dar crédito à demo cracia deles.

No site oficial da loja grande oriente lusitano, temos uma entrevista com o grão mestre da maçonaria em Portugal, Fernando Lima conta-nos histórias, nada mais, sobre a liberdade e a diversidade de pensamento inerente à causa.
Gostava que ele explica-se o símbolo do rito escocês tão bem como Albert Pike, assim abria um pouco o livro...

Como só conta o que quer, esqueceu-se de dizer que existem reuniões entre a maçonaria europeia, a comissão europeia e o conselho europeu. Penso eu de que seria da mais alta importância saber que a comissão europeia em vez de estar a resolver os problemas reais das pessoas, anda mais interessada em falar sobre liberdades e democracias com humanistas. Podia ter contado isso, já que os media se estão a cagar, é que a esses só lhes interessa quando é para chafurdar na merda.

A reunião em questão aconteceu no dia 30 de novembro do ano passado, ou seja não foi assim à muito tempo atrás, Será que alguém soube de alguma coisa? Será que aqueles emplastros dos jornalistas que estão permanentemente em bruxelas não souberam de nada? Acho difícil, tendo saído uma nota de imprensa, mas enfim...

Os media mantêm-nos na escuridão e alimenta-nos de matéria fecal.

Gostava também de saber em nome de quem é que o senhor Fernando Lima, grão mestre da maçonaria portuguesa, foi falar? Se foi em nome da sua religião, ou se foi em nome de Portugal? Este senhor é o mesmo que disse aos "mediawhore" que grande parte das boas leis implementadas em Portugal provêm de maçons, porêm esqueceu-se de falar sobre o tribunal maçónico que dá a aprovação ou não dessa mesma lei, tal como aconteceu com o serviço nacional de saúde, ou será que estou enganado sr. Lima? Enganaram bem o povo dessa vez.

A 30 de novembro de 2011, existiu mesmo a tal reunião...

European Commission - Press release

The Presidents of Commission, Parliament and European Council meet representatives of philosophical and non-confessional organisations to discuss democratic rights and liberties.

- É isso mesmo meus amigos, agora temos sociedades secretas, a discutir os nossos direitos democráticos e as nossas liberdades, quiçá, para nos dar mais uma boa lei, como sempre o têm feito até aqui.

Today's meeting "A partnership for democracy and shared prosperity: a common willingness to promote democratic rights and liberties" was the latest in a series of top-level events launched by President Barroso during his first mandate. For the second time the meeting takes place in the context of the Treaty of Lisbon which foresees that the Union shall maintain an open, transparent and regular dialogue with churches and religious associations or communities and with philosophical and non-confessional organisations (Article 17 TFEU).

- Creio que seria transparência e democracia a mais incluir no comunicado a palavra maçonaria.

The discussions took place in a frank and open spirit. The representatives of philosophical and non-confessional organisations welcomed the EU’s engagement to promote and protect democratic rights and liberties inside the European Union and beyond. They expressed their readiness to work side by side with the European institutions to promote democracy, pluralism, the rule of law, human rights and social justice which are indispensable in democratic societies.

- O que não vale ter um país cheio de maçons, quero saber onde se vota já que discutem a minha liberdade.

A lista dos convidados da reunião pode ser encontrada no fim da nota de imprensa.

M. Guy ARCIZET - Grand Maître du Grand Orient de France
M. Joseph ASSELBERGH - Président du Grand Orient de Belgique
Mme Christine DE VOS -Grande Maîtresse de la Grande Loge Féminine de Belgique
M. Paul GEISEN - Grand Maître de la Grande Loge de Luxembourg
M. Fernando LIMA - Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano
M. Vassilios PATKAS -Président du Conseil de l'Ordre Maçonnique International "Delphi"
M. Rüdiger TEMPLIN - Vorsitzender der Vereinigten Großlogen von Deutschland
M. Gustavo RAFFI - Grand Maître du Grande Oriente d'Italia
M. David POLLOCK - Président de la Fédération Humaniste Européenne

- A letra "M" refere-se a Master Mason.

Dois nomes da lista estão com links para terem uma percepção melhor sobre os participantes. Enquanto a malta fica agarrada à economia e aos pedidos de ajuda, os humanistas vão falando sobre nós, pois é disso que se trata minha gente, quando alguém pensa e discute sobre a tua liberdade ou os teus direitos, na realidade é sobre ti que estão a falar.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Redistribuição de riqueza (1ª parte) LXIV


Há uns tempos atrás quando rebentou a crise financeira, o congresso americano passado uns tempos criou uma comissão para saber onde parava o dinheiro que foi entregue aos "Big Banksters". Queriam saber porque é que a economia não apresentava melhorias, dado que tinham sido entregues 700 biliões de dólares ao sistema financeiro na forma de resgates e compra de activos tóxicos.

Trataram então de chamar os presidentes dos maiores bancos americanos e o presidente da reserva federal, Bernard Bernanke, de modo a que estes pudessem explicar quanto é que a reserva federal tinha distribuído pelos bancos nacionais e estrangeiros, e, qual o montante dessa "redistribuição de riqueza".

Claro que estes congressistas levaram um grande "não respondo" a estas perguntas, e se no caso dos principais banqueiros, eles se protegeram uns aos outros, quando chegou a vez do presidente da reserva federal, o sr. Bernanke disse claramente que não responderia a estas questões. Como a reserva federal é uma instituição privada e independente do governo, nem o sr. Barry Soetoro (Obama) pode exigir isso, mesmo que quisesse, quanto mais uns simples congressistas. Mas sempre tentaram o que já não é mau.

http://www.youtube.com/watch?v=P8p0nBa866E&feature=related

Depois deste episódio vários congressistas começaram a procurar mecanismos para se conseguir auditar pela primeira vez as contas da reserva federal. O processo foi longo e rejeitado várias vezes no senado, mas pessoas como Ron Paul ou Bernie Sanders não desistiram até terem conseguido, apesar de parcialmente, auditar a fábrica de dinheiro fiat. O que encontraram não foi 2.2 triliões que foram emprestados, como se ouve no vídeo, mas sim, um verdadeiro resgate de modo a salvar os "amigos" de Bernanke, ele mesmo um produto Goldman Sacchs antes de enveredar nesta arte de mercenário.

Se por acaso não ouviram nada nos media, não se espantem, é porque não interessa, o que é que iam dizer? Que faltam 16 triliões de dólares nas contas da reserva federal? 16 triliões, minha gente, 16 triliões...dinheiro esse que distribuído pelas famílias legalizadas na America daria para por toda aquela gente rica.

Deixo-vos com as conclusões do congressista que no vídeo acima faz a pergunta ao senhor Bernanke "onde pára o dinheiro?" 
http://sanders.senate.gov/newsroom/news/?id=9e2a4ea8-6e73-4be2-a753-62060dcbb3c3

"The first top-to-bottom audit of the Federal Reserve uncovered eye-popping new details about how the U.S. provided a whopping $16 trillion in secret loans to bail out American and foreign banks and businesses during the worst economic crisis since the Great Depression"

"This is a clear case of socialism for the rich and rugged, you're-on-your-own individualism for everyone else."

"Among the investigation's key findings is that the Fed unilaterally provided trillions of dollars in financial assistance to foreign banks and corporations from South Korea to Scotland, according to the GAO report."

Ou seja enquanto os principais bancos e casas de investimentos recebiam ajudas públicas para não entrarem em falência, por debaixo da mesa iam resgates secretos muito superiores às ajudas públicas, tudo isto com 0% de juros ou perto disso.

What a deal, hein?

O dinheiro para eles vale, zero, nada, é apenas um meio que eles dispõem e controlam desde à muito, nada mais, por isso é que salvam os amigos de borla, mas para nós, a imagem que vendem têm de ser o oposto, aí o dinheiro já custa, muito suor, muito trabalho, muita miséria, tudo isto muito palpável de modo a nos transmitir essa parte valiosa do sistema monetário.

E por fim este exemplo serve também para diferenciar o que são os Estados Unidos Da América do que seriam os Estados Unidos da Europa, pois como puderam ler, o senhor que iniciou a proposta de lei para se auditar a FED, está de facto a defender a sua região (Vermont), pois foi para isso que o elegeram para o capitólio, enquanto os nossos eurodeputados a única coisa que falam é entre eles nos programas Euro-qualquermerda, agora em TDT. Nunca ouvi nenhum dirigir-se ao parlamento europeu para defender seja o que for a favor de Portugal, essa é a diferença, entre muitas outras.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Clãs (1ª parte) LVIII

Empobrecer é enriquecer

Neste maravilhoso mundo que estão a construir, os senhores do mundo,também têm a intenção de destruir o conceito de familia tal como é mantido à milhares de anos. Nesta luta, é importante tornar o homem irrelevante no contexto familiar assim como é prioritário redefinir o próprio termo, e têm lógica do ponto de vista deles pois o objectivo é ficarmos mais expostos e isolados enquanto pessoas, sem termos a quem recorrer.
Um homem sem ideias ou sonhos é um homem derrotado à partida e torná-lo mais dócil nunca foi tão fácil.

O predador, que desde sempre foi o homem e nunca a mulher, é aquele que têm por "obrigação genética" defender o seu território e construir a sua família, podendo ser uma ameaça para quem governa caso tenha ideais e crenças muito fortes. Mao Tsé Tung sempre disse que não tinha medo de mísseis ou tanques mas sim de um homem com uma ideia, isso sim era um perigo. No seio desse clã familiar está o homem, retirem isso da equação e terão mulher e filhos muito mais expostos, mesmo havendo mulheres "de armas", mesmo essas, procuram um pai para os seus filhos, é natural isso acontecer, biologicamente sabemos que é assim, ou pelo menos era.

Antigamente, e não é preciso recuar muitas décadas, as pessoas numa determinada rua ou comunidade costumavam-se ajudar, amigos e conhecidos envolviam-se nos dramas e alegrias alheias, incluindo disputas familiares, fosse quando o homem batia na mulher, fosse quando uma determinada família passava necessidades, as pessoas ajudavam, preocupavam-se, hoje em dia isso já não acontece.

O desaparecimento desta união deve-se em grande parte aos subsídios fornecidos sob forma de divida que o estado nos oferece. Os subsídios tornam a pessoa refém de quem "ajuda", porque, para tu obteres o dinheiro, o estado fica na posse da tua vida, fica a depender do estado se tu passas fome ou não

Claro que hoje em dia o retrocesso é impossível, voltar aos tempos da entreajuda é complicado, os longos anos a habituar as pessoas a desligarem-se uma das outras quando têm necessidades de serem ajudadas leva a que agora neste momento de cortes e crises, os subsidiados estejam sem dinheiro e sós, muitos com vergonha de aceitar uma refeição e a grande maioria sem nunca compreender porque é que se encontra naquela situação.

Mesmo entre famílias, as necessidades de cada um são abafadas, escondidas na vergonha, quando a própria palavra familia deveria de significar para estas pessoas, união e entre ajuda. Eu prefiro de longe a palavra clã, visto dar-me a sensação de um todo, uma unidade representativa de algo grande e unido.

Em tempos de stress como aquele em que vivemos actualmente, é muito comum termos casais em confrontações pelas situações mais ridículas, coisas banais, a mulher e o homem querem coisas opostas, querem a singularidade de escolhas de um solteiro/a numa relação conjugal, sendo tudo isto alimentado por causas exteriores. Não é só a sociedade como um todo que fica afectada pela "crise", as famílias também sofrem com o choque, transportando para a relação as frustrações sucessivas que a sociedade lhes inflige. 

Destruir o conceito de família não só nos deixa mais sós no mundo como têm um efeito nevrálgico em dividir a sociedade em diversos segmentos. Todas estas parcelas começam com o aprofundar da crise, a reclamar direitos e exigências, apoiados em financiamentos vindos das mais variadas fundações e organizações liberais, levam a que exista uma clivagem não só com o poder instituído no país como também entre as diferentes facções dessa mesma sociedade.

Assuntos relacionados:
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sábado, 15 de outubro de 2011

Os demais idiotas (LIII)


Já consigo ouvir lá bem ao fundo e também já se escreve por aí, entoado pelos senhores do mundo que visam a obtenção de um sonho com mais anos que 4 gerações de vida.
A única hipótese é o federalismo dizem uns, uma integração politica mais forte dizem outros, mas todos eles se referem ao mesmo, a dita nova ordem mundial que serve de sinónimo a todas as definições usadas para uma maior união, está para ficar.

É claro que os demais idiotas, borrados de medo com a crise, irão a correr pelo trilho desejado pelos globalistas, sem nunca terem percebido que jamais deveriam de ter entrado na floresta , quanto mais seguir o uivar do lobo. Espera-lhes lá mais à frente um mundo totalmente novo, degradante, opressivo, mandatório e compulsivo.

Nos media somos retratados e tratados como números sob a forma de estatística, o que nos mostram é o quanto podes render económica e financeiramente. Não é à toa que temos os comentadores sempre a opinar sobre o que pensar e como fazê-lo.
Os portugueses têm de trabalhar mais (bang), os portugueses têm de economizar mais (bang), os portugueses conseguiram sair sempre das crises (esta é a minha favorita), frases como estas vão penetrando na cabeça das pessoas até se tornarem verdades inverosímeis. Será que não? Então não foram os mesmos artistas que conseguiram dizer às pessoas que tinham uma dívida para pagar sem lhes terem dito onde tinham gasto o dinheiro? A divida publica de Portugal

Os media nem quiseram saber por onde andava esse dinheiro, bastou dizer que a maioria tinha ido para as PPP (public private partnership) e o resto foi distribuído pelos malandros que não querem trabalhar. O gado como sempre comeu tudo, queixam-se é certo e até fazem uma lista a exigir o que nunca terão, principalmente porque exigem-no de quem não manda, o que demonstra bem que a luta está perdida, como sempre esteve.

O Passos começa, o Seguro irá continuar e até pode vir um terceiro que não muda nada, agora só paramos no federalismo absoluto. Se já hoje em dia é irrelevante votar imaginem no absolutismo federalista, os primeiros ministros passam a governar uma região, sem poderes para sequer fazer promessas, pois dar-nos-ão uma pequena fatia do bolo e é com isso que teremos que sobreviver.

Uma das máximas destes humanistas é aproveitarem as crises para retirar direitos e dignidades às massas, retiram e nunca mais são devolvidos. O slogan "temos de ter mais competitividade" significa de facto adicionar mais horas de trabalho, menos folgas, menos dinheiro, porque temos de competir, contra quem? Contra todos aqueles países que escravizam as pessoas como a China ou a Índia, assim sendo, o nosso nível de vida e tudo o que isso acarreta terá de ficar nivelado de modo a sermos mais competitivos.

Usando este discurso orwelliano conseguem fazer maravilhas na população, que é injectada de propaganda através dos media, até fazem programas sobre a competitividade, mas onde pára o dinheiro da divida isso ninguém quer saber.

terça-feira, 7 de junho de 2011

A nova ordem mundial part3 (XXXVII)

As ovelhas, as estúpidas das ovelhas!!!

Aqui fica o link que contém o discurso de Jaques Delors no RIIA em 1992.

E de seguida a continuação do mesmo....

I would add - and I will not go into detail - that economic  integration, unless it is backed by a strong political will, will not in itself produce stronger international institutions or help create world government.This is why, although the need for a new world  order is self-evident, our era is one of trial and error or, as the  harsher critics among us would have it, of impotence, inability to take on world challenges.

- A nossa era é de experimentação, adaptação, mutação constante da identidade que define uma pessoa, um grupo, ou um pais. Todas estas crises, económicas, ecológicas e sociais são fabricadas de modo a introduzir o medo como forma de estar numa sociedade, é o medo do desemprego, é o medo dos juros da divida, é o medo do aquecimento global, é o medo de mais uma guerra, choque sobre choque, até as pessoas começarem por fim a quebrar mentalmente.

- Mas as ovelhas, as estúpidas das ovelhas, não se apercebem da fabricação constante destes medos, como procuram sempre algum salvador da pátria para lhes dar a segurança da "normalidade".

- Não entendem que se todos tivermos o mesmo medo então seremos mais maleáveis em abdicar de liberdades em prol desse medo desaparecer, coisa que nunca acontece. Por exemplo o terrorismo irá permanecer durante décadas porque serve um propósito, nada mais, quando deixar de ser util, é como se nunca tivesse existido.

- Brzezinski chama aos talibans o que nos anos 80 eram os mujahideen, povo islâmico fortemente financiado e armado pela elite que este homem representava, de modo a combater os soviéticos no Afeganistão.

- Eu chamo-lhes de povo e não de grupo islâmico porque eles não passam de Afegãos. 

If we are to resist the forces of fragmentation, protectionism and exclusion, we must be more than just aware of our interdependence. We must move on and manage it, setting common objectives and applying common rules. Can the  European Community, the product of a very different context, born of hostility and incomprehension, provide a blueprint for the creation of this new world order?

- A aplicação de regras comuns é essencial para controlar o mercado a que se destinam as regras, mas também porque quebra sempre uma lei nacional em favor de uma lei internacional.

The European Community contribution,The Community experiment in interdependence in a common framework without
being under the domination of any one nation must be the longest-running. It has its limitations, but it is a living process and an enriching one. In the context of a new world order it is certainly worth observing, even if the principles governing it cannot necessarily be reproduced. Let us deal right away with an objection that many have considered significant, but which will hardly stand up to close examination any longer: that is the image of Fortress Europe, the European Community as an economic bloc.

Unlike the attempts at regional autarky in the 1930s, the European Community has shown for a long time that it is a factor for growth  in international trade and its increasing liberalization. Our trading  partners are gradually being won over to the idea that regional integration has a dynamic impact on all, and the European model  is an inspiration for others - witness the recent agreements concluded by the United States, Canada and Mexico.

- Sendo este texto de 1992, vejam bem ao tempo que a unificação está sendo preparada nas américas.

So, having disposed of that canard, let me come to what seems to me the most interesting aspect for the matter at issue: the principles governing the Community, and their relevance to the establishment of a new world order. Thirty-five years after the European Community was set up, I believe it is not too presumptuous to claim that it still has something revolutionary about it, that it is something of a "laboratory" for the management of interdependence. What are these principles?

- Estamos na época de "trial and error" disse Delors à pouco, e nós somos as cobaias, os ratinhos que têm de ser estudados e guiados para ver a interdependência de um país e por arrasto a pessoal como algo benéfico.

I would pinpoint four. The  first  principle may seem very remote, given the failure of  the collective memory; that is, exchanges and cooperation between peoples. At a time when hatred, or simply ignorance and fear of others, is troubling that part of Europe  which has just emerged from the totalitarian nightmare, let us not minimize our gratitude to the men and women who gathered at the Hague Congress in 1948 - first among them Sir Winston Churchill - and set their faces against any notion of revenge, of congenital distrust between peoples. 

They rejected the view that "To the victor belong the spoils" - a philosophy which had dominated many postwar treaties, in which the germs of the next war are planted in the peace settlement, which seek first to satisfy instincts for power and short-term  interests. 


The founding fathers of Europe had the wisdom to set our  countries on a path of solidarity and cooperation which would seem to make any return to the old demons impossible. Our peoples have learned to know each other, to talk to each other and to appreciate each other; this is the key to everything.  Naturally, it does not preclude differences of opinion and arguments, but in the final analysis there is a determination to work out positive compromises.

- O que ele nos está a dizer é que implementaram uma nova  filosofia na Europa, onde, qualquer país que tenha um problema então todos têm de estar solidários e ajudar. Levar as pessoas a reverem-se nos assuntos que só dizem respeito por exemplo aos Franceses ou alemães é a chave para a "causa comum".

Continua...